
Srie Mortal 16 - Reencontro Mortal

Nora Roberts


1
      Sinopse: De #1 Tempos de Nova York bestselling autor, Nora Roberts,
  escrevendo como J. D. Robb, vem para um constrangedor novo inovativo na
  srie futurstica. ... Um aniversrio bate fixa a cena para reencontro de um
            assustar com um assassino de passada de Eve Dallas....
    Em exatamente 7:30 da tarde, Walter Pettibone chegou em casa para achar
mais de cem amigos e famlia gritando, "Surpresa!" Era seu aniversrio. Embora
ele soube sobre o evento planejado por semanas, a surpresa real era ainda vir. s
 8:45 da tarde, uma mulher com olhos de esmeralda e cabelo vermelhos o deram
   um vidro de champanha. Um gole do aniversrio borbulhante, e ele estava
 morto. O nome da mulher  Julie Dockport. Ningum na festa soube quem ela
era. Mas Tenente Eve Dallas a lembra de todo muito bem. Eve era pessoalmente
 responsvel por encarceramento da Julie quase dez anos atrs. E agora, solta
por bom comportamento, ela ainda tem nada alm de intenes ruins. Parece que
  ela quer encontrar Dallas novamente--em uma reencontro nem esquecer....




                       "Irritado [e] sensual." --Editoras Semanais
                                           *
    Existem um pouco de meannesses que so muito significa at para mulher de homem,
                  mulher adorvel s, pode aventurar cometer eles.
                   --W. M. Thackeray, Uma Histria Distinta Rota
                                           *
                              O veneno mais certo  tempo.
                                      --Emerson


                                                                                   2
     CAPTULO 1
     O assassinato era trabalhar. A morte era uma tarefa sria para o assassino, a vtima, para os
sobreviventes. E para aquele que suportou os mortos. Alguns foram sobre o trabalho devotedly, outros
negligentemente.
     E para algum, assassinato era um trabalho de amor.
     Quando ele deixou seu condomnio de Avenida de Parque para seu passeio matutino regular,
Walter C. Pettibone era com felicidade desavisada que ele estava em suas ltimas horas de vida. Ele era
uns robustos sessenta e um homem de negcios sagaz que aumentou fortuna j considervel da sua
famlia por flores e sentimento.
     Ele era rico, saudvel, e s ao longo de um ano antes de adquiriu um jovem, loiro esposa que teve
o apetite sexual de um Doberman em calor e os crebros de um repolho.
     Seu mundo, em opinio do Walter C. Pettibone, era s exatamente muito.
     Ele teve trabalhou que ele amou, duas crianas de seu primeiro casamento que iria um dia assumir
o comando dos negcios que ele assumiu o comando de seu prprio pai. Ele manteve uma relao
razoavelmente amigvel com sua ex, uma multa, mulher sensata, e seu filho e filha eram indivduos
agradveis, inteligentes que o trouxeram orgulho e satisfao.
     Ele teve um neto que era a ma de seu olho.
     No vero de 2059, Mundo de Flores era um empreendimento intergalctico grande com
floricultores, horticultores, escritrios, e estufas ambos de tempo em tempo planeta.
     Walter amou flores. E no s para sua margem de lucro. Ele amou os odores deles, as cores, as
texturas, a beleza de ambas as folhagem e flor e o milagre simples de sua existncia.
     Toda manh ele visitaria um punhado de floricultores, verificava a linhagem, os acordos, e s para
cheirar e conversar e gastam tempo entre as flores e as pessoas que amaram eles.
     Duas vezes por semana, ele estava em cima na frente de amanhecer para freqentava o centro da
cidade de mercado do jardineiro. L ele vagaria e apreciaria, ordem ou crtica.
     Era uma rotina que raramente variado acima do curso de um metade-sculo, e um ele nunca
cansado de.
     Hoje, depois de uma hora ou ento entre o florescer, ele entraria nos escritrios corporativos. Ele
gastaria mais tempo l que habitual a fim de dar a sua esposa o tempo e espao para terminar
preparaes para sua festa do aniversrio de surpresa.
     Fez ele rir pensar sobre isto.
     O amado no podia manter um segredo se ela grampeasse seus lbios junto. Ele soube sobre a festa
por semanas, e estava esperando ansiosamente a noite com o glee de uma criana.
     Naturalmente ele agiria surpreendeu e praticou expresses atordoadas em seu espelho s aquela
manh.


                                                                                                      3
     Ento Walter foi por seu diariamente rotineiro com um sorriso nos cantos de sua boca--no tendo
nenhuma idia s o quo surpreso ele iria ser.
     ***
     A Eve duvidou que ela j se sentiria melhor em sua vida. Descansou, recarregou, torne flexvel e
solto, ela se preparou para seu primeiro dia atrs no trabalho depois de umas frias maravilhosamente
pouco exigentes de duas semanas onde a tarefa mais aborrecida enfrentando ela tinha sido se comer ou
dormir.
     Uma semana na vila no Mxico, a segunda em uma ilha privada. E em ambos os lugares no
existiram nenhuma falta de oportunidades para sol, sexo, e cochilando.
     Roarke tinha sido direito novamente. Eles precisaram do tempo junto. Longe. Eles dois
precisariam de um perodo de cura. E se o modo que ela sentiu esta manh era qualquer indicao, eles
fizeram o trabalho.
     Ela esteve na frente de seu armrio, franzindo o cenho na selva de roupas ela adquiriu desde seu
casamento. Ela no pensou que sua confuso era devido ao fato que ela gastou a maior parte dos ltimos
quatorze dias desnudos ou perto disto. A menos que ela seja muito confundida, o homem conseguiu se
mover furtivamente mais roupas em ela.
     Ela arrancou fora um vestido azul longo em algum material aquele conseguido para chiar e claro
ao mesmo tempo. "Eu j vi isto antes?"
     " seu armrio." No sentar rea de seu quarto, Roarke esquadrinhou a linhagem reporta na tela de
parede enquanto ele apreciou uma segunda xcara de caf. Mas ele olhou de relance acima de. "Se voc
estiver planejando vestir isto hoje, o elemento criminoso na cidade vai estar muito impressionado."
     "Existe mais material aqui que existia duas semanas atrs."
     "Realmente? Eu pergunto-me como isso aconteceu."
     "Voc tem que parar de me comprar roupas."
     Ele alcanou acima de golpe Galahad, mas o gato entregou seu nariz. Ele tem amuado desde seu
retorno a noite antes. "Por que?"
     "Porque ele est envergonhando." Ela murmurou como ela mergulhou dentro de achar algo
razovel para vestir.
     Ele s sorriu nela, assistindo como ela caou em cima um top sem manga e cala comprida para
deslizar acima dto longo, corpo magro ele nunca parou bastante almejar.
     Ela tem bronzeado se para um ouro plido, e o sol arreliou fora raias loiras em seu cabelo marrom
pequeno. Ela vestiu depressa, economicamente, com o ar de uma mulher que nunca pensou sobre moda.
Que era por que, ele sups, ele podia nunca resistir amontoar moda nela.
     Ela descansou durante seu tempo longe, ele pensou. Ele viu, hora por hora, dia a dia, as nuvens de
fadiga e preocupao erguem longe dela. Existia uma luz em seus olhos de usque colorido agora, um
brilho saudvel em seu estreito, bom-boned rosto.

                                                                                                      4
     E quando ela amarrou com correia em seu equipamento de arma, existia um conjunto para sua
boca--que boca larga e generosa-- que disse a ele que Tenente Eve Dallas voltava. E pronto para chutar
um pouco de traseiro.
     "O que h sobre  uma mulher armada que me desperta?"
     Ela o atirou um olhar, alcanado no armrio para uma jaqueta leve. "Corte isto. Eu no vou estar
atrasada em meu primeiro dia de volta porque voc tem algum residual horniness."
     Oh sim, ele pensou, subindo. Ela voltava. "Querida Eve." Ele administrou, apenas, no estremecer.
"No aquela jaqueta."
     "O que?" Ela pausou no ato de empurrar seu brao em uma manga. " peso do vero; Ele cobre
minha arma."
     "Est errado com aquela cala comprida." Ele andou para seu armrio, alcanado em, e arrancado
fora outra jaqueta do mesmo peso e material que a cala comprida cqui. "Este aqui  correto."
     "Eu no estou contando com fazer um vdeo atirar." Mas ela mudou isto porque era mais fcil que
discutindo.
     "Aqui." Depois de outro examinar superficialmente em seu armrio, ele terminou com um par de
metadas-botas em castanheiro rico couro marrom.
     "De onde aqueles viriam?"
     "A fada de armrio."
     Ela carranca nas botas suspeitosamente, cutucou um dedo nos dedes do p. "Eu no preciso de
novas botas. Minhas velhas esto todo quebrado."
     "Isto  um termo corts para que eles so. Tente estes."
     "S v estragar eles," ela murmurou, mas sentado no brao do sof para puxar eles. Eles
deslizaram sobre seus ps como manteiga. Que s fez seu olho ele estreitamente. Ele provavelmente
teria eles mo-tooled para ela em uma de suas fbricas incontveis e eles seguramente custam mais que
uma policial de homiccios de Nova York feito em dois meses. "Que tal isto. A fada de armrio parece
saber meu tamanho de sapato."
     "Um companheiro surpreendente."
     "Eu suponho  intil para dizer a ele que um policial no precisa de botas caras que estavam
provavelmente costuradas juntas por alguma pequena freira italiana quando ela estiver registrando o
tempo tempo de campo para coicear isto ou batendo em portas."
     "Ele tem uma mente de sua prpria." Ele leu rapidamente uma mo por seu cabelo, arrastado s
suficiente para levantar seu rosto para seu. "E ele adora voc."
     Ainda fez seu fracasso de estmago--ouvindo ele diz isto, vendo seu rosto  medida que ele fez.
Ela freqentemente perguntou-se por que ela no acabou de no afogar naqueles olhos seu, em tudo to
selvagem, m azul.


                                                                                                    5
       "Voc  muito condena bonito." Ela no quis dizer dizer isto em voz alta, quase sacudido no som
dela voz. E ela assistiu seu flash de sorriso, jejum como fogo atravs de um rosto que pertenceu em uma
pintura ou esculpida em pedra com sua forte, boca dos ossos afiados e poeta sedutor.
       Deus irlands jovem, ela sups seria titulado. Para deuses no eram sedutores e inumanos e
encapotados em seu prprio poder?
       "Eu tenho que ir." Ela conseguiu depressa para seus ps, e ele permaneceu seu cho muito seus
corpos batidos. "Roarke."
       "Sim, volta para realidade para ns dois. Mas..." Suas mos acariciaram abaixo seus lados, um
movimento longo, possessivo que lembrou a ela, muito claramente, s o que aqueles dedos rpidos e
inteligentes eram capazes de fazer para seu corpo. "Eu penso que ns podemos tomar um momento para
voc me beijar adeus."
       "Voc quer que eu beije voc adeus?"
       "Eu fao, sim." Existia um pular de ambas as diverso e a Irlanda no tom que teve ela armando sua
cabea.
       "Certo." Em um movimento to rpido quanto seu sorriso, ela tomou punhados do cabelo preto que
quase leu rapidamente seus ombros, agarrando com fora, arrastando, ento esmagando sua boca contra
seu.
       Ela sentiu seu corao saltar at  medida que sua fez. Um pulo de calor, de reconhecimento, de
unidade. E em seu som de prazer, ela se despejou no beijo, levou eles ambos rpidos e fundos com um
pouco guerra de lnguas, um belisco rpido de dentes.
       Ento ela o empurrou de volta, sado agilmente de alcanou. "Vejo voc, s," ela gritou como ela
andou a passos largos do quarto.
       "Tenha um dia seguro, Tenente." Ele estourou um suspiro longo, ento sentado atrs no sof.
"Agora," ele disse para o gato, "o que me custar para o ns dois para sermos amigos novamente?"
       ***
       Na Central de Polcia, Eve pulada em um deslizamento para Homicdio. E respirou fundo. Nada
contra o cliffside drama do Mxico Ocidental ou as brisas balsmicas de ilhas tropicais, mas ela faltou o
ar aqui: O cheiro de suor, caf ruim, limpadores severos, e acima de tudo, as energias ferozes que
formado do estrondo de policial e criminoso.
       Seu tempo longe s afiou seus sentidos para ele--o rugido baixo de muitos vozes conversando de
uma vez, o fixo ainda discordante buzina e zumbidos de 'vnculos e comunicadores, a pressa das pessoas
todos tendo algo importante fazer em algum lugar.
       Ela ouviu algum gritando obscenidades to rpidas que eles caram junto em um guisado maligno
de palavras que era msica para suas orelhas.
       Filhodaputaotriopolibastardo.
       Bem-vinda casa, ela pensou felizmente.

                                                                                                       6
     O trabalho tinha sido sua casa, sua vida, sua nica definindo propsito na frente de Roarke. Agora
at com ele, ou talvez porque ela o teve, permaneceu uma parte essencial de quem e o que ela era.
     Uma vez que ela tem sido uma vtima--impotente, usada, e quebrada. Agora, ela era um guerreiro.
     Ela balanou no bullpen dos detetives, prontos lutar qualquer batalha deitar adiante.
     Detetive Baxter olhou de relance em cima de seu trabalho, alargue um apito baixo. "Whoa, Dallas.
Hubba-hubba."
     "O que?" Confunsa, ela examinou seu ombro, ento Baxter percebido est olhando de soslaio
sorriso era para ela. "Voc est um homem doente, Baxter. Est reassegurando notar algumas coisas no
mudarem."
     "Voc  a pessoa que  todo arrumada." Ele empurrou ele mesmo, rodeadas ao redor escrivaninhas.
"Boas," ele adicionou, roadura sua lapela entre seu dedo polegar e dedo. "Voc  um frigging moda
prato, Dallas. Ponha o resto de ns envergonhar."
     " uma jaqueta," ela murmurou, mortificou. "Corte isto."
     "Conseguido voc mesmo bronzeado, tambm. Isso estaria um cheio-corpo trabalho?"
     Ela trancou seus dentes em um sorriso feroz. "Eu tenho que chutar seu traseiro?"
     Se divertindo, ele sacudiu um dedo. "E o que isto est em suas orelhas?" Como ela alcanou em
cima, confusa, ele piscou como se em surpresa. "Por que, eu acredito em que aqueles so chamados
brincos. E eles so reais bonitos, tambm."
     Ela esqueceu que ela teve eles. "O crime de repente parou morto enquanto eu me fui de forma que
voc tem tempo para estar ao redor aqui criticando meu guarda-roupa?"
     "Eu estou s deslumbrado, Tenente. Absolutamente deslumbrado por esta apresentao de moda.
Novas botas?"
     "Morda-me." Ela balanou longe no som de seu riso.
     "E ela volta!" Baxter anunciou para o som de aplauso.
     Retardados, ela pensou como ela marchou em direo a seu escritrio. O Departamento de Polcia
e Segurana de Nova York era povoado por um grupo de retardados.
     Jesus, ela faltou eles.
     Ela caminhou em seu escritrio, ento acabou de permanecer, um passo acima do limite,
arregalando.
     Sua escrivaninha era clara. Mais, era limpo. De fato, o lugar inteiro era limpo. Como algum veio
junto e extraiu todo o p e porcaria e ento brilhada em cima que era deixado para trs. Suspeita, ela
correu uma parede abaixo de dedo polegar. Sim, isso era pintura definitivamente fresca.
     Olhos estreitados, ela continuou no quarto. Era um espao pequeno com uma janela parcimoniosa,
uma batida-em cima--e agora esfregada--escrivaninha, e umas cadeiras com fontes ruins. O gabinete de
arquivo, tambm cintilante, tinha sido retirado. Uma planta verde aquela parecida estar prosperando
insistiu em topo disto.

                                                                                                     7
     Com um pouco ganido de angstia, ela saltou para o gabinete de arquivo, arrancado abre uma
gaveta.
     "Eu soube isto, eu soube isto, eu soube isto! Bastardo me bata novamente."
     "Tenente?"
     Grunhindo, Eve relanceou atrs. Seu ajudante permanecido na entrada, to em ordem quanto o
quarto em seu blues do vero engomado.
     "Ladro de doce de Goddamn furtivo achou meu esconderijo."
     Peabody enrugou seus lbios. "Voc teve doce no gabinete de arquivo." Ela angulada sua cabea.
"Debaixo de M?"
     "M para Meu, condena isto." Aborrecido, Eve bateu a gaveta fechada. "Eu esqueci de tirar isto
antes de eu partir. Que diabo aconteceu aqui, Peabody? Eu tive que ler o nome na porta para estar certo
isto era meu escritrio."
     "Desde que voc se foi pareceu como um bom tempo para ter isto limpo e pintado. Ficou bonito
sujo aqui."
     "Eu estava acostumado a isto. Onde todo  meu material?" Ela exigiu. "Eu tive um pouco de
acmulo, e algum cinco, e o MIM sou e relatrios do varredor no caso de Dunwood devia ter entrado
enquanto eu estava fora."
     "Eu cuidei disto. Eu fiz os cinco e alcancei o acmulo, e arquivei os relatrios." Ela ofereceu um
sorriso que danou riso em seus olhos escuros. "Eu tive algumas tempo em diante minhas mos."
     "Voc fez toda a papelada?"
     "Sim, senhor."
     "E organizou para meu escritrio revisou?"
     "Eu penso que existia procriao de organismos multicelulares em vrios cantos. Eles esto mortos
agora."
     Lentamente Eve deslizou suas mos em seus bolsos, balanados atrs em seus saltos de sapatos.
"Isto no seria seu modo de dizer a mim aquele quando eu estiver ao redor que eu no dou a voc tempo
para cuidar de diariamente negcios."
     "Absolutamente no. Bem-vindo de volta, Dallas. E eu tenho que dizer isto, uau, voc parece
realmente maravilhosa. Equipamento mordaz."
     Eve solta na cadeira em sua escrivaninha. " com Que diabo eu normalmente pareo?"
     "Isto  uma pergunta retrica?"
     A Eve estudou rosto do Peabody--a praa, olhares robusto topped com uma tigela escura de
cabelo. "Eu estou tentando pensar se eu faltasse sua boca esperto. No," ela decidiu. "No um pouco."
     "Aw, certo voc fez. Grande bronzeado. Eu acho que voc gastou muito tempo empapando em
cima o sol e material."
     "Eu acho que eu fiz. Onde voc conseguiria seu?"

                                                                                                        8
     "Meu o que?"
     "O bronzeado, Peabody. Voc participa de um flash?"
     "No, eu consegui isto em Bimini."
     "Bimini, como a ilha? Que diabo voc estava fazendo em Bimini?"
     "Bem, sabe, tirando frias--mesmo como voc. Roarke sugeriu isto, desde que voc estava
encabeando fora, talvez eu devia tomar uma semana, tambm, e--"
     A Eve cresceu rapidamente uma mo. "Roarke sugeriu?"
     "Sim, ele pensou McNab e eu podamos usar um pouco tempo de manuteno, ento--"
     A Eve sentiu o msculo s abaixo de um olho comea a estremeo. Teve um hbito de fazer
aquele sempre que ela pensou muito duro sobre Peabody e o prato de moda da Diviso de Detetive
Eletrnico como um artigo.
     Em defesa, ela apertou dois dedos contra isto. "Voc e McNab. Em Bimini. Juntos."
     "Bem, sabe, desde que ns estamos tentando isto inteiro que ns somos-par A coisa em para
tamanho, pareceu como uma boa idia. E quando Roarke disse que ns podamos usar um de seu
transportes e este lugar ele est usando Bimini, ns saltamos."
     "Seu transpo. Seu lugar em Bimini." O msculo saltado contra seus dedos.
     Os olhos brilhando, Peabody se esqueceu suficiente para abaixar um quadril para o canto da
escrivaninha. "Homem, Dallas, era absolutamente ult.  como este pequeno palcio ou algo.  pego sua
prpria cachoeira no charco, e um todo-terreno, e hydroskis. E o apartamento de mestre tem esta cama
de gel que  sobre o tamanho de Saturno."
     "Eu no quero ouvir sobre a cama."
     "E  realmente privado, embora ele  direito na praia, ento ns acabamos de foliar ao redor
desnudo como faz travessuras metade do tempo."
     "E eu no quero ouvir sobre desnudo foliando."
     Peabody dobrou sua lngua em sua bochecha. "s vezes ns ramos s meio desnudos. De
qualquer maneira," ela disse na frente de Eve gritada, "era mag. E eu quis conseguir Roarke algum tipo
de presente de agradecimento. Mas desde que ele tem tudo, literalmente, eu sou clueless. Eu pensei
talvez que voc podia sugerir algo."
     "Isto  uma loja de policial ou um clube social?"
     "Vamos, Dallas. Ns somos todos alcanaram trabalharam." Peabody esperanosamente sorriu.
"Eu pensei talvez que eu podia dar a ele que um dos arremessos minha me faz. Sabe, ela tece, e ela faz
trabalho realmente bonito. Ele assim?"
     "Olhe, ele no esperar um presente. No  necessrio."
     "Era as melhores frias que eu j tive, em minha vida. Eu quero que ele saiba quanto eu apreciei
isto. Quis dizer muito para mim, Dallas, que ele pensaria sobre isto."


                                                                                                     9
      "Sim, ele est sempre pensando." Mas ela suavizou; Ela no podia ajudar isto. "Ele conseguiria um
real excluir de ter algo sua me feita."
      "Realmente? timo ento. Eu conseguirei em contato com ela hoje  noite."
      "Agora que ns tivemos nossa pequena reencontro aqui, Peabody, l alguns no est trabalho para
ser feito?"
      "Realmente, ns somos claros."
      "Ento consiga me para alguns arquivos frios."
      "Alguns uns em particular?"
      "Escolha do negociante. Eu preciso fazer algo."
      "Eu estou nisto." Ela comeou, pausou. "Voc sabe umas das melhores coisas sobre ir embora?
Voltar."
      ***
      A Eve gastou a manh que escolhe por casos no solucionados, procurando por uma linha que no
tinha sido talhada, um ngulo que no tinha sido explorado. O que mais a interessou era o assunto de
Marsha Stibbs de vinte e seis anos de idade, que foi achado submerso na banheira por seu marido, Boyd,
quando ele retornou de uma viagem de negcios.
      Na superfcie, pareceu ser um daqueles acidentes trgicos e tpicos de casas--at o MIM ser
relatrio verificou que Marsha no afogou, mas tinha estado morta antes daquele ltimo banho de bolha.
      Desde que ela entrou na tina com um crnio fraturado, ela no teve deslizou na espuma e
fragrncia debaixo de sua prprio poder.
      O investigador aumentou evidncia que indicou Marsha tinha tido um affair. Um pacote de cartas
de amor de algum que assinou ele mesmo com a inicial C tinha sido escondido longe na gaveta de
lingerie da vtima. As cartas eram sexualmente explcito e cheio de apelos para ela para divrcio seu
marido e iam embora com seu amante.
      De acordo com o relatrio, as cartas e seu contedo tiveram chocado o marido e todo mundo
entrevistou quem conheceu a vtima. O libi do marido tinha sido slido, como era todos os cheques de
fundo.
      Boyd Stibbs, um regional rep para uma firma de produtos esportivos, era por todos os
aparecimentos Sr. Todo-sujeito Americano, fazendo um ligeiramente melhor que renda mdia, casados
por seis anos para sua doura de academia que continuaram a se tornar um comprador para uma loja de
departamentos importante. Ele gostou de tocar futebol de bandeira nos domingos, no teve no bebendo,
jogando, ou ilegais problema. No existia nenhuma histria de violncia, e ele teve volunteered para
Prova de Verdade, que ele passou com brilho.
      Eles eram sem filhos, viveu em um Oeste quieto edifcio de apartamentos Lateral, socializado com
um crculo apertado de amigos, e at o ponto de sua morte mostrou a todos os sinais de ter um
casamento feliz, slido.

                                                                                                    10
     A investigao tinha sido completa, cuidadosa, e completa. Ainda a primria nunca podia achar
qualquer rastro do amante alegado com o C. inicial
     Eve etiquetou Peabody no interoffice 'vnculo. "Assuma a responsabilidade em cima, Peabody.
Vamos ir bater em algumas portas." Ela dobrou o arquivo em sua bolsa, impediu a jaqueta da parte de
trs de sua cadeira, e encabeada fora.
     ***
     "Eu nunca trabalhei um caso frio antes."
     "No pense sobre ele to frio," Eve disse a ela. "Pense sobre ele to aberto."
     "Quanto tempo este aqui tenha estado aberto?" Peabody perguntou.
     "Continuando seis anos."
     "Se o sujeito ela estava fazendo a extra-matrimonial batendo com no mostrou em tudo isso tempo,
como faz voc derrota ele fora agora?"
     "Um passo de cada vez, Peabody. Leia as cartas."
     Peabody tirou eles da bolsa de campo. A meio caminho pela primeira nota, ela alarga um Ai!
"Estas coisas so inflamveis," ela disse, soprando em seus dedos.
     "Mantenha ida."
     "Voc est brincando?" Peabody meneou seu traseiro na cadeira. "Voc no podia me parar agora.
Eu estou conseguindo uma educao." Ela continuou a ler, olhos alargando de vez em quando, garganta
trabalhando. "Jesus, eu acho que eu acabei de ter um orgasmo."
     "Obrigado por compartilhar aquele pedao de informao. O que mais voc conseguiu deles?"
     "Uma admirao real para imaginao e fibra do Sr. C."
     "Deixe-me reformular a frase. O que voc no conseguiu deles?"
     "Bem, ele nunca sinais seu nome por completo." Sabendo que ela estava faltando algo, Peabody
olhou fixamente abaixo nas cartas novamente. "Nenhum envelope, ento eles podiam ter sido entregue
em mo ou remetida." Ela suspirou. "Eu estou conseguindo um D nesta classe. Eu no sei o que voc
est vendo aqui que eu no sou."
     "O que eu no estou vendo est mais para o ponto. Nenhuma referncia para como, quando, ou
onde eles se encontraram. Como eles se tornaram amantes. Nenhuma meno de onde eles boinked um
ao outro  crebros fora em posies atlticas vrias. Isso me faz parar e refletir."
     No mar, Peabody agitou sua cabea. "Em?"
     "Na possibilidade que nunca existia um Sr. C."
     "Mas--"
     "Voc tem uma mulher," Eve interrompida, "casados para vrios anos, com um bem, trabalho
responsvel, um crculo de amigos ela  mantida, novamente, vrios anos. De todas as declaraes
nenhum daqueles amigos tido qualquer boato de um affair. No no modo que ela se comportou, falou,


                                                                                                  11
viveu. Ela no teve nenhum tempo que falta do trabalho. Ento quando disse atltico boinking
acontecer?"
     "O marido viajou bastante regularmente."
     "Est certo, que abre a possibilidade para um affair se se  to propenso. Ainda nossa vtima exibiu
todas as indicaes de lealdade, responsabilidade, honestidade. Ela foi trabalhar, ela voltou para casa.
Ela saiu na companhia de seu marido ou com grupos de amigos. No existia nenhum telefonemas
insubstanciados ou questionveis feitos para ou de sua casa, escritrio, ou vnculos portteis. S como
ela e Sr. C. discutiram seu prximo tryst?"
     "Pessoalmente? Talvez ele era algum no trabalho."
     "Talvez."
     "Mas voc no acha. Certo, ela parece ter sido cometida para seu casamento, mas estranhos, at
fecham camaradas, realmente no saiba o que continua dentro de casamento de outra pessoa. s vezes o
companheiro at no conhece."
     "Absolutamente verdade. O primrio neste concorda com voc e teve toda razo para fazer isso."
     "Mas voc no faz." Peabody reconheceu. "Voc inventa o marido deixar isto, fez isto parecer que
ela estava enganando, qualquer um instalar o libi e snuck casa para a matar, ou ele fez?"
     " uma opo.  por isso que ns vamos conversar com ele."
     A Eve cresceu rapidamente uma rampa para o segundo-estacionamento de rua de nvel,
espremendo seu veculo entre um sedan e uma bicicleta de jato. "Ele descobrir de sua casa a maioria de
dias." Ela movimentou a cabea em direo ao edifcio de apartamentos. "Vamos ver se ele estiver l."
     ***
     Ele estava em casa. Um ajuste, homem atraente vestindo calo atltico e uma Camiseta e
segurando uma criana em seu quadril. Olhe se para distintivo da Eve teve uma mudana de sombra em
seus olhos. Um que teve a textura de pesar.
     " sobre Marsha? Existe algo novo?" Ele girou seu rosto, brevemente, no branco-loiro cabelo da
pequena menina ele levou. "Eu sinto muito, entre. Tem sido to longo desde que entrado toque de
algum sobre que aconteceu. Se voc quiser se sentar, eu gostaria de povoar minha filha no outro quarto.
Eu prefiro que ela no fez..."
     Este tempo era sua mo que movido para o cabelo da menina. Protetoramente. "S d a mim um
minuto."
     A Eve esperou at que eles deixaram o quarto. "O quo velho  a criana, Peabody?"
     "Mais ou menos dois, eu diria."
     A Eve movimentou a cabea e moveu na rea viva. Existiam brinquedos espalhados sobre o cho e
moblia alegres.
     Ela ouviu um alto-lanado, risadinha infantil, e uma firma exige. "Papai! Toque!"


                                                                                                      12
     "Em um pouco enquanto, Trade. Voc toca agora, e quando Mame chegar em casa talvez que ns
sairemos para o parque. Mas voc tem que ser bom enquanto eu converso com estas senhoras.
Negcio?"
     "Balanos?"
     "Voc aposta."
     Quando ele voltou, ele correu ambas as mos por seu prprio cabelo loiro escuro. "Eu no quis que
ela nos ouvisse conversa sobre Marsha, sobre que aconteceu. Existe uma fratura? Voc finalmente o
achou?"
     "Eu sinto muito, Sr. Stibbs. Isto  um rotineiro atualizao."
     "Ento l nada ?Eu esperei que ... eu ache que  estpido afinal este tempo para pensar que voc o
acharia."
     "Voc no tem nenhuma idia que sua esposa estava tendo um affair."
     "Ela no era." Ele mordeu as palavras, fria que salta sobre seu rosto e girando isto duro. "Eu no
me importo o que algum diz. Ela no estava tendo um affair. Eu nunca acreditei A princpio que eu fiz,
eu acho, quando tudo era louco e eu no podia pensar diretamente. Marsha no era uma mentirosa, ela
no era uma trapaceira. E ela me amou."
     Ele fechou seus olhos, pareceu desenhar ele mesmo. "Ns podemos nos sentar?"
     Ele soltou em uma cadeira. "Eu sinto muito que eu gritei com voc. Eu no posso agentar pessoas
dizendo alquilo sobre Marsha. Eu no posso agentar sabendo que pessoas, amigos, acha isto dela. Ela
no merece isto."
     "Existiam cartas achadas em sua gaveta."
     "Eu no me importo com as cartas. Ela no teria enganado em mim. Ns tivemos ..."
     Ele relanceou atrs em direo ao quarto da criana onde a pequena menina estava cantando
melodiosamente. "Olhe, ns tivemos uma boa vida sexual. Uma das razes ns casamos to jovem eram
que ns no podamos tirar as mos um ao outro, e Marsha acreditou fortemente em casamento. Eu direi
a voc o que eu penso." Ele se debruou adiante. "Eu penso algum era obcecado com ela, fantasiada ou
algo. Ele deve ter mandado ela aquelas cartas. Eu nunca saberei por que ela no disse a mim. Talvez, eu
acho talvez, ela no quis me se preocupar. Eu penso que ele veio aqui quando eu estava em Columbus, e
ele a matou porque ele no podia a ter."
     Ele estava registrando alto no metro sincero, Pensou Eve. Tais coisas podiam ser fingidas, mas
onde estava o ponto aqui? Por que insista que a vtima era pura quando a pintando com adultrio serviu
o propsito? "Se isso era o caso, Sr. Stibbs, voc ainda no tem nenhuma idia quem aquela pessoa
poderia ser?"
     "Nenhuma. Eu pensei sobre isto. Para o primeiro ano posteriormente, eu dificilmente pensei sobre
qualquer outra coisa. Eu quis acreditar em que ele seria achado e castigado, isso existiria algum tipo de


                                                                                                      13
pagamento para que ele fez. Ns tnhamos muito prazer em, Tenente. Ns no tivemos um goddamn nos
importar no mundo. E ento, estava terminado." Ele apertou seus lbios junto. "S acima de."
     "Eu sinto muito, Sr. Stibbs." A Eve esperou uma batida. "Isto  uma criana atraente."
     "Trade?" Ele passou por um dar seu rosto como se voltando para o presente. "A luz de minha
vida."
     "Ento voc recasou."
     "Quase trs anos atrs." Ele alarga um suspiro, deu seus ombros um pouco sacudida. "Maureen
Grand. Ela e Marsha eram amigos. Ela  uma das pessoas que me ajudaram por que primeiro ano. Eu
no sei o que eu passaria a sem."
     At como ele falou, a porta da frente aberta. Uma bonita morena com uma braada de mantimentos
chutou a porta fechar com seu p. "Eh, time! Eu estou em casa. Voc nunca achar o que eu..."
     Ela diminuiu quando ela viu Eve e Peabody. E como seu olha fixou no uniforme do Peabody, Eve
viu medo sacudir acima de seu rosto.


     CAPTULO 2
     Boyd deve ter visto isto, tambm, como ele levantou e cruzou para ela depressa. "Nada est
errado." Ele tocou em seu brao, um gesto de luz de certeza antes dele tomar as bolsas dela. "Eles so s
aqui sobre Marsha. Para uma atualizao rotineira."
     "Oh, bem... Trade?"
     "Em seu quarto. Ela --"
     At como ele falou, a criana disparou como um pouco loiro bala, lanou se em pernas da sua me.
"Mame! Ns vamos balano!"
     "Ns sairemos de seu modo to depressa quanto possvel," Eve disse. "Voc se importaria se ns
conversssemos para voc para um momento, Sra. Stibbs?"
     "Eu sinto muito, eu no sei o que eu enlato ... Os mantimentos."
     "Tracie e eu colocaremos no lugar eles, no , companheiro?"
     "Eu prefiro--"
     "Ela no pensa que ns sabemos onde qualquer coisa vai." Boyd interrompeu sua esposa com uma
piscada para sua filha. "Ns a mostraremos. Vamos, cutie. Trabalho da cozinha."
     A pequena menina fez correr  frente dele, tagarelando na lngua estrangeira estranha de crianas.
     "Eu sinto muito incomodar voc," Eve comeou. Ela olha, afiance em rosto do Maureen, era
fresco, apartamento, e em branco. "Este no tomar muito tempo. Voc um amigo era de Marsha
Stibbs?"
     "Sim, de ambas ela e Boyd. Isto  muito triste para Boyd."
     "Sim, eu estou certo que . Quanto tempo voc Sra. Stibbs conhecido antes de sua morte?"


                                                                                                      14
         "Um ano, um pouco mais longo." Ela olhou desesperadamente em direo  cozinha onde existia
tagarelar e riso. "Ela tem se foi quase seis anos agora. Ns temos que pr isto atrs de ns."
         "Seis dias, seis anos, algum ainda tomou sua vida. Voc era prxima?"
         "Ns ramos amigos. Marsha era muito de partida."
         "Ela j confiou em voc que ela estava vendo outra pessoa?"
         Maureen abriu sua boca, hesitou, ento agitou sua cabea. "No. Eu no sei nada. Eu conversei
com a polcia quando aconteceu, e disse a eles tudo que eu podia. O que aconteceu era horrvel, mas no
existe no mudando isto. Ns temos uma nova vida agora. Uma boa vida, uma quieta. Voc vindo aqui
como isto, s far Boyd lamentar novamente. Eu no quero minha famlia chateada. Eu sinto muito, mas
eu gostaria de voc para ir agora."
         Fora de no corredor, Peabody olhou de relance atrs como Eve andou a passos largos para o
elevador. "Ela sabe algo."
         "Oh sim, ela faz."
         "Eu figurei que voc empurraria seu um pouco."
         "No em sua relva." Eve andada no elevador. Ela j estava calculando, j reajustando os pedaos
do quebra-cabea. "No com sua criana l, e Stibbs. Esperada da Marsha este longo, um pouco mais de
tempo no importar para ela."
         "Voc pensa que ele  limpo entretanto."
         "Eu penso..." A Eve puxou o arquivo e disco fora de sua bolsa, segurou isto. "Voc devia trabalhar
isto."
         "Senhor?"
         "Trabalhe o caso, Peabody. Feche o caso."
         A mandbula soltando, Peabody olhou fixamente. "Eu? Como o primrio? Em um homicdio?"
         "Voc ter que trabalhar isto principalmente por conta prpria tempo, especialmente se ns
conseguirmos algo ativo. Leia o arquivo, estude os relatrios e declaraes. Reentreviste. Voc sabe a
broca."
         "Voc est dando a mim um caso?"
         "Voc conseguiu perguntas, voc pergunta a eles. Eu consultarei se e quando voc precisar disto.
Copie-me em todos os dados e relatrios de progresso."
         Peabody sentiu a onda de adrenalina por seu sangue, e a inundao de nervos em sua barriga. "Sim,
senhor. Obrigado. Eu no desapontarei voc."
         "No desaponte Marsha Stibbs."
         Peabody abraou o arquivo para seu peito como uma criana amada. E deteve isto l a distncia
toda para Central.
         Como eles montaram em cima da garagem, Peabody enviou Eve um olhar lateral. "Tenente?"
         "Hmm."

                                                                                                        15
     "Eu pergunto-me se talvez eu podia pedir a McNab para ajudar nos dados eletrnicos. Os vnculos
da vtima, discos de segurana de edifcio de apartamentos, e assim por diante."
     A Eve emperrou suas mos em seus bolsos. " seu caso."
     " meu caso," Peabody repetiu, em um sussurro aterrorizado. Ela estava ainda sorrindo
abertamente, orelha para orelha, quando eles encabearam corredor abaixo para o bullpen.
     "Que diabo  aquela confuso?" As sobrancelhas da Eve desenharam junto, seus dedos danados
instintivamente acima de sua arma no som de gritos, apitos, e gerais mayhem desenrolar da Diviso de
Homicdio.
     Ela entrou primeiro, esquadrinhou o quarto. Ningum estava em sua escrivaninha ou em seu cubo.
Pelo menos uma dzia de oficiais de propriamente autorizados da lei estavam lotados no centro do
quarto, tendo o que soou suspeitosamente como uma festa.
     Seu nariz contraiu. Ela cheirou itens de padaria.
     "Que diabo est acontecendo aqui!" Ela teve que gritar, e sua voz ainda falhada de cortar pelo
estrondo. "Pearson, Baxter, Delricky!" Desde que ela acompanhou este com um soco rpido em ombro
do Pearson, um cotovelo afiado pica para intestino do Baxter como ela forou a multido, ela conseguiu
impedir alguma ateno. "Voc est toda debaixo da iluso que tomada da morte um fudido feriado?
Onde o inferno voc conseguiria aquele cupcake?"
     At como ela picou um dedo, Baxter encheu o que era remanescente dele em sua boca. Como
resultado, sua explicao era incoerente. Ele meramente sorriu abertamente em torno do glac e
apontado.
     Ela viu isto agora--cupcakes, biscoitos, e o que pareceram ter sido uma torta antes de um pacote
de lobos descer nisto. E ela manchada dois civis no meio de que lotam. O homem alto, fraco e o robusto,
bonita mulher era ambos sorrisos radiantes e despejando um pouco de tipo de empalidecer rosa lquido
fora de um jarro enorme.
     "Permanea abaixo! Todos vocs, permanea abaixo e volte sobre seus negcios. Isto no  uma
festa de ch de maldio."
     Antes dela poder empurrar sua passagem para os civis, ela ouviu Peabody gritar.
     Ela girou, arma que salta em sua mo, e era quase arada abaixo como seu ajudante listrado por e se
lanou nos civis.
     O homem a pegou, e fraco ou no conseguiu erguer o robusto Peabody imediatamente seus ps. A
mulher girada, suas saias azuis longas rodando como ela expulsou seus braos e fez uma estranha e
sanduche de Peabody efetivo.
     "Existe minha menina. Existe meu DeeDee." O rosto ardido do homem com tal adorao bvia,
Mo da Eve deslizou longe de sua arma e oscilada em seu lado.
     "Papai." Com algo entre um soluo e uma risadinha, Peabody enterrou seu rosto contra seu
pescoo.

                                                                                                    16
     "Entupa-me," Baxter murmurou e impediu outro cupcake. "Chegou aqui mais ou menos quinze
minutos atrs. Trouxeram o bom material com eles. Homem, estas coisas so letais," ele adicionou e
engoliu em outro cupcake.
     Eve tamborilou seus dedos em sua coxa. "Que tipo de torta era isto?"
     Baxter sorriu abertamente. "Excepcional," ele disse a ela, e passeada atrs para sua escrivaninha.
     A mulher soltou seu aperto de morte da cintura e girada do ao redor Peabody. Ela era notavelmente
bonita, com o mesmo cabelo escuro como sua filha vestida em uma cachoeira longa abaixo ela atrs. Sua
saia azul varrida at sandlias de corda simples. Sua blusa era longa e soltava e a cor de botes de ouro,
e acima de era pelo menos umas meia dzia de cordes e pendentes.
     Seu rosto era mais suave que do Peabody, com as linhas de tempo que abanam fora dos cantos de
dirigir e cintilarem olhos marrons. Ela moveu como um danarino quando ela cruzou para Eve, ambas as
mos estendidas.
     "Voc  Tenente Dallas. Eu teria conhecido voc em qualquer lugar." Ela agarrou ambas as mos
de Eve nas dela. "Eu sou Phoebe, Me da Delia."
     Suas mos eram mornas, um pouco speras nas palmas, e studded com anis. Pulseiras tinidas e
chiadas em seus pulsos.
     " bom para encontrar voc, Sra. Peabody."
     "Phoebe." Ela sorriu, mos do e Eve ainda de prender a ateno a desenharam adiante. "Sam, deixe
a menina soltar assim voc pode encontrar Tenente Dallas."
     Ele trocou, mas manteve ombros do seu brao apertados ao redor Peabody. "Eu sou to feliz para
encontrar voc." Ele tomou mo da Eve, ainda ema forma de xcara em da sua esposa. "Eu sinto como
eu j tenho, com tudo dito do Peabody ns sobre voc. E Zeke. Ns nunca poderemos obrigado
suficiente para que voc fez para nosso filho."
     Um pouco intranqilo com tudo aquele bom irradiar fora nela, Eve deslizou sua mo livre. "Como
ele est fazendo?"
     "Muito bem. Eu estou certo que ele teria enviado seu melhor se ele soubesse que ns estvamos
vindo."
     Ele sorriu ento, lento e fcil. Ela podia ver a semelhana agora, entre ele e irmo do Peabody. O
estreito, rosto do apstolo, os olhos de sonhadores cinzas. Mas existia algo afiados em olhos do Sam
Peabody, algo que teve pescoo da Eve picando.
     Este homem no era o cachorro de filhote de cachorro que seu filho era.
     "D a ele meu quando voc conversar com ele. Peabody, tome algum tempo pessoal."
     "Sim, senhor. Obrigado."
     "Isto  muito amvel de voc," Phoebe disse. "Eu pergunto-me se for possvel para ns ter um
pouco de seu tempo. Voc deve estar ocupado," ela continuou na frente de Eve poder falar, "mas eu


                                                                                                          17
esperei que ns poderamos fazer uma refeio junta hoje  noite. Com voc e seu marido. Ns temos
presentes para voc."
        "Voc no tem que dar a ns qualquer coisa."
        "Os presentes no so de obrigao mas de afeto, e ns esperamos que voc apreciar eles. Dita da
Delia ns tantos sobre voc, e Roarke e sua casa. Deve ser um lugar magnfico. Eu espero Sam e eu
teremos uma oportunidade para ver isto."
        A Eve podia sentir a caixa sendo construda ao redor ela, veja a tampa lentamente fechando. E
Phoebe s continuou a sorrir serenamente enquanto Peabody de repente tomou um interesse vido no
teto.
        "Certo. Ah. Voc podia vir por jantar."
        "Ns adoraramos para. Oito horas trabalhariam?"
        "Sim, oito seja bom. Peabody sabe o modo. De qualquer maneira, bem-vinda a Nova York. Eu
tenho algum ... material," ela terminou pobremente e aliviou de volta para escapar.
        "Tenente? Senhor? Seja direito de volta," Peabody murmurou para seus pais e iluminados fora
depois de Eve. Antes deles chegar a sua porta de escritrio, o nvel de barulho no bullpen ergueu
novamente.
        "Eles no podem ajudar isto," Peabody disse depressa. "Meu pai realmente gosta de assar, e ele
est sempre trazendo lugares de comida."
        "Como o inferno eles conseguiriam tudo que aqui em um avio?"
        "Oh, eles no voam. Eles entrariam seu campista. Assando a distncia toda," ela adicionou com um
vibrante sorriso. "Eles no so grandes?"
        "Sim, mas voc precisa dizer a eles no trazer cupcakes toda vez que eles entram ver voc. Ns
acabar com um grupo de detetives gordos em comas de acar."
        "Impediu voc um." Peabody destacou o cupcake que ela segurou atrs dela atrs. "Eu s tomarei
umas horas do par, Dallas, consiga eles adaptado-se."
        "Tome o resto do dia."
        "Certo. Obrigado. Realmente. Um ..." Ela estremeceu, ento fechou a porta de escritrio. "Existe
esta coisa que eu devia dizer a voc. Sobre minha me. Ela tem o poder."
        "O poder do que?"
        "O poder para fazer voc fazer coisas que voc no quer fazer, ou no pense que voc quer fazer. E
ela conseguir voc para dizer que material que voc no quer dizer. E voc pode at murmurar."
        "Eu no murmuro."
        "Voc ir," Peabody disse tristemente. "Eu a amo. Ela est espantando, mas ela pegou esta coisa.
Ela s olha para voc e conhece."
        Franzindo o cenho, Eve se sentou "Ela  uma sensvel?"


                                                                                                       18
        "No. Meu pai , mas ele  realmente rgido sobre no infringir em isolamento das pessoas. Ela
somente ... Uma me. Est algo para fazer com ser uma me, mas ela pegou este negociar com ps.
Homem, Me v tudo, sabe tudo, regras tudo. Metade do tempo voc at no sabe que ela esteja fazendo
isto. Como voc convidar eles para jantar hoje  noite, quando voc nunca convida pessoas para jantar."
        "Eu fao, tambm."
        "Uh-uh. Roarke faz. Voc podia ter dito voc estava ocupado, ou eh, bem, vamos encontrar em um
pouco de restaurante ou qualquer, mas ela quis vir para sua casa para jantar, ento voc perguntou a ela."
        A Eve teve que se parar de torcer em sua cadeira. "Eu estava sendo corts. Eu sei como."
        "No, voc era preso no Olhar." Peabody agitou sua cabea. "At voc  impotente contra isto. Eu
acabei de pensar que eu devia dizer a voc."
        "Suma, Peabody."
        "Sumindo, senhor. Oh e um ..." Ela hesitou na porta. "Eu tive um tipo de data com McNab hoje 
noite, ento talvez ele podia vir junto para jantar. Aquele modo, sabe, ele podia encontrar eles sem que
sendo to misterioso quanto seria caso contrrio."
        A Eve pe sua cabea em suas mos. "Jesus."
        "Obrigado! Eu verei voc hoje  noite."
        S, Eve amuou. Ela franziu o cenho. Ento ela comeu o cupcake.
        ***
        "Ento eles pintaram meu escritrio, e roubou meu doce. Novamente." Em casa, na rea viva
espaosa com suas antiguidades brilhantes e cintilando vidro, Eve compassou o tapete Oriental
inestimvel. Roarke s acabou de chegar em casa, ento ela teve ningum para cadela para na ltima
hora.
        At onde ela estava preocupada, um bitching companheiro era um dos superiores vantagens de
casamento.
        "E Peabody acabou por toda a papelada enquanto eu me fui, que signifiquei que eu at no tive que
fazer."
        "Ela devia ter vergonha. Imagine, seu ajudante fazendo papelada atrs de suas costas."
        "Assista o espertos traseiro observaes, camarada, porque voc tem alguns explicando fazer
tambm."
        Ele acabou de esticar suas pernas, cruzados seus ps nos tornozelos. "Ah. Ento como Peabody e
McNab apreciaram Bimini?"
        "Voc  um real Senhor Abundante, no ? Mandando a eles fora para um pouco de ilha assim eles
podem correr ao redor desnudo e deslizar abaixo cachoeiras."
        "Eu tomo que significar eles tiveram um bom tempo."
        "Camas de gel," ela murmurou. "Macacos desnudos."
        "Com licena?"

                                                                                                       19
      Ela agitou sua cabea. "Voc precisa parar de interferir nesta ... coisa eles tm ida."
      "Talvez eu irei," ele disse, preguiosamente. "Quando voc parar de ver sua relao como um
pouco de tipo de bicho-papo."
      "Bicho-papo? Que diabo  isto?" Ela cavou uma mo frustrado por seu cabelo. "Eu no vejo sua
coisa como um bicho-papo porque eu at no sei o que isso quer dizer. Polis--"
      "Merecem viver," ele interrompeu. "Como todo mundo outro. Relaxe, Tenente. Nosso Peabody
tem uma boa cabea em seus ombros."
      Estourando uma respirao, Eve solta em uma cadeira. "Bicho-papo." Ela bufou. "Isto 
provavelmente nem mesmo uma palavra, e se for,  uma palavra realmente estpida. Eu dei seu primeiro
caso hoje."
      Ele alcanou acima de  toa para brincar com os dedos que ela tem sido vazamento
incansadamente contra seu joelho. "Voc no mencionou que voc pegou um caso hoje."
      "Eu no fiz. Eu cavei um fora dos arquivos frios. Seis anos atrs. Mulher, bonita, jovem, de modo
ascendente mvel, casada. O marido est em viagem, volta e acha seu morta na banheira. Homicdio mal
disfarado como trmino prprio ou acidente. Slido do seu libi, e ele ocorre para limpar como um
apito. Todo mundo entrevistou diz como eles eram o par perfeito, feliz como moluscos."
      "Voc j maravilha como ns determinamos a felicidade do molusco?"
      "Eu vou dar que alguns reais pensados mais tarde. De qualquer maneira, existem cartas escondidas
em sua gaveta de roupa ntima. Realmente cartas de sexo de explcito de algum que assina seu nome
C."
      "Afazeres extraconjugais, briga do amante, assassinato?"
      "O primrio de registro achado."
      "Mas voc no faz."
      "Ningum j achou o sujeito, ningum j viu o sujeito, ningum que ela conheceu sempre ouvido
ela fala do sujeito. Ou ento eles disseram. Eu fui por ver o marido, encontrada sua nova esposa e
criana. Pequena menina, acoplar anos de idade."
      "Podia se assumir, justificavelmente, aquele depois de seu perodo de luto, ele partiu, fez uma nova
vida."
      "Podia se assumir," ela respondeu.
      "No que eu j iria, claro. Debaixo de circunstncias semelhantes, eu vagaria sem objetivo, um
homem quebrado, perdido e sem propsito."
      Ela olhou para ele ceticamente. "Isto  isso?"
      "Naturalmente. Agora voc deveria dizer algo ao longo das linhas de que voc no tendo nenhuma
vida em todo sem mim nisto."




                                                                                                       20
         "Sim, sim." Ela riu quando ele mordeu os dedos com que ele tem tocado. "Ento de volta para o
mundo real. Eu penso que eu sei como afundou. Um par de empurres bons, duros e  fechado em vez
de frio."
         "Mas em vez de empurrar, voc deu isto para Peabody."
         "Ela precisa da experincia. Um pouco mais de tempo no importar para Marsha Stibbs. Se
Peabody afunda os canais errados, eu a guiarei de volta."
         "Ela deve ser emocionada."
         "Cristo, ela pegou estrelas em seus olhos."
         O fez sorriso. "O que o primeiro caso Feeney era dado voc?"
         "Thomas Carter. Entrada em seu sedan uma manh boa, codificada em, e a ventosa explodiu,
enviando pedaos dele voando por toda parte do Lado do Oeste. Casou, duas crianas, seguro vendido.
Nenhum pedao lateral, nenhum inimigo, nenhum vcio perigoso. Nenhum motivo. Caso protelado, foi
frio. Feeney cavou isto, disse que eu trabalhasse isto."
         "E?"
         "Thomas Carter no era o objetivo. Thomas K. Carter, segundo taxa ilegais negociante com um
vcio de jogar era. Otrio assassino contratado bateu o sujeito errado." Ela olhou de relance atrs para
ver Roarke quieto sorrindo abertamente nela. "E sim, eu lembro como sentiu ser dado o arquivo e fechar
isto."
         "Voc  um bom treinador, Eve, e um bons amigo."
         "Amizade no tem nada a ver com isto. Se eu no pensasse que ela podia lidar trabalhando o caso,
eu no teria dado isto para ela."
         "Isto  o treinador parte. A parte de amizade devia estar aqui brevemente."
         "Jantar. Que diabo ns vamos fazer com eles quando ns no estamos comendo?"
         " chamado conversao. Socializando. Algumas pessoas realmente fazem um hbito de fazer
ambos, em praticamente uma base diria."
         "Sim, bem algumas pessoas so esquisitas. Voc provavelmente vai gostar do Peabodys. Eu disse a
voc aquele quando eu voltei para Central, eles estavam alimentando o bullpen cupcakes e biscoitos?
Torta."
         "Torta? Que tipo de torta?"
         "Eu no sei. Quando eu cheguei l tudo que era remanescente era o prato--e eu penso algum
comeu isto. Mas o cupcakes estava espantando. De qualquer maneira, Peabody voltou em meu escritrio
e disse tudo isso material misterioso sobre sua me."
         Ele brincou com os fins de cabelo da Eve agora, apreciando o olhar listrado disto. Ele teria
entendido que reivindicao do perfeitamente Boyd Stibbs de no poder manter fora suas mos sua
esposa. "Eu pensei que eles se deram bem muito bem."


                                                                                                      21
        "Sim, eles parecem cruzar. Mas ela disse como ela precisou me advertir que sua me teve estes
poderes."
        "Wiccan?"
        "Uh-uh, e no o Free-Ager hoodoo material qualquer um, embora ela diz que seu pai  um
sensvel. Ela disse que sua me pode fazer voc fazer coisas que voc no necessariamente quer fazer,
ou diga que coisas que voc iria como logo mantm para voc mesmo. De acordo com o Peabody, eu s
perguntei a eles para jantar hoje  noite porque eu era preso no Olhar."
        Intrigou, Roarke armou sua cabea. "Controle mental?"
        "Batidas me, mas ela disse que era s uma coisa de me, e sua me era particularmente boa nisto.
Ou algo. No fez qualquer sensao para mim."
        "Bem, nenhum de ns conhecemos muitas sobre coisas de me, no ? E como ela no  nossa
me, eu imagino que ns somos perfeitamente protegidos de seus poderes maternos, qualquer que eles
podem ser."
        "Eu no estou preocupado sobre isto, s legando a advertncia."
        Summerset, Mordomo do Roarke e a runa de existncia da Eve, veio para a entrada. Ele cheirou
uma vez, seu rosto sseo aparecer desaprovando linhas. "Que Chippendale  uma mesa de caf, Tenente,
no uma banqueta."
        "Como voc caminha com que roubar seu traseiro?" Ela deixou seus ps onde eles estavam,
escoradas confortavelmente na mesa. "Machuca, ou ele d a voc uma boa pequena pressa?"
        "Seus convidados de jantar," ele disse, enrolando seu lbio, "chegou."
        "Obrigado, Summerset." Roarke chegou a seus ps. "Ns teremos o hors d 'oeuvres aqui." Ele
resistiu uma mo para Eve.
        Ela esperou, deliberadamente, at Summerset saiu novamente antes de balanar seus ps para o
cho.
        "No interesse de bom companheirismo," Roarke comeou como eles comearam em direo ao
vestbulo, "voc podia no mencionar a vara em traseiro do Summerset para o resto da noite?"
        "Certos. Se ele trapos em mim eu s puxarei isto fora e o baterei acima da cabea com isto."
        "Isso devia estar entretendo."
        Summerset j abriu a porta, e Sam Peabody teve sua mo apertada, bombeando longe em uma
saudao amigvel. "Grande encontrar voc. Obrigado por nos ter. Eu sou Sam, e isto  Phoebe. 
Summerset, no ? Dito do DeeDee ns voc cuida da casa, e tudo nisto."
        "Isto  correto. Sra. Peabody," ele disse, movimentando a cabea em Phoebe. "Oficial. Detetive.
Eu devo tomar suas coisas?"
        "No, obrigado." Phoebe esperou pela caixa que ela levou. "Os jardins dianteiros e landscaping so
bonitos. E to inesperado no meio de um mundo to urbano."
        "Sim, ns estamos bastante contentes com isto."

                                                                                                       22
     "Oi novamente." Phoebe sorriu em Eve como Summerset fecha a porta da frente. "E Roarke. Voc
era certo, Delia, ele  bastante espetacular."
     "Me." Peabody sufocou fora a palavra como o rubor inundou seu rosto.
     "Obrigado." Roarke tomou mo do Phoebe, ergueu isto para seus lbios. "Isto  um elogio que eu
posso retornar.  maravilhoso para encontrar voc, Phoebe. Sam." Ele trocou, agitou mo oferecida do
Sam. "Voc criado uma filha deliciosa e encantadora."
     "Ns gostamos dela." Sam apertou ombros do Peabody.
     "Ento faamos ns. Por favor, entre. Ser confortvel."
     Ele  to bom nisto, Eve pensou como Roarke povoou todo mundo na sala de estar principal. Liso
como cetim, polido como vidro. Dentro de momentos, todo mundo teve uma bebida em suas mos e ele
estava respondendo perguntas sobre vrias antiguidades e pedaos de arte no quarto.
     Desde que ele estava lidando com o Peabodys, Eve girou sua ateno para McNab. O EDD zumbe
era vestido-se bem em que Eve imaginou que ele considerou seu traje mais conservador. Seu periwinkle
camisa era dobrada em um par de solto, sedosa cala comprida do mesmo tom. Suas botas de tornozelo
tambm eram periwinkle. Uns meia dzia de aros de ouro minscula desfilado em cima seu lbulo da
orelha deixado.
     Ele vestiu seu cabelo loiro longo em um rabo-de-cavalo que era alisado de volta de seu rosto. E seu
bonito rosto, Eve notada, era aproximadamente a cor de uma lagosta fervida.
     "Voc esquece o sunblock, McNab?"
     "Uma vez s." Ele rolou seus olhos verdes. "Voc devia ver meu traseiro."
     "No." Ela tomou um trago fundo de vinho. "Eu no devia."
     "S fazendo conversao. Eu estou um pouco nervoso. Sabe." Ele movimentou a cabea em
direo a pai do Peabody. " realmente misterioso fazendo conversa ftil com ele quando ns dois
conhecermos que eu sou o batendo sua filha. Mais, ele  psquico, ento eu continuo preocupando se eu
pensar sobre a bater, ele saber que eu esteja pensando sobre a bater. E isto  muito misterioso."
     "No pense sobre isto."
     "No pode ajudar isto." McNab riu. "Eu sou um sujeito."
     Ela esquadrinhou seu equipamento. "Isto  o rumor de qualquer maneira."
     "Com licena." Phoebe tocou brao da Eve. "Sam e eu gostaramos de dar a voc e Roarke este
presente." Ela ofereceu Eve a caixa. "Para sua generosidade e amizade para duas de nossas crianas."
     "Obrigado." Os presentes sempre fizeram ela parecer desajeitada. At depois de mais que um ano
com Roarke e seu hbito de dar, ela nunca soube bastante como lidar com isto.
     Talvez era porque ela foi a maior parte de sua vida sem ningum atencioso suficiente para dar.
     Ela anotar a caixa, arrastado no arco de barbante simples. Ela abriu a tampa, forou o embrulhar.
Aconchegado dentro de era dois castiais esbeltos adaptados de pedra brilhante em verdes e prpuras
que derreteram junto.

                                                                                                       23
       "Eles so bonitos. Realmente."
       "O fluorite da pedra," Sam disse a ela. "Para limpar a aura, paz de mente, claridade de pensamento.
Ns pensamos, como voc dois tm exigindo e ocupaes difceis, esta pedra seria mais benfica."
       "Eles so adorveis." Roarke ergueu um. "Artesanato primoroso. Seu?"
       Phoebe mandou a ele um brilhante sorriso. "Ns fizemos eles juntos."
       "Ento eles so duplamente preciosos. Obrigado. Voc vende seu trabalho?"
       "De vez em quando," Sam disse. "Ns preferimos fazer eles para presentes."
       "Eu vendo quando venda for precisada," Phoebe pe em. "Muito bondoso do Sam. Eu sou mais
prtico."
       "Desculpe-me." Uma vez mais, Summerset permaneceu na entrada. "O jantar est servido."
       Era mais fcil que Eve pensou. Eles eram pessoas agradveis, interessando e entretendo. E seu
orgulho em Peabody era to bvio era impossvel no aquecer para eles.
       "Ns preocupamos, claro," Phoebe disse como eles comearam com lagosta bisque, "quando Dee
disse a ns o que ela quis fazer com sua vida, e onde. Uma ocupao perigosa em uma cidade perigosa."
Ela sorriu atravs da mesa em sua filha. "Mas ns entendemos que isto era ela chamando, e confiou que
ela faria bom trabalho."
       "Ela  um bom policial," Eve disse.
       "O que  um bom policial?" Em carranca da Eve, Phoebe gesticulou. "Eu quero dizer, o que seria
sua definio particular de um bom policial?"
       "Algum que respeita o distintivo e que o suporta, e no pra at que eles faam uma diferena."
       "Sim." Phoebe movimentou a cabea em aprovao. Seus olhos, escuros e diretos, ficaram em da
Eve.
       E como algo inquietante, sabendo que olhar fixo fez Eve querer trocar em sua cadeira, ela decidiu
Phoebe seria um s em Entrevista.
       "Fazendo uma diferena  por que ns somos todos aqui." Phoebe ergueu seu vidro, gesticulando
com ele antes dela sorver. "Alguns fazem isto com orao, outros com arte, com comrcio. E alguma
com a lei. As pessoas freqentemente pensam Free-Agers no acreditar na lei, a lei da terra, por assim
dizer. Mas ns fazemos. Ns acreditamos em ordem e equilbrio, e no direito individual para procurar
vida e felicidade sem dano de outros. Quando voc suportar a lei, voc suporta equilbrio, e para aqueles
indivduos que foram prejudicados."
       "A tomada de uma vida, algo eu nunca entenderei, fao um buraco no mundo." Sam deitou um dar
da sua esposa. "Dee no diz a ns muitos sobre que ela trabalha, os detalhes disto. Mas ela  informado
ns que voc faz uma diferena."
       " meu trabalho."




                                                                                                          24
      "E ns estamos envergonhando voc," Phoebe disse como ela ergueu seu taa de vinho. "Por que
eu no mudo o assunto e digo a voc que bonita casa voc tem." Ela girou para Roarke. "Eu espero
depois de jantar que ns poder ter uma excurso disto."
      "Conseguidos seis ou oito meses?" Eve murmurou.
      "Reivindicaes de Eve existem quartos que ns at no sabemos sobre," Roarke comentou.
      "Mas voc faz." Phoebe ergueu suas sobrancelhas. "Voc saberia todos eles."
      "Com licena." Summerset entrou. "Voc tem um telefonema, Tenente, de Despacho."
      "Desculpe." Ela afastou a mesa, andou a passos largos fora depressa.
      Ela voltava dentro de minutos. Olhar de seu rosto disse a Roarke que ele terminaria o divertido da
noite sozinho.
      "Peabody, comigo. Eu sinto muito." Ela esquadrinhou rostos, demorado em do Roarke. "Ns temos
que ir."
      "Tenente? Voc quer me etiquetar junto?"
      Ela olhou de relance atrs em McNab. "Eu podia usar voc. Deixe seja movimento. Eu sinto
muito," ela disse novamente.
      "No se preocupe sobre isto." Roarke chegou a seus ps, lidas rapidamente suas pontas do dedo
abaixo sua bochecha. "Cuide, Tenente."
      "Certo."
      "Perigo profissional." Roarke se sentou novamente quando ele estava s com Phoebe e Sam.
      "Morreu algum," Sam disse em voz alta,
      "Sim, algum  morto. E agora," Roarke disse, "eles trabalharo achar o equilbrio."


      CAPTULO 3
      Walter C. Pettibone, o menino do aniversrio, chegou em casa justamente sete e trinta. Cem e
setenta e trs amigos e associados gritaram "Surpresa!" Em unssono o minuto ele entrou a porta.
      Mas isso no o matou.
      Ele irradiou como um menino, divertidamente ralhou sua esposa para o enganar, e saudou seus
convidados com calor e prazer. Por oito, a festa era por completo balanar, e Walter favoreceu
esplendidamente no enorme e variou expanso de comida o caterers fornecido. Ele comeu ovos e caviar
da codorniz, salmo e pezinhos de espinafre defumados.
      Mas isso no o matou qualquer um.
      Ele danou com sua esposa, abraadas suas crianas, e dashed longe um pouco lgrima no
sentimental brinde de aniversrio do seu filho.
      E sobreviveu.
      s oito e quarenta e cinco, com seu brao aquecida ao redor cintura da sua esposa, ele ergueu
ainda outro vidro de champanha, pedida ateno dos seus convidados, e lanados em uns pequenos mas

                                                                                                     25
fala sincera relativo  soma de vida do homem e a riqueza nisso quando ele era santificado com amigos e
famlia.
     "Para voc," ele disse, em uma voz espessa com emoo, "meus amigos queridos, meu obrigado
por compartilhar este dia comigo. Para minhas crianas, que me faam orgulhosas--obrigado por toda a
alegria que voc me trouxe. E para minha esposa bonita, que faz todo dia um dia que eu sou agradecido
para ser vivo."
     Existia um bom redondo de aplauso, ento Walter virou atrs seu vidro, bebeu fundo.
     E  disso que o matou.
     Ele sufocou, seus olhos bugged. Sua esposa alarga um pequeno grito agudo como ele arranhou no
colarinho de sua camisa. Seu filho bateu ele entusiasticamente atrs. Cambaleante, ele lanou adiante
nos convidados de festa, esbarrando vrios deles acima de gostou de fazerem rolar alfinetes antes dele
bater o cho e comeando a ter ataques apoplcticos.
     Um dos convidados era um doutor, e empurrou adiante para prestar ajuda. Os tcnicos de
emergncia mdica foram chamados, e entretanto eles responderam dentro cinco minutos, Walter j
estava ido.
     A gota de cianeto em seu brindando clice tinha sido um presente do aniversrio inesperado.
     A Eve o estudou, a cor azul leve em torno da boca, a chocada e olhando fixamente olhos. Pegou o
lnguido e dizendo brisa de amndoas queimadas. Eles o moveram sobre um sof e soltaram sua camisa
na tentativa inicial para o reavivar. Ningum arrastou o vidro e porcelana quebrada a partir de ainda. O
quarto cheirava fortemente de flores, vinho, camaro gelado, e morte fresca.
     Walter C. Pettibone, ela pensou, que entrou e fora do mundo no mesmo dia. Um crculo limpo,
mas um que a maioria preferiria evitar.
     "Eu quero ver o doutor que trabalhou nele primeiro," ela disse a Peabody, ento esquadrinhou o
cho. "Ns precisaremos ter tudo isso quebrado cagar assistido, identifique que recipiente ou recipientes
eram eriados. Ningum parte. Isto  convidados e pessoal. McNab, voc pode comear a tomar nomes e
endereos para seguimentos. Mantenha a famlia separada no momento."
     "Parea com teria sido um inferno de uma festa," McNab comentou como ele encabeou fora.
     "Tenente. Dr. Peter Vance." Peabody escoltou um homem de construo mdia. Ele teve pequeno,
arenoso cabelo colorido e um pequeno, arenosa barba colorida. Quando seu olhar trocado passado ela
para corpo do Walter Pettibone, Eve viu ambos os pesar e raiva endurecerem seus olhos.
     "Isso era um bom homem." Sua voz era cortada e um pouco britnico. "Um bom amigo."
     "Algum no era seu amigo," Eve assinalada. "Voc reconheceu que ele foi envenenado, instruiu o
MTs notificar a polcia."
     "Isto  correto. Os sinais eram livro de ensino, e ns o perdemos muito depressa." Ele olhou do
corpo e atrs em Eve. "Eu quero acreditar em que era um engano, algum acidente horrvel. Mas no era.
Ele s terminaria de dar um bastante schmaltzy pequeno brinde, ento goste dele. Ele estava de p com

                                                                                                      26
seu brao ao redor sua esposa, seu filho e filha e seus cnjuges ao lado dele. Ele teve um grande sorriso
em seu rosto e lgrimas em seus olhos. Ns aplaudimos, ele bebeu, ento ele sufocou. Desmoronado
aqui mesmo e comeou a ter ataques apoplcticos. Era acima de em minutos. No existia nada para ser
feito."
      "Onde ele conseguiu o bebida?"
      "Eu no podia dizer. O pessoal do caterer estava distribuindo champanha. Outras bebidas podiam
ser tido dos bares que eram instalados aqui e l. A maior parte de ns tnhamos estado aqui desde mais
ou menos sete. Bambi era frentica sobre todos os convidados que esto em lugar quando Walt chegou
em casa."
      "Bambi?"
      "Sua esposa." Vance respondeu. "Segunda esposa. Eles foram casados com um ano ou ento agora.
Ela tem estado planejando esta festa de surpresa por semanas. Eu estou certo Walt soube tudo sobre isto.
Ela no  o que voc chamaria uma mulher inteligente. Mas ele fingiu ficar surpreendido."
      "Que hora ele chegou aqui?"
      "Sete e trinta, no nariz. Todos ns gritamos surpresa por instrues do Bambi. Teve um bom risada
fora disto, ento voltou a comer, bebendo. Existia alguns danando. Walt fez os crculos. Seu filho fez
um brinde." Vance suspirou. "Eu desejo que eu pagasse mais ateno. Eu estou certo Walt estava
bebendo champanha."
      "Voc o viu bebida naquele tempo?"
      "Eu penso ..." Ele fecha seus olhos como se trazer isso tudo de volta. "Parece mim ele fez. Eu no
posso imaginar ele no bebendo depois de um brinde por seu filho. Walt pontilhou em suas crianas. Eu
acredito em que ele teve um vidro fresco--que parece mim estava cheio-- quando ele fez seu prprio
pequeno brinde. Mas eu no posso dizer com certeza se ele escolheu isto fora de uma bandeja ou algum
deu isto para ele."
      "Vocs eram amigos?"
      O pesar nublou seu rosto novamente. "Bons amigos, sim."
      "Alguns problemas em seu casamento?"
      Vance agitou sua cabea. "Ele era feliz. Francamente, a maior parte de ns quem soubemos que ele
era confundido quando ele casou Bambi. Ele era casado com Shelly, o que seria? Mais de trinta anos, eu
suponho. Seu divrcio era amigvel suficiente, como divrcios vo. Ento dentro seis meses ele era
envolvido com Bambi. A maior parte de ns pensamos que era s um pouco de tolice de meia-idade,
mas ele preso."
      "Sua primeira esposa estava aqui hoje  noite?"
      "No. Eles no eram bastante to amigveis."
      "Qualquer um que voc sabe de quem o quereria morto?"


                                                                                                      27
     "Absolutamente ningum." Ele ergueu seu entrega um gesto impotente. "Eu sei que declarao que
ele no teve um inimigo no mundo  um clich, Tenente Dallas, mas isto  exatamente o que eu diria
sobre Walt. As pessoas gostaram dele, e umas grandes muitas pessoas o amaram. Ele era um doce-
natured homem, um empregador generoso, um pai dedicado."
     E um rico, Eve pensou depois que ela lanou o doutor. Um homem rico que esvaziou esposa
nmero um para um modelo mais jovem, mais sensual. Como as pessoas no trouxeram cianeto como
um favor de festa, algum tinha estado l hoje  noite para o propsito expresso de matar Pettibone.
     A Eve fez a entrevista com a segunda esposa em quarto de um sentar fora do quarto da mulher.
     O quarto era escuro, as cortinas rosas pesadas desenhadas apertado acima das janelas de forma que
a luminria nica com sua sombra listada forneceu uma luz de doce colorido.
     Nisto, Eve podia ver o quarto, todo rosa e branco e espumoso. Como a dentro de uma massa de
acar carregado, ela pensou. Existiam montanhas de travesseiros, exrcitos de quinquilharias, e o odor
pesado de muitas rosas em um espao.
     No meio do esplendor como moa, Bambi Pettibone reclinou em um cetim rosa chaise. Seu cabelo
era enrolado e trancava e emoldurava naquele mesmo cor-de-rosa de carnaval para partir um beb-
embonecar rosto. Ela vestiu rosa tambm, conjunto de um vislumbrar que imergiu baixo mais de um
peito e deixou o outro para ser flirtily exposto mas para um remendo de material empinado formou como
uma rosa.
     Seus olhos azuis grandes vislumbraram lindamente com as lgrimas que gotejadas em gotas
minsculas, graciosas abaixo suas bochechas lisas. O rosto falou de mocidade e inocncia, mas o corpo
disse outra histria completamente.
     Ela segurou uma bola branca fofa em seu colo.
     "Sra. Pettibone?"
     Ela alarga som de um gorgolejar e empurrou seu rosto na bola branca. Quando a bola alargar um
rpido latir, Eve decidiu era, possivelmente, um pouco de tipo de cachorro.
     "Eu sou Tenente Dallas, NYPSD. Isto  meu ajudante, Oficial Peabody. Eu sinto muito para sua
perda."
     "Morto do Boney. Meu Boney doce."
     Boney e Bambi, Pensou Eve. Qual estava errado com as pessoas? "Eu sei que isto  um tempo
difcil." Eve olhou de relance ao redor, decidiu que ela no teve nenhuma escolha mas se sentar em algo
fofo e rosa. "Mas eu preciso fazer a voc algumas perguntas."
     "Eu acabei de querer dar a ele uma festa do aniversrio. Todo mundo veio. Ns estvamos tendo
um tempo to bom. Ele nem sequer precisa abrir seus presentes."
     Ela lamentou o ltimo disto, e a pequena bola de bolo folhado em seu colo produziu uma lngua
rosa e lambeu seu rosto.
     "Sra. Pettibone ... eu podia ter seu nome legal para o registro?"

                                                                                                       28
     "Eu sou Bambi."
     "Para real? No importa. Voc estava prxima a seu marido quando ele desmoronou."
     "Ele estava dizendo tais coisas agradveis sobre todo mundo. Ele realmente gostou da festa." Ela
cheirou, olhado implorante em Eve. "Que algo, no ? Ele tinha muito prazer em quando aconteceu."
     "Voc deu a ele o champanha para seu brinde, Sra. Pettibone?"
     "Boney amou champanha." Existia um suspiro sentimental e encharcado. "Era seu muito, muito
favorito. Ns tivemos caterers. Eu quis tudo s muito. Eu disse que Sr. Markie estivesse certo seu
champanha de servidores passados o tempo inteiro. E canaps, tambm. Eu trabalhei realmente duro de
fazer isto perfeito para meu doce Boney. Ento ele conseguiu to doente, e ele aconteceu to rpido. Se
eu soubesse que ele estava doente, ns no faramos uma festa. Mas ele era bom quando ele deixou esta
manh. Ele era bem apenas."
     "Voc entende o que aconteceu para seu marido?"
     Ela abraou o puffball cachorro, enterrado seu rosto em sua penugem. "Ele ficou doente. Peter no
podia o fazer melhor."
     "Sra. Pettibone, ns pensamos que  mais provvel o champanha era responsvel pela morte do seu
marido. Onde ele conseguiu o vidro de champanha que ele bebeu logo antes dele desmoronar?"
     "Da menina, eu acho." Ela cheirou, olhada fixamente para Eve com uma expresso perplexa. "Por
que champanha o faria doente? Nunca fez antes."
     "Que menina?"
     "Que menina?" Bambi repetiu, seu rosto um confundido em branco.
     Pacincia, Eve lembrou a si. "Voc disse que 'a menina' deu a Sr. Pettibone o champanha para seu
brinde."
     "Oh, aquela menina. Um dos servidores." Bambi ergueu um ombro, aninhou o pequeno cachorro.
"Ela trouxe Boney um novo vidro assim ele podia fazer seu brinde."
     "Ele tomou isto fora de sua bandeja?"
     "No." Ela enrugou seus lbios, cheirou suavemente. "No, eu lembro de que ela deu isto para ele e
o desejou um feliz aniversrio. Ela disse, 'Feliz aniversrio, Sr. Pettibone.' Muito educadamente,
tambm."
     "Voc a conheceu? Voc a empregou antes?"
     "Eu uso Sr. Markie, e ele traz os servidores. Voc pode deixar tudo at Sr. Markie. Ele  justo
mag."
     "O que ela pareceu com?"
     "Quem?"
     Deus, d-me a fora de no esbofetear esta cadela retardada. "O servidor, Bambi. O servidor que
deu a Boney o vidro de champanha para seu brinde."


                                                                                                    29
     "Oh. Eu no sei. Ningum realmente olha para servidores, no ?" Ela disse que isto com confuso
de um tremular como Eve olhada fixamente para ela. "Limpa," ela disse depois de um momento. "Sr.
Markie insiste em seu pessoal apresentando uma aparncia limpa."
     "Ela era velha, jovem, alta, pequena?"
     "Eu no sei. Ela pareceu com um dos servidores, isto  todo. E eles todos olham os mesmos,
realmente."
     "Seu marido falou com ela?"
     "Ele disse obrigado. Muito corts do Boney, tambm."
     "Ele no pareceu a reconhecer? O servidor," Eve adicionou depressa como boca do Bambi
comeou a bolsa em que teria seguramente sido outro "Quem?"
     "Por que iria ele?"
     Ningum, Eve decidida, podia fingir ser este nvel de idiota. Tinha que ser sincero. "Certo. Voc
conhece qualquer um que desejaria prejudicasse seu marido?"
     "Todo mundo amou Boney. Voc acabou de ter que."
     "Voc amou Boney enquanto ele era casado com sua primeira esposa?"
     Seus olhos foram grandes, mais redondos. "Ns nunca, j enganamos. Boney at no me beijou at
depois que ele era divorciado. Ele era um cavalheiro."
     "Como voc o encontrou?"
     "Eu trabalhei  uma de suas lojas de flor. O em Madison. Ele costumava entrar s vezes e olha para
a linhagem, e conversa para ns. Para mim," ela adicionou com um sorriso trmulo. "Ento um dia ele
veio por da mesma maneira que eu estava saindo de e ofereci me caminhar para casa. Ele tomou meu
brao enquanto ns caminhamos. Ele disse a mim como ele estava conseguindo um divrcio e
perguntou-se se eu almoaria com ele algum dia. Eu perguntei-me se fosse s uma linha--que sujeitos
dizem coisas do gnero, sabe, como eles esto deixando sua esposa, ou como ela no o faz feliz, e todos
os tipos de coisas s para conseguir voc para ir para a cama com eles. Eu no sou estpido."
     No, Pensou Eve, voc redefine a palavra.
     "Mas Boney no era assim. Ele nunca tentou qualquer coisa engraada."
     Ela suspirou e comeou a esfregar sua bochecha contra a pele do cachorro. "Ele era romntico.
Depois que ele era divorciado que ns encontramos e ele me levou para lugares realmente bons e nunca
tentou qualquer coisa engraado ento qualquer um. Finalmente eu tive que tentar algo engraado
porque ele era s to atraente e terno e bonito. E depois disto, ele me pediu para casar com ele."
     "Sua primeira esposa se ressentiu disto?"
     "Provavelmente. Quem no se ressentiria de no ter Boney para sua prpria doura? Mas ela era
sempre muito boa, e Boney nunca disse qualquer coisa ruim sobre ela."
     "E suas crianas."


                                                                                                     30
     "Bem, eu no penso que eles gostaram de mim a princpio. Mas Boney disse que eles vieram para
me amar porque ele fez. E ns nunca tivemos uma briga ou qualquer coisa."
     ***
     "Famlia grande, feliz," Eve repetida depois de outros dez minutos com Bambi. "Todo mundo
gosta de todo mundo e Pettibone  o sujeito agradvel original."
     "Esposa  um dink," Peabody ofereceu.
     "O dink estava ainda esperto suficiente para enganchar um marido rico. Podia ser esperto
suficiente para pr um pouco algo extra em seu aniversrio borbulhante." Mas ela pausou um momento
no topo dos degraus para deixar vrias opes tocarem fora em sua mente.
     "Tenha que ser realmente esperto, e tenha nervos de ferro para tirar isto quando ela estiver
permanecendo direito prximo a ele na frente de um total de quarto de felicitadores e testemunhas. Ns
cavaremos em seu fundo um pouco, veja quanto daquele pedao de ameixa de acar  real e quanto 
um ato. Qualquer um que vive em tanto rosa vai para o topo de minha lista pequena."
     "Eu pensei que era um tanto quanto bonito, em um maneira da 'eu amo ser menina."
     "s vezes voc me assusta, Peabody. Faa um padro correr nela comear. Bambi," ela adicionou
como ela comeou abaixo. "As pessoas que nomeiam sua criana que Bambi deve saber que ela vai
crescer um dink. Agora ns chegamos a tocar com Sr. Markie. Quem apresenta este cagar?"
     "Ns o temos e o suprir pessoal na rea da cozinha."
     "Bom. Vamos descobrir que deu a Pettibone o champanha e o desejou feliz aniversrio."
     Como ela comeou atravs do cho principal para a cozinha, McNab trotou em cima atrs dela.
"Dallas? ME est aqui. Concorda com o MTs e o doc na cena sobre o aparecimento de envenenamento.
No pode chamar isto oficialmente at que eles consigam os duros de volta para a loja de corpo e
correrem alguns testes mortos."
     "Obrigado por aquele relatrio colorido, Detetive. O revezamento para o ME que eu quero
confirmao de causa da morte O MAIS RPIDO POSSVEL. V em frente e tome um olhar para o
incomings e nos vnculos da casa pelas ltimas vinte e quatro horas, por via das dvidas algum ficou
malfeito."
     "Eu estou nisto." Ele conseguiu dar a Peabody um rpido bater levemente no traseiro na frente de
intenso fora de.
     "Tendo seus pais dormindo com voc devia pr o kibosh tocando agarra traseiro com McNab pelo
prximo pequeno enquanto."
     "Oh, eles no esto ficando em meu lugar. Disse que era muito pequeno e eles no quiseram me
aglomerar. No podia mudar suas mentes. Eles s ficaro em seu campista. Eu disse a eles que eles so
realmente no supostos para. Ordenanas da cidade e material, mas eles acabaram me de bater
levemente na cabea."
     "Consiga eles em um hotel, Peabody, antes de um pouco de uniforme citar eles."

                                                                                                   31
     "Eu trabalharei em logo  medida que ns voltamos."
     Eles se transformaram na cozinha. Era grande, feitos em brancos ofuscantes e prata cintilantes. E
no momento, caos reinado. A comida em vrias fases de preparao eram espalhadas por toda parte dos
contadores. Os pratos eram empilhados em torres, artigos de vidro em pirmides. A Eve contou oito
uniformizado pessoal emperrado em comer num canto e tagarelando longe com as cenas de crime de
energia nervosa freqentemente destacou em testemunhas.
     Uma urna enorme de caf estava sendo posta para usar por ambos os Polis e servidores. Um de
seus prprios uniformes estavam ajudando eles mesmos a uma bandeja de imaginar comida de dedo e
outro j estava batendo o carro de sobremesa.
     S tomou sua presena para ter o quarto que cai em quietude, e silncio.
     "Oficiais, se vocs podem conseguir rasgar vocs mesmos longe do tudo-que-voc-pode-comer
buf, tome posta do lado de fora das portas de ambas as sadas da cozinha. Como causa da morte ainda
no tem estado oficialmente chamada, eu lembrarei a voc que voc est enchendo evidncia em seus
rostos. Se necessrios, eu terei voc ambos os corte abrir de forma que evidncia pode ser removida."
     "No existe nada errada com minha comida." Um homem avanou como os dois uniformes
apressados fora. Ele era pequeno, rstica, com uma aparncia de azeitona. Sua cabea era barbeada e
cintilava to liso quanto um gelo banquisa. Ele vestiu avental do aougueiro branco acima de um terno
preto formal.
     "Voc seria Markie?"
     "Sr. Markie," ele disse com dignidade fria. "Eu exijo saber o que est acontecendo. Ningum dir a
ns qualquer coisa, s que ns somos exigidos para ficar aqui. Se voc estiver em carga--"
     "Eu estou em carga. Tenente Dallas, e o que est acontecendo  a morte de Walter Pettibone e eu
estou aqui descobrir como e por que."
     "Bem, Tenente Dallas, eu posso dizer a voc que Sr. Pettibone no encontrou seu falecimento por
alguns de meus pratos. Eu no terei quaisquer rumores relativo a minha comida e sobre meus negcios
alternados. Minha reputao  inatacvel."
     "Esfrie seu thrusters, Markie. Ningum est acusando voc de qualquer coisa." Ela levantou uma
mo antes dele poder falar e girar sua ateno para seu pessoal. "Qual de vocs serviu para Sr. Pettibone
antes de seu brinde?"
     "No era algum de ns. Ns temos conversado sobre isto."
     A Eve estudou a mulher asitica atraente. "E voc seria?"
     "Sing-Yu. Eu estava na rea viva quando aconteceu. Mas eu estava na outra extremidade passando
champanha muito os convidados naquela seo teve taas para brinde do Sr. Pettibone. E Charlie--" Ela
bateu o ombro do homem preto magro ao lado dela. "Ele esteve trazendo para dentro os bolos folhados
de caranguejo."


                                                                                                        32
     "Eu estava trabalhando o bar de terrao." Outro servidor levantou uma mo. "Robert McLean. E
Laurie estava trabalhando os convidados de terrao. Ns no deixamos nossa estao at que ns
ouvimos todo mundo gritar."
     "Eu estava na cozinha." Outro homem falou mais alto. "Eu sou, um, Don Crush. Voc lembra, Sr.
Markie? Ns estvamos aqui juntos quando ns ouvimos a comoo."
     "Isto  correto." Markie movimentou a cabea. "Eu s enviaria Charlie fora com os bolos folhados
de caranguejo, e estava instruindo Don comear um passar com os cogumelos cheios. Gwen estava s
entrando com esvaziar, e ns ouvimos grito."
     "Eu tenho uma testemunha que declara que uma membro de seu pessoal deu Sr. Pettibone um
vidro de champanha logo antes dele comeou a seu brinde."
     Olhe trocado, soltou.
     "Teve que ser Julie." Sing-Yu falou mais alto novamente. "Eu sinto muito, Sr. Markie, mas ela  a
nica que podia ter feito isto, e ela  a nica que no est aqui."
     "Quem  Julie e por que ela no est aqui?" Eve exigiu.
     "Eu no gosto de meus empregados que fofocam sobre um ao outro," Markie comeou.
     "Isto  uma investigao da polcia. As declaraes de testemunha no so fofoca, e eu espero que
voc e seu pessoal para cooperar. Quem  Julie?" Eve perguntada, girando para Sing-Yu.
     "Ela  absolutamente certa." Markie alarga um suspiro longo, ento movido acima de bater
levemente Canta-ombro do Yu. "Eu sinto muito, minha querida, eu no estou bravo com voc. Julie
Dockport," ele disse para Eve. "Ela tem sido com minha companhia por dois meses. Sobre onde ela est,
eu no posso dizer. Ela deve ter escapado no colapso do confuso Sr. Pettibone imediatamente seguinte.
Me levou alguns momentos para perceber existia um problema e conseguir da cozinha at a rea viva.
Eu no a vi. Quando a polcia chegou e disse que ns entrssemos aqui, permanecer aqui, ela no veio."
     "Ela vestia este arranjo?" A Eve movimentada a cabea em direo s calas pretas elegantes e
engomou camisas brancas do pessoal de servio.
     "Sim."
     "Descreva ela."
     "Mdia construo, eu suponho, no lado atltico. Cabelo vermelho pequeno, atraente. Mais ou
menos trinta, d ou tome um ano de uma forma ou de outra. Eu teria que verificar meus arquivos de
emprego para ser exato nisto."
     "Peabody, tome o pessoal para outra rea. Ponha um uniforme neles, ento vo achar Julie
Dockport."
     "Sim, senhor."
     Quando eles saram da fila, Eve se sentou, gesticulado para Markie.
     "Agora. Diga a mim o que voc sabe sobre esta mulher."
     No era muito. Ela ouviu palavras como competente, confivel, cooperativo.

                                                                                                    33
     "Ela solicitou uma posio," Markie continuou. "Suas referncias foram verificadas. Ela tem sido
um empregado excelente. Eu posso s pensar que ela estava chateada e assustada sobre que aconteceu
aqui hoje  noite e partiu."
     Eles ambos olharam por cima de como Peabody voltou. "Eu no posso a localizar nas premissas,
Tenente."
     "Faa uma corrida, consiga seu endereo. Eu quero seu levantado." Ela chegou a seus ps. "Voc
pode ir."
     "Meu pessoal e eu pararei de trabalhar a comida e material."
     "No, voc no ir. Isto  uma cena de crime. Fica como  no momento. Ns contataremos voc
quando for claro para voc limpar casa."
     ***
     Ela tomou o filho e filha prxima. Com seus cnjuges eles eram amontoados juntos  um fim da
mesa no jantar formal. Quatro pares de olhos vermelhos e inchados com choro girada para Eve.
     O homem que permaneceu, mo tonificante na mesa, era luz entrelaado com cabelo de um
enfadonho, denso loiro vestido pequeno e diretamente. Ele teve um queixo e lbios suaves isto tudo
menos desapareceu quando ele apertou eles juntos em uma linha horrenda.
     "O que estar acontecendo? Quem voc ? Ns precisamos de algumas respostas."
     "Wally." A mulher ao lado dele tambm era loira, mas seu cabelo era mais brilhante e upswept.
"Voc s far isto pior."
     "Como ele pode ser pior?" Ele exigiu. "Mataram meu pai."
     "Eu sou Tenente Dallas. Eu sinto muito pela sua perda, e me desculpe pela demora em falar com
voc, Sr. Pettibone."
     "Walter C. Pettibone IV," ele disse a ela. "Minha esposa, Nadine." Ele girou sua mo debaixo do
loiro parou seu, agarrado apertada. "Minha irm, Sherilyn, e seu marido, Noel Walker. Por que ns
estamos sendo mantidos aqui deste modo? Ns precisamos ser com meu pai."
     "Isto no  possvel no momento. Existem coisas que precisam ser feitas para conseguir pra voc
aquelas respostas que voc precisa. Sente-se, Sr. Pettibone."
     "O que aconteceu para meu pai?" Era Sherilyn que falou. Ela era uma morena delicada, e Eve
pensou que ela era provavelmente notavelmente bonita debaixo da maior parte de circunstncias. Agora
seu rosto era saqueado de choro. "Voc acabava de poder dizer a ns, por favor?" Ela alcanou,
tomando mo livre do seu irmo, e do seu marido, formando eles em uma unidade. "O que aconteceu
para Papai?"
     "A causa da morte no foi confirmada."
     "Eu ouvi o MTs." Ela tomou uma respirao funda longa, e sua voz fortalecida. "Eu ouvi eles
dizem que ele era envenenado. Isso possivelmente no pode ser verdade."


                                                                                                  34
     "Ns saberemos muito logo. Ajudaria se voc diria a mim o que cada de voc estava fazendo, onde
voc estava no quarto quando Sr. Pettibone desmoronou."
     "Ns estvamos a mesmo, permanecendo direito ao lado dele," Sherilyn comeou. "Todo mundo
estava de p l--"
     "Sherry." Noel Walker trouxe seu juntou-se mos para seus lbios. Era um gesto que Roarke
freqentemente fez, Eve notada. Um de conforto, de amor, de solidariedade.
     Ele girou sua ateno para Eve. Seu cabelo era escuro como da sua esposa e acenou ao redor um
rosto forte, bonito. "Walt estava fazendo um brinde. Sentimental e doce. Ele era um homem sentimental
e doce. Bambi estava em seu lado direito. Sherry foi prximo a ela e eu estava em seu direito. Wally
estava diretamente em sua esquerda, com Nadine ao lado dele. Quando ele terminou seu brinde, ele
tomou um bebida de champanha. Todos ns fizemos. Ento ele comeou a sufocar. Eu acredito Wally
bateu nele atrs, o modo que voc faz. Bambi agarrou-se a ele quando ele cambaleou. Ele puxou em seu
colarinho como se era muito apertado, ento caiu adiante."
     Ele relanceou em Wally como se para confirmao.
     "Ele estava ofegando," Wally continuou. "Ns viramos ele em suas costas. Peter Vance, ele  um
doutor, forou as pessoas que tm lotado ao redor. E meu pai--ele teve um pouco de tipo de ataque
apoplctico. Peter disse chamar o MTs. Nadine correu para fazer isso."
     "Ele podia falar com algum de vocs?"
     "Ele nunca disse qualquer coisa," Sherilyn respondeu. "Ele olhou para mim." Sua voz rachado
novamente. "Ele olhou direito em mim logo antes dele cair. Todo mundo estava conversando de uma
vez. Isso tudo aconteceu to rpido, no existia tempo para dizer qualquer coisa."
     "Onde ele conseguiu o bebida?"
     "De uma bandeja, eu suponho," Wally disse. "O caterers tinha passado por champanha desde
convidados comearam a chegar s sete."
     "No." Sherilyn agitou sua cabea lentamente. "No, um dos servidores deu isto para ele. Ela no
estava levando uma bandeja, apenas um clice. Ela tomou seu vidro quase vazio e deu a ele um cheio.
Ela o desejou feliz aniversrio."
     "Est certo," seu marido confirmado. "A pequena ruiva. Eu a notei. Ela teve olhos bastante
atordoantes verdes. Eu pinto," ele explicou. "Retratos principalmente. Eu tendo a notar rostos e o que faz
eles sem igual."
     "O que ela fez depois que ela deu a ele o bebida?"
     "Ela, ah, deixe-me pensar. Walt pediu ateno de todo mundo. A maior parte dos convidados
estavam no riving rea naquele tempo. As conversaes silenciaram abaixo enquanto ele comeou a
falar. Ela andou de volta. Ela estava escutando ele, s como o resto de ns. Sorridentes, eu penso. Sim,
eu recordo pensando que ela era muito atraente, e como ela pareceu interessar-se pelo que Walt estava


                                                                                                       35
dizendo. Eu penso que eu sorri nela quando Walt terminou seu brinde, mas ela estava assistindo ele.
Ento todos ns bebemos, e eu no notei ela uma vez Walt comeou a sufocar."
      "Eu penso que eu a vi." Nadine ergueu uma mo para a srie tripla longas de prolas que ela vestiu.
"Quando eu corri fora para pedir ajuda, eu a vi no vestbulo."
      "O que ela estava fazendo?" Eve perguntou.
      "Eu penso, bem, ela deve ter estado partindo. Ela estava indo embora, em direo  porta."
      "Nenhum de vocs a viu antes de hoje  noite?" Quando eles todos olharam para um ao outro, um
tipo de cabea confundida agitando, Eve continuou, "O nome Julie Dockport quer dizer qualquer coisa?
Talvez seu pai mencionou isto."
      "Eu nunca ouvi ele mencionar aquele nome." Wally olhou ao redor como o resto de sua famlia
agitou suas cabeas novamente.
      "Voc sabe se ele estivesse preocupado sobre qualquer um, ou qualquer coisa? Um negcio, um
problema pessoal."
      "Ele tinha muito prazer," Sherilyn quietamente disse. "Ele era um homem feliz."
      "Um homem feliz," Eve declarada depois que ela lanou a famlia, "amado por um e todos no 
envenenado em seu aniversrio. Existe algo debaixo deste bonito retrato, Peabody."
      "Sim, senhor. Os oficiais que foram para relatrio de endereo do Dockport que ela no est l. Ela
atravs-do-vizinho de corredor disse a eles que ela saiu aquela manh. Reivindicou que ela estava
movendo para Philly."
      "Eu quero varredores ali, agora. Eu quero aquele lugar penteado. Eles no acharo nada, mas eu
quero isto feito."
      "Senhor?"
      "Parea com que ns temos ns mesmos um profissional."


      CAPTULO 4
      Entretanto era depois de uma de manh quando ela chegou em casa, Eve no ficou surpreendida
por achar Roarke em seu escritrio. Era raro para ele dormir mais de cinco horas pela noite. Mais raro
quieto para ele no esperar acordado ela estava em casa.
      O trabalho o abasteceu, ela soube. Mais que as quantias obscenas de dinheiro ele fez toda vez ele
que tem rodas um negcio, era o negcio propriamente--o planejamento, o strategizing, o negociar,
aqueles comprometidos seus interesses e energias.
      Ele comprou porque existiam coisas para serem compradas. Entretanto ela freqentemente pensou
sobre as companhias, os bens imveis, as fbricas, os hotis ele adquiriu como seus brinquedos, ela sabia
que ele era um homem que tomou seus brinquedos muito, muito seriamente.




                                                                                                      36
     Ele alargou seu enfoque consideravelmente desde que eles tm sido juntos. Viagens, cultura,
sociedade. De alguma maneira ele conseguiu esculpir fora tempo para tudo e mais. O dinheiro no
estava nada para ele, ela pensou, a menos que ele seja apreciado.
     O homem que governava um imprio de negcios com um mbito alm de razo sentada em uma
escrivaninha  um e quinze de manh com um conhaque em seu cotovelo, um gato gordo ronronando em
seu colo, e suas mangas fechadas enquanto ele trabalhou em seu computador como qualquer zango de
escritrio humilde.
     E, ela pensou, ele estava apreciando isto.
     "Voc est no meio de algo ou voc est tocando?"
     Ele olhou de relance em cima. "Um pouco de ambos. Salve dados e arquivo," ele ordenou o
computador, ento se sentou de volta. "A mdia j est conseguida seu homicdio. Eu sentia muito ouvir
sobre Walter Pettibone."
     "Voc o conhecia?"
     "No bem. Mas suficiente para apreciar sua sensao de negcios e conhecer ele era um agradvel
tipo de homem."
     "Sim, todo mundo amou Walt bom velho."
     "O relatrio de mdia disse que ele desmoronou em sua casa durante uma festa para celebrar seu
sexagsimo aniversrio; Um que ns ramos convidados," ele adicionou. "Mas como eu no estava
justamente certo quando ns voltaramos ou que humor ns estaramos, eu recusei. O assassinato no era
mencionado, s que a polcia estava investigando."
     "Abutres de mdia no teriam o oficial MIM sou relatrio ainda. Eu acabei de conseguir isto eu
mesmo.  homicdio. Algum deslizou algum cianeto em seu bebida. O que voc sabe sobre a ex-
esposa?"
     "Nem um grande negcio. Eu acredito em que eles eram casados para vrios anos, divorciado sem
qualquer escndalo. Ele casou alguma coisa jovem bonita algum dia depois. Existia um pouco de cabea
que agita acima disto, mas a fofoca aquietada-se depressa suficiente. Walter no era o tipo de homem
que fez um objetivo para fofoca. S no suficiente suco."
     A Eve se sentou, esticadas suas pernas. Quando ela passou acariciar Galahad, o gato rosnou baixo
em sua garganta. Com um claro felino para Eve, ele sacudiu seu rabo, saltado abaixo, e andou com
arrogncia longe.
     "Ele  aborrecido que ns no o levamos de frias." Roarke sufocou um sorriso como Eve franziu
o cenho depois do gato. "Ele e eu compusemos, mas ele parece que ele est ainda segurando um rancor
onde voc est preocupado."
     "Pequena picada."
     "Xingar  nenhum modo remendar cercas. Tente atum fresco. Ele maravilhas de trabalhos."


                                                                                                   37
     "Eu no estou subornando um gato de maldio." Ela ergueu sua voz, certa a festa em questo
estava ainda dentro de alcance do ouvido. "Ele no me quer o tocando, bem e dndi. Ele quer ser irritado
porque ..." Ela diminuiu como ela se ouviu. "Jesus. Onde eu estava? Pettibone. Suco. Bem, ele teve
suficiente suco para algum o querer morto. E o modo que est desenvolvendo-se, pagar por um
profissional."
     "Um profissional bate em Walter Pettibone?" Roarke ergueu uma sobrancelha. "Isso no sente
como um ajuste de bem."
     "Mulher consegue um trabalho no caterers quase o tempo a Sra. Pettibone atual est planejando a
grande festa de surpresa. A mesma mulher trabalha os afazeres de Pettibone, e traz para o menino do
aniversrio o vidro fatal de champanha. Mos ele para ele pessoalmente, deseja ele feliz aniversrio.
Hesite, mas fique no quarto enquanto ele faz seu brinde sentimental, e bebidas. Quando ele 
desmoronando no cho, ela sai do apartamento e poof! Desaparece."
     Ela carranca um pouco como Roarke subiu, despejada sua uma taa de vinho, ento sentado no
brao de sua cadeira.
     "Obrigado. Eu tive varredores examinarem cuidadosamente seu lugar--um lugar que ela alugou
dois dias antes dela tomar o suprir trabalho, e uma ela saiu desta manh. Uma, de acordo com seus
vizinhos, ela gastou pouco tempo. Nenhuma impresso, nenhuma evidncia de rastro. No um fudido
cabelo perdido. Ela sanitized isto. Eu fui por l eu mesmo. Lugar pequeno, aluguel baixo, segurana
baixa. Mas ela teve polcia fecha instalada para manter o riffraff."
     "Voc est olhando para--o que seu nome ? Muffy? Twinkie?"
     "Bambi. Ocorra como ela pegou a capacidade mental de brcolos, mas ns a correremos. Ela
parece sinceramente um dink, mas ela  agora um realmente rica, vivo dink. Talvez a ex-esposa ofertou
seu tempo," Eve meditada. "Tocada boa enquanto ela resolveu coisas. Voc  casado com um sujeito
trinta anos, voc tem um investimento srio. V irritar voc quando ele negociar voc."
     "Eu manterei aquela em mente."
     "Eu, eu no bato contrato." Ela olhou em seu apetitoso rosto. "Eu daria a voc a cortesia bsica de
matar voc eu mesma."
     "Obrigado, querida." Ele se debruou acima de beijar o topo de sua cabea. "Est confortando
saber voc tomaria um interesse pessoal em tal assunto."
     "Eu verificarei a primeiro Sra. Pettibone de manh. Se ela fez o contratar, ela seria meu melhor
vnculo para este Julie Dockport."
     "Interessante. Um assassino profissional que seleciona o nome de uma priso como seu
sobrenome."
     Ela pausou com o taa de vinho em seus lbios. "O que?"




                                                                                                     38
     "Centro de Reabilitao de Dockport. Eu acredito em que eu tive um conhecido que gastou algum
tempo naquela instalao particular," ele respondeu como ele brincou com os fins de seu cabelo. "Eu
penso que est em Illinois, ou talvez Indiana. Um daqueles lugares de Meio Oeste."
     "Espere um minuto, espere um minuto." Ela empurrou para seus ps. "Dockport. Veneno. Espere,
espere." Ela apertou seus dedos para seus tmporas, perfurou eles para os dados.
     "Julie. No, no Julie. Julianna. Julianna Dunne. Oito, nove anos atrs. Logo depois de eu consegui
minha proteo de ouro. Envenenado seu marido. Grande caridade fundraiser no Conhecido. Eu
trabalhei o caso. Ela era escorregadia, ela era lisa. Ela fez isto antes. Duas vezes antes de. Uma vez no
Leste Washington, novamente em Chicago. Isto  como ns a conseguimos, a em Chicago. Eu trabalhei
com o CPSD. Ela se casaria com um sujeito rico, ento ela iria fora dele, tome o dinheiro, e v se
reinventar pelo prximo objetivo."
     "Voc mandou a ela em cima?"
     Distrada, ela agitou sua cabea e continuou a compassar. "Eu era parte disto. Eu no podia a
quebrar em Entrevista, nunca conseguiu uma confisso fora dela, mas ns conseguimos suficiente para
uma acusao, suficiente para uma condenao. Muito ele pesou no intimidar psicologicamente testes.
Ela surgiu para derrotada. Seriamente derrotados. Homens odiados. E o jri no gostou dela. Ela era
muito fudida satisfeito consigo mesmo, muito frio. Eles adicionaram em cima trs maridos mortos e
perto de uns meio bilho de dlares e deram seu dez a vinte. Era o melhor que ns podamos fazer, e ns
ficamos sortudo nisto."
     "Trs assassinatos, e ela consegue dez a vinte?"
     Estava voltando, em um fluxo fixo agora. "O leste Washington no podia a alfinetar. O que ns
tivemos l fomos para padro. Os advogados pleitearam as outras contas abaixo e com principalmente
circunstanciais, ns tivemos que tragar isto. Ela ficou reduzido para capacidade diminuda. Trauma de
infncia, blah blah. Ela usou a maior parte do primeiro dinheiro do marido, o nico arranho ela
legalmente podia usar, para disputar aquele negcio e pagar pela tentativa e as atraes. Irritou ela. Eles
seguraram a tentativa em Chicago, e eu estava l para o veredicto. Eu tive certeza que eu estava l.
Posteriormente, ela pediu para falar comigo."
     Ela se debruou de volta em sua escrivaninha, e entretanto ela olhou para ele que Roarke soube
que ela era dez anos de volta, e olhando para Julianna Dunne. "Ela disse que ela soube que eu era o
responsvel por sua priso, sua condenao. Os outros Polis ... espera um minuto," ela murmurou como
ela empurrou de volta a tempo de ouvir voz da Julianna.
     "Os outros Polis era homens apenas, e ela nunca perderia uma batalha para um homem. Ela me
respeitou, mulher para mulher, e entendeu que eu senti que eu estava s fazendo meu trabalho. Ento
novamente, ento era ela. Ela estava certo que eu vim para ver aquele eventualmente. Ns
conversaramos novamente, quando eu fiz."
     "O que voc respondeu?"

                                                                                                        39
     " se Aquele tivesse sido minha escolha, ela afundaria para todos os trs assassinatos e nunca veria a
luz de dia novamente. Aquele se eu fosse responsvel por a pr onde ela estava indo, boa para mim, mas
se eu tiver sido o juiz, ela estaria servindo trs condies vitalcias sucessivas. Eu esperei que ela veio
para ver aquele eventualmente, porque ns no tivemos nada para conversar sobre."
     "Claro, conciso, e para o ponto, at com seu brilhante novo distintivo de ouro."
     "Sim, eu acho. Ela no gostou disto, no um pedao, mas riu e disse que ela estava certo o da
prxima vez que ns reunimos-nos que eu veria coisas mais claramente. E isso era isto. O caterer vai
transmitir seus registros de emprego de manh. Eu no quero esperar to longo. Voc pode entrar neles,
pare ela ID fotografia e dados?"
     "Quem  o caterer?"
     "Sr. Markie."
     "Escolha excelente." Ele levantou e caminhada atrs da escrivaninha.
     "Eu posso usar esta outra unidade aqui?"
     "Seja meu convidado." Ele se sentou e precisa trabalhar.
     Enquanto ele fez, Eve ordenada em cima os dados em Julianna Dunne. Ela leu rapidamente o texto
que apareceu na tela de parede, escutada com metade de uma orelha para as informaes de fundo como
ela estudou a mais recente ID fotografia.
     Na hora da fotografia ela ainda vestiria seu cabelo longo. Longo e delicadamente loiro para ir com
seu rosto e caractersticas clssicas. Olhos azuis largos, densamente chicotearam, emolduradas por
delgadas sobrancelhas sombras marrons curvadas mais fundas que seu cabelo. Sua boca era suave, um
pouco desequilibrado, seu nariz diretamente e perfeito. Apesar de quase uma dcada na priso, sua pele
pareceu lisa e cremosa.
     Ela pareceu, Eve percebeu, como uma daquelas meninas de deslumbramento nos vdeos velhos
Roarke apreciou tanto.
     Lanado de dockport reabilitao centro, dezessete fevereiro, 2059. Servidos oito anos, sete meses.
Orao reduzido para sempre comportamento. O assunto encontrou requisitos de reabilitao. Cheques
de sessenta dias obrigatrios cumpridos, terminado dezoito abril por liberdade condicional
oficial/reabilitao conselheiro Otto shultz, Chicago, sem restries. Residncia atual, 29 avenida tero,
apartamento 605, cidade de Nova York, Nova York.
     "No mais," Eve comentada.
     "Seus dados, Tenente," Roarke disse como ele ordenou isto sobre a prxima tela de parede.
     Ela estudou lado a lado imagens da Julianna. "Ela corta seu cabelo, foi vermelha, mudada sua cor
de olho. No aborreceu com muito outro. Isso concorda com seu padro velho. Anotado seu correto, se
endereo temporrio. Julianna pontilha do seu i e a cruza t . O que ela tem que fazer com Walter
Pettibone?"
     "Voc pensa que ela foi profissional?"

                                                                                                        40
     "Ela gosta de dinheiro," Eve meditada. "Isto, eu no sei, alimentaes um pouco de necessidade.
Os mesmos homens de matana de necessidade alimentar. Mas no ajusta seu padro velho. O ponto ,
ela volta, e ela matou Pettibone. Eu tenho que atualizar os todos os pontos."
     "Voc considerou que ela veio aqui, matou aqui, por causa de voc?"
     A Eve estourou uma respirao. "Talvez. Isso significaria que eu fiz um inferno de uma impresso
em seus todos aqueles anos atrs."
     "Voc tende a fazer uma impresso."
     Desde que ela no podia pensar sobre uma resposta, ela retirou-se seu Comunicador e ordenou o
novo todo o boletim de pontos em Julianna Dunne.
     "Se ela seguir seu velho padro, ela j est fora da cidade. Mas ns escavamos ela em cima uma
vez, ns legamos concha ela em cima novamente. Eu precisarei trazer para dentro Feeney neste. Ns
ramos companheiros quando Julianna afundou."
     "Como eu gosto o de, eu espero que voc no pretenda fazer aquele at manh."
     "Sim." Ela olhou de relance em sua unidade de pulso. "Nada mais para ser feito hoje  noite."
     "Eu no sei." Ele caminhou em torno da escrivaninha novamente, deslizou seus braos ao redor
ela. "Eu posso pensar sobre uma coisa."
     "Voc normalmente faz."
     "Por que ns no vamos para a cama, e eu conseguirei voc desnudo. Ento ns veremos se voc
pensar disto, tambm."
     "Eu acho isto  razovel." Ela comeou com ele. "Eu no perguntei: O resto fez do negcio vai
certo com o Peabodys?"
     "Mmm. Bem."
     "Figurou. Voc toca com estranhos melhores que eu fao. Escute, eu ouo que eles vo ficar nesta
coisa de campista em que eles viajam, e isto no  uma boa idia. Eu pensei desde que voc tem hotis e
enche que voc podia conseguir eles um negcio em um quarto."
     "Isso no vai ser necessrio."
     "Bem sim, porque se eles beliche naquela coisa na rua ou em um pouco de lote, um policial de
batida vai citar eles, talvez prenda eles. Eles no baquearo em do Peabody porque seu lugar  bonito
apertado. Voc precisa ter um quarto de hotel ou apartamento vazio em algum lugar eles podem usar."
     "Eu imagino que eu fao, sim, mas..." Na porta para seu quarto, ele a puxou do lado de dentro, em
direo  cama. "Eve."
     Ela comeou a conseguir um sentimento ruim. "O que?"
     "Voc me ama?"
     Um sentimento muito ruim. "Talvez."
     Ele abaixou sua boca para sua, beijada sua suave e funda. "S diga sim."
     "Eu no estou dizendo sim at que eu saiba por que voc est fazendo a pergunta."

                                                                                                      41
     "Talvez eu sou inseguro, e necessitado, e queira certeza."
     "Meu traseiro."
     "Sim, eu quero seu traseiro tambm, mas primeiro existe o assunto de seu amor grande e generoso
e incondicional para mim."
     Ela deixa ele lanar seu equipamento de arma, notou que ele apaga isto bem de alcana antes de
voltar e soltar os botes de sua camisa. "Quem disse qualquer coisa sobre incondicional? Eu no lembro
de assinar aquela clusula no negcio."
     "O que  sobre seu corpo que ele  uma fascinao constante para mim?" Ele emplumado seus
dedos ligeiramente acima de seus peitos. " todas to firma e suave tudo de uma vez."
     "Voc est protelando. E voc nunca protela." Ela agarrou seus pulsos antes dele poder terminar o
trabalho de a distrair. "Voc fez algo. O que fez voc ..." Realizao atingiu, e sua mandbula solta quase
para seus dedos do p. "Oh meu Deus."
     "Eu no sei como aconteceu, justamente. Eu realmente no posso dizer como veio para ser que pais
do Peabody so at agora guardados em um quarto de convidado no terceiro andar. Asa leste."
     "Aqui? Eles vo ficar aqui? Voc pediu a eles para ficar aqui? Conosco?"
     "Eu no estou certo."
     "O que voc quer dizer que voc no est certo? Voc perguntou a eles ou no?"
     "No h razo para entrar em um snit." Se deve, ele soube muito bem, troque para ofensa quando
defesa estava correndo magra. "Voc  a pessoa que perguntou a eles para jantar, afinal."
     "Para jantar," ela silvou, como se eles poderiam a ouvir na asa leste. "Uma refeio no vem com
privilgios dormentes. Roarke, eles so do Peabody. Que diabo ns vamos fazer com eles?"
     "Eu no sei que qualquer um." Humor danados atrs em seus olhos, e ele se sentou e riu. "Eu no
sou nenhuma marca fcil. Voc sabe isto. E eu juro para voc at agora que eu no estou certo como ela
administrou isto, entretanto administra isto, ela fez, eu sou visitar eles depois de jantar como Phoebe
quis um pouco de uma excurso. Ela est dizendo o quo bom deve ser para ter tantos quartos adorveis,
e o quo confortveis e homey isso tudo  apesar de todo o tamanho e espao disto. E ns estamos na asa
do leste, e ela est vagando ao redor de um dos quartos de convidado e indo para a janela e dizendo o
que uma viso maravilhosa dos jardins. E olhe aqui, Sam, no  esta uma viso bonita e assim por
diante. Ela falta suas flores, ela diz a mim. E eu digo algo sobre ela sendo bem-vinda a vagar o jardim
aqui se ela gostar."
     "Como voc conseguiu de caminhar em torno dos jardins para dormente no quarto de convidado?"
     "Ela olhou para mim."
     "E?"
     "Ela olhou para mim," ele repetiu com uma espcie de fascinao confusa, "e de l  difcil de
explicar. Ela estava dizendo o quo confortante estava para ela e Sam conhecer sua Delia teve tais bons
amigos, almas generosas e algo do o gostar. E quanto quis dizer para eles ter este tempo para chegar a

                                                                                                        42
conhecer aqueles amigos. Antes de eu saber que isto que eu estava organizando para suas coisas ser ido
buscar, e ela estava me beijando boa noite."
     "Peabody disse que ela tem o poder."
     "Eu estou aqui dizer voc, a mulher tem algo. No  que eu me importo.  uma grande casa, e eu
gosto deles dois bastante muito. Mas, para causa do Cristo, eu normalmente sei o que eu vou dizer antes
de vir para esporeando fora de minha boca."
     Divertiu agora, ela o escarranchou onde ele se sentou, enganchados seus braos atrs de seu
pescoo. "Ela pe o whammy voc. Eu sou um tanto quanto arrependido que eu perdi isto."
     "L, voc v? Voc me ama."
     "Provavelmente."
     Ela era sorrindo abertamente quando ela deixar ele a rolar na cama.
     ***
     De manh, Eve fez um treinamento de trinta minutos no ginsio, e terminou isto fora com colos no
charco. Quando ela teve o tempo, era uma rotina que passou invariavelmente sem tocar ela se importar e
conseguiu sua mudana de sangue. Quando ela partiu para o dcimo colo, ela esboou seu prximo entra
o caso de Pettibone.
     O acompanhamento Julianna Dunne era prioridade, e aquele significado cavando pelos arquivos
velhos, tomando um duro olhar para padres, associados, rotinas, e hbitos. Quis dizer, em toda
probabilidade, uma viagem para Dockport, entrevistar quaisquer presos ou guardas Julianna formou uma
relao.
     Entretanto se memria servida, Julianna era muito qualificada em se manter para ela mesma.
     Prxima prioridade era motivo. Quem morto de Pettibone procurado? Quem se beneficiou? Sua
esposa, suas crianas. Possivelmente um competidor de negcios.
     Uma mulher que pareceu com Bambi teria tido outros homens em sua vida. Aquele calibre
examinando. Um antigo amante, cime. Ou um plano a longo prazo para enganchar o sujeito velho rico,
embebio ele, ento o elimine.
     Ento existia a ex-esposa, que poderia ter vingana e satisfao ganho em pagar a ele de volta para
a esvaziar.
     Podia ser Pettibone no era o santo que pessoas estavam o fazendo fora para estar. Ele poderia ter
conhecida Julianna. Ele poderia ter sido de seus objetivos potenciais uma dcada atrs, algum que ela
seduziu em um affair. Ou ela podia ter investigado ele enquanto ela estava na priso, ento tocou com
ele depois de que ela lanar.
     Aquele ngulo era alto em sua lista, mas era muito cedo despedir qualquer possibilidade.
     Para conhecer o assassino, conhea a vtima, ela pensou. Este tempo ela conheceu o assassino, mas
achar o motivo, ela teve que aprender mais sobre Pettibone. E reconhecer se com Julianna Dunne.


                                                                                                     43
      No fim de vinte colos, sentindo soltar e tornar flexvel, ela alisou seu cabelo atrs e permanecido
no raso. Como ela comeou a se iar fora, ela pegou um movimento entre a selva de plantas. Sua cabea
arrebatada; Seu corpo endureceu.
      "Bem, se  disso que os sujeitos ruins vem antes de voc prender eles,  uma maravilha que eles
no caem para sua de joelhos mendicncia para clemncia."
      Phoebe avanou, segurando uma toalha. "Eu sinto muito," ela adicionou. "Eu sei que voc no
ouviu-me entrar. Eu fui pego em cima assistir voc. Voc nada como um peixe, na melhor sensao do
termo."
      Porque ela tambm era desnuda como um peixe, Eve tomou a toalha, depressa se embrulhou nisto.
"Obrigado."
      "Roarke disse que voc desceria aqui. Eu trouxe voc algum caf." Ela tomou um enorme assaltar
fora da mesa. "E um de croissants surpreendentes do Sam. Eu quis tomar um momento para agradecer
por sua hospitalidade."
      "Nenhum problema. Voc, ah, adaptar-se certo?"
      "Seria duro de fazer caso contrrio aqui. Voc tem um minuto, ou voc est em uma pressa?"
      "Bem, eu--"
      "O croissant est fresco." Ela resistiu o prato, perto suficiente que a fragrncia de hipnotizou. "Sam
conseguiu encantar Summerset em deixar ele usar a cozinha."
      "Eu posso tomar um minuto." Porque colocando uma bata significaria tomada fora da toalha
primeira, ela se sentou como ela era. E porque Phoebe estava assistindo ela, ela cessou bruscamente um
canto do croissant.
      " grande." E cessou imediatamente bruscamente outro pedao. "Seriamente grande."
      "Sam  um brilhante cozinheiro. Eve--eu posso chamar voc Eve? Eu sei a maioria de no fao."
      Talvez era que afiana olhar, ou o tom de voz ou uma combinao de ambos, mas Eve achou se
querendo torcer em sua cadeira. "Certo, certo."
      "Eu fao voc desconfortvel. Eu desejo que eu no fizesse."
      "No, voc ..." Ela torceu. "Eu s no sou bom com as pessoas."
      "Eu no penso que isto  verdade. Voc tem sido bom com Delia. Excepcionalmente boa. E no
diga a mim que sou exatamente o que eu queria, porque eu sei que no ." Phoebe levantou um assaltar
de ch, assistindo Eve  medida que ela bebeu. "Existe sido uma mudana em seu este ltimo ano. Ela 
crescida, como uma pessoa. Dee sempre pareceu saber o que ela quis fazer, ser, mas desde trabalhar para
voc ela achou seu lugar. Ela  mais confiante, mais triste em alguns modos, eu penso por causa das
coisas ela viu e teve que fazer. Mas mais forte para eles. Suas cartas e telefonemas esto cheios de voc.
Eu pergunto-me se voc souber quanto que quer dizer para sua que voc fez sua uma parte de quem voc
."


                                                                                                         44
         "Escute, Sra. Peabody ... Phoebe," ela corrigiu. "Eu eu no no tenho--" Ela estourou uma
respirao. "Eu vou dizer algo sobre Peabody, e eu no quero que voltando para ela."
         Lbios do Phoebe curvaram nos cantos. "Certo. O que voc diz que eu fique entre ns."
         "Ela pegou um bom olho e um crebro rpido. A maioria de Polis faz, ou eles no duram longo.
Ela lembra de coisas, ento voc no tem que desperdiar tempo examinando cuidadosamente o mesmo
cho com ela. Ela sabe o que quer dizer servir e proteger, o que ele realmente quer dizer. Isso faz uma
diferena em que tipo de policial voc gira fora para estar. Eu fui sozinha muito tempo de trabalho. Eu
gostei disto aquele modo. No existia qualquer um que eu quis comigo depois de meu companheiro
velho transferido para EDD."
         "Capito Feeney."
         "Sim, quando Feeney conseguiu seus bares e entrou em EDD, eu trabalhei s. Ento eu topo com
Peabody, todos cospem e polem e sarcasmo furtivo. Eu no ir empreender um uniforme. Eu nunca tive
inteno de ser treinador de qualquer um. Mas... Ela tem uma fasca. Eu no sei como outro para dizer
isto. Voc no v aquele tipo de coisa todo dia no trabalho. Ela quis Homicdio, e eu figuro a
necessidade morta que toda a fasca que eles podem conseguir. Ela teria chegado l sem mim. Eu acabei
de dar seu um impulso."
         "Obrigado. Eu me preocupo sobre ela. Ela est uma mulher crescida, mas ela  minha pequena
menina. Ela sempre ser. Isto  maternidade. Mas eu me preocuparei menos depois que quais voc disse
a mim. Eu no suponho que voc diria a mim o que voc pensa sobre Ian McNab."
         Algo como pnico conferiu garganta da Eve. "Ele  um bom policial."
         Phoebe inclinou atrs sua cabea e riu at o som rico, alegre de encheu o quarto. "Como eu soube
que voc diria isto? No se preocupe, Eve, eu gosto dele muito, mais muito desde que ele  to
ridiculamente apaixonado por minha pequena menina."
         "Ridculo cobre isto," Eve murmurou.
         "Agora, eu sei que voc precise chegar a trabalhar, mas eu tenho um presente para voc."
         "Voc deu a ns um presente j."
         "Isso era de meu homem e eu para voc e seu homem. Isto  de mim para voc." Ela curvou
levantar uma caixa que ela fixou no cho, ento pe isto em colo da Eve. "Os presentes no deviam
enervar voc. Eles so fichas justa, de avaliao ou afeto. Neste caso ambos. Eu trouxe isto comigo antes
de eu estar completamente certo que ns viemos a distncia toda para Nova York. Antes de eu estar
completamente certo que eu daria isto para voc. Eu tive que encontrar voc primeiro. Por favor, abra
isto."
         Com nenhum modo fora, Eve tomou fora da tampa. Dentro de era uma esttua de uma mulher,
talvez oito polegadas altas, esculpido de algum cristal quase transparente. Sua cabea era inclinada de
volta de forma que seu cabelo chovido abaixo quase para seus ps. Seus olhos foram fechados, sua boca
curvada em cima em um sorriso quieto. Ela segurou seus braos fora para seus lados, palmas em cima.

                                                                                                      45
     "Ela  a deusa," Phoebe explicou. "Esculpido em alabastro. Ela representa a fora, coragem, a
sabedoria, a compaixo que  exclusivamente fmea."
     "Ela  maravilhosa." Arrebatando ele em cima, Eve assistiu a luz que flui pelo vislumbre de janelas
na figura esculpida. "Ela parece velha, em um bom modo," ela adicionou depressa e fez Phoebe rir
novamente.
     "Sim, ela  velha, em um bom modo. Ela era da minha grande-grande av. Tem sido passado, de
fmea at fmea at que veio para mim. E agora voc."
     "Ela  bonita. Realmente. Mas eu no posso a levar. Isto  algo que voc precisa manter em sua
famlia."
     Phoebe alcanou acima de, deitou da Eve de um dar de forma que eles dois seguraram a esttua.
"Eu estou mantendo isto em minha famlia."
     ***
     Seu escritrio em Central era muito pequeno para uma reunio onde mais de duas pessoas eram
envolvidas. Seu telefonema em registrar um quarto de conferncia resultou em um argumento pequeno,
amargo e nenhuma satisfao.
     Com suas opes estreitadas, ela realigned e programaram a instruo especfica em seu escritrio
de casa.
     "Problema, Tenente?" Roarke perguntou como ele andou de seu escritrio em sua.
     "Nenhum quartos de conferncia disponvel at quatorze cem? Isto  justo merda."
     "Ento eu ouvi que voc diga, bastante brutalmente, no 'vnculo. Eu tenho uma reunio eu mesmo
em midtown." Ele cruzou para ela, lida rapidamente sua ponta do dedo ao longo do entalhe raso em seu
queixo. "Qualquer coisa que eu posso fazer para voc antes de eu partir?"
     "Eu sou fixado."
     Ele deitou seus lbios em sua, demorados acima deles. "Eu no devia estar atrasado." Ele andou de
volta, ento manchada a esttua em sua escrivaninha. "O que  isto?"
     "Phoebe deu isto para mim."
     "Alabastro," ele disse como ele ergueu isto. "Ela  adorvel. Uma deusa de um pouco de tipo. Ela
adapta voc."
     "Sim, isto me . Policial de deusa." Ela olhou fixamente para o rosto fresco, serena da esttua,
lembrou de ser presa no rosto fresco, sereno de Phoebe Peabody. "Ela teve-me dizendo material. Eu
penso que so os olhos. Se voc quiser manter seus pensamentos para voc mesmo, nunca olhe
diretamente em seus olhos."
     Ele riu e anotou a esttua novamente. "Eu imagino vrias pessoas dizerem exatamente a mesma
coisa sobre voc."
     Ela teria dado que um pouco de pensou, mas ela teve trabalhou fazer. Ela telefonou arquivos,
dados encaixado em vrias telas, ento mergulhado atrs em Julianna Dunne.

                                                                                                     46
     Ela estava bem em uma segunda pgina de notas frescas quando Peabody e McNab entraram.
"Invada o AutoChef agora," ela ordenou sem olhar em cima. "Eu quero que voc povoou quando Feeney
chegar aqui."
     "Voc conseguiu um novo principal?" Peabody perguntou.
     "Eu informarei todo mundo uma vez. Eu preciso mais caf aqui."
     "Sim, senhor." Como Peabody agarrou xcara vazia da Eve, ela viu a esttua. "Ela deu a voc a
deusa."
     Ela olhou em cima agora, e para seu terror, lgrimas de serra nadam em olhos do Peabody. McNab
deve ter visto eles, tambm. Ele murmurou, "Coisa de menina," e hightailed ele no juntar cozinha.
     "Escute, Peabody, sobre isto--"
     "E voc pe isto em sua escrivaninha."
     "Sim, bem... Eu figuro isto deveria vir para voc, ento--"
     "No, senhor." Sua voz era espessa como ela ergueu aqueles encharcaram olhos para da Eve. E
sorriu. "Ela deu isto para voc, e isso significa que ela confia voc. Ela aceita. Voc  de famlia. E voc
pe isto l, a mesmo em sua escrivaninha, e isso significa que voc aceita.  um momento real para
mim," ela adicionou e cavou fora um leno. "Eu amo voc, Dallas."
     "Oh Jesus. Se voc tentar me beijar, eu enfeitarei voc."
     Peabody deu um risada aguado e soprou seu nariz. "Eu no estava certo que voc estaria falando
comigo esta manh. O papai chamou e disse como eles estavam ficando aqui."
     "Sua me pe o whammy em Roarke. Isso toma alguns fazendo."
     "Sim, eu tive que figurar. Voc no  irritada?"
     "Sam fez croissants esta manh. Sua me me trouxe um, com caf."
     O sorriso iluminou rosto do Peabody. "Ento  certo ento."
     "Aparentemente." A Eve levantou sua xcara, enrugou seus lbios como ela olhou do lado de
dentro. "Mas parece que eu no tenho caf no momento. Como que podia ser?"
     "Eu corrigirei aquela omisso imediatamente, Tenente." Peabody pegou a xcara, ento hesitou.
"Um, Dallas? Bnos em voc."
     "O que?"
     "Desculpe, eu no posso ajudar isto. Free-Ager treinando. Somente ... Obrigado. Isto  todo.
Obrigado."
     CAPTULO 5
     "Julianna Dunne." Feeney tragou caf, agitou sua cabea. Ele teve o vivido em rosto de um bass,
o droopy olhos de um camelo. Seu gengibre grosso-cabelo colorido, telegrafada por com prata, olhada
como se tinha sido cortado em por um pouco de manaco com restringiu desvia. Que significou
recentemente tinha sido aparado.


                                                                                                         47
     Ele se sentou em escritrio da Eve, suas pernas bastante curtas e grosso esticadas. Desde que ele
estava vestindo uma meia marrom e uma preta, Eve concluiu sua esposa no conseguiu dar a ele a uma
vez-acima daquela manh.
     Um prato de moda ele no era. Mas quando veio para eletrnica, ele governado.
     "Nunca esperado conseguir outro disparado contra aquele."
     "Ns no temos nenhuma impresso ou DNA em qualquer uma a cena de crime ou o apartamento
arrendou para Julie Dockport verificar. Mas o visual--" Ela gesticulou para a tela de diviso ID
fotografias-- "d a mim uma verificao de globo ocular. Eu corri uma probabilidade para forma, e
conseguiu um noventa e nove por cento que Julie Dockport e Julianna Dunne so a mesma mulher."
     "Se ela s saiu de uma gaiola a primeira parte do ano," McNab comentou, "ela trabalha rpido."
     "Ela trabalha," Eve disse. "Ela tem trinta e quatro anos. Quando ela tinha vinte e cinco anos, ela
casou trs homens, mortos trs homens. Que ns sabemos de. Na superfcie, era para lucro. Ela
almejados de sujeitos ricos mais velhos, homens estabelecidos. Cada um delas tinham sido casadas
previamente e divorciada. Sua menor relao fazia sete meses, seus mais longos, treze. Novamente, em
cada caso ela recebeu uma herana grande no falecimento do cnjuge."
     "Trabalho bom se voc pode pegar isto," Peabody pe em.
     "Ela almejada cada homem, investiga ele, seu fundo, seu gosta, antipatias, hbitos, e assim por
diante. Meticulosamente. Ns sabemos isto como ns podamos localizar uma caixa de banco em
Chicago que conteve suas notas, fotografias, e dados em marido numeram dois, Paul O'Hara. Isto  um
dos tijolos que ns costumvamos a fechar em cima. Ns nunca ramos capazes de achar caixas
semelhantes em Nova York ou Leste Washington."
     "Ela podia ter tido um companheiro?" Peabody perguntou. "Algum que removeu ou destruiu
evidncia?"
     "Improvveis. At onde quaisquer dos investigadores podiam averiguar, ela trabalhou s. Ela
intimida psicologicamente perfil confirmou isto. Sua patologia bsica era bonita direta. Sua me
divorciada seu pai quando Julianna tinha quinze anos. Seu padrasto tambm era divorciado, rico, mais
velho, um Texas yeehaw tipo que chamou os tiros em casa. Ela reivindicou que ele sexualmente a
molestou. O psiquiatra de polcia era incapaz de determinar se relao sexual do ou no Julianna--que
ele no negou-- com seu padrasto era consensual ou forado, entretanto ela se debruou em direo a
acreditar Julianna. Em todo caso, como ela era uma secundria que era abuso."
     "E o peso principal que oprimiu seu tempo," Feeney adicionou.
     "Ento ela est matando seu padrasto." Peabody relanceou atrs na tela de parede. "Novamente."
     "Talvez."
     E olhando fixamente para a tela, Eve podia ver a criana que ela mesma tinha sido, agachando no
canto de um resfriado, quarto imundo, louca da dor da ltima batida, o ltimo estupro. Coberto em


                                                                                                      48
sangue--seu sangue--com a faca ela costumava matar seu pai quieto liso e gotejando em sua mo de
oito anos de idade.
     Seu estmago lanado, e ela forou a imagem longe.
     "Eu nunca comprei isto." A Eve manteve sua voz quieta, esperando por controlar estalar
completamente atrs em lugar. "Ela fez a matana com clculo. Onde estava a ira, o terror, o desespero?
Qualquer aconteceu com seu padrasto, ela usou isto. Ela  um assassino de pedra fria. Ela nasceu aquele
modo, no fez."
     "Eu preciso ir com Dallas em este aqui," Feeney concordou. "Este aqui tem gelo no sangue, e ela
no  vtima de ningum. Ela caa."
     "O APB no aumentou nada ainda," Eve continuou. "Eu no figuro isto vontade. Ela teria
planejado cuidadosamente, j teria um novo nome, nova personalidade, nova histria. Ela no a mudar
olha muito. Ela  muito v, e ela gosta do modo que ela parece. Ela  girly. Roupas de gostos, cabelo,
bugigangas, sales. Ela pegar para as lojas e restaurantes melhores. Voc no a achar em pores de
pechincha, ou em clubes de sexo ou bares. Ela prefere cidades importantes, no planeta. Ns
relampejaremos seu retrato na mdia, e ns podamos ficar sortudos."
     Levaria alguma sorte adicionada ao policial trabalha, Pensou Eve. Julianna cometeu poucos
enganos. "Nosso problema  que ela mistura. Ela  muito qualificada nisto. As pessoas que notam ela
ver uma mulher atraente, indo sobre seus negcios. Se ela fizer amigos, eles so ferramentas s
temporrias. Ningum consegue perto dela."
     "Se ela for profissional, voc pode apostar seu traseiro que ela ser bom nisto." Feeney inchado
suas bochechas. "Ela podia estar em qualquer-fidido-lugar at agora, Dallas."
     "Ento ns comeamos a olharmos. Todo-fudido-lugar. Voc lembra do primrio em Chicago?"
     "Sim. Sim, ah ... Spindler."
     "Certo. E Quarteiro no Leste Washington. Voc pode contatar eles? Veja a que distncia eles
alcanaro."
     "Sim. Eu tenho algumas notas pessoais nela, tambm. Eu cavarei eles, adicione eles a mistura."
     "Profiler que fez o trabalho e a prova da Julianna est aposentada. Eu vou passar por esta sobre
Mira, pedir a ela para consultar com o profiler em registro. McNab, agora mesmo voc  um zango. Eu
quero que voc tome todos os dados de todos os casos, ndice, referncia qualquer e todas as
semelhanas. Faa-me arquivos. Conexes de famlia, sabido associa, financeiro. Eu quero voc para
etiqueta a ligao de prisioneiro em Dockport e consigo os nomes dos presos que com que ela trabalhou,
aqueles em seu quarteiro. Eu quero conhecer as pessoas dentro de que ela gastou qualquer hora com.
Eu vou ver o que eu posso agitar fora da primeiro Sra. Pettibone.
     "Peabody, voc  comigo."
     ***


                                                                                                      49
      A Eve chegou atrs da roda, e como Shelly Pettibone viveu em Westchester, bata o em-mapa de
coliso para a melhor rota e direes. Era uma surpresa agradvel quando a rota realmente estalado
sobre a tela.
      "Olhe para isto! Trabalhou."
      "Tecnologia  nosso amigo, Tenente."
      "Certo, quando ele no estiver atarraxando conosco para seu prprio prazer doente. Isto  s umas
milhas do par de lugar do Chefe Whitney. Com minha sorte Sra. Pettibone  a melhor camarada do
esposa do chefe."
      Chocando acima da possibilidade, ela encabeou passeio abaixo.
      "Papai disse ele e Me iriam ir para o centro da cidade hoje. Assista a Aldeia e SoHo e material."
      "Hmm? Oh sim. Bom."
      "Eu vou tirar eles para jantar hoje  noite, ento eles no estaro em seu cabelo."
      "Uh-huh."
      "Ento eu estou levando eles para uma articulao de sexo, e mim e McNab vai apresentar vrios
extico sexual age para eles."
      "Bem de sons."
      "Eu pensei se voc e Roarke quisessem vir junto, ns podamos fazer isto uma boa pequena orgia.
Sabe, um quarteto."
      "Voc pensa que eu no ouo voc, mas voc est errado." Eve apertada em trfico.
      "Oh. Oops."
      Eve beliscada por uma luz em amarela, grunhiu no maxibus que lumbered em sua pista. Com um
arranco da roda, ela esmurrou por uma fratura estreita, bateu o acelerador, torceu de volta, e corte o
nibus fora de to nitidamente quanto a teve.
      A exploso irritvel de seu chifre a trouxe um bom pouco brilho.
      "Ento eu acho entre seus pais e o caso fresco, voc no teve muito tempo para trabalhar em
Stibbs."
      "Eu fiz algum. Maureen Stibbs, antigamente Brighton, no s viveu no mesmo edifcio que o
falecido, mas no mesmo cho. Como ele faz agora, Boyd Stibbs freqentemente trabalhou de casa,
enquanto sua primeira esposa viajou para seu lugar de emprego durante a semana do trabalho. O antigo
Sra. Brighton, enquanto empregou como um consultor de projeto de casa, tambm descoberto de seu
escritrio de casa quando no viajando para l e para c clientes. Este d o tempo do par atualmente
casado e oportunidade para hanky-panky."
      "Hanky-panky. Isto  um termo legal?"
      "Boyd Stibbs casou Maureen Brighton dois e uns semestres depois da morte trgica do Marsha
Stibbs. Eu figuro isto  um bonito tempo longo se eles estivessem beijando--"
      "Outro termo legal. Peabody, eu estou to impressionada."

                                                                                                       50
     "--Enquanto Marsha era viva," Peabody continuou. "Mas tambm seria bonito esperto. Ainda, se
eles estivessem fazendo o rumba horizontal, isto  um termo mdico, e quis fazer isto um negcio
permanente, divrcio era a opo mais fcil. No  como Marsha teve um grupo de dinheiro que Boyd
perderia em se ele abandonasse ela. Eu no posso figurar qualquer motivo para premeditao."
     "E voc est procurando por premeditao porque?"
     "As cartas. Se ns dissermos que todas as declaraes de amigos, parentes, pessoas com que ela
trabalhou, at seu marido e sua substituio so vlidos, ns trabalhamos o ngulo que nunca existia um
amante. Ento algum teve que plantar as cartas. Algum teve que escrever elas, e p-las em sua gaveta.
Depois do assassinato."
     "Por que depois?"
     "Porque uma mulher sabe o que est em sua gaveta de roupa ntima. Ela entra nisto para um par de
calcinha, ela vai achar as cartas." Peabody pausou. "Isto  como um teste?"
     "S mantenha ida. Toque isto fora para mim."
     "Certo, algum com acesso a seu apartamento, algum que estava l a noite que ela morreu, ponha
as cartas em sua gaveta. E parece mim que a escolha de gaveta  fmea. Um sujeito no  como provvel
para escolher o departamento de lingerie para esconder algo. Ns no sabemos quando as cartas foram
escritas porque no existia nenhum envelope, nenhum carimbo de data. Eles todas podiam ter sido
escritas a noite que ela foi morta. E se elas fossem, isso poderia eliminar premeditao e movimento em
cobrir um impulso. Crime de paixo."
     "Ento a teoria  pessoa ou desconhecido de pessoas matou Marsha Stibbs em impulso, ento a pos
na banheira pulando cobrir o assassinato como um acidente. Preocupado talvez que no era suficiente,
esta pessoa ou pessoas ento escreveram cartas de algum amante inexistente, plantou eles na gaveta de
roupa ntima da vtima de forma que poderia ento parecer ela foi morta por dito amante inexistente
durante um argumento."
     "Certo, soa um pouco l fora."
     "Ento traz para dentro isto."
     "Eu estou s nervosa, porque isto realmente sente como um teste." Peabody passou sem tocar sua
garganta quando Eve meramente mandou a ela um olhar fixo pedregoso. "Algum do resto da teoria 
instinto apenas. Voc olha para o modo que os dois deles reagidos para ns. Boyd pareceu triste, um
pouco trmulo inicialmente, mas estava contente que ns estvamos l. Podia ter sido um ato, mas sem
tempo para preparar, s parece real como faz sua insistncia que Marsha no teve um amante."
     Ela pausou, esperando por afirmao ou refutao da Eve, e conseguiu nada alm de silncio.
"Certo, sozinho. Slido do seu libi, e ainda que ele soubesse ou organizou a matana, parece mim ele
teria estado nervoso ou aborrecido que ns caminhamos em sua boa nova vida e abrimos a possibilidade
de o expor. Por outro lado, quando ela entrou, ela  assustada, ela est brava, e ela nos quer fora. Longe


                                                                                                       51
de sua agradvel nova vida com marido do seu camarada morto. Talvez isto  uma reao normal, mas
podia da mesma maneira que facilmente ser culpabilidade e medo de exposio."
     "Culpabilidade porque ela era--o que era?--Beijando com marido do dito camarada morto antes
de disse que camarada estava morto?"
     "Talvez, mas e se ela no era?" Ansioso, e s um pouco excitado, Peabody trocou em sua cadeira
assim ela podia ver perfil da Eve. "E se ela acabou de querer? E se ela era apaixonada por ele, e aqui ele
, s atravs do corredor, dia aps dia, felizmente casou, vendo ela como um amigo de da sua esposa.
Ela o quer para ela mesma, mas ele nunca vai olhar para ela aquele modo desde que Marsha est no
retrato.  Culpa da Marsha que ele no a ama. A culpa da Marsha ela no est vivendo que sonha--boa
casa, grande marido, talvez um par de bonita linha abaixo de crianas. Irrita ela, faa ela infeliz. Ela 
sempre precisa estar agindo como o amigo e vizinho e ela s no podem conseguir a fantasia do que
podia ser como fora de sua cabea."
     "O que ela faz?"
     "Ela tem um enfrentamento com Marsha. Boyd est em viagem, agora  o tempo. Ela exploses
Marsha para sair trabalhar todo dia em vez de ficar para casa e cuidando de seu homem. Ela no merece
Boyd. Se ela fosse sua esposa, ela estaria l consertar as comidas, compre os mantimentos. Ela daria a
ele uma criana. Ela daria a ele uma famlia. Eles lutam sobre isto."
     Ela quis ver isto, como ela soube que Eve podia ver tais coisas. Mas a imagem estava ainda
confusa. "Marsha provavelmente diz que ela consiga o inferno. Para ausentar-se de seu marido. Eu
aposto que ela disse que ela iria dizer a Boyd tudo. Aqueles nenhum deles teriam qualquer coisa para
fazer com ela novamente. Isto  demais para Maureen. Ela empurra Marsha, e Marsha cai, racha sua
cabea. O arquivo disse que era uma queda contra o canto de uma mesa de vidro reforado que a matou.
Ela pnico, tenta cobrir isto. Tiras Marsha abaixo, pe ela na banheira. Talvez eles pensaro que ela
deslizou, bata sua cabea na tina e afogada.
     "Entretanto ela comea a pensar novamente, e percebe que talvez eles no pensaro que  um
acidente. Mais, isto  uma oportunidade. Como um presente. Ela no quis dizer a matar, mas era feito.
Ela no podia suportar isso de volta. Se Boyd e a polcia pensam que Marsha teve um amante no lado,
resolveria tudo. Eles sairiam procurando o por como um suspeito. Por que eles j deviam olhar para ela?
Ento ela escreve as cartas, plantas eles, ento ela vai para casa e espera por ele tocar fora. Eu aposto,
depois de um enquanto, ela comeou a acreditar em que isto realmente aconteceu o modo que ela fez
parecer. Era o nico modo que ela podia viver com isto, o nico modo que ela podia dormir ao lado dele
noite aps a noite e no ia louco."
     Ela estourou uma respirao, tragada dura porque sua garganta era seca. "Isto  a teoria que eu
estou trabalhando. Voc vai dizer a mim ele sopros?"
     "Como voc viria para isto?"


                                                                                                       52
         "Eu continuei olhando para os relatrios, os dados, as fotografias. Eu leio as declaraes at que
meus olhos machuquem. Ento eu estava provendo a cama ontem  noite com tudo que correndo ao
redor dentro de minha cabea. Ento eu ponho isso tudo gostar neste canto de meu crebro, e usou o
resto dele tentar pensar como voc. Ou como eu pensei que voc pensaria. Sabe, como voc caminha
sobre uma cena de crime e voc comea a visualizar, tipo de como voc est assistindo isso tudo
acontece. E isso era o modo que eu assisti isso tudo acontecer. Um pouco escuro, mas isto  como eu vi
isto."
         Ela comeou a tomar outra respirao funda, ento piscou. "Voc est sorrindo."
         "Voc vai querer chegar a quando ele no estiver ao redor. Voc querer a questionar quando ela
estiver s. Com ele e a criana, ela pegou defesas construdas. Ela pode dizer a se que ela est
protegendo eles. Consiga ela em Entrevista. Faa isto formal. Ela no querer. Mas o uniforme a
intimidar nisto. No  provvel que ela gritar advogado imediatamente, porque ela se preocupar a
far parece culpado. Deixe-me saber quando voc estiver pronto para instalar isto, e eu tentarei
observar."
         Peabody sentiu seu corao batendo novamente. "Voc pensa que eu sou certo? Voc pensa que
ela fez isto?"
         "Oh sim, ela fez isto."
         "Voc soube isto. O minuto ela caminhou no apartamento, voc soube."
         "No importa o que eu soube ou o que eu sei.  seu caso, ento que assuntos  o que voc sabe e
conseguindo ela para dizer a voc."
         "Se voc fez a entrevista--"
         "Eu no estou fazendo a entrevista, voc . Seu caso. Descubra sua abordagem, seu tom, ento a
traga e a quebre abaixo."
         Eve puxada em uma calada, e Peabody inexpressivamente procurou. De alguma maneira eles
conseguiram da cidade at subrbio.
         "Agora coloque no lugar isto," Eve ordenada. "A frente do Pettibone e centra agora."
         Ela se sentou um momento, estudando o rosada redbrick casa. Era modesto suficiente, at simples
at que voc adicionou os jardins. Inundaes, rios, charcos de flores fludo fora da bsica da casa,
fluindo a distncia toda para a calada. No existia nenhum gramado para falar de, entretanto existiam
aglomeraes altas de um pouco de tipo das gramas ornamental criativamente trabalhado em para o mar
de cor.
         Uma caminho de pedra guarneceu sua passagem para a base de uma varanda coberta onde florescer
vinhas, espessas com fundas purpreas floresce, ferimento seu modo em cima postos redondos.
         Existiam cadeiras com almofadas brancas na varanda, vidro-topped mesas, e ainda mais flores em
panelas que tiveram artisticamente enfraquecido para verdete. Obviamente Shelly Pettibone gostou de se
sentar e contemplar suas flores.

                                                                                                        53
     At como Eve achou isto, uma mulher sada da porta da frente levando uma bandeja.
     Ela estava profundamente bronzeada, seus braos longos e magros msculos contra as mangas
pequenas de uma Camiseta azul folgada. Sua cala jeans era vestida e semeada fora em midcalf.
     Ela anotar a bandeja, Assistida Eve sai do carro. A brisa aprazvel mexeu seu sol-cabelo marrom
listrado vestido pequeno e unstyled em torno do weathered, apelando rosto de uma mulher que viveu
muita sua vida ao ar livre.
     Como Eve desenhou mais ntimo, ela viu que os olhos da mulher eram marrons e mostravam s
devastaes de choros.
     "Existe algo que eu posso fazer para voc?"
     "Sra. Pettibone? Shelly Pettibone?"
     "Sim." Ela olha trocado para Peabody. "Isto  sobre Walter."
     "Eu sou Tenente Dallas." Eve ofereceu a seu distintivo. "Meu ajudante, Oficial Peabody. Eu sinto
muito perturbar voc neste tempo difcil."
     "Voc precisa perguntar a mim perguntas. Eu acabei de sair de do 'vnculo com minha filha. Eu
no pareo poder fazer qualquer coisa a ajudar. Eu no posso pensar sobre as palavras certas. Eu no
penso que existe alguma. Eu sinto muito, se sente por favor. Eu iria ter algum caf. Eu s conseguirei
mais xcaras."
     "Voc no precisa aborrecer."
     "D a mim algo para fazer, e agora mesmo eu no tenho quase suficiente para fazer. Eu s serei um
minuto. Isso tudo direito se ns conversarmos fora aqui, no ? Eu gostaria de estar do lado de fora
durante algum tempo."
     "Certo, isto  bom."
     Ela voltou em, deixou a porta aberta.
     "Um sujeito esvazia voc para um modelo mais jovem depois de trinta anos ou ento," Eve
comeou. "Como voc sente sobre ele quando ele pontaps fora de?"
     "Duro de dizer. Eu no posso imaginar viver com ningum por trs anos muito menos trinta. Voc
 o casado aqui. Como voc sentiria?"
     A Eve abriu sua boca para fazer alguns murchando comentrio, ento parou. Ela sofreria, ela
percebeu. Ela lamentaria. Qualquer que ele fez, ela sofreria para a perda.
     Em vez de responder, ela andou acima de, olhou de relance na porta. "Lugar bom, se voc for para
este tipo de coisa."
     "Eu nunca vi qualquer coisa como esta jarda.  seriamente mag, e ele deve tomar uma tonelada do
trabalho. Parece natural, mas est realmente bem planejado. Ela pegou isso tudo plantado para efeito de
mximo--de acordo com a poca, fragrncia-modo, cores, e texturas. Eu cheiro ervilhas doces." Ela
tomou um mais fundo cheirar do ar. "Minha av sempre tem ervilhas doces fora da janela do quarto."
     "Voc aprecia flores, Oficial?" Shelly andou de volta fora, xcaras nas mos.

                                                                                                     54
      "Sim, Madame. Bonito de seu jardim."
      "Obrigado.  o que eu fao. Projeto de paisagem. Eu estava estudando horticultura e projeto
quando eu encontrei Walter. Um milho de anos atrs," ela suavemente disse. "Eu no posso acreditar
em bastante ele foi. Eu no posso acreditar em que eu nunca o verei novamente."
      "Voc freqentemente o viu?" Eve perguntada.
      "Oh, toda semana ou duas. Ns no ramos mais casados, mas ns tivemos um grande negociar
com comum." Ela despejou caf com as mos que no vestiram nenhum anel. "Ele freqentemente me
recomendaria para clientes, como eu o iria. As flores eram um dos ttulos entre ns."
      "Ainda voc era divorciado, e ele recasou."
      "Sim. E sim, ele era a pessoa que desejou terminar o casamento." Ela dobrou suas pernas debaixo
dela, erguida sua xcara. "Eu era contedo, e satisfao eram suficiente para mim. Walter precisou mais.
Ele precisou ter muito prazer em, estar excitado e envolvido. Ns perdemos alguma fasca essencial no
caminho. Com as crianas cresceram e longe de casa, com ele voltando para o dois de ns ... Bem, ns
no podamos reavivar aquela fasca. Ele precisou disto mais que eu fiz. Entretanto era difcil para ele,
ele disse a mim que ele quis uma mudana."
      "Voc deve ter estado bravo."
      "Eu era. Bravo e machucada e confundido. Ningum gosta de ser descartado, at suavemente. E ele
era gentil. No existe, no era um osso mdio em seu corpo."
      Seus olhos umedeceram novamente, mas ela piscou as lgrimas de volta, tomou um gole fundo de
caf. "Se eu insistisse, se eu o empurrasse de volta no canto nosso casamento me tornou para ele, ele
teria ficado."
      "Mas voc no fez."
      "Eu o amei." Ela sorriu quando ela disse isto, corao partido. "Era sua culpa, minha culpa, que
nosso amor para um ao outro suavizou em algo muito confortvel, muito suave para estar mais
interessando? Eu no direi que no era duro de deixar ele ir, enfrentar vida sozinho. Ns fomos casados
mais de metade minha vida. Mas o manter comigo fora de obrigao? Eu tenho orgulho demais isto, e
respeito demais por ns dois."
      "Como voc sentiu quando ele casou-se com uma mulher mais jovem que sua filha?"
      "Divertiu." O primeiro reflita de humor rastejado acima de rosto do Shelly, e fez isto bonito e
danoso. "Eu sei que  insignificante,  pequeno, mas eu mink eu era intitulado para um momento ou
duas de diverso. Como eu podia ser caso contrrio? Ela  um pouco de penugem tola, e francamente, eu
no penso que eles teriam ficado junto. Ele era deslumbrado com ela, e orgulhosos o modo como
homens so quando eles puderem pendurar algo extraordinariamente decorativo em seu brao."
      "Muitas mulheres pareceriam envergonhadas, bravas."
      "Sim, e o quo tolo isto  para medir voc mesmo contra um ornamento tolo? Minha reao era o
oposto. De fato, sua relao com ela foi um caminho longo a ajudar-me solucionar o que aconteceu entre

                                                                                                      55
ns. Se sua felicidade, at temporariamente, dependido de um conjunto bonito de peitos e menina de um
dar uma risadinha jovem, bem, ele no iria conseguir aquele de mim, no ?"
     Ela suspirou, anote sua xcara. "Ela o fez feliz, e em seu modo o amou. Voc no podia ajudar mas
ama Walt."
     "Ento eu ouvi. Algum no o amou, Sra. Pettibone."
     "Eu pensei sobre isto." Todo humor caiu longe de seu rosto. "Pensado e pensado. No faz nenhuma
sensao, Tenente. Nenhum mesmo. Bambi? Deus, que nome. Ela  tola e inconstante, mas ela no  do
mal. Leva do mal para matar, no faa isto?"
     "s vezes ele s toma uma razo."
     "Se eu pensasse, para um momento, que ela fez isto, eu faria tudo que eu podia ajudar voc provar
isto. Para ver ela pagar por isto. Mas, oh Deus, ela  um idiota inocente que, se ela conseguir ter dois
pensamentos de uma vez dever ouvir eles chacoalhando junto naquela sua cabea vazia."
     Ela no podia, Pensou Eve, disse isto melhor se.
     "E que razo ela podia ter que fazer isto?" Shelly exigiu. "Ela teve tudo que ela podia querer. Ele
era incrivelmente generoso com ela."
     "Ele era um homem muito rico."
     "Sim, e no uma para horda sua riqueza. A determinao de divrcio era mais que feira. Eu nunca
teria que trabalhar novamente se eu no amasse meu trabalho. Eu sei--porque ele disse a mim--que ele
tem Bambi talentoso com uma confiana significativa quando eles casaram. Nossas crianas estavam
generosamente fornecidas para e cada tem uma parte grande do Mundo de Flores. A herana cada um de
ns, e sim, eu tambm sou um beneficirio, receber em sua morte  considervel. Mas ns temos
considervel j."
     "Que tal os negcios associa? Competidores?"
     "Eu no conheo qualquer um que desejaria que Walt prejudicasse. Como para negcios, matando
ele no lega efeito WOF. A bem estabelecido da companhia, bem organizado, com ambas nossas
crianas empreendendo cada vez mais da administrao. Matando ele no faz nenhuma sensao."
     Fez sentido para Julianna, Eve meditou. A mulher no fez nada a menos que faa sentido. "Desde
que voc manteve uma boa relao, por que voc no freqentou sua festa?"
     "Acabou de parecer desajeitado. Ele persuadiu que eu viesse, entretanto no muito duro. Deveria
ser uma surpresa, mas claro que ele soube sobre ele semanas atrs. que Ele estava muito excitado. Ele
sempre era como um pouco menino quando veio para festas."


     Eve alcanada em sua bolsa, tirou duas fotografias do Julianna Dunne. "Voc conhece esta
mulher?"
     Shelly tomou ambos, segurou eles lado a lado. "Ela  muito bonita, em ambos os olhares. Mas,
no, eu nunca a vi antes. Quem ela ?"

                                                                                                     56
     "O que voc estava fazendo a noite de festa do seu marido?"
     Ela desenhou uma respirao pequena, como se ela soubesse que isto foi um sopro que ela teria
que enfrentar. "Eu realmente no tenho o que voc chamaria um libi como eu estava s. Eu descobri no
jardim at quase pr-do-sol, e um dos vizinhos poderiam ter me visto. Eu fiquei para casa que noite. Os
amigos perguntaram a mim para jantar no clube, O Clube de Westchester Rural, mas eu no senti como
saindo. Voc poderia conhecer eles. Jack e Anna Whitney. Ele  um chefe de polcia na cidade."
     A Eve sentiu sua pia de estmago. "Sim. Eu conheo o chefe e sua esposa."
     "Anna tem estado tentando me consertar desde o divrcio. Ela s no pode entender como eu
posso ter muito prazer em sem um homem."
     "E voc ? Voc perguntou-se isto se relao do seu marido com sua esposa atual falhou, como
voc sentiu isto iria, ele voltou para voc?"
     "Sim. Eu pensei sobre isto, considerado isto. E o fato  que eu no penso que ele voltaria."
     Uma borboleta, branco cremoso, flitted atravs da varanda e tremulada at paquerar com as flores
emas vaso. Assistindo isto, Shelly suspirou.
     "E eu sei que eu no o teria tido se ele fez," ela adicionou. "Eu o amei, Tenente, e ele sempre ser
uma parte vital de minha vida. At agora isto  que ele foi. Isto  um homem que com que eu vivi,
dormido com, tido e levantei crianas. Ns compartilhamos um neto que ns dois adoramos. As
memrias ningum mais tem, e aqueles so preciosos. Mas ns no ramos mais apaixonados um com o
outro. E eu vim para gostar da vida que eu estou fazendo sozinho. Eu aprecio o desafio, e a
independncia disto. E enquanto isso confunde Anna e um pouco de meus outros amigos, eu no estou
pronto para desistir aquela independncia. Eu no sei que eu j serei. Walter era um bom homem, um
homem muito, muito bom. Mas ele no era meu homem mais."
     Ela deu as fotografias de volta para Eve. "Voc no disse a mim quem ela era."
     Ela ouviria isto, Pensou Eve, ou pela mdia ou sua conexo com Anna Whitney. "Ela  a mulher
que deu a Walter Pettibone envenenou champanha. E nosso principal suspeito."
     ***
     "Eu gostei dela," Peabody disse como eles repeliram a cidade.
     "Ento fez eu."
     "Eu no posso ver ela contratando um golpe. Ela  muito direta, e eu no sei, sensato. E se o
retorno de motivo era para o divrcio, por que no objetivo Bambi, tambm? Por que a substituio
devia chegar a tocar lamentando viva e rolar ao redor em uma herana?"
     Desde Eve veio para as mesmas concluses se, ela movimentou a cabea. "Eu verei se Whitney
pode dar a mim qualquer ngulo diferente no divrcio e sua atitude em direo a Pettibone. Mas neste
momento ns a batemos lista abaixo."
     "O que  o prximo passo?"


                                                                                                      57
       "Se Julianna estivesse um contratado hitter, ela seria cara. Ns comearemos em financeiro, veja se
algum gastasse algum dinheiro srio recentemente."
       ***
       Julianna no estava preocupada sobre dinheiro. Seus maridos, Deus descansa eles, tinha sido muito
generoso com o artigo. Longa antes dela matar eles, ela abriu assegura, contas numerado debaixo de
vrios nomes em vrias instituies financeiras discretas.


       Ela investiu bem, e at durante seu tempo horrorosos na priso, seu dinheiro ganhou dinheiro para
ela.
       Ela podia ter vivido uma vida longa e indulgente em qualquer lugar no mundo ou seus satlites.
Mas aquela vida nunca teria sido completa a menos que ela possa tomar as vidas de outros.
       Ela realmente apreciou matana. Era tal trabalho interessante.
       O um benefcio de encarceramento tinha sido o tempo, tempo infinito, para ela considerar como
continuar que trabalhar uma vez que ela estava livre novamente.
       Ela no odiou homens. Ela detestou eles. Suas mentes, seus corpos, seus suados, procurando no
escuro mos. Acima de tudo, ela detestou sua simplicidade. Com homens, isso tudo veio at sexo. Porm
eles vestiram isto em cima--romantizado, justificado, digna ele--meta primria do homem era para
encher seu galo dentro de voc.
       E eles eram muito estpidos para saber aquele uma vez que eles fizeram, eles deram a vocs todos
o poder.
       Ela no teve nenhuma condolncia para mulheres que reivindicaram que eles foram abusados ou
estupraram ou molestaram. Se uma mulher era muito estpida, muito fraca, conhecer como ocupar poder
do homem e usa isto contra ele, ela mereceu qualquer que ela chegou.
       Julianna nunca tinha sido estpida. E ela aprendeu depressa. Sua me tinha sido nada alm de um
bobo que foi lanado longe por um homem e ido subindo para outro. E sempre em seu beck e
telefonema, sempre obedientes e maleveis.
       Ela nunca aprenderia. Nem mesmo quando Julianna seduziu seu idiota segundo marido, atraiu ele
para a cama, e deixe ele fazer todos os coisas asquerosas de homens vividas para fazer para seu corpo
fresco e flexveis de quinze anos de idade.
       Tinha sido to fcil fazer ele a quer, desenhar ele em de forma que ele se escaparia sorrateiramente
da cama da sua esposa e em filha da sua esposa. Ansiando por ela como um filhote de cachorro vido.
       Tinha sido to fcil usar isto contra ele. Tudo que ela teve que fazer era oscilar sexo, e ele deu a ela
qualquer que ela quis. Tudo que ela teve que fazer era ameaar exposio, e ele deu a ela mais.
       Ela foi embora daquela casa s dezoito, com muito dinheiro e sem um olhar subdesenvolvido. Ela
nunca esqueceria rosto da sua me quando ela disse seu s o que continuou debaixo de seu nariz para
trs anos longos.

                                                                                                            58
     Tinha sido to brutalmente satisfatrio ver o choque, o horror, o pesar. Para ver o peso de isso tudo
impacto abaixo e esmagamento.
     Naturalmente, ela disse que ela foi estuprada, forada, ameaou. Sempre pagou proteger voc
mesmo.
     Talvez sua me acreditou nisto, e talvez ela no teve. No importou. O que importou era aquele
naquele momento que Julianna percebeu que ela teve o poder para destruir.
     E ele a fez.
     Agora, anos mais tarde, ela permaneceu no quarto do townhouse fora de Avenida de Madison que
ela comprou mais de dois anos antes. Debaixo de ainda outro nome. Estudando se no espelho, ela
decidiu que ela gostou de se como uma morena. Era um olhar abafador, particularmente com o tom de
p de ouro ela escolheu para sua pele.
     Ela iluminou um cigarro herbrio, girado lateralmente no espelho. Correu um dar sua barriga
plana. Ela aproveitou-se das instalaes de sade na priso, manteve se em forma.
     De fato, ela acreditou em que ela estava em melhor formar que ela tem sido antes dela entrar. Mais
firme, ajustada, mais forte. Talvez ela juntaria-se uma sade bater aqui, uma exclusiva. Era um caminho
excelente para encontrar homens.
     Quando ela ouviu seu nome, ela olhou de relance em direo  tela de entretenimento e o boletim
mais recente. Encantada, ela assistiu seu rosto, ambos como se e como Julie Dockport relampeja em.
Admitidamente, ela no esperou a polcia para a identificar isso mesmo depressa. No que a se
preocupou; Nem um pouco.
     No, eles no a preocuparam. Eles--ou um deles-- a desafiaram.
     Detetive Eve Dallas, agora Tenente.
     Ela voltou para Dallas. Para empreender guerra.
     Existiu algo sobre Eve Dallas, ela pensou agora, algo frio, algo escuro que falou com ela.
     lcool de parentesco, ela meditou, e como a idia intrigou seu que ela se achou horas de gastos
infinitas de seu tempo na priso, estudando aquele oponente particular.
     Ela teve tempo quieto. A polcia estaria perseguindo seu rabo que procura por uma conexo entre
ela e Walter Pettibone. Eles achariam nenhum porque existia nenhum para achar.
     Isso era o tom de que ela trabalha agora, outros maridos das mulheres. Ela no teve que fazer sexo
com eles. Ela s precisa matar eles.
     Passeando fora do quarto, ela caminhou em direo a seu escritrio para gastar a prxima hora ou
duas estudando suas notas de pesquisa em sua prxima vtima.
     Ela poderia ter tomado uma forada sabtica, mas Julianna voltava. E raring para ir.


     CAPTULO 6


                                                                                                       59
     Porque protelando fez ela parecer fraca e estpida, Eve s conseguida para adiar a viagem para
escritrio do Chefe Whitney at o meio do dia.
     A nica satisfao em cabealho em cima estava podendo ignorar Canal 75  s em-reprter de ar,
Nadine Furst, como ela solicitou uma entrevista relativo  histria de Pettibone-Dunne.
     Isso era qualquer outra coisa que ela teria que embaralhar em, ela pensou como ela pegou um
deslizamento fora de Homicdio. As habilidades investigativas do Nadine eram como afiadas e
compreenso que seu guarda-roupa. Ela seria uma ferramenta  mo.
     Como ela era diretamente mostrada em escritrio do Whitney sem at uma espera momentnea,
Eve teve que figurar ele ter esperado que ela.
     Ele se sentou em sua escrivaninha, um grande- shouldered homem com um rosto vestido, largo.
Ele teve olhos bons, claros, e ela teve razo para saber que seu tempo fora das ruas no o suavizaram.
     Ele se sentou de volta, dando seu um pouco vem-adiante sinal com um dedo. "Tenente. Voc tem
estado ocupado."
     "Senhor?"
     "Voc fez uma viagem fora para meu bairro esta manh, pagou uma visita para Shelly Pettibone."
Ele dobrou aquelas grandes mos, e seu rosto era ilegvel. "Eu acabei de conseguir um earful de minha
esposa."
     "Chefe,  procedimento de padro para questionar qualquer e todas as conexes para a vtima."
     "Eu no acredito em que eu disse caso contrrio." Sua voz era funda, grunhindo, e to ilegvel
quanto seu rosto. "Qual era sua impresso de Shelly Pettibone?"
     "Que ela  uma mulher sensata, fixa, e direta."
     "Eu teria que dizer isto  uma descrio perfeita, e eu a soube mais ou menos quinze anos. Voc
tem alguma razo para acreditar em que ela teve qualquer coisa para fazer com a morte do seu marido?"
     "No, senhor. No existe nenhuma evidncia me levando naquela direo."
     Ele movimentou a cabea. "Eu estou contente por ouvir isto. Tenente, voc tem medo de minha
esposa?"
     "Sim, senhor," Eve disse sem vacilao. "Eu tenho."
     Seus lbios tremido para um momento em que poderia ter estado um sorriso sufocado. Ento ele
movimentou a cabea novamente. "Voc est em boa companhia. Anna  uma mulher muito
determinada com opinies muito definidas e particulares. Eu vou fazer o que eu posso a manter fora de
suas costas para este, e como Shelly no est em sua lista pequena, isso parece muito fazvel. Mas se vier
at voc ou me, voc  por conta prpria."
     "Compreendido."
     "S assim ns sabemos onde ns permanecemos. Deixe-me dar a voc algum fundo bsico aqui."
Ele gesticulou para uma cadeira. "Minha famlia tem sido muito amigvel com o Pettibones para vrios


                                                                                                         60
anos. De fato, Sherilyn namorou um de meus filhos quando eles eram adolescentes. Era uma decepo
amarga para minha esposa que a relao no terminar em casamento, mas ela recuperou-se isto."
     Existia um holo emoldurado de sua esposa em sua escrivaninha. Em um movimento sutil, Whitney
bateu isto at que enfrentou em direo  parede em vez de em direo a ele. "Anna e Shelly so amigos
muito bons, e eu acredito que Anna tomou isto mais duro que Shelly fez quando Walter partiu. De fato,
Anna recusou ver ou falar com Walt, que  por que ns, e nossas crianas no estavam na festa. Ns
ramos convidados, mas no se faamos cabeas de alvo com Anna acima de assuntos sociais."
     "Eu no penso menos de voc para isto, Chefe."
     Suas sobrancelhas curvadas e para outro momento existia um flash de humor em seus olhos. "Anna
est destinada e determinado que Shelly casa novamente, ou no muito menos desenvolva um interesse
romntico srio. Shelly no cooperou. Ela , como voc disse, sensato e fixo. Ela  feita uma vida
confortvel para ela mesma e mantida, para confuso da Anna, uma relao sincera com Walt. Como
para Walt ele mesmo, eu gostava o de."
     O humor diminuiu. "Muito aficionado por ele. Ele no era um homem para fazer inimigos. At
Anna no podia o repugnar. Suas crianas o adoraram, e como eu sei eles quase como tambm eu sei
meu prprio, eu direi que entretanto voc ter que completar neles investigatively, voc achar que eles
no tiveram nenhuma parte em seu assassinato."
     "Eu no achei nenhuma evidncia nem motivo que leva em sua direo, Chefe. Nem em direo a
seus cnjuges."
     "Mas voc achou Julianna Dunne."
     "Sim, senhor."
     Ele afastou sua escrivaninha, rosa. "Existem tempos, Dallas, o sistema falha. Falhou no mantendo
aquele individuo em uma gaiola. Agora um bom homem est morto porque o sistema falhou."
     "Nenhum sistema  simples, mas sabendo aquele fazer isso mais fcil quando voc perder um
amigo."
     Ele reconheceu esta oferta de condolncia com um aceno com a cabea. "Por que ela o matou?"
     Porque ele permaneceu, Eve levantou. "Seu padro tinha estado para objetivo um homem de
alguma riqueza e prestgio, desenvolva uma relao com ele aquele levado a casamento, legalmente
prendendo se a fim de ganhar todo ou uma poro daquela riqueza em sua morte. Nos trs casos ns
sabemos de, o objetivo no era no menos que vinte e cinco anos seus sniores, e ela se tornou sua
segunda esposa. Enquanto Pettibone ajusta o tipo geral de seu objetivo favorecido, nenhuma evidncia
veio para iluminar que ele pessoalmente a conheceu. Ela no era um herdeiro legal para sua propriedade,
e ento no podia lucrar de sua morte por sua habitual quer dizer."
     A Eve tomou os discos de seus relatrios fora de seu bolso, deixe eles em sua escrivaninha. "O
motivo mais lgico permanece ganho financeiro. Eu estou procurando a possibilidade Dunne era
contratado. Ns fizemos um primeiro-nvel legar pelo financeiro dos negcios de famlia e mais ntimos

                                                                                                     61
associar. Eu no achei nada para indicar quaisquer retiradas grandes, ou consistentes menores que
encontrariam a taxa para um profissional bate. Eu preciso ir mais fundo, e solicitou autorizao para um
segundo nvel."
     "Ela seria bom nisto," Whitney comentou.
     "Sim, senhor, ela iria."
     "Tambm sido do seu padro para mover, restabelecer se em outro local depois de que ela ter o
dinheiro na mo."
     "Ela j est padro quebrado. Mas se ela for Nova York deixada, seria para outra cidade
importante. E uma, em minha opinio, ela est familiarizada. Ela est ainda conseguindo suas pernas
debaixo dela, e preferiria o familiar. Eu pedi a Feeney para manter em contato com a polcia em Chicago
e Leste Washington. Eu tambm perguntei Dra. Mira consultar. Eu quero que ela estude os relatrios e
prova resulta em Dunne."
     "Voc no pretende etiqueta o original profiler?"
     "No, senhor. Em minha opinio o prvio profiler e encolhe era muito suave nela, e eu preferiria
que Mira  tomar. Dunne conhece como tocar pessoas. Tambm, sua me e padrasto esto ainda vivos.
Ela pode tentar contato l em um certo ponto. Alm de, McNab compilou uma lista das pessoas que ela
pode ter formado uma relao com enquanto em Dockport. Eu penso que uma viagem l poderia
fornecer um pouco de perspiccia."
     "Quando voc planeja partir?"
     "Eu esperei ir amanh, senhor. Eu pensei solicitar que Feeney vem comigo neste caso. Ns dois
lidado pessoalmente com Dunne, e enquanto Peabody podia usar a experincia, cheio do seu prato. Seus
pais so na cidade, e eu recentemente dei seu um caso frio para investigar."
     Sua sobrancelha enrugada. "Um homicdio? Ela est pronta isto?"
     "Sim, senhor, ela est pronta. Ela   direita caminho, e eu acredito em que ela possa fechar isto."
     "Mantenha-me notificado em todas as contas. Eu estarei fora do escritrio a maior parte de amanh
 tarde. Dizendo adeus para um amigo."
     ***
     Pareceu estranho poder registrar o tempo fora em fim de turno e ir para a para casa na hora certa.
Era estranho ainda para entrar a porta da frente e no ter Summerset que espreita no vestbulo pronto
com alguma observao ou observao expressiva. Ela realmente se achou de p l por um minuto ou
dois, esperando por ele, antes dela se pegar.
     Esquisitamente envergonhada, ela comeou de cima, quase certo ele estaria l, tipo de prover
espera. Mas ela fez isso tudo o caminho para o quarto sem um sinal dele. Ou o gato.
     No fez, ela percebeu, sinta como bastante casa.
     At que ela ouviu o chuveiro correndo, e uma voz murmurante do juntar banho. Ela entrou e viu
longo do Roarke, forma desengonada pelo vidro ondulado da parede de chuveiro.

                                                                                                        62
     Era suficiente fazer uma mulher querer lamber seus lbios.
     As vozes vieram de uma tela descansada nos azulejos de chuveiro, e pareceram ser um pouco de
tipo de relatrio financeiro. A mente do homem estava cheia de nmeros metade do tempo, ela pensou, e
decidiu trocar isto para outra ocupao.
     Ela desnudou-se onde ela permaneceu, movidos quietamente no criss cruzamento sprays atrs dele,
deslizou suas mos ao redor sua cintura. E abaixo.
     Seu corpo endureceu, uma ondulao rpida de msculo e instinto animais.
     "Bem." Sua voz ronronou fora. "Minha esposa podia voltar para casa para qualquer minuto."
     "Atarraxe ela."
     Ele riu. "Feliz para," ele disse, e girando teve ela apertada contra os azulejos molhados.
     "Temperatura da gua de aumento para um-oh-um graus."
     "Muito quente," ele murmurou contra sua boca como o spray aquecido, emitiu fumaa.
     "Eu quero isto quente." Em um movimento rpido, ela inverteu suas posies, bateu seus dentes
acima de sua mandbula. "Eu quero voc quente."
     Ela j estava molhada, e ela era barulhenta. Suas mos e boca ocupadas nele, assumindo o
comando dele em um tanto quanto agresso alegre. Ele no mais ouviu a voz viva, cortada na tela aquela
detalhada a linhagem mais recente reporta, as projees de mercado. S o silvar de spray e a batida de
seu prprio sangue.
     Ele podia a querer, todo minuto de todo dia. Estava certo que ele continuaria a quer-la depois que
ele estava morto e ido. Ela era a pulsao, a razo, a respirao.
     Quando ele pegou ela gotejando cabelo em sua mo, arrancou sua cabea em cima muito sua boca
podia fundir para sua, era como alimentando uma fome que nunca era, sempre bastante .
     Ela sentiu isto dele, a extremidade daquele apetite violento ele muito freqentemente mascarou em
elegncia e estilo e pacincia. Quando ela saboreou isto, fez ela almejar o primitivo, fez ela cobiar o
perigo de deixar o animal dentro deles ambas as fonte solta alimentar.
     Com ele ela podia ser tenro, onde nunca existiu ternura. E com ele ela podia ser brutal, sem medo.
     "Agora. Agora, agora, agora! Dentro de mim."
     Ele agarrou seus quadris, dedos corredios acima de pele lisa, molhada at que eles
entrincheiraram-se. Sua respirao pegou quando ele empurrou suas costas contra os azulejos, ento
lanado em um grito quando ele empurrou ele mesmo nela.
     Seu corpo mergulhou pelo primeiro orgasmo maligno, ento feito correr para mais.
     Seus olhos bloqueados com seus. Ela podia se ver l, nadando dentro, afogando naquele vvido
azul. Confiante sua fora, ela embrulhou suas pernas ao redor sua cintura para tomar mais dele.
     O vapor ondulou, nvoas magras. A gua fluiu, chuva quente. Ele dirigiu ele mesmo duro e fundo,
assistindo, sempre assistindo aquele prazer chocado radia acima de seu rosto. Ele podia ver seu nascente


                                                                                                     63
para definhar novamente, o modo seus olhos borrados, os dourados marrons deles afundando um
momento antes deles cegar, um momento antes de seu corpo juntado, ento estremeceu.
     Ela embrulhou ao redor ele, um punho quente, molhado, e quase o arrastou acima de com ela.
     "Tome mais." Sua voz era rota, seus pulmes queimando. "Tome mais, e mais, at que voc venha
gritando para mim."
     Ela podia ouvir o bater afiado, rtmico de carne contra carne, de carne contra azulejo, e podia
saborear quando sua boca esmagada abaixo em sua novamente a necessidade ultrajante nele. E como ele
empurrou nela, como prazer e dor e loucura fundidos em se chamuscarem massa dentro dela, ela se
ouviu gritar.
     Mancos como trapos, ainda emaranhados juntos, eles deslizaram at o cho do chuveiro.
     " Jesus Cristo," ele administrou.
     "Deixe seja s fique aqui por uma hora ou duas. Ns provavelmente no afogaremos." Sua cabea
solta sobre seu ombro como uma pedra.
     "Ns poderamos, como eu penso que ns estamos deitando nos drenos." Mas ele no fez nenhum
esforo para mover.
     Ela diminuiu sua cabea muito a batida de spray em seu rosto. "Mas ele se parece bom."
     Ele em forma de xcara seu peito. "Deus sabe."
     "Onde o inferno todo mundo est?"
     "Eu penso que ns estamos aqui mesmo." Seus mamilos estavam ainda duros, ainda quentes, e
inspirado ele para rolar acima de suficiente para gosto.
     Ela piscou gua fora de seus olhos. "Voc precisa estar brincando."
     "Eu no acredito em que eu serei se voc der a mim alguns minutos aqui. Menos se a gua no era
to sangrenta quente."
     "Diminua o temporrio e rosto minha ira." Ela pe suas mos um ou outro lado de seu rosto,
erguida sua cabea. Sorriu abertamente. "Seria melhor ns conseguirmos o inferno fora daqui. O nvel
da gua est subindo."
     Uma vez que eles conseguiram parar eles mesmos, ela dirigiu-se ao tubo secante. Roarke agarrou
uma toalha.
     "Realmente, onde todo mundo est?"
     "ltimo eu verifiquei, Phoebe estava tendo um tempo bom tocando na estufa. Sam e Summerset
tiveram suas cabeas juntas na cozinha acima de um pouco de receita. Eles hipotecaram gostam colar
acima de ervas e molhos e qualquer. Eu sou informado que eles esto saindo com Peabody pela noite,
ento voc no tem que se preocupar sobre entreter eles."
     Ela saiu do tubo, tomou a bata que ele ofereceu, ento assistiu ele enganchar uma toalha livremente
em seus quadris. "Feeney e eu estamos voando para Chicago amanh, tomando um disparado contra


                                                                                                     64
Dockport. E no," ela disse antes dele poder falar, "ns no estamos levando uma de seus transportes de
fantasia. Ns usaremos a lanadeira, como as pessoas regulares."
     "At voc. Algum novo leve?"
     "Nada isto est firmando em cima para ns ainda." Ela seguida ele no quarto, caado em cima um
par de cala jeans. "Descoberta que primeira esposa do Pettibone e a esposa do chefe so apertadas. Faa
isto um pouco enganador, embora ela no  alta em minha lista. Eu preciso fazer uma segunda-procura
de nvel no financeiro dos jogadores principais."
     Ele olhou de relance em cima como ele cala comprida fresca enganchada, encontrada sua
carranca. "Eu no disse uma coisa."
     "Eu posso ouvir que voc pensando, camarada, e no. Eu tenho autorizao para segundo nvel, e
isto  to fundo quanto eu estou indo agora mesmo. Eu no preciso de voc usando seu equipamento no
registrado ou imergindo qualquer mais fundo. Ns estamos movendo junto bem suficiente tocando isto
pelo livro."
     "Voc j pergunta voc mesmo quem escreveu aquele livro?"
     "O brao longo da lei. Se voc conseguisse qualquer tempo livre, eu no me importaria seu
empreender o financeiro. Voc v nmeros diferentemente que eu fao."
     "Tenente, eu sempre tenho tempo para voc."
     ***
     Ele deu suas duas horas, at conformada-se pizza de comer em seu escritrio como eles estudaram
os negcios financeiros de famlia do Pettibone e o superior executivos e contas em seus negcios.
Depsitos, retiradas, transferncias, contas, e gratificaes. "Nada envia em cima quaisquer bandeiras
para mim," Roarke disse extensivamente. "Voc tem uns negcios associa que podia usar conselho
melhor em suas carteiras, e aquela conta em Tribeca devia estar fazendo um pouco mais por annum,
ento eu no ficaria surpreendido se um pouco est entrando bolso de algum aqui e l. Nada
importante, mas se fosse meu, ns estaramos tampando os buracos."
     "Quanto voc pensa estar sendo lido rapidamente?"
     "Oito, nove mil talvez, e isto  s este ano. Cota insignificante. No suficiente para matana."
     "Pessoas matam para mudana de bolso, Roarke."
     "No suficiente, eu devia dizer, contratar um profissional. Voc poderia querer conversar com o
gerente l, mas eu diria que voc estaria fazendo isto mais para forma. Ele no tem suficiente para dispor
um a favor de  taxa, apenas suficiente para um amador, e ele no trocou qualquer dinheiro real fora de
seu pessoal, ou a loja de flor para administrar isto. Ele ter um secundrio jogando problema, ou um
pedao de fantasia no lado."
     "Um pedao de fantasia."
     Ele olhou de relance acima de. "Bem agora, pedaos laterais tendem a ser fantasia como uma
regra, no ? Ainda, eu optaria para o jogar como eu no vejo quaisquer compras que indicam ele pegou

                                                                                                        65
uma mulher. Nenhuma contas de hotel ou fora do caminho restaurante carrega para jantar para dois, no
em viagem onde um homem poderia se escapar sorrateiramente com uma mulher no sua esposa."
     "Parea mim voc conhece um lote terrvel sobre como um homem mantm aquele fantasia
sidepiece."
     "Isto realmente? Eu diria no mais do que seu homem mdio, e claro que em um puramente
intelectual, at sensao acadmica."
     Ela levantou outra fatia de pizza. "No  uma boa coisa que eu concordo com voc, ao redor?"
     " um grande alvio para mim."
     "Eu terei uma conversa com o sujeito com dedos pegajosos." Ela levantou, comendo pizza 
medida que ela compassou. "Devia ser sobre dinheiro.  o motivo lgico. Mas ele no sente como 
sobre dinheiro. Por que ela volta para Nova York e objetivo um homem ela nunca est encontrada?"
     "Talvez ela o encontrou, ou pelo menos estava planejando para antes dela ser interrompida quase
dez anos atrs."
     "Ele era casado dez anos atrs," Eve comeou, ento pausado para deixar isso tudo pia. "Mas
talvez ele era inquieto sobre o casamento at ento. Talvez existem sinais daquele tipo de
descontentamento que uma esposa, uma famlia, amigos de fim no vem. Mas um estranho, um que
procura por discrdia poderia localizar isto. Ele podia ter estado em sua lista como uma possvel, algum
que ela era pesquisa com a idia de o atrair longe de sua esposa e em uma relao, ento casamento. Ele
teria sido um desafio real para ela porque ele  basicamente um muito decente, homem muito honrado.
Ela podia o corromper?"
     Considerando, Eve voltada. "Isso teria apelado para ela. Ns nunca obrigamos a quanto tempo ela
manteve cada de seus objetivos em suas vises. Ela pode muito bem tem mantido Pettibone para uma
marca futura, ento ela  pega, tentou, encarcerou. Enquanto ela est fora do retrato, ele se divorcia de
sua esposa, acaba com uma fresca nova esposa. Talvez ela o matou s porque ela nunca conseguiu a
chance de tocar fora sua mo antes."
     "Se aquelas alas de teoria, voc no teria nenhum vnculo."
     "No, mas eu teria um fudido motivo. Se ela no for matar para dinheiro, ento ela j conseguiu
dinheiro, porque ela precisa da vida prdiga. E talvez ela matou s porque ela faltou a pressa. Ela teve o
dinheiro da vtima do Leste Washington, mas ela no tocou isto. Eu verifiquei nisto. Ento ela pegou
outra renda e tem estado sentando, esperando por uma dcada. Eu acho isto, eu a acho."
     "Se eu estivesse escondendo dinheiro longe para um dia chuvoso, estaria em contas numeradas,
vrias instituies, vrios locais." Ele lavou abaixo pizza com algum excelente cabernet Sauvignon.
"Ambos dentro e fora do pas, ambos de tempo em tempo planeta. No demais em qualquer uma
panela," ele adicionou quando carranca de Eve nele. "Naquele modo, se voc no pode facilmente ou
chega seguramente a aquela panela particular, existe sempre outro."


                                                                                                       66
      "S no seria dinheiro. Ela gostou de aes, ttulos, aquele tipo de coisa. Se voc assinalasse
pedaos agradveis para o mercado, voc no podia s se sentar de volta e deixa isto passeio por quase
uma dcada. No ?"
      "No se voc tivesse uma cela de crebro ainda trabalhando. Voc tem precisa vigiar coisas, troque
capitais, venda, compra, e assim por diante. Ou tenha algum que voc confiou lidar com isto."
      "Ela no confiou ningum. Isso diz a mim que ela achou um modo da priso para lidar com isto
pessoalmente. Isso significa transmisses, para l e para c, e eles deveriam ser monitorados."
      "Um suborno na mo direita cuidaria disto. Investimentos conservadores, chip azul e assim por
diante, e ela no precisaria de muito tempo para supervisionar suas contas. Algumas horas na semana no
mximo."
      "Feeney e eu teremos que achar a mo que ela engraxou."
      "Voc planeja voltar para casa novamente neste sculo?" Ele angulado sua cabea. "Procurando
por um guarda da priso ou preso que seria aberto a subornos no deviam tomar mais de vinte, trinta
anos obrigar a."
      "Tenha um pouco f." Ela lambeu molho de pizza de seu dedo polegar. "Eu estarei em casa por
hora do jantar."
      "Duas noites correndo? Eu vou marcar meu calendrio." Quando ela s continuou a carranca, ele
agitou sua cabea. "O que?"
      "Nada. Eu estava s pensando." Ela vagou de volta, empurrada em outra fatia de pizza, decidido
contra isto.
      Porque ele conheceu sua mulher, Roarke no disse nada e a esperou fora.
      "Quando eu estava entrevistando Shelly Pettibone hoje, ela estava conversando sobre seu
casamento. Ocorreu como ela ainda teve muito para ele, embora ele a esvaziou e casou algum metade
sua idade, e com grande peitos. Mas era mais como se ela estivesse conversando sobre um irmo que um
marido neste momento. Ela disse... De qualquer maneira, voc pensa que a paixo, o sexo, o modo que 
conosco s vamos suavizar fora e enfraquecemos fora depois de um tempo?"
      "Morda sua lngua."
      "Eu quero dizer, pessoas no acabar no cho do chuveiro o tempo todo. E quando aquele tipo de
coisa pra de acontecer, voc ter qualquer coisa partido que mantm voc junto? Precisar ser junto, ou
voc acabar estando duas pessoas que vivem na mesma casa?"
      "Venha aqui."
      "Eu no preciso de certezas, Roarke." E ela j estava desejando que ela mantivesse sua boca
fechada. "Acabou me de atingir, isto  tudo. Era tipo de triste, mas compreensvel."
      "Venha aqui de qualquer maneira." Ele alcanou uma mo para sua, e quando ela tomou isto,
desenhou ela em seu colo. "Eu no posso no imaginar querer voc de forma que ponho uma dor dentro
de mim. Vendo voc, cheirando voc, tocando em voc muito tudo em mim necessidades. Mas, se

                                                                                                     67
quando ns formos cem e vinte e isto  mais memria que realidade, eu necessidade quieta voc, Eve,
mil modos."
     "Certa." Ela escovou o cabelo longe de seu rosto.
     "Espere. Faa que voc lembra quando primeiro eu vi voc. No inverno, com a morte entre ns?"
     "Sim, eu lembro."
     "Eu no fiz voc para um policial. Aquele transtornado mim por algum tempo mais tarde como eu
me orgulhei eu mesmo para localizar um policial em metade de uma milha na escurido. Mas quando eu
girei e olhei para voc, eu no vi policial. Eu vi uma mulher. Eu vi a mulher, entretanto eu no figurei
aquele. Eu s soube que eu pareci, e eu vi, e tudo trocou. Nada seria o mesmo para mim depois daquele
momento."
     Ela lembrou como ele girou, olhado atrs acima do mar de compadecidos em um enterro, como
seus olhos tido bloqueados com suas como se eles tm sido os nicos uns l. E o poder de que olha a
agitou para seus dedes do p.
     "Voc me aborreceu," ela murmurou.
     "Eu quis dizer para. Eu pareci, Querida Eve, e viu a mulher que eu adoraria, e confiaria, e
necessidade que eu nunca esperaria amar ou confiana ou necessidade outra alma viva. A nica mulher
com que eu quis ser, viver, dormir e despertar. E a ghra, envelhecer."
     "Como voc faz isto?" Ela abaixou sua testa para seu. "Como voc sempre consegue dizer o que eu
preciso ouvir?"
     "Existem pessoas que vivem fora suas vidas juntas, e no s de hbito ou convenincia ou um
medo de mudana. Mas de amor. Talvez amor tem ciclos. Ns no temos estado nele longos suficiente
para conhecer, no ? Mas eu sei uma coisa totalmente. Eu amarei voc at que eu morra."
     "Eu sei." Lgrimas escovadas sua bochecha. "Eu sei isto porque  o mesmo para mim. Eu lamentei
por aquela mulher hoje porque ela perdeu isto. Ela perdeu isto, e at no soube onde ou quando. Deus."
Ela teve que levar duas respiraes longas porque sua garganta estava apertada. "Eu estava pensando
sobre ele mais tarde, pensando sobre que ela disse, como ela disse isto. Acabou de parecer mim aquelas
coisas eram muito fceis entre eles, muito liso."
     "Bem ento." Ele deu seu um rpido, duro aperte. "Fcil e liso? Aqueles so problemas
matrimoniais sobre qual ns nunca teremos que nos preocupar."


     CAPTULO 7
     Com mandbulas frouxas e embaralhando ps, centenas de comutadores carregados em lanadeiras.
Ou era carregado, Pensou Eve, como carga e cadveres, pelo vermelhos uniformizado zanges e
andrides de Servio de Transporte de Comutador de Manhattan.




                                                                                                     68
     O trmino era uma colmia de barulho, uma grande cacofonia de som que teve um insectile zumbir
como uma meia-voz. Acima disto, as vozes incompreensveis de anunciadores de vo zumbido, bebs
lamentados, bolso vnculos alfinetados.
     Ela perguntou-se cuja idia que era para projetar lugares como isto com subirem rapidamente tetos
e paredes brancas muito aqueles que tiveram o infortnio para usar os servios eram como formigas
presas dentro de um tambor.
     Ela cheirou caf ruim, suor, dominando guas-de-colnia, e o que ela assumiu era uma fralda em
necessidade desesperada de varivel.
     "Como os tempos velhos," Feeney disse depois que eles administraram para msculo seu modo em
e n duas das cadeiras projetadas para os traseiros estreito de doze anos de idade anorxicos. "A
suposio faz por algum tempo desde que voc usou uma lanadeira pblica."
     "Eu pensei que eu faltei isto." Ela fez seu melhor para puxar seu rosto de volta da parada de
forquilhas e alvos que apertados em fazer a evasiva forada abaixo o corredor cheio. "O quo errado
voc pode conseguir?"
     "No to ruim. Estar l dentro de uma metade hora se eles no atarraxarem algo." Ele jiggled o
aucaradas amndoas na bolsa ele retirou-se de seu bolso. "Ns cortaramos tempo que com um de
transportes do Roarke."
     Ela examinou superficialmente na bolsa, mastigou, considerou. "Voc figura que eu sou estpido
para no usar seu material?"
     "Nah. Voc  s voc, criana. E sendo sufocado aqui ajudar nos manter em contato com o homem
comum."
     Quando a terceira pasta a rachou na canela, e um sujeito enroscou ele mesmo na cadeira ao lado
dela, engessando ela contra Feeney assim eles tiveram espao menos pessoal que um par de gmeos de
Siameses, Eve decidiu mantendo em contato com o homem comum era avaliado em excesso.
     Eles decolaram com o um tanto quanto tremor mecnico que sempre lanaram seu estmago para
seus joelhos. Ela manteve seus dentes friccionados e seus olhos fecharem at aterrissagem. Passageiros
vomitados fora da lanadeira, dispersa. A Eve e Feeney juntou-se o rebanho rumo ao leste-saltado trem.
     "No era to ruim," ele comentou.
     "No se voc gostar comear seu dia com passeios de carnaval. Esta tristeza ns fora sobre um
metade quarteiro da instalao. O nome do guardio  Miller. Ns teremos que danar com ele
primeiro."
     "Voc quer afundar a lista junta, ou divida fora de?"
     "Eu estou pensando que ns dividimos fora de, salve tempo, mas vamos conseguir a cano da
terra primeira. Achemos que ns precisemos tocar poltica, pare em a Chicago Polis."
     "Podia ser Julianna est regressando de seu passado. Se ela for, Chicago seria sua prxima parada."


                                                                                                     69
     A Eve optada para insistir no trem, e agarrou um gancho. "Sim. Eu no posso conseguir dentro de
sua cabea. O que  seu propsito este tempo ao redor? Existe uma lgica para o que ela faz. 
atarraxado-, mas ele  uma lgica. Eu estou perguntando-se se ela voltasse para Nova York porque isto 
onde as coisas foram para inferno para ela. Ela pegou algo para provar, para ns, Feeney. Se isto  isto,
ento os objetivos so secundrios.  sobre nos bater, batendo o sistema, este intervalo." Ela agitou sua
cabea. "De qualquer maneira voc toca isto, ela j conseguiu sua prxima marca."
     ***
     Dockport se assemelhou a uma cidade pequena, auto-suficiente, e limpa com torres de guarda,
bares, e paredes de choque. Ela duvidou que os residentes completamente apreciaram as estradas bem
mantido, os remendos de verdes, ou a arquitetura suburbana. No quando um desejo opressivo para um
passeio fora dos limites resultaria em um sensor alerta e choque de um atirar que bateria voc de volta
uns bons dez ps em seu traseiro.
     Os cachorros de Andride patrulharam o permetro. A jarda de recreao da mulher era vasta e
equipada com tribunal de basquetebol, correndo caminho, e esfregou abaixo mesas de piquenique
pintaram um alegre azul.
     As paredes ao redor era de doze ps alto e de trs ps espesso.
     Do lado de dentro, os chos eram como limpavam e cintilante como cozinha da av. corredores era
largo e espaoso. As reas eram seccionadas fora com portas de vidro de revolta projetado para resistir a
exploso de boomers caseiros ou um tiro de laser.
     Os guardas vestiram escuro azul, outras roupas de rua de pessoal cobertas com casacos de chefe de
cozinha branco. Os presos vestiram non laranja macaces blasonado atrs com o quarteiro preto
iniciais DRC.
     Eles eram segurana examinadas na entrada principal, educadamente etiquetados com ambas ID
proteo e pulseiras, e solicitaram render qualquer e todas as armas.
     Miller, esmerado e distinto apesar do casaco tolo, era todos os sorrisos como ele saudou eles. Ele
agarrou as mos da Eve ento Feeney ambos seus, vomitando d boas-vindas gostam do dono de um
pouco de  moda recorre.
     "Ns apreciamos voc tomando o tempo para nos ver, Guardio Miller," Eve comeou.
     "Supervisor." Ele deu uma risada rpida, cordial. "Ns no mais usamos condies antiquadas
como guardio. O centro de Reabilitao de Dockport  uma completamente instalao de modem. Ns
ramos construdos s vinte e cinco anos atrs, e comearam a aceitar residentes em '34. Aqui no Centro
das Mulheres de DRC, ns alojamos um mximo de quinze cem, e mantenha um pessoal de seiscentos e
trinta de tempo integral, cinqenta e oito de meio perodo, e vinte fora de consultores. Ns estamos
completamente auto-suficientes com instalaes de sade, bancria, shoppings, e jantando instalaes.
Ns esperamos que voc junte-se a ns para almoo no pessoal refeitrio. Durante a noite acomodaes
para visitas e consultores, terapia e exerccio fsicos, centros de boa forma fsica mental e sentimental,

                                                                                                       70
treinando instalaes que oferecem classes em uma variedade de escolhas de carreira e habilidades
engrenados em direo a resocializao esto todo disponveis nas premissas. O Centro dos Homens est
semelhantemente equipado."
     Eles passaram por uma rea de escritrio onde as pessoas foram entretidas sobre seus negcios,
recorte ao longo dos corredores, tripulando escrivaninhas, respondendo 'vnculos. Vrios eles vestiram o
brilhante macaco laranja.
     "Prisioneiros tm permisso para nesta rea?" Eve perguntou.
     "Residentes," Miller corrigido ligeiramente, "tm permisso para-- encorajados para--solicitar
trabalhos apropriados depois que eles completaram metade sua reabilitao treinando. ajuda Eles em seu
ajuste para o fora do mundo quando eles nos deixarem, ento eles podem entrar em sociedade com auto-
estima e um propsito significante."
     "Uh-huh. Bem, um de seus antigos residentes reentrou na sociedade com um propsito
significante. Ela gosta de matar homens. Ns precisamos conversar sobre Julianna Dunne, Supervisor
Miller."
     "Sim." Ele apertou suas palmas juntas como um pastor sobre chamar a congregao para orao.
"Eu estava muito aflito para aprender que voc acreditar em que ela  envolvida em um homicdio."
     "Eu no acredito em que ela seja envolvida. Eu sei que ela  um assassino. Da mesma maneira que
ela era quando ela veio aqui."
     Ele pausou. "Desculpe-me, Tenente, mas de seu tom eu consigo a impresso que voc no acredita
nas doutrinas bsicas de reabilitao."
     "Eu acredito em crime e castigo, e que alguns aprendem disto. Aprenda isto bem suficiente para
mudar como eles vivem no mundo real. Eu tambm acredito que existem alguns que no podem mudar,
ou s no querem."
     Pela porta de vidro em Miller volta, ela assistiu dois presos fazerem uma troca rpida, lisos de
envelopes. Os crditos para ilegais era suposio da Eve.
     "Eles gostam o que eles fazem," ela adicionou, "e no podem esperar pela chance de voltar para
isto. Julianna gosta o que ela faz."
     "Ela era um residente de modelo," ele disse foradamente.
     "Eu aposto. E eu aposto que ela solicitou uma posio de trabalho quando metade seu tempo estava
em cima. Onde ela trabalharia?"
     Ele desenhou ar por seu nariz. A maior parte do morno bonhomie gelado debaixo de insulto e
desaprovao. "Ela era empregada no Centro de Coordenao da Visita."
     "Acesso para computadores?" Feeney perguntou.
     "Claro. Nossas unidades so asseguradas e codificadas. Os residentes no so permitidos
transmisses no supervisionadas. Seu superior imediato, Gergia Foster, deu a Julianna as avaliaes
mais altas."

                                                                                                     71
     A Eve e Feeney permutou olha. "Voc quer me apontar na direo daquele centro," Feeney disse.
"Eu falarei com Sra. Foster."
     "E eu gostaria de entrevistas com os presos nesta lista." A Eve tirou isto de seu bolso. "Desculpe,
residentes," ela corrigiu, mas no sem um zombar em sua voz.
     "Claro. Eu organizarei isto." O nariz do Miller subiu no ar, e Eve duvidou que o convite para
almoo estavam ainda na mesa.
     "Veja que passe?" Feeney murmurou quando Miller tornou suas costas para falar em seu
Comunicador interno.
     "Yep."
     "Queira dizer este otrio?"
     "Nope. As aventuras de negcios e atividades recreativas dos residentes so seu problema. E se eu
tiver que escutar ele conferncia muito mais longa, eu posso ir golpe em cima aquele trapaceiro para um
pouco Zoner eu mesmo."
     ***
     A Eve tomou as entrevistas uma de cada vez em uma rea de conferncia equipada com seis
cadeiras, um sof alegremente moldado, uma tela de entretenimento pequeno, e uma mesa robusta
fabricada de produtos de jornal reciclados.
     Existiam pinturas suaves de acordos de flor nas paredes e um sinal na dentro da porta que lembrou
a residentes e seus convidados para se comportar em uma maneira corts.
     A Eve sups que ela era a poro de convidado daquela declarao.
     No existia nenhum espelho de dois modos, mas ela manchada a quatro esquadrinha excntricos
ajustados nos cantos. A porta que leva em era vidro, tela de isolamento opcional. Ela parou para isto.
     O guarda, um grande shouldered, torta enfrentada mulher que pareceu com que ela teve suficiente
sensao e experimentou no pensar sobre os presos como residentes, Maria Sanchez Trazido para
dentro primeiro.
     Sanchez era um duro pequeno latino se mistura com um esfrego de cabelo preto ondulado
esfolado atrs em um rabo. Existia um pouco tatuagem de um parafuso de raio trabalhado na cicatriz
dentada no lado direito de sua boca.
     Ela passeou dentro, alegremente balanando seus quadris, ento solta em uma cadeira e tamborilou
seus dedos na mesa. Pulseiras de sensor de Eve manchadas em ambos seus pulsos e tornozelos.
     Miller poderia ter sido um retardado, mas at ele no era estpido suficiente, pareceu, tomar
chances com um caso duro como Sanchez. Em aceno com a cabea da Eve, o guarda retrocedido para o
outro lado da porta.
     "Precise fume?" Sanchez perguntou a um estridente, musical voz.
     "No."
     "Merda. Voc me arrasta fora de meu matutino rec tempo e voc no tem fumar?"

                                                                                                         72
     "Eu sou real arrependido para romper em cima seu diariamente jogo de tnis, Sanchez."
     "Merda. Eu, eu toco ao redor de bola." Ela aliviou de volta, guindado seu pescoo para olhar
debaixo da mesa. "Voc conseguiu muita perna, mas eu ainda chicotearia seu traseiro no tribunal."
     "Ns teremos que achar tempo para um jogo de pickup um destes dias bons, mas agora mesmo eu
estou aqui sobre Julianna Dunne. Voc teve a gaiola ao lado de suas os ltimos trs anos."
     "Ns no chamamos eles gaiolas 'redondas aqui." Ela enviou um zombar de Eve. "Eles chamam
eles reas pessoais. reas de Fucking pessoal. Miller, ele  um otrio."
     A Eve no estava certa o que disse que ela e Sanchez tiveram aquele ponto bsico de acordo. "O
que voc e Dunne conversaram sobre quando voc estava em suas reas pessoais respectivas?"
     "Eu no dou a nada para Polis. Oh espere, sim, eu dou uma coisa para Polis." Ela levantou seu
dedo mdio.
     "Apostem que eles tm um salo neste clube rural. Voc podia usar uma manicura. Voc e Dunne
fazem alguma conversa de menina?"
     "Eu no consegui nada para dizer para ela, ela no conseguiu nada para dizer para mim. A cadela
pensou que ela era melhor que qualquer um."
     "Voc no gosta dela, nem faa eu. Ns podemos comear de l."
     "Como seu melhor que eu fao Polis. O zumbido  ela desligou algum rico velho bastardo acima
de em Nova York. O que eu me importo com isto?"
     "Ela est fora, voc no . No  isto suficiente?"
     Sanchez examinou suas unhas como se ela realmente estivesse contemplando aquela manicura.
"Nenhuma pele fora de meu traseiro onde ela est, mas eu aposto seu est queimando."
     "Eu acho que voc pense bonito esperto da Julianna."
     Sanchez bufou por seu nariz. "Ela pensa que ela ."
     "Muito esperto para um policial para figurar--ento novamente, eu sou um do Polis que a pe
aqui."
     Um pouco sorriso inclinou em cima o canto certo de boca do Sanchez. "No manteve ela."
     "Isto no  meu trabalho." Eve debruada atrs. "Voc vai estar em outro dez a quinze, dado seu
carinho para picar afiado implementa em reas sensveis de outra anatomia das pessoas."
     "No faa nada para nenhum filho da puta que eles no tentam fazer para mim. A mulher  precisa
se defender fora no mundo ruim, ruim."
     "Talvez, mas voc no respirar o ar nto ruim, mundo ruim para pelo menos uma moeda de dez
centavos mais considerando seu registro interno no ganhar voc a coroa para Senhorita Simpatia ou
policial voc em direo a um cedo para sempre comportamento lana."
     "O que o fuck eu me importo? Lugar como isto, voc pode fazer uma moeda de dez centavos
insistir em sua cabea arranhando seu alvo."
     "Voc consegue conjugais aqui, Sanchez?"

                                                                                                    73
     Seus olhos afiados. "Certo. Parte da reabilitao gig. Precise manter a mquina afinada, certo?"
     "Mas voc  uma propenso violenta. VT s chega a corcunda andrides. Podia ser eu posso
disputar voc um lc. Um corpo morno genuno por uma noite de romance. Em troca."
     "Voc fudendo comigo?"
     "No, mas eu conseguirei voc um a favor de que lega se voc der a mim algo que eu posso usar.
Quem iria conversar com ela, que fez ela usar. O que voc sabe?"
     "Eu quero um grande sujeito, bonito, que pode manter seu dick at que eu saio de."
     "Diga a mim algo que eu quero ouvir, e eu conseguirei voc o conjugal, o resto  at voc. Julianna
Dunne."
     Era uma escolha entre sexo real e atarraxando um policial. Sanchez foi para sexo real. "Cadela.
Texas gringo beleza fudida rainha. Mantida para ela mesma muita  medida que ela podia. Tratou os
guardas como eles eram professores da escola do domingo. Sim, Madame, obrigado, Madame. Fez que
voc quer vomitar. Eles dobram ele em cima, deu seus privilgios extras. Ela conseguiu moeda. Palmas
engraxadas, pago algum do lesbos para a parar. Tempo livre ela gastou na biblioteca ou o ginsio. Ela
teve Loopy para sua cadela--no uma coisa de sexo, mais como um filhote de cachorro."
     "E Loopy seria?"
     "Lois Laa, bom viciado, fazendo vinte para gelar seu homem velho. Teve a gaiola outro lado da
cadela. Ouviu eles conversando s vezes." Sanchez encolheu os ombros. "Ela prometeria instalar Loopy
em algum lugar confortvel quando ela foi pulado, dito como ela teve muito dinheiro e um lugar bom
para viver. Texas, talvez."
     "Ela planejou voltar para o Texas?"
     "Ela disse que ela teria negcios em Dallas. Negcios inacabados."
     ***
     A Eve deixa que chia em seu crebro, e mandou buscar Lois Laar.
     Ela no teria precisado de Sanchez  ID. A mulher teve o alvejado fora pele, cabelo incolor, e
olhos de coelho rosas do viciado de medo. O senhor de mente teve o efeito colateral de erradicar
pigmento. Detox podia girar o usurio ao redor, mas ele no ps a cor de volta.
     Um olhar em seu pinprick alunos Eve dito detox no estavam fazendo muito bons qualquer um.
     "Sente-se, Loopy."
     "Eu conheo voc? Eu no conheo voc."
     "Sente-se de qualquer maneira."
     Ela comeou em direo  mesa, seus movimentos um puxo mecnico. Onde quer que ela estava
conseguindo ela conserta, Pensou Eve, ela no teve um recentemente.
     "Voc jonesing, Loopy? Quanto tempo desde que voc marcou?"
     Loopy lambeu seus lbios brancos. "Eu consigo meu diariamente sinttico. Parte de detox.  a lei."


                                                                                                        74
       "Sim, certa." Eve debruada em. "Julianna deu que voc cunha, ento voc podia marcar o medo
real do lado de dentro?"
       "Julianna  meu amigo. Voc conhece Julianna?"
       "Sim, ns vamos modo de volta."
       "Ela voltou no mundo."
       "Est certo. Ela ficando em toque?"
       "Quando voc a vir, voc diz a ela que eles devem estar roubando suas cartas, 'porque eu no
consegui qualquer e ela prometeu. Ns temos permisso para conseguir cartas."
       "De onde as cartas esto vindo?"
       "Ela vai escrever e dizer a mim onde ela est, e quando eu voltar no mundo, eu irei l, tambm."
Seus msculos empurrados  medida que ela conversou, como se eles no fossem conectados a carne e
osso. Mas ela sorriu serenamente.
       "Diga a mim onde ela foi e eu a acharei para voc. Eu a deixarei saber sobre as cartas."
       "Ela talvez iria aqui, ela talvez iria l.  um grande segredo."
       "Voc j para ser Nova York antes?"
       Os olhos perdidos alargados. "Ela disse a voc?"
       "Como eu disse, ns voltamos. Mas Nova York  um grande lugar. Ser duro de a achar se eu no
tiver um endereo."
       "Ela tem uma casa, todo sua prprio. Em algum lugar. E ela  talvez vai fazer alguma viagem. Ela
vai vir para visita eu quando ela voltar para Chicago."
       "Quando ela est voltando?"
       "Algum dia. Ns fazendo compras. Nova York, Chicago, New Los Angeles" Ela cantou as cidades,
como uma criana cantando uma melodia de berrio. "Dallas e Denver. Monte eles vaqueiro."
       "Ela conversou sobre as pessoas que ela iria ver? Amigos velhos, novos? Ela disse os nomes,
Loopy?"
       "Devia conhecido velho ser esqueceu. Ns fizemos uma festa por de Ano novo. Existia bolo. Voc
conhece o homem de osso?"
       "Eu poderia."
       "Ela me l todos os tipos de material sobre o homem de osso. Ele vive em um grande palcio na
cidade. Ele tem dedos polegares e flores verdes crescem fora deles. Ela vai o visitar."
       Pettibone, Pensou Eve. Primeiro golpe. "Quem outra que ela vai visitar?"
       "Oh, o homem de ovelha e o vaqueiro e o almofadinha Dallas. Ela tem pessoas para ver, lugares
ir."
       "Quando ela l voc sobre o homem de osso, onde estava voc?"
       " um segredo," ela sussurrou.


                                                                                                    75
      "Voc pode dizer a mim. Julianna quereria voc muito para poder a achar e dizer a ela sobre as
cartas."
      "E o medo," Loopy disse em um sussurro. "Ela  ir me conseguir o medo."
      "Eu direi a ela, mas voc tem que dizer a mim primeiro."
      "Certa. Ela teve o pequeno computador em sua gaiola. O que encaixe sua mo. Ela podia fazer ela
trabalhar nisto. Ela sempre teve muitos trabalho para fazer."
      "Eu aposto que ela fez."
      "Ela mandou a voc para me ver? Ela mandou a voc com medo? Ela sempre me conseguiu o
medo, mas eu estou quase fora."
      "Eu verei o que eu posso fazer para voc."
      A Eve olhou para ela--os puxes de msculo de espasmo, a pele fantasmagrica. Reabilitao, ela
pensou. Me de Deus.
      ***
      Quando ela se encontrou em cima com Feeney novamente, Eve estava emitindo fumaa. Toda
entrevista adicionou ao retrato de Julianna Dunne, assassino mltiplo, valsando sua passagem o sistema,
comparando-se a privilgios e favores, e decorando, subornando, conversando doce com guardas,
pessoal, e outros prisioneiros em fazer qualquer que ela precisou ou quis ser feita.
      "Como eles eram goddamn empregados," Eve explodiu. "E isto era seu goddamn castelo. Ela no
podia deixar isto, mas ela certificou-se o que ela quis entrado para ela. Um fudido PPC, Feeney. Cristo
sabe o que ela enviou ou recebeu nisto."
      "Teve o zango de escritrio que trabalhou acima de seu buffaloed," ele adicionou. "Eu posso
garantir ela fez bastante autorizar transmisses das unidades nto complexas. Livre fricking rdea."
      "Ns conseguimos autorizao de um encerrar, voc pode localizar?"
      "Eu j concorro a um. Poderia estar cuspindo no vento, mas ns iremos por todos deles, veja se ela
deixasse uma marca. Conversada com ela encolhe--'scuze mim--seu conselheiro de bem-estar
sentimental." Seus lbios enrugaram no termo como se ele estivesse chupando uma bola de limo.
"Conseguiu um boato de primeiro trauma de infncia, agindo fora--bom bonito termo para pontos de
flash de assassinato, vazando, contrio, e Cristo conhece. Todos adiciona at a cabea que ser largo
Dunne seguro estava com sucesso reabilitado e pronto para tomar seu lugar como um membro produtivo
de sociedade."
      "Chances so que ns conseguiremos a mesma cano dela CORREIO. Ns balanaremos por e o
veremos, verifique em com os locais, e consigam o inferno fora de Chicago." Ela estourou uma
respirao. "Algo est errado comigo, Feeney, que eu olho para este lugar e vejo uma pilha enorme de
merda sendo esvaziado nos contribuintes?"
      "Deve ser a mesma coisa que est errada comigo."


                                                                                                       76
     "Mas as pessoas podem mudar, eles podem girar eles mesmos ao redor. Ou seja girado ao redor.
As prises no so armazns justo. No devia ser."
     "Eles no deviam ser frigging recorrer a hotis qualquer um. Vamos conseguir o inferno fora
daqui. O lugar d a mim o rastejar."
     ***
     Liberte sob palavras Oficial Otto Shultz era sobrepeso, bucktoothed, e resolveu sua calvcie de
padro com um combover que comeou com uma parte na ponta de sua orelha deixada.
     Eve imaginou seu salrio de funcionrio pblico era longe de estelar, mas perguntou-se por que ele
no assinalou uma poro dele para manuteno de corpo bsica.
     Ele no tinha muito prazer em ver eles, reivindicados estar muito ocupado, mortalmente
overworked, e tentou rejeitar sumariamente eles com promessas de cpias de todos os relatrios e
avaliaes em Julianna Dunne.
     A Eve teria sido boa com isto, se ele no tivesse sido para os nervos que ela podia tudo menos
percebe bombeando de seus poros.
     "Voc ajudou passar por suas costas fora do sistema, e a primeira coisa ela  matana. Eu acho isto
 pego voc um pouco nervoso, Otto."
     "Olhe." Ele retirou-se um leno, esfregado seu pudgy rosto. "Eu segui o livro. Ela passou por todo
evals, seguidas as regras. Eu sou um CORREIO, no um adivinho."
     "Eu sempre figurei a maioria de CORREIO sou ter um realmente bom merda barmetro. Que tal
voc, Feeney?"
     "Trabalhando com trapaceiros todo dia, ouvindo todas as histrias, as desculpas, o crapola." Lbios
enrugou, ele movimentou a cabea. "Yep, eu preciso figurar uma CORREIO com qualquer experincia
est indo perceber o bs."
     "Ela foi A em todos os testes," Otto comeou.
     "No seria a primeira a saber como manobrar o techs e perguntas e mquinas. Onde ela bateria
voc, Otto?" Eve perguntou agradavelmente. "Aqui no escritrio, ou ela conseguiu que voc tomasse sua
casa com voc?"
     "Voc no pode se sentar l e me acusa de ter uma relao sexual com um cliente."
     "Cliente, Cristo. Estas condies politicamente corretas esto comeando a mim irritar. Eu no
estou acusando voc, Otto." Eve debruada adiante. "Eu sei voc fudeu ela. Eu realmente no dou uma
maldio, e eu no estou interessado em reportar aquele fato para seus superiores. Ela  um pedao do
trabalho e voc teria sido jogo da criana para ela. Voc pode ser agradecido ela acabou de querer que
voc ajudasse a empurrar por, e no quis voc morto."
     "Ela passou pelos testes," ele disse e sua voz agitou. "Ela no fez ondas. Sua lousa era limpa. Eu
acreditei nela. Eu no sou o nico que acreditou nela, ento no esvazie este em mim. Ns temos escria


                                                                                                     77
que escoamos por aqui todo dia, e a lei diz se eles no soprarem seu libertam sob palavras obrigaes,
ns dirigimos eles de volta em sociedade. Julianna no era escria. Ela era ... diferente."
     "Sim." Repugnada, Eve chegou a seus ps. "Ela  diferente."
     ***
     A primeira respirao de ar fresco do dia entrou uma lotada, suja lanchonete que cheirava a comida
muito frita. O lugar era emperrado com Polis, e atravs da pequeno mesa, Tenente Frank Boyle e
Capito Robert Spindler comeu abaixo em sanduches de peru o tamanho do Hava.
     "Julianna." Spindler tocou de leve um condimento mascarando como maionese fora de seu lbio
inferior. "Rosto de um anjo, alma de um tubaro. Cadela mais fria, mais mdio eu j encontrei."
     "Voc est esquecendo minha primeira esposa," Boyle lembrou a ele. "Duro de acreditar em que
ns voltamos aqui, os quatro de ns, condene prximos dez anos mais tarde." Boyle teve um rosto
irlands alegre, at que voc olhou em seus olhos. Eles eram duros e flat, e s um pouco assustador.
     A Eve podia ver os sinais de bebendo demais, demais chocando na inchao vermelha em suas
queixadas, o azedar desfalecimento de sua boca.
     "Ns apagamos tentculos," Spindler continuou. "Alimentou a mdia, batidos em cima seus
contatos velhos. Ns no temos nada novo nela." Ele manteve seus olhares, militarmente regulares,
apare, autorizado. "Ns no temos nada nela, nada indicar ela  soprada nosso modo. Eu fui para audio
dela de liberdade condicional," ele continuou. "Fez um pessoal lanar que ela  negada. Arquivos de
caso trazido, documentao. No chegou nenhum lugar. Ela se sentou l, como uma senhora perfeita,
olhos abatidos, mos dobradas, o faintest vislumbre de lgrimas. Se eu no a conhecesse como eu a
conheo, eu poderia ter comprado o ato eu mesmo."
     "Voc sabe qualquer coisa sobre um bom viciado do lado de dentro? Lois Laa?"
     "No toca," Spindler disse.
     "Ela era gofer da Julianna, soando tbua, escravo. Qualquer. Ela estava comeando a Jones quando
eu a entrevistei. Eu consegui um pouco de informao, mas ela pode ter mais. Talvez voc pode a
trabalhar novamente. Ela disse a mim que Julianna estava indo para Nova York ver o homem de osso.
Pettibone. E existia um homem de ovelha. Voc pode pensar sobre qualquer um que ajusta seu objetivo
normal que tem ovelha em seu nome?"
     Ambos os Boyle e Spindler agitaram suas cabeas. "Mas ns examinaremos isto," Spindler
prometeu. "Veja o que estala."
     "Tambm um vaqueiro e o Dallas almofadinha."
     "Soe como ela est pensando sobre cabealho at o Texas e pagando um solicitar seu padrasto."
Boyle tomou outra mordida enorme de seu sanduche. "A menos que voc seja o Dallas, e ela est
olhando para seu almofadinha."




                                                                                                       78
      A Eve ignorou o embrear em seu estmago. "Sim, isto  acontecido. Ns notificaremos Dallas
PSD. Eu posso cuidar de meu prprio almofadinha. O new Los Angeles e Denver eram outras cidades
este que Loopy lembrou. Eu estou apostando se seu me importo de era limpador, ela lembraria mais."
      "Eu tomarei um passar nela." Boyle olhou de relance em Spindler. "Se aqueles ternos voc ...
Capito."
      "Gostos para lembrar a mim que eu consegui os bares. No muito mais ns podemos fazer para
voc. Francamente, eu gostaria de ver voc a leva abaixo em Nova York. Eu faltaria a festa, mas fuck se
eu quiser seu ficado para trs em Dockport."
      ***
      Ela voltava em Nova York por cinco, e optou ir para a para casa em vez de balanar em Central.
Ela trabalharia l e se asseguraria de segurana do Roarke.
      Ele no ajustou perfil de objetivo, ela lembrou a si. Ele era muito jovem, no teve uma ex-esposa.
Mas ele tambm teve uma esposa que tocou uma parte grande em diminuir Julianna.
      Ela estava quase em casa quando ela fez um desvio impulsivo e encabeado para da Dra. Mira.
      Ela estacionou em zona de um carregar um metade quarteiro abaixo, sacudida em sua a trabalho
luz, ento trotou para o digno velho brownstone. Existiam flores suaves rosas e brancas em panelas de
plido azuis alegrar-se a entrada. Uma mulher uma porta em cima guiou fora um cachorro enorme com
cabelo dourado longos decorado com arcos vermelhos. Enviou Eve um amigvel woof, ento cabriolado
longe com seu dono como se eles fossem fora para uma parada.
      No outro lado, um trio de meninos estoura do lado de fora, gritando como manacos. Cada levou
um fluorescente airboard e fechou com fecho calada abaixo longe como foguetes fora de um bloco de
lanamento.
      Um homem em um terno de negcios com uma palma-vnculo preso para sua orelha teve que
evitar claro, mas em lugar de gritar ou agitar um punho depois deles, ele s riu, continuado conversando
como ele girou em direo  porta de outro townhouse.
      Mais um lateral de Nova York, Pensou Eve. O amigvel, bairro de classe alta. Em todas pessoas de
probabilidade realmente souberam o nome um do outro neste quarteiro. Reunidos-se de vez em quando
para coquetis, crianas ou netos pastoreados at o parque em grupos, e parar para conversar em
umbrais.
      Era exatamente o tipo de ambiente que vestia Dra. Charlotte Mira.
      Eve girou para a porta, tocou o sino. Ento mudou de idia imediatamente. Ela no teve nenhum
negcios rompendo em casa tempo da Mira. Ela realmente andaria de volta, pensando retirada, quando a
porta foi aberta.
      Ela reconheceu marido da Mira entretanto que eles raramente teriam contato pessoal. Ele era alto e
gangly, uma espcie de espantalho confortvel em uma jaqueta folgada e cala comprida enrugada. Seu


                                                                                                     79
cabelo era pewter, um selvagem, interessando esfrego emaranhado ao redor um rosto longo que era de
alguma maneira ambos erudito e inocente.
     Ele levou um tubo, e seu suter era misbuttoned.
     Ele sorriu, seus olhos, a cor da grama do inverno, perplexo. "Oi. Como voc est?"
     "Ah. Bem. Eu sinto muito, Sr. Mira, eu no devia estar perturbando voc em casa. Eu somente
era--"
     "Voc  Eve." Seu rosto passado sem tocar, guerreou. "Me leva um minuto. Reconheci sua voz.
Entre, entre."
     "Realmente, eu devia--"
     Mas ele alcanou, agarrada sua mo, e a puxou na porta. "No percebeu que voc estava vindo por.
No pode manter caminho. Charlie!" Ele gritou em direo as escadas. "Sua Eve est aqui."
     O protesto morreu em garganta da Eve na idia da elegante Mira sendo chamada Charlie.
     "Venha para se sentar. Eu penso que eu estava consertando bebidas. Se importe de vague. Passeios
Charlie louco. Ha-ha."
     "Eu estou interrompendo. Eu s verei Dra. Mira amanh."
     "Sim, existe o vinho. Eu estava certo que eu trouxe para dentro isto. Eu sinto muito, ajude-me. Ns
estamos jantando?"
     Ele estava ainda segurando sua mo, e ela podia no achar nenhum caminho corts para arrastar
livre. E ele estava sorrindo nela com tal confuso e humor amveis, ela caiu s um pouco apaixonada.
     "No, voc no estava esperando que eu mesmo."
     "Ento que surpresa boa."


     CAPTULO 8
     Antes dela poder responder, Mira apressou dentro e Eve experimentou ainda outro choque em ver
o constantemente elegante Mira em uma Camiseta branca enorme e calas de pele preta. Seus ps eram
nus, as unhas pintaram um bonito cor-de-rosa de doce.
     "Dennis? Que fez voc dizer Por... que, Eve."
     "Eu sinto muito. Eu no devia estar aqui. Eu estava em meu caminho para casa, e eu... Eu me
desculpo por perturbar voc em casa. Eu somente lego, ah, contatarei seu escritrio de manh."
     Era raro, Mira pensou, ver Eve agitada. "Ns no somos o menos transtornados. Ns estamos
tendo vinho, Dennis?"
     "Ns ?" Ele pareceu confundido novamente, ento olhada fixamente abaixo no reprimir sua mo.
"Oh. Sim, ns somos. Eu conseguirei outro vidro."
     "No, por favor. No aborrea. Eu no devia estar aqui. Eu devia ir."
     "No seja tolo." Mira sorriu nela. "Sente-se. Se voc estiver de servio, ns podemos oferecer a
voc algo suave em lugar de vinho."

                                                                                                       80
      "No, eu sou fora de, mas--"
      "Boa." Ela cruzou o quarto, pausando para reabotoar a jaqueta do seu marido com tal intimidade
simples que fez Eve sentir mais como um intruso que se eles permutassem um beijo molhado, malfeito.
Mira escolheu outro vidro se de um gabinete de exibio, ento simplesmente deitou uma mo em
ombro da Eve para a cutucar em uma cadeira.
      Ento Eve achou se sentando na bonita sala de estar colorida da Mira aceitando uma taa de vinho.
      "Como foram suas frias?" Mira comeou.
      "Bom. Era bom."
      "Voc parece descansado."
      "Sim, bem, eu toquei bala metade do tempo."
      "Voc precisou disto. Ambos voc e Roarke. Ele est bem, eu confio."
      "Sim." Eve trocada em sua cadeira. "Ele  certo." E ela quis dizer o manter aquele modo.
      Mira sorveu vinho, propensa sua cabea em direo a seu marido. "Eu freqentemente discuto
aspectos de casos com Dennis, mas se voc preferiria que ns possamos conversar de cima em meu
escritrio."
      "No, eu no quero sujeira em cima seu tempo de casa. Eu no tenho nenhum direito trazendo um
caso em sua sala de estar. De qualquer maneira, voc no teve tempo para ler pelos dados."
      "Mas eu tenho."
      "O que faz voc--" Eve se corta fora de. "Ento eu chamarei seu escritrio de manh e marca uma
hora."
      "Relaxe, Eve. Ns conversaremos agora. Voc no teria vindo por deste modo se no fosse
importante. E eu estou contente que voc se sentir confortvel suficiente, at momentaneamente, fazer
isso. Existia um tempo, no muito h muito tempo, voc no teria considerado isto."
      "Eu sempre respeitei suas habilidades, Dra. Mira."
      "Respeito e conforto so assuntos diferentes. Voc est aqui sobre Julianna Dunne."
      "Do mal," Dennis Mira disse para ningum em particular, "entra todas as formas, e freqentemente
atraentes." Ele girou de repente claro, olhos de repente intensos em Eve. "Voc acredita em do mal?"
      "Sim."
      "Bom. Voc no pode parar isto se voc no acreditar nisto."
      "Dennis  qualificado em multar abaixo um ponto para seu nvel mais elementar.  til para mim."
      Mira sorveu seu vinho novamente, ento economizar isto em mesa um pouco redonda antes dela
continuar. "Julianna Dunne estava completamente testado, avaliou, examinado na frente de e durante sua
tentativa. A opinio dos peritos chamados em para estes propsitos eram que o assunto sofreu o trauma
de abuso sexual por um membro de famlia, que danificou seu ambos mentalmente e emocionalmente.
Neste diminuda capacidade, ela, como um adulto, buscados fora outros homens que representaram seu


                                                                                                       81
abusador. Ela ento castigou este representante como ela tinha sido incapaz de castigar o homem que a
prejudicou."
     Ela pausou dobrar suas pernas bonitas, bem formada debaixo dela. "Com o clculo frio dos
assassinatos e seu lucro deles, a defesa era incapaz de negociar um termo em um centro mdico mental,
nem podia eles convencer um jri que o assunto era inocente, completamente inocente, devido a este
diminuda capacidade. Eles eram, porm, capaz de manter seu cliente fora de uma sentena de priso
perptua."
     "Eu preferiria que seu a empreendo o inicial profiler."
     "Ento aqui . Em minha opinio, dados os dados, os peritos eram incorretos em suas avaliaes e
concluses. Julianna Dunne no estava operando debaixo de capacidade diminuda, no em qualquer
sensao legal. Ela tocou o jogo perfeitamente," Mira continuou. "Suas respostas eram exatamente
direito, como era suas reaes, gestos, seu tom. E isso era seu engano, um aqueles que trabalharam com
seu omitido. Aquele tipo de perfeio tem que ser calculado. Ela  um mentiroso, mas ela  uma
excelente."
     "Ela nunca estava estuprada como um adolescente." Eve debruada adiante, "Ela no 
assombrada, ou caada. No existe nenhuma dor, nenhum medo, nenhuma ira dentro dela."
     Mira alcanou, fechada ela dar Eve brevemente . Ela soube que eles no podiam falar de infncia
da Eve com Dennis no quarto. "Minha opinio , e eu teria que testar seu pessoalmente para estar certo,
que a relao sexual era consensual. Para Julianna, sexo  uma arma. O homem  o inimigo. 
improvvel que ela aprecia a experincia sexual.  um trabalho, uma forma de conseguir. E o prazer do
homem disto, de seu corpo, um assunto de ambos os orgulho e desgosto."
     "Por que ela no girou para mulheres, sexualmente?"
     "Ela tem mais respeito por eles, como uma espcie. E novamente, sexo no  um interesse. Ela no
procura por prazer l. Seu prazer vem de causar dor, humilhao, de conquista e juntando a pilhagem."
     "Se eu posso." Dennis espalha suas mos, pegando ateno da Eve. Ele tem estado to quieto e
ainda, ela iria tudo menos o esquecido. "Os homens no so oponentes," ele disse. "Eles so vtimas. Ela
precisa de vtimas a fim de prosperar."
     "Ela parte atrair eles," Eve concordou. "O modo que voc iria um pouco de tipo de presa. Ela se
torna o que atrai eles, vestindo uma personalidade como voc poderia um novo terno. Um homem mais
velho, um que cresceu cansado ou insatisfeito ou s chateado com sua esposa, sua famlia, sua vida
sexual  o objetivo perfeito. Mais facilmente atrada para beleza, mais facilmente enganado."
     "Um homem de uma certa idade est destinado a ser lisonjeado pelo romntico atenes de uma
mulher mais jovem e bonita. Cada gnero tem seus pontos fracos."
     "Ela praticou em seu padrasto. Ela fez o seduzir l," Eve declarou. "Afiando suas habilidades. Ele
no testemunhou em sua tentativa. O processo no podia tomar a chance de o chamar, deixando o jri o
v. Mas a defesa devia ter o mostrado. Olhe aqui, este homem forou ele mesmo neste pobre, jovem

                                                                                                     82
menina inocente. Ela era impotente, prendeu. Ele era seu pai, ela devia ter sido segura com ele. Ao invs
ele tomou sua inocncia, deixada ela danificada. Se responsveis de ningum pelas mortes, ele ."
     "Ela no podia ter condies de deixar eles o chamar em, sob juramento," Mira disse. "E l ela
entrincheiraria-se seus saltos de sapatos. Voc querer conversar com ele voc mesmo."
     "Ele est no Texas. Em Dallas."
     "Sim, eu sei." Os olhos de Mira falaram um milho de palavras. "Eu vi os dados. Voc pode ir?"
     No lega voc, Pensou Eve. Pode voc. "Eu no sei. Eu no sei," ela repetiu.
     Mira alcanou, mo tocada do seu marido. "Dennis" era tudo que ela disse, e ele desdobrou o
gangly comprimento dele e chegou a seus ps.
     "Se voc senhoras com licena, eu tenho algo ou outro para fazer. Voc era direito sobre ela,
Charlie." Ele se debruou acima de tocar em seus lbios para o topo de cabea da Mira, ento acariciou
um longo, estreito dar o varrer de seu cabelo marrom brilhante. "Entretanto, voc sempre . Bom vendo
voc, Eve. No seja um estranho."
     "Voc no teve que mandar ele embora," Eve disse quando ele vagou fora do quarto. "Isto no 
sobre mim."
     "Olhe para mim. Olhe para mim, Eve." Mira anotar seu vidro, agarrada uma mo de Eve em ambas
as suas. "Se voc no estiver pronto para voltar para Dallas, mande buscar ele. Tenha ele vir aqui."
     "Eu no tenho nenhuma causa e nenhuma autoridade para trazer Jake Parker para Nova York."
     "Ento faa a entrevista via 'vnculo ou holografias."
     "Voc sabe que tem que ser feito cara a cara se eu vou empurrar ele para dizer a mim o que
aconteceu, como ele aconteceu, o que ela fez, quem ela era. Ele no vai querer ir l. Existe tambm uma
possibilidade de dados que eu juntei hoje que ele pode ser um objetivo. Eu tenho que ir, e eu no sei se
eu posso lidar com isto."
     "Eu irei com voc."
     Para um momento Eve podia s olhar fixamente, e como ela olhou fixamente sua vista borrada. Ela
teve que levantar-se, se vire. "Jesus."
     "Eu posso ajudar voc, Eve. Eu quero. Por muito tempo voc no deixaria-me conseguir perto;
Voc me se ressentiu. Mas isto  mudado."
     "Eu no me ressenti de voc. Voc assustado o cagar fora de mim. As pessoas que assustam-me
me irritam."
     "Eu estou contente que eu no assusto voc mais."
     "s vezes voc faz." Ela bateu a de volta de sua mo debaixo de seu nariz, ento voltou. "Eu no
estou pronto, ou no disposto a tomar tudo que era em que  agora. Entra pedaos, e os pedaos esto
ficando grandes. 1 no saiba o que vou acontecer para mim quando o retrato estiver todo l. Mas quando
eu estiver pronto, eu virei para voc. Certo?"
     "Sim."

                                                                                                       83
         "De qualquer maneira." Ela teve que levar um par de afianar respiraes. "Como eu disse, isto no
 sobre mim. Feeney e eu fomos para Dockport hoje."
         Ela se sentou novamente, Preencheu Mira no resto dos detalhes.
         "Voc pensa que ela pode objetivo Roarke. Eu desejo que eu pudesse dizer a voc seus instintos
esto errados."
         Um punho emperrado em garganta da Eve, outro apertou em seu intestino. "Por que ela iria? Ele
no ajusta seu perfil de objetivo."
         "Porque ele  seu. Que Dennis disse sobre homens no sendo seus oponentes  preciso. Mas
mulheres so oponentes, companheiros, ferramentas, competidores. Ela em direo a eles teriam sido
realados e refinados acima de seu tempo em instalao correcional das mulheres. Dos oficiais primrios
que provocaram sua priso, voc era a nica fmea. A nica ela pediu para falar com pessoalmente.
Voc venceu ela, e isso a impressionou. Ela quis seu respeito e voc recusou dar isto.  lgico aquela
dada a oportunidade, ela quereria um rematch, no s porque voc a parou, mas porque voc a despediu.
Responde por que Nova York."
         "E por que ela est aqui ainda. Eu sei que ela est aqui ainda. Ela  cortada um entrar seu
procedimento passado. Ela no aborrece com os afazeres, o casamento. Ela no tentar o seduzir. Mas se
ela estiver avistando Roarke, ela ser descobrir um caminho para chegar o a."
         Ela empurrou fora da cadeira novamente, emperrada suas mos em seus bolsos e compassados.
"Condene isto, voc sabe o que vai acontecer agora. Eu vou ir para casa, diga a Roarke, demanda ele
aumenta segurana e adiciona proteo de polcia. Ele empacar, diga a mim que ele pode proteger ele
mesmo. Blah, blah, blah. Ento ns teremos uma briga." Ela suspirou. "Bem, ns no tivemos uma briga
em um instante. Eu acho que ns sejamos esperados."
         "Se voc tiver medo para ele, deixe ele ver isto."
         "Eu sei que ele possa cuidar dele mesmo. Mas ele no me pra de se preocupar sobre ele."
         "Eu imagino que ele tem o mesmo conflito sobre voc, toda vez voc sai da casa com aquela arma
amarrada com correia para seu lado. Se ou no voc luta sobre isto, voc achar um caminho para
trabalhar por ele junto. Isto  casamento."
         "Muito casamento  uma dor no traseiro."
         "Oh, certamente ."
         "Voc consertou seus botes," Eve murmurada.
         "O que?"
         Surpreendeu que ela falou em voz alta, Eve parou e muito quase esvaziou. "Nada."
         "Botes? O que--Oh! Suter do Dennis." Mira apertou uma mo para seu corao e riu. "Sim, eu
suponho que eu fiz. Ele nunca presta ateno a suas roupas ou meu, no que diz respeito a esse assunto.
Ainda me incomoda quando eu tiver um novo equipamento, olhe particularmente bom, e ele no v
isto."

                                                                                                        84
      "Eu gosto dele."
      "Ento faa eu."
      "Eu deixarei voc dois voltar... Coisas. Diga a ele obrigado pelo vinho. Eu aprecio voc tomando o
tempo como isto."
      "Voc  sempre bem-vindo aqui." Ela levantou para caminhar para Eve.
      "Dra. Mira?"
      "Sim?"
      "O que seu marido quis dizer, que voc era certa sobre mim?"
      "Ele podia ter significado qualquer nmero de coisas, mas debaixo daquelas circunstncias, eu
acredito em que ele quis dizer que eu era certo quando eu descrevi voc to brilhante, complicado, e
valoroso. Agora eu envergonhei voc." Suavemente, Mira tocou em seus lbios para bochecha da Eve.
"V para casa e lute com Roarke."
      ***
      Ela no quis lutar. Ela acabou de querer que ele casse na linha para uma mudana. Desde as
chances de que eram nada, ela esboou um par de abordagens no passeio casa.
      Mas quando ela caminhou na casa, existia uma festa acontecendo.
      Ela ouviu msica, riso, vozes, e imediatamente sentiu suas tmporas pulsarem no prospecto de ter
que lidar com as pessoas. At o som de risadinhas selvagens do seu amigo bem amado Mavis no parou
a enxaqueca de aparecer.
      Ela se imaginou furtivo de cima como um ladro e em um quarto escuro com uma porta bloqueada.
      Valoroso, meu traseiro, ela pensou.
      Ela levou um passo cauteloso em direo aos degraus quando Summerset escorregou no vestbulo
e a pegou.
      "Tenente. Voc tem convidados."
      "O que, eu sou surdo?"
      "Talvez sua audio  defeituosa quando voc estava entrando a direo oposta do ajuntamento na
sala de estar."
      "Talvez eu estava s indo de cima mudar ou algo." Porque ela soube que era fraco, porque ele
simplesmente permaneceu com aquele saber-magro zomba em seu rosto cadavrico, ela curvou seus
ombros. "Oh, morda-me," ela murmurou e encabeado na sala de estar.
      "Ela est a!" Mavis girado atravs do quarto, um pouco vendaval com grupos de flores purpreas
organizadas em pontos estratgicos acima de seu corpo. Seu cabelo era moonbeam prata hoje  noite,
com mais flores que desatam a disto. Ela deu Eve um abrao entusistico, ento saltados em sapatos de
prata com saltos de sapatos de talo de flor de quatro polegadas.
      "Leonardo e eu estvamos encabeando at o Down and Dirty para um pouco de ao, e balanada
por ver se voc e Roarke estivessem em cima para isto. E olhe que ns achamos." Ela girada ao redor

                                                                                                     85
para sorriso em Phoebe e Sam. "Eu etiquetei Peabody, e ela e McNab vo nos encontrar no D e D.
Roarke disse talvez que voc no chegaria em casa a tempo, mas aqui voc ."
     "Aqui eu sou. Eu tenho trabalhar, Mavis."
     "Eh, tome umas horas do par para balanar." Ela puxou Eve no quarto. "Comece com meu zinger.
Leonardo, beb emboneca, onde eu poria meu zinger?"
     s seis e uns metades ps, o amor esfolado dourado de vida do Mavis no era nada como um beb
emboneca. Ele era nu chested mas para um cetim vermelho X atravs de seu pecs que pareceu estar
levantando o fluido, vislumbrando calas que fluda de sua cintura at os dedos do p de seus vermelhos,
riscando sandlias. Os cravos de rubi formando um chaveiro na esquina de seu olho deixado piscou
como ele sorriu abertamente e passou por Mavis seu vidro.
     "Bom ver voc, Dallas." Ele curvou abaixo, deu seu um de seu tmido, beijos de borboleta. "Eu
conseguirei voc um fresco zinger se voc quiser."
     "Eu passarei, mas obrigado." Ela atirou em Roarke um olhar agradecido quando ele diminuiu o
volume da msica. "Desculpe eu sou mais atrasado que eu planejei," ela disse a ele. "Eu tive uma parada
para fazer a caminho casa."
     "Nenhum problema." Ele veio para ela e debaixo do disfarce de um bem-vindo-a casa beijo,
murmurou, "Voc quer que eu livre-me deles?"
     Ela quase disse sim, mas pareceu insignificante e quis dizer. "No. Ns podemos tomar uma hora
na D e D se voc estiver em cima para isto."
     Ele inclinou em cima seu queixo. "Voc tem algo em sua mente."
     "Manter."
     "E uma enxaqueca tambm."
     "Passar." E existia a possibilidade, porm distante, que algumas horas com amigos poderiam o
pr no humor para cooperar.
     "Ento ns estamos ligados?" Mavis exigiu como ela balanou por com seu zinger.
     "Certo. S d a mim um minuto para subir e cuidar de algumas coisas."
     "Frgido! Roarke?" Mavis arrastou em sua manga como Eve comeada. "Ns podemos tomar a
limusine? Seria muito totalmente mag para todas ns para pilha em e atropelaria para o D e D em estilo."
     Como o Down and Dirty estava uma articulao de tira com tanta classe como um esquilo radical,
Eve figurou que eles estariam fazendo um inferno de um salpico que chega em uma milha-longa
limusine, com motorista uniformizado. Ela teve que ser agradecida a coisa era construda como um
tanque blindado.
     Ela desnudou-se fora de seu equipamento de arma, amarrado com correia em um coldre de
tornozelo, verificado seu menor, de folga pedao de embreagem para estar certo que estava
completamente carregado. Para propsitos ,,enfeitando, ela arrastou seus dedos por seu cabelo e
considerou o trabalho feito.

                                                                                                     86
     Ela andou a passos largos de volta fora do quarto, ento surgiu para pequeno quando ela viu Sam
de p no corredor. "Eu no quis perturbar voc," ele comeou. "Mas voc tem uma enxaqueca. Eu senti
isto," ele explicou antes dela poder falar. "Eu posso ajudar voc com isto."
     " certo. No  nada."
     "Eu odeio ver qualquer coisa em dor." Sua expresso era suave com compaixo. "S tomar um
minuto."
     "Eu no gosto de fazer substncias qumicas,"
     Agora ele sorriu. "Eu no culpo voc. Eu sou um sensvel." Ele andou em direo a ela. "Com um
toque de empatia. Est aqui, no ?" Ele leu rapidamente um centro abaixo de ponta do dedo de sua
fronte, mas no a tocou. "E atrs de seus olhos. S ficar pior se voc sair para um clube ruidoso sem
tender isto. Eu no machucarei voc."
     Sua voz estava acalmando e constrangedora. At como ela agitou sua cabea, ele continuou a falar,
e desenhou seu suavemente em.
     " s um assunto de toque, de concentrao. Fim seus olhos, tentem relaxar. Pense sobre qualquer
outra coisa. Voc foi para Chicago hoje."
     "Sim." Suas plpebras inclinadas fechadas como ele escovou aquela ponta do dedo acima de sua
sobrancelha. "Para entrevistar pessoas na priso."
     "Tudo aquela energia violenta e contraditria. Nenhuma maravilha voc tem uma enxaqueca."
     Suas pontas do dedo tremuladas contra suas plpebras fechadas. Calor. Sua voz murmurada.
Conforto. Nenhum homem j ofereceu a ela ambas daquelas coisas, mas para Roarke. Ela se deixa ir; era
quase impossvel no . E o pensamento passou por sua cabea, a maravilha do que seria como ter um
homem, um pai, d generosidade em vez de dor.
     Sam tirou a dor, em suas pontas do dedo, seus dedos, em sua palma. Pulsou l, estupidamente,
pulsado como um eco em sua fronte, antes dele deixar isto expanso e dissipar.
     Como ele enfraquecido, sentiu outro, dor mais afiada. Mais funda, corta rpido e violento em seu
centro. Com isto, ele teve um flash. E serra em sua mente, seus pensamentos, sua memria, antes dele
quebrar o vnculo e bloqueado.
     "Uau." Ela balanou um pouco da falta sbita de suporte, entretanto ela no tinha estado ciente de
inclinada. Ela estava ciente que a enxaqueca era ido, e em seu lugar uma sensao de bem-estar
tranqilo. "Melhor que qualquer condena bloqueador," ela comeou como ela abriu olhos de galinha.
     Ele estava olhando fixamente para ela, seu rosto drenado de cor, cheio de choque e duelo. "Eu
sinto muito. Eu sinto tanto."
     "O que? O que est errado? Aquele negcio faz voc doente?" Ela alcanou tomar seu brao, mas
ele agarrou sua mo. E agora seu estava frio como inverno.




                                                                                                    87
     "Eve, eu nunca pretendi--uma mente to forte. Eu devia ter percebido. Eu era enfocado em aliviar
a dor.  necessrio para abaixar o quarteiro, muito brevemente, mas eu ilumino curativo como de
costume, e nunca intrometa. Eu nunca signifiquei."
     Ela endureceu. "O que voc quer dizer, intrometa?"
     "Eu no pareci, eu prometo voc.  contra tudo que eu acredito examinar outra pessoa sem
expressar convite. Mas voc abriu, e a imagem estava l antes de eu poder bloquear isto. De sua
infncia." Ele viu de seu rosto que ela o entendeu. "Eu sou muito muito desculpe."
     "Voc olhou em minha cabea?"
     "No. Mas eu vi. E vendo, porm no intencional, est ainda uma traio de confiana."
     Ela se sentiu nua e crua. Andado de volta dele. "Isto  privado."
     "Sim, muito privado. Eu no sei o que eu posso fazer para compor este para voc, mas--"
     "Voc esquece o que voc viu," ela estalou. "E voc no conversa sobre isto. Sempre. Para
ningum."
     "Voc tem minha palavra que eu no falarei disto. Eve, se voc quiser Phoebe e mim para ir--"
     "Eu no dou uma maldio o que voc faz. S fique fora de minha cabea. Fique o inferno fora de
minha cabea." Ela andou a passos largos longe, tido que se forar no correr. Ao invs ela lutou se
compor antes dela voltar abaixo, na sala de estar.
     Ela no podia pensar sobre qualquer coisa que ela quis mais agora que uma hora na D e D onde ela
podia sufocar fora suas prprios pensamentos em msica horrvel tocou a um nvel para danificar
tmpanos, beber bebida ruim at misria era afundada e afogada.


     ***
     O trabalho obteve vitria, e ela s conseguiu meio bbada, que tomou algum trabalho na hora
nica que ela se permitiu. Ela evitou Sam, sentando como longe dele como possvel no centro da cidade
de passeio selvagem e ruidoso, ento tendo certeza que ela estava no fim oposto da mesa de que ele
durante o restringir no clube.
     Ele fez isto fcil para ela, e manteve sua distncia.
     At quando Mavis insistiu todo mundo danar com todo mundo outro, eles ultrapassaram um ao
outro. Mas nem aquela nem a queimadura de bebida fermentada ruim melhorou seu humor.
     E o humor no tinha sido perdido em Roarke. Ele esperou at que eles estavam em casa, s, como
o resto da festa permaneceu o centro da cidade. "Voc vai dizer a mim o que estou errado?"
     "Conseguiu muito em minha mente."
     "Voc freqentemente faz, mas ele no encoraja que voc beba com o propsito expresso de
conseguir urinar-enfrentado."




                                                                                                     88
         "Eu no sou urinar-enfrentado. Eu parei a meio caminho." Mas seu equilbrio no era bastante o
que tinha sido, e ela tropeou no passo de parte inferior indo de cima. "Principalmente a meio caminho.
O que  o assunto, voc me viu meio bbada antes."
         "No quando voc tiver trabalhar ainda, e no quando voc estiver chateado." Ele tomou seu brao
para a afianar.
         "Atrs fora de. Eu no preciso mais pessoas que cutucam em meu fudida psique."
         Ele reconheceu o tom combativo em sua voz. Ele no se importou uma briga. Ele chegaria  parte
inferior de coisas mais rpidas aquele modo. "Desde que voc  minha esposa, eu acredito em que eu
tenha um direito legal de cutucar em sua psique, entre outras coisas."
         "No diga minha esposa naquele satisfeito consigo mesmo-traseiro tom. Voc sabe que eu odeie
isto."
         "Eu fao, sim, e eu muito aprecio isto. O que continuou entre voc e Sam antes de ns partir?"
         "Consiga outta meu rosto. Eu fui trabalhado."
         "Eu no estou em seu rosto ainda. O que aconteceu?" Ele repetiu, espaando cada palavra
cuidadosamente logo antes de que ele a empurrou contra a parede. "E agora, Tenente, eu estou em seu
rosto."
         "Ns tivemos uma rapidinha no cho do quarto. Ento o que?"
         "Sexo rpido normalmente no faz um homem parecer to infeliz. E eu aconteo saber que no faz
voc vil-clera. Mas ns podemos verificar aquela teoria se voc gostar." Ele um entregar enganchado o
cs de sua cala comprida, arrancou, e estalou o boto.
         Ela girou, mas seus reflexos eram fora de. O cotovelo pica faltado, e ela acabou presa contra a
parede novamente. "Eu no quero ser tocada agora mesmo. Eu no quero mos de ningum em mim.
Voc pega isto?"
         Ele emoldurou seu rosto com eles. "O que aconteceu?"
         "Ele fez um pouco de tipo de mojo com a enxaqueca." Ela cuspiu isto. "E enquanto ele estava l,
ele conseguiu um olhar para mim. Quando eu era uma criana. Ele viu."
         "Ah, Eve." Ele a desenhou em, desenho a mantido em at quando ela lutou.
         "Saia de de-me. Condene isto. Maldio voc."
         "Eu conseguirei eles um quarto de hotel. Eu conseguirei eles fora hoje  noite."
         "No importa se voc conseguir eles um quarto no fudida lua. Ele sabe." De alguma maneira ela
parou de o afastar e estava esperando. "No importa que ele no fez isto de propsito. No importa que
ele sente muito." Sentindo mais doente que bbada agora, ela soltou sua cabea em ombro do Roarke.
"Ele sabe, e nada muda isto."
         "Por que ele envergonha voc? Voc era uma criana. Uma criana inocente. Quantos inocentes
voc suportou?" Ele aliviou seu rosto em cima muito seus olhos encontrados. "E quantos mais antes de


                                                                                                          89
voc ser feito? Ainda existe ainda uma parte de voc aqueles passos de volta de voc mesmo, e aqueles
que sentiria pena da criana que voc era."
        " meus negcios privados."
        "Voc se preocupa que ele no honrar isto?"
        "No." Ela alarga um suspiro cansado. "No. Ele deu sua palavra. O sujeito assim serras sua lngua
fora com uma faca mofosa antes dele quebrar sua palavra. Mas ele sabe, e quando ele olhar para mim--"
        "Ele ver a amiga da sua filha. Uma mulher surpreendente. Ele ver o que voc muito
freqentemente esquece de ver quando voc olhar no espelho. Coragem."
        Ela aliviou longe agora. "O lote das pessoas fazendo barulhos sobre o quo valente eu sou hoje."
        "Bem ento, por que voc no  valente suficiente para dizer a mim o resto disto. Voc j teve
dificuldade em sua mente quando voc entrou a porta hoje  noite."
        "Sim, eu fiz. Ns precisamos conversar, mas eu tenho que ir vomitar primeiro."
        "Desde que ns temos nossas prioridades diretamente. Venha ento." Ele deslizou um brao ao
redor ela. "Eu segurarei sua cabea."
        ***
        Ela adoeceu em cima o pior do beber, baixou, sem muito protesto, a mistura Roarke foi a em frente
quando ela estava acabada. Ela tomou um chuveiro devastador, vestidas de calas soltas e uma camisa
de msculo, e sentiu humano novamente quando eles reagruparam em seu escritrio. Ela adicionou uma
cura final, caf preto, ento o preencheu em sua visita para Dockport.
        "Voc est pensando por Dallas almofadinha, ela quer me dizer."
        " uma possibilidade forte, um eu passei por Mira a caminho casa. Ela concorda comigo. Eu sou a
nica mulher que teve uma parte em a levar abaixo, e isso me faz sua competio. No, mais como sua
oposio. Ela volta para minha relva, mata aqui, e me mostra a que ela volta e pronta para estrondo. Mas
ela tira voc, ela me pra. Qualquer acontece nas batalhas na frente de ou depois, ela ganha a guerra."
        "Uma teoria razovel, e uma interessante." Ele rodou conhaque. Diferentemente do resto do grupo,
ele no tocou um bebida no D e D. "Eu pergunto-me como ela espera conseguir por minha segurana,
conseguir aproximar de mim o suficiente para causar-me qualquer dano."
        "Roarke--"
        Ele sorriu, debruado em  medida que ela teve. "Eve."
        "Corte isto. Olhe, eu sei que voc tem segurana de s, o melhor dinheiro pode comprar. Eu sei que
seus instintos so melhores ainda. Mas ela  esperto, ela  completa, e ela  muito, muito boa em que ela
faz."
        "Ento so voc. Que," ele continuou, "adicionaria outra extremidade para ela. Como me matar
quando eu for muito completamente, at intimamente protegeu."
        "Voc adicionar a sua segurana," ela vivamente disse. "Ns descobriremos a logstica disto,
tenha um pouco de entrada de Feeney. Eu porei Polis voc, se misture algumas com suas pessoas em seu

                                                                                                           90
midtown escritrio. Eu precisarei saber seu horrio, at o ltimo detalhe assim eu posso ter homens
plantados onde quer que voc tem reunies instalar. Se voc estiver saindo da cidade, usando qualquer
transpo, precisa ser esquadrinhado e varreu primeiro--vaivm."
     Ele se sentou de volta, sorveu seu conhaque. "Ns dois sabemos que eu no esteja indo ao redor
com Polis em meus calcanhares."
     "Voc preferiria custdia protetora e eu mantendo voc bloqueado nesta casa?"
     Ele angulado sua cabea. "Voc conhece meus advogados rasgaro qualquer tentativa naqueles em
fragmentos minsculos, ento vamos nos salvar o tempo e dificuldade."
     "Voc filho teimoso de uma cadela. Eu roerei seus advogados e cuspirei eles de volta fora em seus
sapatos de mil dlar."
     "Voc pode tentar."
     Ela pulou para seus ps. "Eu levanto aquele 'vnculo, eu estou conseguindo autorizao para fechar
voc, em um local eu vejo ajuste, e bofeto um goddamn pulseira em seu pulso at que eu esteja certo
seu traseiro  seguro."
     Ele chegou a seus ps tambm. "Ento eu levanto o 'vnculo, faa meu telefonema, e tenha ordem
de um conter trunfando sua autorizao sangrenta antes de estar impresso. Eu no serei enjaulado, Eve,
no por voc ou ningum. E eu no esconderei ou correrei, ento ponha seu temperamento e energias
considerveis em acompanhamento sua mulher, e eu verei para meu prprio traseiro muito bem."
     "No  s seu traseiro mais. Pertence a mim, tambm. Goddamn isto, eu amo voc."
     "E eu amo voc direito de volta." Como seu temperamento vazou, ele deitou suas mos em seus
ombros. "Eve, eu terei um cuidado. Eu prometo voc."
     Ela encolheu os ombros seu tire as mos, compassado longe. "Eu soube que voc no faria isto
meu modo."
     "Voc pensa que eu seria onde eu estou se toda vez existe uma ameaa que eu arremesso em
alguma casa segura? Eu enfrento o que venho em mim. Eu lido com isto. Eu lido com ele um pouco
diferente que eu uma vez fiz."
     "Eu sei. Eu conheo voc mais compreenso somos sobre segurana que qualquer um, mas voc
deixar Feeney examinar coisas?"
     "Eu no tenho nenhum problema com isto."
     "Eu estou pedindo voc para dar a mim seu horrio, onde voc estar, quando e com que. Eu no
lanarei Polis em voc." Ela voltou agora. "Voc faria eles e fosso eles de qualquer maneira. Mas eu me
sentiria melhor se eu soubesse."
     "Eu copiarei voc."
     "Certo. Eu vou ter que ir para Dallas." Ela disse isto muito rpido, como se as palavras poderiam
queimar sua lngua. "Eu vou precisar conversar com o padrasto. Eu no estou certo quando eu puder
administrar isto, mas dentro dos prximos dois dias. Ela ser ir morar com outra pessoa na frente de

                                                                                                    91
muito mais longa. Ele podia ser um objetivo, tambm. Sabe, Texas, vaqueiros. Talvez isto  o ngulo de
ovelha, tambm. Eles tm ovelhas no Texas, eu penso. Eu--"
     Ele veio para ela enquanto ela vagueou, e a corte fora suavemente tomando seus braos. "Eu irei
com voc. Voc no far este sem mim."
     "Eu no penso que eu podia." Ela deliberadamente relaxou, msculo por msculo. "Eu sou certo.
Eu tenho trabalhar."


     CAPTULO 9
     Horas gastas de Eve fazendo probabilidades, correndo esquadrinha em nomes que ligada para
ovelha e vaqueiro.
     Enquanto o computador trabalhado, ela l do incio ao fim o arquivo Pettibone, pulando que ela
faltou algo, qualquer coisa que indicou um mais dirige vnculo entre o assassino e sua vtima.
     Tudo que ela achou era um homem bom, de meia-idade, bem amada por sua famlia, bem gostado
por seus amigos, que correram uns negcios bem sucedidos em uma maneira direta, honrado.
     Nem podia ela ligar qualquer outro. No existia nenhuma evidncia isto ou das esposas da vtima
ou suas crianas ou os cnjuges de suas crianas souberam ou Julianna Dunne conhecido, e nenhum
motivo ela podia achar aquele debruado em direo a algum deles organizando um assassinato.
     As duas esposas poderiam ter sido totalmente tipos diferentes, mas eles tiveram um remendo de
rea de concordncia. Um afeto bvio para Walter C. Pettibone.
     At onde os dados, a evidncia, e a probabilidade esquadrinha indicado, Julianna escolheu
Pettibone de um chapu. E aquele carter caprichoso sagaz significou o prximo objetivo podia ser um
de milhes.
     Ela deixou os nomes de escolha de computador quando ela foi para a cama, e era em seis da manh
examinando cuidadosamente isso tudo novamente.
     "Voc vestir voc mesmo fora novamente, Tenente."
     Ela examinou onde o Roarke permaneceu, j vestiu, j perfeito. Ela iria ainda para tanto como
escova seus dentes.
     "No, eu sou bom. Eu consegui uns slidos cinco. Eu estou trabalhando com ovelha." Ela
gesticulou em direo  tela de parede. "Voc conseguiu alguma pista quantos nomes tm algo para
fazer com ovelha estpida?"
     "Diferente das variaes que incluem a ovelha de slaba propriamente? Cordeiro, Pastor, Carneiro,
Mutton, Ovelhas--"
     "Feche."
     Ele sorriu abertamente e entrou em seu escritrio, oferecido seu um do assaltar de caf que ele
segurou. "E, variaes claro, incontveis naqueles e outros."


                                                                                                   92
     "E ele no tem que ser um nome. Podia ser um trabalho, o modo que ele parece. Cristo, eu
consegui este ngulo de um jonesing bom viciado chamado Loopy."
     "Ainda existe uma lgica para isto. O homem de osso, o homem de ovelha. Eu diria que voc  
direita caminho."
     "Grande fricking caminho. At cortando isto para machos casados mltiplos de cinqenta at
setenta e cinco, sua rea de objetivo habitual, eu tenho dezenas de milhares s na rea metropolitana. Eu
posso cortar que atrs novamente por financeiro no valor de, mas est quieto muitos para cobrir."
     "O que seu seja plano?"
     "Diminuindo isto novamente seguindo a teoria que Pettibone era considerados oito a dez anos
atrs. Se sua prxima marca estava na corrente ento, eu olho para homens que estavam com sucesso
estabelecidos na cidade dez anos atrs. Ento eu espero inferno que Julianna no est com pressa."
     Ela ordenou o computador para comear uma nova listagem usando aqueles critrios, ento
tomaram um gole casual de caf. "O que voc tem ida hoje?"
     Ele tirou um disco de seu bolso. "Meu horrio pelos prximos cinco dias. Voc ser atualizado em
quaisquer mudanas para isto."
     "Obrigado." Ela tomou isto, ento olhado nele. "Obrigado," ela repetiu. "Roarke, eu no devia ter
tomado isso tudo fora em voc ontem  noite. Mas voc  muito condena  mo."
     "Est tudo bem. O da prxima vez voc embriaga-se e ficar spera, eu apenas bato voc ao redor."
     "Eu acho isto  justo." Ela aliviou de volta quando ele se debruou em. "Eu no limpei ainda. Eu
iria pegar um treinamento rpido enquanto as listas esto compilando."
     "Uns sons de treinamento perfeito."
     "Voc j est vestido," ela disse quando ele tomou sua mo e comeou para o elevador.
     "A brilhante coisa sobre roupas  que voc pode pr eles e levar eles fora de to freqentemente
quanto voc gosta." Ele girou, arrastada em cima sua camisa de moletom quando eles estavam no
elevador. "Veja?"
     "Ns recuperamos- casa que convidados vagando," ela lembrou a ele.
     "Ento, ns fecharemos a porta." Suas mos inteligentes arrastadas em cima e fechadas acima de
seus peitos. "E tenha um treinamento rpido, privado."
     "Bem pensado."
     ***
     Enquanto Eve estava terminando fora de um muito satisfazendo programa de exerccio com uma
natao, Henry Mouton andou a passos largos atravs dos chos de mrmore polido de Mouton,
Carlston, e Fitch, advogados em lei.
     Ele tinha sessenta e dois anos, estrela de filme bonita atleticamente apara, e um dos advogados de
primeiro-ministro corporativo na Costa do Leste.


                                                                                                      93
     Ele caminhou com propsito. Viveu com propsito. Nos trinta anos estranhos ele tem sido um
advogado, ele chegou em seu escritrio em justamente sete horas, cinco dias por semana. Aquela rotina
no alterou quando ele estabeleceu sua prpria firma vinte e trs anos atrs.
     Auto feitos homens, Henry gostou de dizer, era trabalhos em desenvolvimento. E trabalho era a
palavra chave.
     Ele amou seu, alpinismo amado o escorregadio, emaranhado vinha da lei.
     Ele abordou sua vida o mesmo modo que ele abordou seu trabalho. Com dedicao e rotina. Ele
manteve sua sade, seu corpo, e sua mente com exerccio habitual, uma boa dieta, e exposio a cultura.
Ele tirou frias duas vezes por ano, para justamente duas semanas em cada lugar. Em fevereiro, ele
selecionou um tempo morno clime, e em agosto assinalou um local interessante onde os museus,
galerias, e teatro seria oferecidos em abundncia.
     O terceiro fim de semana de todo ms, ele ficou em sua tosquiada casa no Hamptons.
     Alguns disseram que ele era rgido, inclusive suas duas ex-esposas, mas Henry pensou sobre ele
mesmo to organizado. Como sua esposa atual era quase como detalhe- orientada a e rotina como ele era
ele mesmo, Mundo do Henry estava em ordem perfeita.
     O cho principal de Mouton, Carlston, e Fitch era to principal quanto uma catedral, e s sete da
manh quieta como um sepulcro.
     Ele caminhou diretamente para seu escritrio de canto, com sua viso de poleiro de guia de bairro
residencial Manhattan. Sua escrivaninha era uma ilha retangular perfeita coberta s por seus dados e
centro de comunicao, sua caneta esterlina fixa, um mata-borro fresco limitados em couro de
Borgonha, e uma prata-emoldurada fotografia de sua esposa, a terceira imagem para graa que mesma
armao nos ltimos vinte e quatro anos.
     Ele deixa sua pasta no mata-borro, abriu isto, e removeu seu livro de memorando e os disco de
arquivos que ele levou para casa com ele a noite antes.
     Enquanto bondes de comutador fluram o cu em suas costas, Henry fechou a pasta, deixa isto na
estante ao lado de sua escrivaninha para acesso fcil.
     Um som de lnguido o teve relanceando, e franzindo o cenho em confuso na morena nitidamente
vestido em sua entrada.
     "E quem voc poderia ser?"
     "Desculpe-me, Sr. Mouton. Eu sou Janet Drake, o novo temp. eu ouvi que voc entre. Eu no
percebi ningum estaria neste cedo."
     Julianna dobrou suas mos em sua cintura e ofereceu um sorriso tmido. "Eu no quis dizer
perturbar voc."
     "Voc est em cedo voc mesmo, Senhorita Drake."
     "Sim, senhor.  meu primeiro dia. Eu quis familiarizar eu mesmo com o escritrio e organizar meu
cubo. Eu espero que est certo."

                                                                                                    94
         "Iniciativa  apreciada ao redor aqui." Atraente, Henry pensou, bem falado, vido. "Voc estaria
pulando para uma fenda permanente aqui, Senhorita Drake?"
         Ela trabalhou um rubor lnguido. "Eu seria emocionado para ser oferecido uma posio
permanente com sua firma, senhor. Se meu trabalho autoriza isto."
         Ele movimentou a cabea. "Continue, ento."
         "Sim, senhor." Ela andou de volta, parou. "Eu podia trazer voc uma xcara de caf? Eu s
programado fresco."
         Ele alarga um grunhido como ele deslizou um disco de arquivo em sua unidade de escrivaninha.
"Nata, nenhum acar. Obrigado."
         Em suas bombas prticas, Julianna cortou de volta para o pessoal quebra quarto. Existia bastante
tempo. Sua pesquisa cuidadosa disse a ela que a cabea da firma chegada nos escritrios pelo menos
trinta minutos, freqentemente uma hora completa antes de qualquer outro. Mas existia sempre uma
chance algum balconista de lei ou zango excessivamente esforado, um pouco de manuteno andride
podia entrar e interromper coisas.
         Ela preferiu conseguir o trabalho feito e partir enquanto o dia era jovem. Ela estava Henry certo
que ele mesmo aplaudiria a eficincia.
         A idia conferiu seu tanto que ela riu como ela envenenou seu caf.
         "Podia ter descoberto deste modo nove anos atrs, Henry," ela murmurou como ela mexeu no
cianeto. "Mas voc no desenhou a palha pequena." Ela bateu levemente seu cabelo pequeno, escuro.
"Tipo de uma pena, realmente. Eu penso que voc teria apreciado ser casado comigo. Para o a curto
prazo."
         Ela levou o espesso, prtico assalte de volta em seu escritrio. Seu computador j era tagarelando
sobre algum precedente legal. Fora da parede de vidro um trfico copter moveu rapidamente por como a
manh comuta aquecer. Julianna fixa o caf por seu cotovelo, andou de volta.
         "Existe qualquer outra coisa que eu posso fazer para voc, Sr. Mouton?"
         Obviamente perdido em pensado, ele levantou o caf, sorveu ausentemente enquanto ele desviou a
vista do trfico, escutadas suas notas.
         "No, eu tenho tudo que eu preciso, senhorita ..."
         "Drake," ela agradavelmente disse, ela olha gelo-frio como ela assistiu ele gole novamente. "Janet
Drake."
         "Sim, bem, boa sorte em seu primeiro dia, Senhorita Drake. S deixe a porta abrir quando voc
sair."
         "Sim, senhor."
         Ela andou do lado de fora do escritrio, e esperou. Ela ouviu ele comear a sufocar, to chocado,
tentativa desesperada para desenhar ar. Seu rosto segurou uma beleza terrvel quando ela andou de volta
para assistir ele morrer.

                                                                                                        95
     Ela gostou de assistir, quando a oportunidade apresentou propriamente.
     Seu rosto era vermelha beterraba, seus olhos inchandos. Ele bateu o que era remanescente do caf
no cho  medida que ele trilhou, e o marrom vazado em manchar o tapete de pedra cinza.
     Ele olhou fixamente para ela, a dor e medo vivo no quarto  medida que ele morreu.
     "Afunde o tubo errado?" Ela disse alegremente, e passeado acima de como ele caiu para o cho.
"Existe estado um pouco mudana em rotina hoje, Henry." Ela angulada sua cabea, sua expresso
fascinou como seu corpo convulsionado. "Voc chega a morrer."
     Era, Julianna pensou, a sensao mais incrvel para testemunhar morte vir, e sabe que marchou em
a direo de sua prpria mo.
     Era uma maravilha para suas mais pessoas no tentaram isto.
     Quando estava acabado, ela o soprou um sassy beijo, e passeando fora, fechou a porta atrs dela.
Uma pena era muito cedo para as lojas estar aberto, ela pensou como ela levantou sua bolsa e passeou
para o elevador. Ela sentiu como um bom ostenta.
     ***
     Abaixada acima do corpo de Henry Mouton, Eve sentiu raiva, frustrao, e culpabilidade.
Nenhuma daquelas emoes ajudariam, ento ela fez seu melhor para bloquear eles.
     "Isto  ela trabalhar," Eve declarada. "Como o inferno ela s entra, por construir segurana, e
consiga este sujeito para beber caf envenenado? Mistura. Ela mistura. Que faz que eu preciso ser, e isto
 quem eu serei. Ela teve que saber que ele estaria aqui, s. Isto no era um tiro sortudo. E eu sou fora de
perseguir fudida ovelha."
     "Tenente. Mouton  ovelha em francs." Peabody resistiu seu PPC. "Eu olhei isto."
     "Grande, bem. Loopy  bem sucedido. Muito bom o fez." Aborrecida com ela mesma, ela
endireitou em cima. "Tenha ele etiquetado e ensacado e virou para o ME. Eu preciso ser construdo
discos de segurana, a testemunha que o achou, ah ... escritrio gerente. Dados do parente mais
prximo."
     "Sim, senhor. Dallas?" Peabody hesitou, ento falou sua mente. "Voc no podia ter parado este."
     "Certo eu podia ter. Gire a chave certa na fechadura certo. Mas eu no fiz, ento ns vamos daqui."
     Quando Peabody saiu, Eve tirou seu caderno e comeou a ligar dados.
     "Com licena. Tenente Dallas?"
     Ela olhou de relance atrs, viu o elegantemente vestida mulher com cabelo de jato preto em
perfeitamente moldadas ondas. "Eu tenho que perguntar a voc para manter claro deste quarto."
     "Sim, eu entendo. Eles disseram a mim que voc estava em carga. Eu sou Olivia Fitch, um dos
parceiros do Henry. E sua segunda esposa." Quando seu olhar vagado para o corpo, seus lbios
tremeram. Mas ela apertou eles juntos, e sua voz ficou fixo. "Eu estava pulando que voc podia dizer a
mim ... algo. Qualquer coisa."
     "Existe em algum lugar que ns podemos conversar, Sra. Fitch?"

                                                                                                         96
         "Sim, claro. Meu escritrio? Eu quero poder dizer o pessoal algo," ela comeou como ela foi 
frente. "E eu preciso, por eu mesmo, ser capaz de pensar sobre este em algum modo racional."
         Ela abriu a porta outro para encurralar escritrio. Era semelhante em tamanho para do Mouton,
leste enfrentado em vez do norte, e teve um pouco mais talento e menos espartana regimentao.
         "Isto  um tempo difcil para voc."
         "Sim, muito." Em lugar de movimento para a escrivaninha ou o sentar rea, Olivia caminhou para
a parede de janelas. "Henry e eu ramos divorciados quatro, nenhum cinco anos atrs. Ele  recasado e
isto ser um sopro devastador para Ashley. Sua morte teria sido difcil suficiente, mas assassinato. Eu
nunca conheci qualquer um que tem sido assassinado." Ela voltou. "Me agita at o osso."
         "Voc conhece qualquer um que desejaria que Sr. Mouton prejudicasse?"
         "Ns somos advogados," Olivia retornou para um encolher os ombros. "Quem no nos deseja
dano? Mas no, eu honestamente no posso pensar sobre qualquer um que faria este para Henry. Ele 
um homem irritante, impossvel viver com em meu ponto de vista. Ele  que--ele era to linear, ento
absolutamente fixado em manter suas rotinas, ento absolutamente aparecer seus modos. Voc poderia
querer o chutar no traseiro ocasionalmente, mas voc no quereria o matar para isto."
         "No muitas pessoas que foram casadas permaneceriam companheiros de negcios."
         "Uma outra de caractersticas aborrecedoras do Henry." Lgrimas vislumbradas, mas ela segurou
eles de volta. "Ele era um bastardo lgico. Por que ns devamos ter um motim na firma porque o
casamento estava terminado? Trabalhado junto bom antes, no ? Neste caso, ns ramos de acordo. O
fato  que ns fizemos companheiros de negcios melhores que amantes. Eu no sei se ns fssemos
amigos. Eu devia provavelmente estar pedindo meu prprio advogado at agora." Ela suspirou. "Eu no
posso trabalhar a energia para isto."
         "Por que ele teria estado aqui antes de horas de escritrio?"
         "Henry se sentou em sua escrivaninha toda santificada manh s sete da manh Chove, brilhe,
inundao, ou escassez. Qualquer outro podia ser dito sobre ele, sua moral de trabalho era dourada. Ele
se importou com esta firma, sobre seu trabalho, sobre a lei."
         Agora sua voz pegou e ela apertou uma mo para sua boca. "Condene isto. Condene isto, condena
isto."
         "Voc quer algo? Um copo de gua?"
         "No. Eu no sou um leiloeiro." Ela chateia abaixo, visivelmente. "E eu tambm me importo com a
lei. Eu quero que quem fizeram este pego e castigado. Ento pergunte a suas perguntas. Eu posso
prometer que voc que voc ter cooperao cheia de todo mundo nesta firma ou eu esfolarei eles."
         "Apreciou." A Eve pausou, girado quando Peabody entrou.
         "Eu posso falar com voc um minuto, Tenente?"
         "Se voc segurar aqui, Sra. Fitch." Ela trocou para s fora da porta de escritrio. "O que voc
tem?"

                                                                                                      97
         "Impresses digitais do Julianna Dunne no quarto de folga. Ela estava aqui, e ela no aborreceu
lacrar em cima. Eu tenho os discos de segurana. Eles so etiquetados."
         "Bom. Ache-me o gerente de escritrio e mande ela aqui quando eu for feito com Fitch."
         Ela andou de volta do lado de dentro. "Sra. Fitch, voc conhece uma mulher chamado Julianna
Dunne?"
         "Dunne? Aqueles sons de nome familiar." Sua sobrancelha enrugada, ento curvada em surpresa. "
assassina de Walter Pettibone--e os outros. Eu vi os relatrios de mdia e boletins. Voc acha ela ... mas
por que? Como podia ela somente..." Ela se sentou agora, fortemente.
         "Voc viu uma comparao de mulher sua descrio em ou ao redor estes escritrios?"
         "No." Olivia apertou suas mos para seu rosto. "Eu no posso conseguir meu cabea para ao redor
este."
         "Ela estava aqui, em seu quarto de folga. Eu assumo seu servio de limpeza enxuga abaixo aquela
rea toda noite."
         "Sim, sim. Ns temos um servio muito bom, muito completo."
         "Se isto  o caso, ela estava aqui esta manh. Eu posso usar isto?" Ela perguntou, gesticulando para
o computador.
         "Sim. V em frente."
         A Eve ligou o disco de salo de entrada. "Voc sabe que hora o servio de limpeza faa esta rea?"
         "Eles so marcados para fazer este cho entre doze e dois da manh"
         A Eve programada o disco para comear a seu corrido s duas DA MANH Ela fechou com fecho
por, pausando periodicamente quando algum entrou ou saiu o salo de entrada. O trfico era luz,
correndo para zanges de escritrio cansado que puseram em um final de turno, pessoas de manuteno,
e uma mudana de pessoal de salo de entrada. Em seis e quarenta e cinco, uma morena atraente em um
terno de negcios espertos andou a passos largos dentro e caminhou diretamente para a escrivaninha da
recepo.
         A Eve congelou a armao, realada. "Voc reconhece esta mulher?"
         Olivia voltou, estudou a imagem. "No. Eu no recordo a vendo antes. Existem vrios escritrios e
companhias neste edifcio. Eu no vejo como--"
         "Olhe mais ntimo. Apenas do rosto. Esquea o cabelo."
         Existia um chamejar de impacincia, mas Olivia fez como ela era perguntada. "Eu conheo todo
mundo neste nvel, e ela no ... Espere. Meu Deus. Isto  Dunne, no ? Eu no reconheci ela a
princpio."
         "Sim, a maioria das pessoas no iria."
         ***
         Por meio-dia ela teve um quarto de conferncia registrada e seu time ajuntado.


                                                                                                          98
     "Aqui  como foi," ela comeou. "Julianna forja uma firma ID--jogo da criana--e desaparece por
isto para o guarda costas. Mesmo guarda estava de servio a vspera--seis para turno de meio-dia--e
ela registrou como Janet Drake, temporrio clerical para Mouton, Carlston, e Fitch s oito e quarenta trs
naquela data. Fez um ponto em dar a ele um grande, namorador sorriso e fazendo um pouco de conversa
ftil assim ele a lembraria quando ela entrou esta manh. Entre cedo," Eve continuou, gesticulando para
o disco correndo na tela. "Direito de Bops em at o cho principal da firma. Ns a temos at que ela
caminhe nos escritrios. Oito minutos mais tarde, ns temos Mouton seguindo a mesma rota. Pelos
prximos vinte minutos, ns deduzimos."
     Ela pausou a corrida. "As declaraes de pessoal e associados confirmam que Mouton
habitualmente entrou em seu escritrio em setecentos. Ele era uma criatura de rotina, e nenhuma dvida
Julianna investigou seus hbitos. O mais provvel argumento  que ela se apresentou como um
temporrio, reivindicado ser vido para comear trabalho, lisonjeou ele na rea mais importante dele--
sua firma, seu trabalho, seu moral de trabalho. Ela oferece o trazer caf, vai para o quarto de fratura,
ordena uma xcara, envenena isto. Ela teria ficado para ter certeza que ele bebeu isto, tenha certeza que
ele morreu. Ela gosta de ver o trabalho. s sete e dezoito, ela sai dos escritrios."
     A Eve ordenou a corrida para continuar, fechou com fecho isto. "Ela pegou um brilho sobre ela
agora," ela comentou. "Ela realmente sai de neste. As sadas por um segunda andar fogo porta assim ela
no tem que aborrecer com o guarda. Ela podia pegar o deslizamento para nvel de rua e estar em casa
para caf da manh e almoo."
     "Ela  mudada seu padro," Feeney pe em. "Ela  ficada em Nova York, ela est engraxando
sujeitos no previamente conhecidos para ela. Mas alguns hbitos so duros de matar. Ela est ainda
indo para o mesmo tipo de objetivo, ainda modificando seu aparecimento sem quaisquer mudanas
permanentes."
     "Ela  entrincheirada aqui." Eve agarrou caf como um assunto de hbito mais que necessidade. "A
opinio da Mira  que eu sou parte da atrao--a nica mulher com que ela  sempre realmente
combatida. Ela precisa ser melhor que eu sou, e o caminho para fazer isto  para matar em minha relva
enquanto eu persigo meu rabo."
     "Bom." McNab pegou sua ateno. "Ento machucar mais quando voc criar de volta e mordida
fora sua garganta."
     "Absorvendo, Detetive?"
     "Sim, senhor." Ele relampejou um sorriso to brilhante quanto seu trio de brincos. "Mas eh, o que
, . Ela no  melhor que voc."
     "Agora mesmo eu tenho dois homens mortos que no so provvel concordar com voc. Ns
precisamos continuar aquelas unidades encerradas de Dockport. Ela pegou um lugar aqui."
     Em algum lugar, Pensou Eve. Escavaes de bairro residencial de primeira, o centro da cidade da
moda.

                                                                                                       99
      "Apartamento de ostentao ou casa, na cidade. Ela qualquer uma comprou isto enquanto ela
estava na gaiola, ou organizado para ele ser mantido durante aquele perodo." Ela tragou mais caf,
esperado pelo pontap. "L tenha que ser transmisses. Ela  esperto suficiente para ter usado seu PPC
contrabandeado nisto, mas ela poderia ter ficado malfeita. Ela investigou objetivos. L tem que ser
dados."
      "Ns estamos limpando totalmente o excesso," Feeney assegurou ela. "Se ele estiver l, ns
acharemos isto."
      "Ache isto rpido. Existem cpias de disco de relatrio da Mira para todos vocs. Voc ler sua
opinio, e eu concordo com isto, que histria da Julianna relativo a seu padrasto abusando sexualmente
dela  inexata. Eu preciso o entrevistar, empurre fora a verdade. Quanto mais ns sabemos sobre ela, os
mais rpidos ns a caamos abaixo. Alm de,  possvel que ele  um objetivo futuro. Eu estarei indo
para o Texas assim que pode ser organizado."
      "Eu sou com voc, senhor?" Peabody perguntou.
      "No, eu preciso de voc aqui." No posso tomar voc para Dallas. No posso arriscar isto. No
pode permanecer isto. "Continue correndo o veneno. Ela est pegando isto de em algum lugar." Ela foi
cuidadosa para manter sua voz profissional  medida que ela continuou. "Voc tambm ler em relatrio
da Mira isto no importando a porcentagem de probabilidade baixa no computador esquadrinha, ela
acredita que Roarke tambm  um objetivo potencial."
      "Fucking A."
      Entretanto ele flechou diretamente para seu corao, ela ignorou exploso do McNab. "Enquanto
ele no ajusta seu perfil normal, e os dados acumulados, que d este objetivo uma probabilidade de
computador desprezvel, ele adapta sua necessidade de guerrear comigo. Estando ciente da identidade de
um objetivo potencial nos ajudar aproximar-se de. Eu tenho horrio do Roarke pelos prximos cinco
dias, e existem cpias de que tambm em seus pacotes. Ele  recusado proteo de polcia direta, mas
concordou em precaues bsicas."
      Ela se importa relampejado de volta para corpo do Mouton, espreguiado em seu cho de
escritrio. Antes de rosto do Roarke podia sobrepor acima da imagem, ela fecha isto. "Sua segurana 
superior, mas to primrio ..."
      Ela alarga um juramento, pequeno, maligno, empurrado sua mo em punhos seus bolsos. "Feeney,
eu gostaria de voc para examinar cuidadosamente segurana em seus escritrios, em casa, em seus
veculos."
      "Ele etiquetou mim uma hora atrs. eu estou o encontrando esta tarde."
      "Obrigado. Certo. Isto  tudo que ns temos, ento vamos fazer isto trabalho. Eu estarei em meu
escritrio."
      "Ela  agitada," McNab sussurrou para Peabody quando Eve encabeada fora. "E ela no agita
fcil."

                                                                                                   100
     "Eu vou conversar com ela." Ela arremessou fora do quarto, esquadrinhou o corredor, e acabou de
ver por um momento mudana de Eve abaixo em um deslizamento. Ela teve que correr, ento cotovelo
algumas pessoas de lado, mas ela pegou em cima da mesma maneira que Eve andada fora de.
     "Dallas. Espere s um minuto."
     "Eu no tenho tempo para tagarelo, Peabody. Se eu vou limpar coisas assim eu posso tomar este
tempo de viagem, eu preciso mover."
     "Ela no chegar a ele. Ela at no conseguir fechar." Ela tocou brao da Eve, ento pegou nisto
adiante progresso da Eve de parada. "Talvez se fosse s um de voc que ela podia ficar sortuda e fazer
algum dano. Mas ela est subindo contra voc dois. Existe nenhum modo. S nenhum modo no universo
conhecido."
     A frustrao e medo engarrafadas em cima em garganta vomitada da Eve fora em um tom baixo,
severo. "Tudo que ela tem que fazer est ponta algo em uma xcara de caf, uma taa de vinho, um
fudido copo de gua."
     "No, isto no  todo." Mais que agitou, Peabody pensou. Assustado para o osso. "Voc sabe que
no . Ela tem que conseguir por seu radar e dela. Olhe, eu no sei os fatos sobre de onde ele veio, como
ele chegou aqui, mas eu posso deduzir. No  s que ele sabe como lidar com ele mesmo, que ele faz. 
que ele  perigoso.  uma das coisas que o faz to goddamn sensual."
     Eve girou, olhada fixamente cegamente em uma mquina de venda automtica. "Ele no  nem
preocupado, particularmente."
     "Isso no significa que ele no ser cuidadoso, que ele no ser esperto."
     "No, no faz. Eu sei que no fazer." Para dar suas mos algo para fazer, ela cavou fora um
crdito, tampou isto, e ordenou um bar de doce.
     Eu sinto muito, aquele artigo est atualmente fora de linhagem. Voc se importaria fazer outra
seleo?
     "No chute isto!" Peabody disse s pressas at como Eve criada atrs. "Voc perder seu vendendo
privilegia novamente. Tente este aqui.  realmente bom." Antes de seu tenente poder qualquer danificar,
Peabody escolheu outro artigo.
     VOC SELECIONOU Um BAR de RUDO GOSMENTO, A BARRIGA GOSTOSA TRATA COM
TRS CAMADAS DE SUBSTITUTO de CHOCOLATE, Um RUDO de BISCOITO, E Um NONDAIRY
CREMOSO ENCHER.
     A Eve pegou isto, mudando-se enquanto a mquina detalhada os ingredientes junto com gramas
gordos e contedo calricos.
     "Eu posso perguntar a voc algo sobre o caso do Stibbs?" Peabody perguntou, jogging continuar.
     "Passeio e conversa."




                                                                                                     101
     "Eu tenho estudado o arquivo e eu sou sobre pronto a trazer para uma entrevista, mas eu pensei
talvez que eu devia surveil ela quando eu puder administrar isto, por um dia ou dois. Consiga seu ritmo,
sabe. E eu perguntei-me se eu devia deixar ela me ver ou no."
     Com um pouco de esforo, Eve ajustou sua linha de pensamento. "Fique em uniforme, deixe ela
ver voc. Manter ela desequilibrado."
     "E eu vou tentar conversar com um par das pessoas que deram declaraes sobre o homicdio,
pessoas quem souberam todos os trs assuntos. No machucar se ela ouvir sobre isto?"
     "V a manter seu trmulo, perguntando-se o que est em cima. Ela ser inquirida quando voc a
trouxer ."
     "Eu quero esperar at que voc volte do Texas antes de eu a trazer. No caso de eu atarraxar em
cima."
     "Espere at que eu volte, mas voc no vai atarraxar em cima. Eu no trabalho com atarraxadores,"
ela adicionou, e fez Peabody sorrir como eles separaram modos no bullpen.
     Em seu escritrio, Eve tomou um momento para se afianar, mordeu fora de um pedao do bar de
doce e decidiu era quase uma barriga gostosa trata. Com horrio do Roarke em sua cabea, ela pe em
um telefonema para seu midtown escritrios.
     "Eu sei que voc tem uma reunio em cinco," ela comeou quando ele apareceu. "Cristo conhece
como voc permanece reunio todas aquelas pessoas todo dia de sua vida."
     "Eu sou s uma pessoa das pessoas, Tenente. Uma alma amvel."
     "Sim, certo. Quanto discute isto vai ser para voc para fosso todas aquelas reunies amanh?"
     "O que  o ponto de ser mestre de tudo que voc inspeciona se voc no pode reunies de fosso
quando adapta voc? O que voc precisa?"
     "Eu quero partir para Dallas de manh. Primeira coisa."
     "Certo, eu cuidarei disto."
     "Eu no sei quanto tempo que levar, mas ns devamos ser capazes de pegar isto feitos e voltamos
todo no mesmo dia. durante Uma noite no mximo."
     "O que for preciso. Eve, voc no est mais s."
     Ela movimentou a cabea, e entretanto pareceu tolo, tocados seus dedos para seu rosto na tela.
"Nem  voc."


     CAPTULO 10
     A probabilidade Roarke  prximo objetivo  cinqenta e um ponto cinco e oito por cento. . . .
     Eve permanecida, desviando a vista de sua janela de escritrio fraco. A cinqenta e cinqenta
chance cedeu o cruel do computador afina no a confortou.
     "Onde ela vir nele?"
     Dados insuficientes para probabilidade. ...

                                                                                                      102
        "Eu no estava perguntando a voc," ela murmurou e comprimidos seus dedos para a ponte de seu
nariz. "Pense," ela se ordenou. "Pense, pense. O que em seja sua cabea?"
        Mais choque, Eve decidida, se Julianna foi para Roarke quando seu policial estiver perto. Em casa
ento, ou em um evento pblico ou privados sociais eles dois freqentariam. Ela chamou de volta seu
horrio na tela e estudou isto. Novamente.
        Ela no conheceu como qualquer uma pessoa administrou que muitas reunies, negcios,
conversaes, e contatos em um dia e ficou so. Mas isso era Roarke.
        Todas aquelas pessoas, ela pensou, que ele escovou contra em qualquer dia dado. Os negcios
associa, pessoal, empregados, garons, assistentes, e assistentes para assistentes. Porm brilhante sua
segurana, existia sempre uma rachadura para escorregar por.
        Mas ele estava ciente disto, ela lembrou a si, no nvel mais elementar. O modo que um tigre estaria
ciente de ambos os predador e presa em sua prpria selva.
        E se ela se permitisse se preocupar em medo acima dele, ela faltaria algo.
        Ela se sentou novamente, passada sem tocar sua mente.
        Na primeira onda de matanas do Julianna Dunne, ela assumiu o papel de princesa de sociedade.
Uma borboleta jovem, fascinadora que tem flitted entre o abundante floresce do rico. Como um deles,
Eve meditou.
        Seu novo padro era empregado de eficiente. Esperto, Eve concedeu. As pessoas raramente
tomaram anncio cheio daqueles que serviram para eles. Ela pegaria com isto, Pensou Eve. Quase
certamente vara com aquele nvel. Servidor, balconista, domstico.
        Quem o prximo objetivo, ela provvel acharia seu modo em seus negcios ou sua casa por sua
companhia.
        Mtodo preferido, veneno. Veneno antiquado, Eve adicionou. Por que? Voc no conseguiu suas
mos sujas aquele modo, e mais normalmente teve a oportunidade para assistir isto trabalho. Veja o
choque, confuso, dor. A vtima entendeu um jateador ou uma lmina quando veio o por. Mas veneno
era sutil, at elegante. E ele confundiu.
        Mas voc no fez bop em seu local 24/7 e levantou uma garrafa de cianeto. Estava na hora de
perseguir a fonte.
        Antes dela fazer, existia um pouco negcios clarear. Ela pe em um telefonema para Charles
Monroe.
        O bonito companheiro licenciado levantou em seu bolso-vnculo. A Eve podia ouvir o murmrio
de vozes, o tinido quieto de porcelana e cristal de um restaurante de primeira como seu rosto encheu a
tela.
        "Tenente Docinho." Ele irradiou. "Que surpresa boa."
        "Voc conseguiu companhia?"


                                                                                                       103
     "No bastante ainda. Atrasado do cliente, ela normalmente . O que eu posso fazer para meu
vingador favorito da lei?"
     "Voc tem alguns camaradas profissionais ou associados na rea de Chicago?"
     "Dallas, quando for est na profisso mais velha, se tem camaradas e associados em todos lugares."
     "Sim. Bem, eu preciso de um que est disposto a ir para Centro de Reabilitao de Dockport, faa
um conjugal para um preso, para a polcia normal pesa."
     Seu rosto, seu tom, foi todos os negcios. Ela o viu movimento, olhar abaixo, e soube que ele tirou
um e-livro. "Masculina ou companheira?"
     "Preso busca homem atraente com ficar poder para episdio conjugal."
     "Perodo de tempo?"
     "Dentro do prximo par de semanas seria bom. Mais cedo o melhor. O oramento pular para um
telefonema de duas horas, nenhum balangand, e bsicos transpo."
     "Desde que eu duvido que a polcia esto demais preocupadas com esta sade sexual da mulher, eu
assumo isto  o pagamento para informaes ou cooperao em alguma investigao contnua."
     "Assuma qualquer." Seu rosto, seu tom, refletido seu agora. "Eu preciso do contato. Voc pode
alcanar para um associado naquela rea? Um que pode lidar com ele mesmo. Ela  logo aps um salto
slido, mas ela tem uma propenso violenta e eu no quero pr qualquer um verde nesta situao."
     "Eu podia mas por que eu s no cuido disto para voc? Eu certamente no sou verde, e eu devo
voc suficiente favores para cobrir isto."
     "Voc no me deve qualquer coisa."
     "Eu devo voc Louise," ele corrigiu, e tudo em seu rosto clareado em seu nome. "D-me as
informaes que eu precisarei, e eu trabalharei isto em meu horrio. Na casa para voc, Tenente
Docinho."
     Ela hesitou. Pareceu misterioso para o registrar para sexo. Para pensar sobre seu romance em
desenvolvimento com a dedicada Dra. Louise Dimatto enquanto ela organizou mandar a ele fora para
uma conjugal com Maria Sanchez.
     Este amizade gig era quase como complicado e boggy que o casamento gig.
     Era seu trabalho, Eve lembrou a se. E se no aborrecesse Louise, por que devia a aborrecer?
     "Voc conseguir balana. Eu quero manter este nos livros. Maria Sanchez," ela comeou, e deu a
ele as informaes que ele tem necessidade. "Eu aprecio isto, Charles."
     "No, voc est envergonhada, e isto  muito doce de voc. D meu amor para Peabody, e eu darei
seu melhor para Louise. S entrado do meu almoo e cliente de salto. Se no existe nada mais, eu iria
como logo no estar conversando com um policial quando ela chegar  mesa. Estas so as coisas que
podem arruinar o equilbrio delicado de uma tarde romntica."




                                                                                                    104
     Seus lbios curvaram quando ele disse isto, e fez Eve agitar sua cabea. "Deixe-me saber quando
voc pregou data abaixo e o tempo e se voc conseguir quaisquer lutas com os acordos em Dockport. O
guardio existe um otrio."
     "Eu manterei aquela em mente. Mais tarde, Tenente Docinho."
     Quando ele concluiu transmisso, ela fez a prxima solicitar a sua lista. Dirigindo isto,
decididamente, para correio de voz do Nadine Furst, Eve deixou uma mensagem concisa.
     "Voc conseguiu um cara a cara, meu escritrio, dezesseis cem. Em ponto. Nenhuma alimentao
ao vivo. Se voc estiver atrasado, eu terei algo melhor para fazer."
     Ela afastou a escrivaninha, andou a passos largos fora, e balanado por cubo do Peabody.
"Comigo" era tudo que ela disse.
     ***


     "Eu estou no chegando nenhum lugar difcil para localizar um provedor para o cianeto por fontes
normais." Peabody apressou no elevador atrs de Eve. "At considerando o nmero de fontes legais para
aquele tipo de substncia controlada,  necessrio para mostrar a autorizao com impresses. As
impresses so examinadas uma procura estrita e esquadrinham. Dunne  estar em arquivo, e teria
estalado."
     "Fontes ilegais?"
     "Eu corri envenenamentos de cianeto por IRCCA. Mais popular do material que voc poderia
pensar, mas a maioria de conseguiu sua proviso por uma fonte legal. O almofadinha no Leste D.C. onde
o Dunne previamente fez compras era o importante em jogador de planeta, e ele est morto. O outros em
registro so principalmente de pouca importncias, e a maioria delas esto fazendo tempo--
principalmente ilegais distribuio, com venenos como uma linha secundria. A pesquisa indica venenos
no so muito margem de lucro de custo efetivo, estreito, e geralmente no so uma especialidade."
     "Possvel ela achar uma passagem para uma fonte legal mas vamos tentar a outra rota." A Eve
andou a passos largos para seu veculo, pausou. "Muita conversa e dana swing na priso, e ela poderia
ter seguido em cima em um contato l. Mais, ela teve seu dedo no mundo por acesso de computador.
Bastante tempo para procurar e pesquisar. Sua fonte no poderia estar em Nova York, mas as pessoas
conhecem pessoas quem conhecem pessoas. Ns estamos indo subterrneo."
     Peabody, um soldado robusto, empalideceu. "Oh menino."
     ***
     Em baixo de Nova York eram outro mundo, uma cidade pssima da perdida e a maligna. Alguns
desceram para brinquedo com aquela extremidade aguda, o modo que uma criana poderia tocar com
uma faca afiada, s para ver como fatiaria. Outros apreciaram o elementar meanness, o fedor de
violncia que penetrou o ar to densamente quanto o fedor de lixo e caga.
     E algum simplesmente ficou perdido l.

                                                                                                     105
        Eve deixou sua jaqueta no carro. Ela quis sua arma por completo viso. Seu pedao de embreagem
era amarrado com correia para seu tornozelo, e ela empurrou uma faca de combate em sua bota.
        "Aqui." Ela lanou Peabody um morcego de choque pequeno. "Saiba como usar isto?"
        Ela teve que tragar uma vez, mas movimentado a cabea. "Sim, senhor."
        "Enganche isto para seu cinto, mantm isto em viso clara. Voc acompanhou sua mo para-dar?"
        "Sim." Ela estourou uma respirao. "Eu posso lidar com mesmo."
        "Est certo." A Eve no s quis que ela dissesse isto, ela quis que ela acreditasse nisto. "E quando
voc descer l, voc lembra de que voc  um policial de cadela ruim, e voc bebe sangue para o caf da
manh."
        "Eu sou um policial de cadela ruim, e eu bebo sangue para o caf da manh. Yuck."
        "Vamos."
        Eles encabearam abaixo passos imundos e mudados de direo fora da entrada de metr no
buraco de rato de um tnel que levado ao subterrneo. Luzes ardidas enfadonhas vermelhas e sujas azul
em uma espcie de grunhido carnaval de sexo, jogos, e entretenimento vestido do frio e o cruel.
        A Eve pegou o feder de vmito e olhou de relance acima de ver um homem abaixo em suas mos e
joelhos, vomitando horrivelmente.
        "Voc certo?"
        Ele no olhou em cima. "Foda-se voc."
        Sentimento outros olhos nela, ela apertou na passagem atrs dele, ento deu a ele um empurro
slido com sua bota que mandou a ele de cara em seu prprio vmito. "Oh no," ela agradavelmente
disse, " Foda-se voc."
        Sua faca estava fora de sua bota com seu ponto afiado em sua garganta imunda antes dele poder a
amaldioar novamente. "Eu sou um policial, otrio, mas no pense que eu no fatiarei sua garganta intil
orelha de para orelha s para a diverso disto. Onde eu posso achar Mook hoje?"
        Seus olhos eram fogo-vermelho, sua respirao espantando. "Eu no conheo nenhum me-fucking
Mook."
        Ela arriscou toda maneira de animais daninhos, fisted um entregar seu cabelo pegajoso, e arrancou
seu voltar. "Todo mundo conhece me-fucking Mook. Voc quer morrer aqui, ou viva de vomitar outro
dia?"
        "Eu no mantenho abas no cocksucker." Seus lbios descascou de volta como o ponto da faca
apertada contra sua jugular. "Talvez Inferno de VR, fuck eu sei?"
        "Bom. V para direito em atrs para o que voc estava fazendo." Ela o lanou com s suficiente
fora para mandar a ele corredio na sujeira novamente, ento fingiu slapping a dentada-afiada faca de
volta em sua bota para o benefcio do espectadores que espreita nas sombras.
        "Qualquer um aqui quer dificuldade, eu tenho muito prazer em obrigar." Ela ergueu sua voz s
suficiente para ter isto eco, ter isto soco pela inundao mdia de pedra de vbora bombeando fora de

                                                                                                        106
entradas. "Caso contrrio meus negcios  com Mook, que tem sido descrito por este exemplo bom de
humanidade como uma me-fucking cocksucker."
        Existia um movimento leve, sombreie em sombra, para sua esquerda. Ela deitou sua mo em sua
arma, e o movimento aquietou. "Qualquer um lutas mim ou meu uniforme, ns comeamos prendendo
traseiros, e ns no somos particularmente delicados sobre quantos daqueles traseiros presos acabar na
morgue da cidade, ns somos, Oficial?"
        "No, senhor, Tenente." Peabody rezou sua voz no racharia e os envergonharia. "De fato, ns
estamos pulando ganhar o charco em morgue conta esta semana."
        "O que isto  at, de qualquer maneira?"
        "Duzentos e trinta e cinco dlares. E sessenta centavos."
        "No muito rota." A Eve armou um quadril, mas seus olhos eram agudos como uma lmina. "Podia
usar isto. Quando ns somos terminados chutar o cagar fora de qualquer um que d a ns pesar," Eve
adicionada agradavelmente. "Existir uma esquadra abaixo aqui agitando abaixo que  remanescente.
Que realmente me irritar como eu teria que compartilhar o charco com eles. Mook," ela disse
novamente, e esperou dez zumbindo segundos.
        "INFERNO de VR," algum disse na escurido. "Danando com o S&M faz  mquina. Otrio."
        Eve meramente movimentada a cabea, decidindo atribuir o otrio comentrio para Mook em lugar
de se. "E onde eu acho Inferno de VR neste paraso delicioso e intrigante muitos de vocs chamam para
casa?"
        Existia outro movimento, e ela girou, endureceu, Peabody Sentido continua alerta cheio ao lado
dela. A princpio ela o levou para um menino, ento viu que ele era um ano. Ele estava entortando seu
dedo.
        "Atrs-para-atrs," Eve ordenada, e eles comearam abaixo um do gotejar tneis, enfrentando fora,
guardando um ao outro  costas.
        O ano movido rpido, skittering junto no emitir fumaa, fedendo tneis gostam de uma barata em
sapatos que batiam contra o cho de pedra mida. Ele fechou com fecho passados os bares, os clubes, as
articulaes e mergulhou, torcendo e girando pelo labirinto do mundo dos criminosos.
        "Charco de Morgue era um toque bom," Eve disse debaixo de sua respirao.
        "Obrigado." Peabody resistiu batendo no suor que goteja abaixo seu rosto. "Eu vivo de
improvisar."
        De em algum lugar mais funda na mida, Eve ouviu uma mulher gritar em dor ou paixo. Ela viu
um homem enorme amassado no cho que chupa em uma garrafa marrom imunda de casa-bebida
fermentada. Contra a parede ao lado dele um homem e mulher copulados em uma pardia feia de fazer
amor.
        Ela cheirou sexo e urinar, e pior.
        O tnel alargado, abriu em uma rea emperrada com vdeo, VR, e guaridas de holograma.

                                                                                                     107
     O INFERNO de VR era preto. Suas paredes, suas janelas, suas portas todo coberto com o mesmo
no aliviado, e negro de alguma maneira gorduroso. Atravs disto, em cartas ela assumiu deveria refletir
o fogo do diabo, era seu nome. Uma imagem pintada mal de Satans, complete com chifres e rabo e
forcado, danadas acima das chamas.
     "Mook est l." O ano falou pela primeira vez que em uma voz como um tambor grave construdo
de lixa. "As escavaes na Senhora Electra faz  mquina. A escravido caga. Doente fucker.
Conseguidos cinqenta?"
     Eve cavada para crditos. "Conseguidos vinte. Sopro."
     Ele mostrou a seu acinzentado, pontudo dentes. Os vinte desapareceu, ento fez ele.
     "Voc encontra tais pessoas interessantes abaixo aqui," Peabody disse debilmente.
     " Permanea perto," Eve ordenada. "Qualquer um movimentos em, batam eles."
     "Voc no tem que dizer a mim duas vezes." Com sua mo agarrou apertado em seu morcego,
Peabody seguida Eve em Inferno.
     O barulho era incrvel: Gritos, sirenas, grunhidos, e gemidos de dzias de clashing mquinas e
protetores. A iluminao era uma feia vermelha que vislumbrou e balanou. Relampejou suas costas
para um quarto gelado em Dallas, feito seu estmago lana antes dela controlar isto.
     Ela ouviu a respirao rota, as palavras silvadas de sexo violento. Ela ouviu aqueles naquele
quarto, tambm, antes do fim. Ouviu eles em muitos quartos para contar onde as paredes eram magras
como tecido e brutalidade era s um sussurro longe.
     O som de carne de carne notvel. Castigo alegre.
     Pare isto! Goddamn voc, Rick, pare! Voc est me machucando!
     Cuja voz era isto? A Eve perguntou-se como ela olhou fixamente ao redor cegamente. Da sua me
Uma das prostitutas ele usou quando ele no esteve usando sua filha?
     "Dallas? Tenente?"
     O intranqilo trema em voz do Peabody a estalou de volta. Isto no era o tempo para perder seu
enfoque. No era o tempo para lembrar.
     "Permanea perto," Eve repetida, e comeou a linha pelas mquinas.
     A maioria de era muito intento no jogo, no mundo eles tm criada para a notar. Mas outros ainda
tiveram instintos afiados suficiente para fazer um policial. Entretanto bastante aquelas pessoas eram
armadas, nada era apontado em sua direo, para o momento.
     Ela passou por uns Chicotes de tubo e Cadeias tituladas onde uma mulher, magra como uma vara,
vestindo culos de proteo de VR, gritado em xtase. Suor despejado abaixo seu corpo como leo,
acima do couro apertado loincloth, enfeitadas com contas nas restries que bloqueados seus braos e
pernas para o console de sua mquina.
     "Parea com que ns estamos na seo certa. Existe Mook."


                                                                                                    108
      Ele, tambm, era bloqueado em um tubo. Desnudada-se at uma envoltura de galo de couro preto e
studded coleira, seu impressivamente musculoso corpo empurrado, sua garganta trabalhada com
boqueadas. Seu cabelo era ouro de luz de vela, comprimento de omoplata, e mida com suor.
      Suas costas era riscada com marcas de pestana, provando que ele sempre no conformar-se castigo
virtual.
      Entretanto no era procedimento bastante adequado, Eve usou seu mestre para destrancar o tubo.
Seu corpo era curvado, seus lbios descascado atrs em um gesto de dor de ertico. A Eve bate o
interruptor principal e deixou ele tremendo na beira.
      "O que o fuck." Seu corpo caiu, msculos estremeceram. "Amante, por favor. Eu imploro voc."
      "Isto  Tenente Amante para voc, rasteje." Eve chicoteada fora de seus culos de proteo. "Oi,
Mook. Lembre de-me?"
      "Isto  uma barraca de isolamento."
      "Nenhuma brincadeira? E aqui eu estava esperando ansiosamente uma sesso de grupo divertido.
Bem, da prxima vez. Agora, deixe seja voc e eu vamos em algum lugar quieto e conversa."
      "Eu no tenho que conversar com voc. Eu consegui direitos. Condene isto, eu estava para sair
daqui."
      Com outra pessoa, ela poderia ter dado ele uma rpida pequena picar. Mas Mook, bem, ele s
apreciaria isto. "Eu tomo voc, ningum vai machucar voc pelas prximas trinta e seis horas. Voc no
quer ir aquele longa sem dor, no , Mook? Deixe seja conversa, ento voc pode voltar para Senhora
Electra e sua--o que ?--Seis milhes de torturas."
      Ele se debruou em, puxando contra as restries. "Faa-me."
      "Queira-me spero voc em cima, Mook?" Ela manteve sua voz baixo, em um ronronar. "Fora
voc?" E quando excitao encheu seu rosto, ela encolheu os ombros. "Nope, no no humor. Mas eu
darei a sua dominatrix aqui uma exploso rpida. Eu no acho que eles sejam reais rpidos em conserto
e substituio de equipamento nesta articulao."
      "No faa!" Sua voz gritada em protesto. Mudana rpida agora, ele cutucou o dedo do p lanar
de forma que as restries estalaram aberto. "Por que voc quer me estragar deste modo?"
      "Parte justa de meu diariamente entretenimento. Vamos conseguir ns outra barraca de isolamento,
Mook, um sem os brinquedos."
      Ela andou de volta, e quando ele seguido ela viu seu olhar cai sobre morcego do Peabody. Ele fez
uma estocada. Peabody sacudiu isto fora de seu cinto, atirou ele centro morto do trax. Seu corpo
empurrado, danou, ento tiritou.
      "Obrigado."
      "No encoraje ele, Peabody." Tomando brao do Mook firmemente na mo, ela andou a passos
largos para a mais prxima privada-mesa barraca. Como era ocupado por um chemi-cabeas no meio de
um ilegais negcio, ela chutou o tubo, relampejado seu distintivo. Empurrado seu dedo polegar.

                                                                                                  109
     Eles escorregaram de longe como fumaa.
     "Isto  confortvel." Ela adaptou-se. "Assista a porta, Peabody, e ns manteremos isto rpidos e
privados. Quem em seja os negcios de veneno estes dias, Mook?"
     "Eu no sou sua doninha."
     "Um fato que sempre me trouxe prazer e alegria. Como faa o fato que eu posso pr voc em
priso solitrio para aquelas trinta e seis horas durante que tempo sua vida no ser o inferno vivo que
voc sabe e o amor. O Reverendo Mastiga est morto como Hitler, Mook, e ento so todos seus homens
alegres, mas para voc."
     "Eu testemunhei," ele lembrou a ela. "Eu dei o Todo o info."
     "Sim, voc fez. Parecido como suicdio de massa era s um pouco inaceitvel at para algum com
seus apetites particulares. Mas voc nunca disse a eles que desde que curare e coquetel de cianeto o
reverendo misturado com a limonada para sua congregao."
     "Eu era baixo na cadeia de alimentao. Eu disse a eles o que eu soube."
     "E o feebies ficaram satisfeitos. Mas voc sabe o que? Eu no sou. D-me um nome, e eu saio de
sua vida doente e lamentvel. Oculte fatos sobre mim, e eu estarei descendo aqui, ou qualquer cesspool
voc tenta freqente, todo fudido dia. Todo dia, interrompendo seus jogos de S&M at orgasmos sejam
s uma memria aficionada e distantes para voc. Toda vez voc tenta sair de, ice fora de, golpe fora de,
eu estarei l deteriorando a diverso. Vamos, Mook, tem sido o que... Melhores que dez anos desde o
culto desligou propriamente. O que voc se importa?"
     "Eu era chupado. Eu tive lavagem cerebral--"
     "Sim, sim, blah, blah. Quem trouxe para dentro o veneno?"
     "Eu no sei quem ele era. Eles acabaram o de chamar o doutor. S o viu uma vez. Sujeito fraco.
Velho."
     "Corrida?"
     "Po branco, totalmente. Eu figuro que ele bebeu o cagar, tambm."
     "No ?"
     "Olhe." Mook procurou, e entretanto eles estavam no tubo, abaixada sua voz. "A maioria das
pessoas, eles no lembram o que afundaram de volta l; Eles no sabem sobre isto. As pessoas
descobrem que eu estava na Igreja de Daqui por diante, eles conseguem todo misterioso."
     Ela olhou de relance ao redor tambm, assistindo os gritos, o estorcer corpos. "Oh sim, eu posso
ver como as pessoas agindo misterioso seria uma preocupao importante para voc. Derramamento."
     "O que ele vale a pena?"
     A Eve retirou-se vinte crditos, bateu eles na mesa de cabea de unha de tamanha.
     "Cague, Dallas, isso no me compra um tempo de hora VR. D-me um frigging fratura."
     "Tome isto. Ou deixe isto e ns pararemos de sermos to amigveis e entrarmos em Central. Voc
no ver Senhora Electra e suas muitas torturas de primoroso para trinta e seis, mnimo."

                                                                                                     110
      Ele pareceu triste, sentando l em seu studded coleira. "Por que voc precisa ser tal cadela?"
      "Mook, eu pergunto eu mesmo que muito pergunta toda manh. Nunca apresentou uma resposta
satisfatria."
      Ele escavou em cima o vinte, dobrou isto em sua envoltura de galo. "Queira voc lembrar de eu
ajudei voc."
      "Mook, como eu j podia esquecer voc?"
      "Certo." Ele procurou, pelo vidro esfumaado da barraca. Lambido seus lbios. "Certo, certo. Nada
descendo em mim sobre este cago, certo?"
      "No uma coisa."
      "Bem, veja que ... eu iria dizer o Feebs tudo, cooperao total."
      "Chegue a isto, Mook. Eu tenho uma vida para voltar."
      "Eu estou dizendo a voc. Eu estava cooperando, e eu era ia nome todos os nomes. Mas eu o vi
fora de, atrs das barricadas na igreja quando eles comearam a arrastarem corpos. Homem, isso era um
pouco de cena, certa. Voc estava l."
      "Sim, eu estava l.
      "Ento ... Ele olhou para mim."
      O srio agora e s um pouco animou, ele se debruou em. "Sujeito assustador, todo plido e
fantasmagrico. E eu, eu no quero sair sem sorver de um pouco de veneno. Eu podia dizer a ele soube
que eu entrei com o Polis em vez de completar na promessa. Ento eu tive que cobrir eu mesmo, no ?
Eu acabei o de deixar fora disto. O que  o grande negcio?"
      "Ento, ele  vivo?"
      "Ele era ento." Mook encolheu os ombros seus ombros volumosos. "Eu nunca o vi novamente, e
isso era bom por mim. Eu no o soube," Mook insistiu. "Jure em meu dick."
      "E isto  um juramento solene."
      "Sim, ." Agradou ela compreendida, ele rapidamente movimentou a cabea. "S coisa eu j ouvi
era conversa sobre como ele costumava ser um doutor real, mas eles o chutaram outta o clube. E que ele
era fudido rico e fudido louco."
      "D-me um nome."
      "Eu no o soube. Isto  slido, Dallas. O nvel de escravo no tinha permisso para falar com
ningum acima do grau de soldado."
      "Precise mais."
      "Eu no tenho mais. Ele era algum velho, louco almofadinha. O olhar gostou de um goddamn
cadver. Fraco, doente-olhando sujeito, venha a si e sussurre com Mastigue tempo para tempo. O direito
de olhar fixo por voc assim voc conseguiu frios de osso. Os sujeitos o chamaram Doutor Sentenciar.
Isto  tudo que eu sei sobre isto. Vamos, isto seja tudo que eu sei sobre isto. Eu quero voltar para meu
jogo."

                                                                                                       111
     "Sim, volte para seu jogo." Mas ela fechou uma mo em seu pulso como ele comeou a subir. "Se
eu descobrir que voc saiba mais e no esto dizendo a mim, eu levantarei voc, prende voc, e
arremessa voc abaixo em um total de quarto bloqueado de travesseiros suaves, pastis, e mofentos-oldy
msica."
     Seu rosto endurecido. "Voc est uma cadela fria, Dallas."
     "Aposte seu traseiro."
     ***
     "Reverendo Mastiga e a Igreja de Daqui por diante culto." Peabody estava to impressionado que
ela esqueceu de beijar a calada quando eles alcanaram rua nivelar novamente. "Voc estava em isto?"
     "Perifrico. Modo perifrico. Isso era um federal op, e lei local era fundo justo. Duzentas e
cinqenta pessoas auto-terminando porque um monstro louco orou aquela morte era a ltima
experincia." Ela agitou sua cabea. "Talvez , mas ns somos toda ida para chegar l eventualmente de
qualquer maneira. Por que apressa isto?"
     "Eles disseram que--pessoas no ditas que todo mundo no culto estava disposto a ir por para o
fim. Mas o nvel de soldado forou eles a beber. E existiam crianas. Pequenas crianas."
     "Sim, existiam crianas." Ela ainda estaria em uniforme ento, no bastante um ano fora da
Academia. E era uma das imagens que viveram atrs de seu crebro. Sempre iria. "Crianas, e crianas
cujas mes alimentaram eles que cagam em uma garrafa. Mastigue teve vdeos tomado da formalidade.
Parte de seu legado. Primeira e ltima vez eu j vi um Feebie derramar uma lgrima. Alguns deles
soluaram gostam de bebs."
     Ela agitou sua cabea novamente, afastou a memria. "Ns precisamos comear a procurar por
doutores que perderam suas licenas para praticar, voltando dez a vinte anos para comear. Mook disse
que ele era velho, ento vamos assumir, indo por critrios do Mook, este sujeito era pelo menos sessenta
durante o Reverendo Mastiga  reinado. Mantenha a procura concentrado-se em homens, Caucasianos,
sessenta e cinco a oitenta no momento. Quase todos mastigam  pessoas eram localizadas em Nova
York. Ento ns pegaremos com a tbua mdica do estado."
     Eve olhou de relance em seu relgio. "Eu tenho uma reunio de volta em Central. Olhe, vamos
tentar isto. Encabece at a Clnica de Rua de Canal, veja se Louise conhece qualquer um que ajusta este
sujeito  ID, ou se no, se ela cutucar um pouco de suas fontes mdicas para um nome. Ela pegou bons
contatos, e ele podia salvar tempo."
     Mas Eve hesitou. "Voc certo lidando com Louise?"
     "Certo. Eu gosto dela. Eu penso que  realmente agradvel sobre ela e Charles."
     "Qualquer. Chame em com qualquer que voc consegue, ento tome uma hora para surveil
Maureen Stibbs."
     "Realmente? Obrigado, Tenente."


                                                                                                    112
     "Voc pode tomar qualquer tempo que voc pode apertar fora amanh no Stibbs importa quando
eu estiver fora, mas carga atual  prioridade."
     "Compreendido. Dallas, uma coisa, em uma frente pessoal. Eu acabei de perguntar-se se talvez
meus pais esto embarcando em seus nervos? Pareceu como talvez voc e meu pai eram fora de um ao
outro a outra noite."
     "No, eles so bons. Tudo bem."
     "Certos, mas eles s vo estar aqui alguns mais dias. Eu manterei eles ocupados tantos  medida
que eu posso. Eu acho que Papai estava s sentindo um pouco de sua tenso acima do caso. Ele levanta
em coisas do gnero, at quando ele for blocagem. Sobre a nica coisa que mexe ele est conseguindo
algo de algum sem sua permisso. De qualquer maneira." Ela clareou em cima novamente. "Eu posso
pegar o metr para a clnica. Talvez ns ficaremos sortudos com Louise."
     "Sim." Estava na hora de, Pensou Eve, eles ficaram sortudo com algo.
     ***
     Eve marchada em direo a seu escritrio cinco minutos antes da entrevista marcada com Nadine.
No a surpreendeu no menos para achar Nadine j l. O sedosas pernas do reprter eram cruzadas como
ela meticulosamente se aplicou tintura de lbio fresco e verificou sua cmera pronto rosto em seu
espelho compacto.
     Seu operador de cmera esteve acorcundado em um canto que mastiga em um bar de doce.
     "Onde voc conseguiria aquele doce?" A Eve exigiu e moveu em muito depressa os olhos
estalados largos do operador.
     "V e V-v-vendendo. S corredor abaixo." Ela ofereceu o que permaneceu do doce como uma
proteo. "Voc quer um golpe?"
     A Eve franziu o cenho em seu s longo suficiente para ver conta de suor em sua sobrancelha, e
concluiu que a cmera no era seu medroso doce ladro.
     "No." Eve solta abaixo em sua escrivaninha, esticadas suas pernas.
     "Eu estava pulando que voc estaria atrasado," Nadine comeou. "Ento eu estava indo para
dominar voc."
     "Um destes dias algum l fora vai fazer seu trabalho e mantm voc na rea de mdia em vez de
deixar voc de volta aqui quando eu no estiver em meu escritrio."
     Nadine s sorriu maligna, clicou seu fim compacto. "Voc realmente no acredita nisto, no ?
Agora se voc terminasse de intimidar minha cmera e seu habitual bitching, sobre o que isto ?"
     "Assassinato."
     "Com voc, sempre . Pettibone e Mouton. Obviamente conectad. Antes de ns comear que eu
posso dizer a voc no existe nada em minhas procuras que conecta eles pessoalmente e
profissionalmente. Eu estou certo que voc j sabe isto. Eu no tenho nada que pe alguma de sua


                                                                                                   113
famlia na mesma pgina, nenhum vnculo particular entre colegas. Pettibone usou seu prprio,
advogados internos para WOF."
      Assistindo Eve, Nadine usou seus perfeitamente dedos cuidadas para clicar fora de pontos. "Eles
podem muito bem conhecido um ao outro vagamente em algum nvel social magro, mas no correu nos
mesmos crculos. As esposas atuais usados sales diferentes, clubes de sade diferente, e tenderam a
fazer compras em boutiques diferentes." Nadine pausou. "Mas eu imagino que voc sabe isto, tambm."
      "Ns conseguimos cobrir um pouco de cho aqui em Central."
      "Que  por que eu estou perguntando como eu consegui um cara a cara com voc sem mendicncia
para isto."
      "Voc no implora, voc lisonjeia."
      "Sim, e bastante bem. Por que a oferta, Dallas?"
      "Eu quero a parar, e eu usarei todas as ferramentas disponveis. Quanto mais exposio de mdia
em este aqui, a chance melhor algum poder a reconhecer. Ela estar trabalhando em direo a seu
prximo objetivo. Agora isto  fora do registro, Nadine, e eu no responderei quaisquer perguntas
pertencendo para ele em registro. Existe um melhor que cinqenta e cinqenta chance Roarke  um
objetivo."
      "Roarke? Jesus, Dallas. Isso no toca. Ele no  seu tipo. Inferno, ele  tipo de toda mulher, mas
voc sabe o que eu quero dizer. Ele  muito jovem, ele est muito casado."
      "Casado comigo," Eve disse. "Isso pode ser suficiente para ela."
      Nadine se sentou de volta novamente, deixa isto adaptar-se. Ela estimou amizade tanto como ela
estimou avaliaes. "Certas. O que eu posso fazer?"
      "A entrevista. D a histria que tanto toca como voc pode administrar. Mantenha isto e ela em
mente de todo mundo. Ela conta com poder misturar em. Eu quero tomar aquela vantagem longe dela."
      "Voc quer a irritar."
      "Se ela for irritada, ela cometer um engano. Ela pegou gelo para sangue,  por isso que ela  bom
no que ela faz.  hora de aquecer isto."
      "Certo." Nadine movimentou a cabea e sinalizou sua cmera. "Vamos comear o fogo."


      CAPTULO 11
      "Julianna Dunne  um fracasso do sistema para identificar uma ameaa ativa e separar aquela
ameaa de sociedade." A voz da Eve era tranqila e clara. A cmera rastejada em at que seu rosto
encheu a tela. "Era um fracasso do sistema corretamente para encarcerar e castigar Julianna Dunne como
vestidos de seus crimes contra sociedade."
      "E ainda--" A cmera corta para Nadine. Srio. Interessado. "Voc  parte daquele sistema. Voc
sentido para acreditar naquele sistema."


                                                                                                    114
     "Eu acredito no sistema. Eu estou falando com voc como um representante daquele sistema e
declarando aquele onde ns falhamos, ns corretos. A procura por Julianna Dunne continua em toda
direo possvel, em todo nvel possvel. Se ou no ela permanece em Nova York, Julianna Dunne ser
perseguir, ela ser achada, ela ser tomada em custdia, e carregada com os assassinatos de Walter C.
Pettibone e Henry Mouton."
     "Em que direes, em que nveis  este processo da investigao?"
     "Eu no posso discutir os detalhes investigativos deste assunto exceto dizer que ns estamos
procurando todo leva. Ns sabemos que e o que ela ."
     "O que  ela, Tenente?"
     "Julianna Dunne  um assassino.  o que ela faz, o que ela continuar a fazer at que ela seja
parada."
     "Como um representante das pessoas de Nova York--"
     "Eu no sou um representante das pessoas de Nova York," Eve interrompida. "Eu sou jurado para
proteger e servir as pessoas de Nova York. E eu irei. Eu manterei aquele juramento e para a segunda vez
ajudam em separar Julianna Dunne de sociedade. Eu irei, pessoalmente, ponha ela em uma gaiola."
     ***
     "Isto  certo?" Em seu quarto Julianna escovou seus recentemente dourados cachos e feitos
beicinho em imagem da Eve na tela. "Voc cadela convencida. Voc ficou sortudo uma vez, isto  todo.
Voc ficou sortudo. Este intervalo, voc no  nem fecha. Eu estou sentando aqui certo debaixo de seu
nariz, e voc no tem uma pista!"
     Enfurecida, ela lanou a escova atravs do quarto. "Ns veremos o que voc tem que dizer quando
aquele homem voc casou cai morto em seus ps. Ns veremos se voc for to goddamn convencido
quando ele estiver ofegando para sua ltima respirao. Ns veremos como voc assim! Voc mantm
direito em perseguir a trilha naqueles dois homens velhos arrependidos. Eles no quiseram dizer nada. 
voc e ele, este tempo, Dallas. Eu estou tomando voc e ele abaixo. Seja tempo de retorno."
     Ela girou, confortando, acalmando se com sua prpria reflexo no espelho. "Mas voc  direito
mais ou menos uma coisa, Dallas. Matar  o que eu fao. E eu fao isto muito bem."
     ***
     Esperto, Roarke pensou como ele, entrevista tambm, assistida da sua esposa. Muito esperto.
Mantenha declarao seu nome, o todo disto, ento ele fica impresso nas mentes de todo mundo que
ouve isto. E Nadine fez sua parte, relampejando vrias imagens do Dunne na tela.
     Ningum que visualizaria a entrevista de quatro minutos, que estava sendo retransmitida a cada
noventa minutos, esqueceria Julianna Dunne.
     E o nome e imagem de Eve Dallas estaria semelhantemente impresso em mente do Julianna
Dunne.


                                                                                                   115
        Ela estava tentando girar enfoque do Dunne sobre ela, Roarke concluiu. Para salvar outro inocente.
Ainda que aquele inocente era seu prprio, longe de puro marido.
        Ele teve suas prprias idias sobre isto, idias eles iria indubitavelmente estrondo acima de. Mas
antes de vir para aquele, eles lidariam com a cidade de Dallas, e as memrias que vivido l quieto.
        Uma parte dele era aliviado que ela iria, que ela enfrentaria este pesadelo. No poderia a livrar,
mas ele podia esperar que isto iria pelo menos iluminar o fardo que ela levou com ela todo dia de sua
vida.
        Mas outra parte quis que ela fosse embora disso tudo, como ela foi embora isto para tantos anos.
Enterre isto fundo, e olhe adiante.
        E ele de todas as pessoas soube que o passado era sempre perseguindo suas costas como um grande
cachorro preto. Pronto se lanar sobre e afundar colmilhos em sua garganta s quando voc pensou que
voc era seguro.
        Qualquer que ele fez para enterrar o passado, nunca era bastante. Viveu com ele, at aqui nesta
casa principal com todos os seus tesouros e conforto e beleza, o fedor do cortio de Dublin viveu com
ele. Mais fcil talvez, ele meditou, que o passado viveu com sua esposa. Seu antes de era mais como
uma relao pobre e um pouco lamentvel de famlia que sentado obstinadamente em um canto e nunca
partiria.
        Ele soube o que era como estar com fome e com medo, sentir punhos o batendo. Os punhos das
mos que deviam ter o tendido, abraado ele como pais eram queridos para abraar filhos. Mas ele
escapou disto. At como uma criana ele teve seu significa de fuga. Com amigos, companhia ruim, com
empreendimentos isto, enquanto longe de legal, imensamente estava entretendo. E lucrativo.
        Ele roubou, ele enganou, ele planejou. E entretanto ele nunca tomaria uma vida sem causa, ele
matou. Ele construiu um nome, ento uns negcios, ento uma indstria. Ento uma espcie de o mundo,
ele sups.
        Ele viajou e absorveu. Ele aprendeu. E o menino que viveu sua vida por genialidade e malcia, por
dedos geis e ps rpidos se tornou um homem de riqueza e poder. Um homem que possuiu qualquer
que ele condena bem quis possuir e danou habilmente no lado escuro da lei quando ele vestido dele.
        Ele teve mulheres, e algum que ele gostou de um grande negcio. Mas ele tem estado s. Ele no
soube quanto s at Eve. Ela o mostrou a seu prprio corao. Poderia ter tomado seu mais longo para
ver isto para ela mesma, mas ela mostrou a isto para ele.
        E o mundo ele construiu, o homem que viveu nisto, mudou para sempre.
        Em um assunto de horas, eles voltariam e enfrentariam seu passado, os horrores disto. Juntos.
        De seu console veio um rpido buzinando indicando o porto de segurana estava aberta. Ele olhou
de relance no painel, viu a identificao para veculo de polcia da Eve.
        Ento ele caminhou para a janela para assistir ela voltado para casa.
        ***

                                                                                                        116
     A Eve viu as duas figuras em baixo do arquear galhos de um dos chores rvores como ela
arredondou a primeira curva em direo  casa. A maior parte de seus corpos eram abrigados pelas
folhas e flores de desvanecimento verdes maduras.
     Ela esmurrou o acelerador, e sua arma estava em sua mo antes dela ver quem eles eram, e o que
eles estavam fazendo.
     Pais do Peabody permanecidos debaixo daqueles membros fragrantes bloqueados em um abrao
apaixonado.
     A diverso envergonhada teve ela empurrando sua arma atrs em seu equipamento, e evitando seus
olhos como ela continuou passeio abaixo. Ela estacionou na base da escada porque serviu dois
propsitos. Era conveniente, e Summerset odiou isto. Mas suas esperanas aquelas todo mundo fingiria
que eles no viram todo mundo outro era frustrada como Sam e Phoebe passearam em direo a ela,
segurando mos.
     A Eve pegou suas em seus bolsos. "Como ele est indo?"
     "Um dia magnfico."
     Lbios curvaram do Phoebe, mas seu olha era fixo e dirigir e fez o de volta de pescoo da Eve
coa. Deliberadamente Eve enfocada em um ponto no centro de fronte do Phoebe.
     No olhe em seus olhos, ela lembrou a se. No faa dirija contato visual.
     "Sam e eu estivemos aproveitando-se disto." Phoebe agitou de volta seu cabelo e tiniram
musicalmente dos anis de prata tecida por isto. "Eu vi sua entrevista com Nadine Furst de Canal 75 na
tela de entretenimento antes de eu terminar. Voc pareceu muito forte e determinado."
     "Eu sou determinado."
     "E forte. Roarke diz a ns os dois de voc precisa ir em viagem amanh."
     "Sim.  caso-relacionado," Eve respondeu inquietamente, evitando olhar para Sam.
     "Existe qualquer coisa que ns podemos fazer para voc aqui enquanto voc foi?"
     "No, obrigado. No a menos que voc choque-se com Julianna Dunne e quer fazer priso do
cidado."
     "Eu penso que ns deixaremos aquele para voc e Delia. Eu preciso verificar em algo na estufa.
Sam, Eve de Conversa em terminar seu passeio com voc."
     Antes de qualquer um deles poder falar, Phoebe estava deslizando fora com um assobiar de saias
correntes, florescido.
     "Eu sinto muito," Sam imediatamente disse. "Ela sabe que existe algum tipo de tenso. Eu no
disse nada para ela."
     "Certo."
     "No  certo." Pela primeira vez que desde que ela o soube, Eve ouviu temperamento em sua voz,
viu isto em seu rosto como ele girou para ela. "Eu estou fazendo voc desconfortvel e chateado em sua
prpria casa. Voc e Roarke abriram aquela casa para ns, e eu abusei o privilgio. Eu estava para

                                                                                                  117
trabalhar a conversar Phoebe em mudana para um hotel para nossos ltimos dias, mas voc dirigiu em
cima ..."
       Ele arrastou em silncio, e como Eve, pega suas mos em seus bolsos como se ele no soubesse o
que mais fazer com eles.
       Eles permaneceram assim um momento, desviando a vista de no gramado, na cor e a verde. Ela
no era nenhum sensvel, mas Eve pensou que a misria bombeando fora do homem teria rachado uma
parede de ao.
       "Olhe, deixa esteja s colocado no lugar isto.  uns dias, e eu no estou aqui metade do tempo de
qualquer maneira."
       "Eu tenho um cdigo," ele quietamente disse. "A parte de est Free-Ageism, parte  simplesmente
o modo que eu acredito que uma vida devia ser levada. Para apreciar famlia, fazer bom trabalho. Para
apreciar o tempo que ns somos cedidos esta vida, e tentar to melhor quanto ns podemos no causar
nenhum dano. Com o presente que eu recebi vinha para outra responsabilidade, outro cdigo. Para
respeitar, sempre, o isolamento e o bem-estar de outros. Nunca para usar o que eu fui dado a meu
prprio ganho, minha prpria diverso ou curiosidade, ou causar dano.  disso que eu fiz."
       A Eve alarga um suspiro pesado. Ele bateu seu exatamente onde ela viveu. "Eu entendo cdigos.
Vivendo por eles, estando  altura deles. Eu tambm entendo enganos. Eu sei que voc no fez isto de
propsito, e voc provavelmente morderia fora de sua prpria lngua antes de voc discutir este com
ningum alm de mim. Mas eu apenas conheo voc, e  duro tendo algum que  praticamente um
estranho olha para mim e v aquele tipo de... Feira."
       "Voc pensa que eu vejo feira quando eu olho para voc?" Sua mo terminou de seu bolso,
comeou a a agarrar, ento retrocedeu. "Eu no fao. Eu vi a feira de uma memria, o horror nenhuma
criana devia saber que existe muito menos experimentar. Eu no sou um homem violento, por natureza
ou credo, mas eu desejo que eu pudesse ..."
       Ele diminuiu, seu rosto esvaziado com fria, a mo em seu lateral fechando em um punho que
pareceu esquisitamente capaz.
       "Eu desejo que eu pudesse fazer o que qualquer pai devia fazer." Ele afianou ele mesmo, aberto
seu punho novamente. "Mas quando eu olhar para voc que eu vejo fora e coragem e tenciono alm de
qualquer coisa que eu j conheci. Eu vejo amigo da minha filha, uma mulher eu confio com vida da
minha criana. Eu sei que voc esteja voltando l amanh. Roarke disse que voc estava indo para
Dallas. Eu rezarei para voc."
       Ela olhou fixamente para ele. "Algum consegue ficar irritado com voc?"
       Seu sorriso era lento, tentativo. "Phoebe administra isto para os espaos pequenos de tempo."
       "Ento ela  mais dura que ela parece. Ns colocaremos no lugar isto," ela disse, e resistiu uma
mo.
       ***

                                                                                                       118
     Quando ela caminhou do lado de dentro, ela viu Summerset polindo o poste do pilar enquanto o
gato se sentou como uma Buddha peluda no passo de parte inferior. Eles dois deram seu um longo,
gimlet olhar fixo.
     "Sua bolsa  empacotada para sua viagem. Roarke indicou proviso de dia nica de roupa seria
suficiente.
     "Eu disse a voc, eu loto por eu mesmo. Eu no quero que voc cutucando seus dedos sseos por
minhas coisas." Ela andou acima do gato, que studiously a ignorou, congelou. Ento sua mo arrancou e
entendeu o fim de Summerset est polindo trapo. "Isto  minha camisa."
     "Eu imploro diferir." Ele contou com ela fazendo o ID. "Enquanto isto pode, uma vez muito h
muito tempo, mascarou como um artigo de roupa,  agora um trapo. Um que de alguma maneira achou
seu modo em sua agncia e foi removido e ps para seu uso s possvel."
     "D-me meu goddamn camisa, voc pruny, fraca-assed barata."
     Ela arrastou. Ele arrastou de volta.
     "Voc tem vrias perfeitamente camisas respeitveis."
     "Eu quero esta camisa."
     "Isto  um trapo." Eles arrancaram em pontas opostas, e o pano rasgado convenientemente meio
abaixo. "Agora," ele disse com satisfao, " dois trapos."
     Eve grunhiu, e embolando qual eram remanescente de uma Camiseta de NYPSD antigo em seu
punho, pisados em cima os degraus. "Fique fora de minhas gavetas, voc pervertido, ou eu morderei
seus dedos fora nas juntas."
     "L agora," Summerset tratou para o gato. "No  agradvel conhecer o Tenente sair nesta viagem
difcil em um bom humor?"
     Ela tempestiou no quarto, levantou o pano rasgado da mesma maneira que Roarke saiu do
elevador. O bate direito no queixo.
     "Bem ento,  adorvel para ver voc, tambm."
     "Olhe o que aquele filho de uma cadela fez para minha camisa."
     "Mmm." Roarke examinou o fragmento esfarrapado de material. " disso que isto era?"  toa, ele
cutucou um dedo por um buraco velho. "Piedade. Eu ouvi voc e Summerset permutando suas palavras
habituais de afeto. No topo de seus pulmes."
     "Por que o inferno voc disse que ele lotasse para mim?"
     "Eu podia dizer porque voc tem suficiente para fazer, que  verdade. Mas vamos ser francos,
Querida Eve; Voc  um empacotador miservel e nunca toma o que voc acabar precisando se partiu
para voc mesmo."
     "Eu aposto que ele cheira minha roupa ntima."




                                                                                                 119
      Lbios tremido do Roarke. "Agora isto  bastante a imagem que voc ps em meu crebro." Ele
cruzou para ela, em forma de xcara seu rosto em suas mos. "Voc comps isto com Sam. Eu vi voc
fora a janela."
      "Ele estava to ocupado atacando ele mesmo que eu tive um tempo duro conseguindo um atirado."
      "Softie."
      "Assista isto, camarada."
      Ele curvou abaixo e beijou seu scowling boca. "Ser nosso pequeno segredo. Acredite em-me,
ningum assistindo voc naquela entrevista com Nadine suspeitaria que voc tem um centro suave l.
Voc pareceu formidvel, Tenente. Diamante brilhante e da mesma maneira que dura. Mas ela ainda no
vir atrs de voc."
      "Eu no sei o que voc quer dizer."
      "Aye, voc faz."
      Ela encolheu os ombros, comeou a andar de volta, mas ele simplesmente apertou seu aperto.
"Vale a pena um tiro."
      "Voc no estar na frente de mim neste, ou qualquer outra coisa."
      "No diga a mim meu trabalho."
      "Feira suficiente. No diga a mim meu. Eu tenho uma pergunta para perguntar a voc, ento ns
deixaremos este assunto ir para um pouco. Eu quero a verdade, Eve, e eu verei a verdade em seus olhos
qualquer que seja as palavras so."
      Ele iria, ela pensou. Ele era melhor em peneirar fora mentiras que um Provador de Verdade. "Por
que voc no pede a pergunta de maldio em vez de me pr no defensivo e irritante me?"
      "Ns estamos indo para Dallas amanh para me conseguir fora de modo da Julianna?"
      "No. Isto no  a razo, mas ele  um benefcio lateral e me compra algum tempo. No  a razo.
Alivie de volta um pouco, no ?"
      Ele deixa seu golpe das mos abaixo suas bochechas, seus ombros, seus braos. Ento ele deixa ela
ir.
      "Eu podia pedir a Feeney para ir. Ele podia lidar com a entrevista com Parker. Eu quase perguntei
a ele. Qualquer um dos dois de ns podamos fazer a viagem, e eu comecei a justificar pedindo a ele para
fazer isto dizendo a eu mesmo ele poderia conseguir mais fora de Parker. Homem para homem, aquele
tipo de coisa. Que  merda, porque quando for policial para testemunhar gnero melhor no ter dick para
fazer com isto. Voc  o distintivo, e isto  isto. Eu estava a ponto de o pedir para tomar isto porque eu
quis salvar eu mesma."
      "No existe nenhuma vergonha nisto, Eve, se voc no estiver pronta."
      "Quando eu estarei pronta?" Desata a sua, amargos e brilhantes. "Amanh, um ano de amanh?
Nunca? Se eu deixar este interferir com procedimento de padro investigativo, onde isso me deixa da
prxima vez eu entrar em algo que me assusta em um nvel pessoal? Eu no serei um covarde. Ento eu

                                                                                                      120
vou fazer meu trabalho. Isto  nmero um. Numere dois, eu consigo voc fora do modo por um dia ou
dois assim eu posso achar isto. O resto... Eu lidarei com ele quando eu chegar l."
     ***
     Ela se enterrou no trabalho. Peabody foi bem sucedido com uma lista razoavelmente executveis
de disbarred doutores que ajustam os critrios bsicos, e mantiveram uma residncia em Nova York.
     "O que voc est procurando por aqui ligar um destes cem e vinte desonrados mdicos com
Julianna?"
     "Uma conexo possvel para sua fonte original," Eve disse a Roarke. "Tipo de personalidade. Eu
figuro qualquer doutor que forneceria Louco Mastigar com suficiente curare e cianeto para tirar a Igreja
inteira de Daqui por diante no discutir sobre fornecer um psicopata homem-assassino com que ela
precisou. Ou conheceria algum que iria."
     Ela estudou os dados como Roarke permaneceu atrs de sua cadeira de escritrio, massageando
seus ombros naquele modo que ausente e perfeito ele teve aquele mirado no lugar exato que precisou de
ateno.
     "Se ele no for sua fonte, ele poderia saber sua fonte. Se eu defecar fora em sua conexo, mas ID
Doutor Sentencia, eu o passo para o Como minha boa ao pela dcada."
     "Por que eles j no o tm?"
     "Eles no esmurraram o boto certo com Mook no tempo certo e ele era o nico partiu. Eu sempre
soube que ele teve um pouco mais em seu intestino, mas eles pensaram que ele derramou isso tudo, e eu
no tive qualquer suco para empurrar isto ento. Eles roughed ele em cima um pouco em vez de
ameaador levar sua dor, e quando ele disse que ele disse a eles tudo, eles figuraram que ele teve."
     "Aquele caso era dez anos atrs, no era?" Roarke perguntou.
     "Sim, eu estava ainda em uniforme. Ento?"
     "Nascido um policial," ele declarou e beijou o topo de sua cabea.
     "De acordo com o Mook o doutor no ajudou ele mesmo a qualquer limonada que noite. Isso diz a
mim o ngulo religioso no fez ccega sua fantasia. Ento talvez era trmino do eu prprio--desde que
no era seu prprio--que o prendeu. Eu tenho trs sujeitos aqui que perderam suas licenas para praticar
porque eles ajudaram pacientes junto para Jesus sem seu consentimento."
     "Tocando Deus  uns negcios pesados."
     "Oscar Lovett, PG. de David Robinson e Eli Young, em ordem alfabtica. Aqueles so meu trs
melhor aposta. Eu lego assim Feeney neles. Eles no tocam fora, ns comearemos a trabalharmos nosso
modo."
     Seu vnculo de escrivaninha buzinou e como ela estava ainda franzindo o cenho na tela que Roarke
respondeu.
     "Oi, Roarke." Louise Dimatto sorriu sedosamente. "Eu espero que eu no esteja interrompendo
qualquer coisa."

                                                                                                       121
      "Sempre um prazer para ouvir sobre voc. Como voc est, Louise?"
      "Se eu conseguisse muito melhor, eu seria ilegal, na frente pessoal pelo menos. Profissionalmente,
eu tenho trabalhado em excesso, que  apenas do modo que eu gosto disto. Eu esperei voc e Dallas
poderiam ser capazes de vir pelo abrigo algum dia logo. Ns terminamos e abrimos mais trs quartos, e
os completo da rea de recreao. Dochas j est fazendo um choque em vidas."
      "Ns teremos certeza que ns paremos em quando voc estiver de servio."
      "Isso ser grande. Dallas est disponvel? Eu tenho algumas informaes para ela."
      "Aqui mesmo. trabalhando excessivamente. Eu verei voc logo, Louise. Melhor para Charles."
      "Eu estou certo dando a ele meu. Dallas," ela continuou, vivamente agora quando Eve veio na tela.
"Eu penso que eu poderia ter algo til para voc relativo a minha pequena tarefa. Eu lembrei de ouvir
pedaos de escndalo discutido em minha famlia quando eu era uma menina. As coisas eu no deveria
ouvir, claro. Relativo a um doutor que internou com meu tio. Aparentemente seu comportamento
privado era imprprio, e coberto em cima pela parede branca por anos. Ele apreciou mulheres jovens,
mulheres muito jovens. Algum de que tambm era pacientes. A parede branca no o suportaria quando
era descoberto que ele comeou a terminar pacientes sem autorizao especfica e clara."
      "Conseguiu um nome?"
      "Eu no fiz, mas eu chamei meu primo upstate. E que voc me deve, Dallas, como meu primo
Mandy  uma diva completamente aborrecedor que prosseguiu me interrogar sobre minha vida de amor,
minha vida social, e conferncia mim em desperdiar minhas habilidades nos sedimentos de humanidade
na clnica. Etc."
      "O nome, Louise. Voc pode cadela mais tarde."
      "Eli Young. Ele era um residente principal, medicina interna, em Kennedy Comemorativo antes de
entrar em prtica privada." Louise pausou, erguidas suas sobrancelhas de elegante. "E eu posso ver por
sua expresso que voc j tem os dados nele. Por que eu desperdicei meu tempo?"
      "Voc no fez. Voc s economizado mim esforo considervel. Aprecie isto." Eve olhou em
direo a Roarke, trocada em sua cabea. "Ah, escute, eu bati Charles para um favor hoje, tambm, e eu
sinto um tanto quanto misterioso sobre isto."
      "O conjugal em Dockport?"
      "Oh, bem, ento ... Ache que ele mencionou isto."
      "Sim, ele disse a mim." Louise alarga um risada rpido. "Dallas, solte em cima. A propsito,
Peabody pareceu maravilhoso. O amor  no ar."
      "Algo no ar," Eve murmurou quando eles concluram transmisso. "O que voc  rindo?" Ela
exigiu de Roarke.
      "Isto, apesar de isso tudo, existem algumas reas de sexo que envergonha voc."
      "Eu no estou envergonhado, eu sou confundido. Mas ele  nenhum de meu no importa."
      "O ponto inteiro de amor  que no tem nenhuma razo. S ."

                                                                                                    122
     Ela olhou para ele. "Eu acho que eu tenho aquele." Ela afastou a escrivaninha. "Eu vou ir pagar
uma visita para este Eli Young, veja o que eu posso agitar fora."
     "Eu irei com voc. No comece a rotina de civil, Tenente. Deixe seja s diga que eu apreciaria
tomar um passeio com minha esposa.  uma bonita noite. Alm disso." Ele drapejou um brao ao redor
seus ombros como eles comearam do quarto. "Se memria serve, o endereo do doutor ruim est em
um de meus edifcios. Voc no ter algumas lutas levantando o ver comigo junto, no ?"
     ***
     Teve certas vantagens. Quando o painel de segurana eletrnica Eve informada que Doutor Young
no estava em, ela levantou uma mo para segurar Roarke de volta. E apertou seu distintivo contra a tela
de viso.
     "No em, ou no aceitando visitas?"
     Eu no sou autorizado para fornecer voc com aquelas informaes especficas. Devido 
necessidade de proteger o isolamento de nossos residentes, eu posso s repetir aquele Dr. Young no
est disponvel neste momento. Voc maio escolhe do menu seguinte para deixar uma mensagem para
Dr. Young ou outro residente. Minhas desculpas, Dallas, Tenente Eve, para no poder ajudar voc em
seu pedido.
     "Voc deve admitir," Roarke comentou, " segurana muito boa, como tambm corts."
     "Com uma autorizao obstruiu seu alvo eletrnico que no poderia ser to corts."
     Vadiar nas premissas por no-residentes ou aprovaram e autorizaram convidados 
desencorajado. Se voc no desejar solicitar outro residente ou deixar uma mensagem, eu devo
perguntar a voc para desocupar este salo de entrada. Em quarenta e cinco segundos, segurana de
edifcio ser informada de seu fracasso para cooperar. Minhas desculpas para esta inconvenincia.
     "Agora seria um bom tempo?" Roarke perguntou. "Tenente, voc sabe como me excita quando
voc grunhido em mim."
     "S nos consiga passada esta coisa, e pare de parecer to satisfeito consigo mesmo." Roarke
simplesmente deitou sua mo no prato da palma, ento codificado em.
     Boa noite, Roarke. Bem-vindo. Como eu posso ajuda voc hoje  noite?
     "Ns estaremos subindo para o cho de vinte dois. Lance os elevadores."
     Sim, senhor. Os elevadores so lanados. Por favor aprecie sua visita e o resto de sua noite. Por
favor deixe-me saber se eu posso ser de qualquer ajuda adicional.
     "Voc no fica cansado de tudo e todo mundo absorvendo para voc?" Eve exigida.
     "Por que, no. Por que devia eu?" Ele a gesticulou no elevador como as portas refletidas aberto
soundlessly. "Cho vinte dois," ele ordenou. "Young podia muito bem estar fora, sabe."
     "Eu verei por eu mesmo. Existe uma chance razovel que ele  Provedor da Julianna ou sabe que .
Eu no vou embora at que eu converse com ele."


                                                                                                    123
     Ela andou fora em vinte e dois, diminuiu o corredor para a segunda porta  direita. Ela tocou o
sino, manteve seu distintivo em cima assim podia ser visto pela tela de segurana de apartamento.
     O doutor Young no est em residncia e no autorizou nenhum convidado para entrar em sua
casa em sua ausncia. Eu posso tomar uma mensagem?
     O segundo computadorizou resposta teve Eve agitada. Sem comentrio, ela girou ao redor e
zumbiu o apartamento atravs do corredor.
     Era aberto por uma mulher vestindo um vermelho vadiando bata, segurando um abastecimento de
vidro de coquetel com um pouco de lquido de plido azul. Uma tela de entretenimento rugido fora do
quarto atrs dela. "Polcia? O que est errado?"
     "Errado de nada, Madame. Eu sinto muito perturbar voc. Voc sabe onde eu posso achar Eli
Young hoje  noite?"
     "Medique Young?" Ela piscou, ento examinado seu ombro. "Marty, a polcia esto aqui. Ela quer
ver Doutor Young."
     "Atravs do corredor." A voz expandida fora, acima do gritado na tela argumento.
     "Eu sei que ele viva atravs do corredor," Eve disse com puxar pacincia. "Ele no responde sua
porta. Voc pode dizer a mim quando voc viu o pela ltima vez?"
     "Oh, vrios dias atrs, eu suponho." Ela ergueu o vidro, sorveu. Do brilho em seu rosto, ela tem
sido sorvendo continuamente por algum tempo. "Oh, espere um minuto, ele foi em viagem. Podia ser ido
umas semanas do par."
     "Ele mencionou onde ele estava indo?"
     "No. Realmente ele no disse a mim. Sua sobrinha fez."
     "Sobrinha," Eve repetiu como seu se importa de continuou alerta.
     "Sim, ela estava terminando de seu apartamento noutro dia quando eu estava entrando de compras.
Uma mulher muito agradvel jovem, tambm. Ela disse que ela s estaria visitando seu tio, e o quo
contente ela era que ele iria viajar de volta para visitar seus pais com ela. Em Ohio. Ou Indiana. Ou
talvez era Idaho." Ela deslizou novamente. "Uma visita longa boa, ela disse."
     "O que ela pareceu com?"
     "Oh, jovem e bonita. Morena, pequena, muito chique faa."
     A Eve retirou-se seu PPC, retrato da telefonada Julianna como Janet Drake. "Ela parece familiar?"
     A mulher angulada sua cabea, ento irradiou. "Por que sim! Isto  Dr. Young  sobrinha. Eu era
pego por surpresa como eu no percebi que ele teve qualquer famlia mesmo."
     "Obrigado." A Eve pegou o PPC de volta em seu bolso. "Voc j assiste a mdia de notcias,
Madame?"
     "Notcias? Com Marty  filmes policial e esportes, esportes e filmes policial. Eu sou sortudo se eu
conseguir a tela por dez minutos por dia para assistir o relatrio de moda."
     "Voc poderia querer tomar um olhar para isto hoje  noite. Obrigado por sua ajuda."

                                                                                                    124
     A Eve foi embora o olhar perplexo da mulher, e ligou seu registrador. "Eu tenho positivo ID aquele
principal suspeito, Julianna Dunne teve contatou com Eli Young neste local. O assunto Young no
responde, e existe suspeita de jogo sujo. Eu tenho causa provvel para entrar nesta residncia e
determinar o bem-estar de Young e/ou sua cumplicidade com Julianna Dunne. Comigo  Roarke, dono
do edifcio. Ele concordou neste procedimento, e testemunhar mesmo."
     "Isso devia cobrir isto," Roarke comentou.
     Eve andada para a porta, usado seu mestre para decodificar as fechaduras. "Registrador em," ela
disse como ela desenhou sua arma, uma advertncia sutil no caso de Roarke armar ele mesmo sem seu
conhecimento.
     Ela empurrou abre a porta para a escurido.
     Mas ela no precisou das luzes para cheirar morte.
     "Cristo." Ela silvou isto entre seus dentes como seu abastecimento de boca com o classificar ar.
"Ns temos um bloater. Fique no corredor. No existe nada que voc pode fazer. Luzes em cheias," ela
ordenou.
     As luzes relampejadas em, revelando um esplendidamente designada rea viva, suas telas de
isolamento fecham apertado acima de uma parede de janelas. Young estava no sof, e o tecido nunca
seria o mesmo.
     Ele vestiu o que poderia ter sido uma bata, mas como os gases dentro dele teve expandido, e os
completamente fluidos vazados, era duro de dizer.
     Existia uma garrafa de conhaque e um taa de vinho na mesa de caf, e um snifter no tapete onde
seu ringers, gordura como salsichas agora, soltaram isto.
     "Voc querer seu kit de campo," Roarke disse.
     "Sim."
     "E aqui." Ele a deu um leno assim ela podia cobrir sua boca e nariz. "Melhor eu posso fazer no
momento."
     "Obrigado." Ela usou isto, ficando na entrada at que ele podia retornar para seu selante,
registrando a cena. Ela puxou seu Comunicador fora de seu bolso, e chamou isto.
     ***
     Ela fez sexo com ele primeiro. Talvez eles tm sido amantes antes, mas Eve no pensada. Julianna
simplesmente usou seu mtodo mais efetivo para distrair um homem, e ento o matou com o muito
veneno que ele obteve para ela.
     Era lgico, limpo, frio. Era Julianna.
     Eles a achariam nos discos de segurana do edifcio. Uma vez pelo menos antes de assassinato do
Pettibone quando ela comprou sua proviso inicial. Ela tem sido um ruiva ento, Eve meditada.
     Ento uma vez mais, uma morena, voltando amarrar fora do fio solto.


                                                                                                   125
     Muito provvel, eles achariam transmisses no vnculo da vtima dela, para ela. Mas ela no seria
tola suficiente para ter levado eles em casa, ou em um vnculo pessoal. Eles seguiriam isto, claro, mas
ache as conversas eram feitas em vnculos pblicos.
     Ele tem estado morto quatro dias. Quatro dias muito srdidos. Ela passeou em, fresca de uma
matana, e topped se fora com outro.
     O corpo era ido agora, mas o ar emitiria cheiro forte de sua decomposio para bastante algum
tempo. At depois que tripulaes entraram limpar o ar, estaria l, um magro, do mal underlayer.
     "Tenente." Peabody surgiu atrs dela. "Eu tenho os discos de segurana."
     Ausentemente, Eve levou eles. "Eu terei cpias no arquivo. Eu tomarei um olhar para eles hoje 
noite, mas eu no imagino existir quaisquer surpresas.
     "Ela surgiu para o dia depois que ela matou Pettibone. Esportivo seu novo penteado, sentindo bom
e brincalho. Ele a deixa entrar. Talvez eles podiam fazer mais negcios. Ela disse a ele sobre a matana.
Quem melhor para o compartilhar com que o homem que a vendeu a arma, um homem que estaria morto
antes dela deixar o apartamento? Teria divertido ela para dizer a ele. Ento ela o seduziu."
     Ela andou em direo ao quarto. Os linhos tinham sido desnudados longe, enviou para o lab, mas
seu mbito achou rastros de smen. "Fcil suficiente. Eu estou to telegrafado em cima, ento energizei.
Todos aqueles anos na priso, aqueles anos ss. Eu preciso de algum para me tocar. Voc  o nico
com que eu posso ser, o nico quem sei o que eu estou sentindo agora mesmo."
     "Ele devia ter sabido," Peabody murmurou. "De todas as pessoas, ele devia ter sabido."
     "Seus olhos estariam brilhando, todo aqueles fica na cama at tarde eles. Ele  velho suficiente
para ser seu av, e ela est a. Jovem e bonita, com to apertado, corpo liso. Ele gosta deles jovens. Mais
jovem at que ela, mas ela est aqui. Ela deixa ele fazer qualquer que ele quer ela, tome o tempo todo
que ele precisa. No importa para ela. Ele j est morto. Ela se importa de est na prxima, at como ela
geme e se estorce e finge gozar. Depois, ela o queixar. Era maravilhoso. Surpreendente. Ela sabe o que
dizer, como dizer ele fazer ele sentir como o fudido rei do mundo. Ela teria investigado ele, tambm."
     Ela voltou na rea viva. "Ela sabe que ele gosta de conhaque. Ela envenenou a garrafa enquanto ele
estava no chuveiro, ou urinando. No toma muito tempo. No importa se ele beber isto agora, ou mais
tarde, mas ela prefere agora assim ela pode assistir. Confortvel at ele no sof, diga a ele tudo sobre que
e quem ela est fazendo prxima. Ela pode ter algum vinho? Ela pode ficar por algum tempo?  to bom
para ter algum para conversar com, ser.
     "Ele despeja o vinho, ele despeja o conhaque.  seu vinho, seu conhaque. Ele no est preocupado.
Ela provavelmente bebidas primeiros, enquanto ela conversa, s estando radiante com energia e
entusiasmo. Ele sorriria nela enquanto ele bebe, pega em cima nela, do sexo, perguntando-se se ele fosse
capaz de pegar isto em cima para uma segunda rodada. Quando ele sentir o veneno nele,  muito tarde.
Ele est chocado, horrorizou. No ele. No pode ser. Mas ele veria isto em seu rosto ento. Ela deixou


                                                                                                        126
ele ver isto. Aquele prazer frio. Arrume se, assegure o apartamento. Choque-se com o vizinho e tenha
uma conversao amigvel. O tio Eli est indo em viagem para vrias semanas, isto no  bom?"
     "E ela vai embora," Peabody terminou.
     "E ela vai embora. Selo isto em cima, Peabody. Eu entrarei, arquive o relatrio. Ento eu estou
indo para casa."


     CAPTULO 12
     Se a atrao dos subrbios confundiu firme urbanite Eve Dallas, a atrao das grandes extenses
planas do Texas era estrangeiro como um moonscape. O Texas teve cidades, grandes, espreguiando,
cidades lotadas.
     Ento por que qualquer um realmente escolheu viver da grama de panqueca da pradaria onde voc
podia ver para milhas, onde voc era cercado por uma expanso infinita do espao?
     Mesmo assim, existiam cidades, claro, com edifcios que bloquearam aquela viso intranqila, e
estradas de seta direta que derramadas em pretzel-curvadas auto-estradas levando para l e para c
civilizao.
     Ela podia certamente entender que pessoas que dirigem em direo a aquelas cidades e cidades e
edifcios. Mas ela nunca compreenderia o que empurrou eles para expulsar no nada.
     "O que eles conseguem deste?" Ela pediu a Roarke como eles ampliaram abaixo uma daquelas
estradas. "No existe nada aqui mas grama e cercas e animais quadrpedes. Animais realmente grandes
quadrpedes," ela adicionou como eles viajaram passado um rebanho de cavalos com suspeita cautelosa.
     "Yippee-KY-yay."
     Ela trocou aquele olhar fixo suspeito para Roarke s brevemente. Ela preferiu manter tapa relgio
nos animais. Por via das dvidas.
     "Este carregado do sujeito," ela continuou, ligeiramente molificado pelo rugir clack de um
helicptero que zumbiu o prximo a campo. "Ele pegou um prosperar, negcios bem sucedidos em
Dallas. Mas ele escolhe viver fora aqui. Voluntariamente. Existe algo realmente doente sobre isto."
     Com uma risada, Roarke levantou sua mo, o que manteve movendo gradualmente em cima em
direo a sua arma, e beijou isto. "Existem todos os tipos das pessoas no mundo."
     "Sim, e a maior parte deles so loucos. Jesus, so aquelas vacas! As vacas no deviam ser to
grandes, devia eles?  antinatural."
     "S pense bifes, querida."
     "Uh-uh, isto  s arrepiado. Voc est certo isto  o jeito certo? Isto no pode ser certo. No existe
nada fora aqui."
     "Eu posso assinalar as vrias casas que ns estamos passando junto esta rota?"




                                                                                                       127
     "Sim, mas eu penso que as vacas devem viver neles." Ela teve um flash de atividades bovino
dentro das baixas-atiradas casas. Assistindo um pouco de tela, tendo festas de vaca, fazendo amor de
vaca nas camas de quatro cartazes. E estremeceu. "Deus, isto  arrepiado, tambm. Eu odeio o pas."
     Roarke olhou de relance abaixo na em-tela de navegao de coliso. Ele vestiu cala jeans e uma
Camiseta branca, e um par de culos escuros macios e lustroso, pretos. Era um casual procura o por, at
simples. Mas ele ainda pareceu com cidade. Cidade rica, Eve meditada.
     "Ns devamos estar l em alguns minutos," ele disse a ela. "Existe um pouco de civilizao em
cima adiante."
     "Onde?" Ela arriscou tomar sua ateno longe das vacas, examinou o pra-brisa e viu a expanso
de uma cidade. Edifcios, abasteam estaes, shoppings, restaurantes, mais casas. Seu intestino soltou
um pouco. "Certo, isto  bom."
     "Mas ns no estamos indo por l. Ns mudamos de direo fora daqui." Ento dizendo, ele
desligou a tira larga de estrada sobre um estreito offshoot. Um isto, em opinio da Eve, trouxe eles
completamente muito fecham para conforto para aqueles estranhos, apartamento Fields gramneo.
     "Aquelas cercas no olham tudo to fortes."
     "Se existe um estouro, ns correremos mais que eles."
     Ela umedeceu seus lbios, tragou. "Eu aposto que voc pensa que isto  engraado."
     Mas ela estava um pouco molificada como existiam outros veculos na estrada. Outros carros,
caminhes, reboques macios e lustroso longos, e alguns Jipes do poder topless.
     Os edifcios comearam a surgir. No aloja, Pensou Eve. Cultive edifcios ou edifcios de rancho.
Qualquer. Celeiros e abrigos e abrigos animais. Estbulos, ela suposta. Os silos ou qualquer que eles
eram. Silos, e que tipo de palavra que era? Pareceu que uma pintura com todo aquela grama, as
colheitas, o gado enfrentado chateado, e o forte vermelhos e brancos do edifcio anexo.
     "O que aquele sujeito est fazendo?" Ela exigiu, movendo gradualmente em cima na cadeira para
olhar fixamente perfil do alm de Roarke.
     "Ele parece estar montando um cavalo."
     "Sim, sim, eu posso ver isto. Mas por que?"
     "Eu no tenho nenhuma idia. Talvez ele quer."
     "Veja?" Para pontuar isto, ela esbofeteou o ombro do Roarke. "Doente. As pessoas esto s
doentes." Ela alarga um pouco respirao de alvio quando ela manchada a casa de rancho.
     Era enorme, espreguiando por toda parte inferno e atrs em uma histria. As pores de eram
pintadas aquele mesmas brancos claro e outros olhadas para ser adaptadas de pedras de pedras todas
junto em um capricho. Existiam sees construdas de vidro, e ela quase estremeceu na idia de p l
olhando em campo depois de campo. E tendo o que estava naqueles campos que olha em ela.




                                                                                                      128
     Existiam reas cercadas pequenas, e enquanto existiam cavalos neles, existia atividade tambm
considervel humana. Isso a aliviou, ainda que aqueles humanos eram todos chapus de vaqueiro
cansativos.
     Ela viu um helipad e vrios veculos, muitas de qual ela no podia comear a identificar. Ela teve
que assumir eles foram usados para um pouco de tipo de trabalho rural.
     Eles dirigiram por colunas de pedra enorme topped criando cavalos.
     "Certo, ele sabe que ns estejamos vindo, e ele no tem muito prazer em sobre isto," ela comeou.
"Ele est destinado a ser hostil, defensiva, e no cooperativo. Mas ele tambm  esperto suficiente para
saber que eu posso complicar sua vida, traga  tona o passado, e aperte o local Polis para adicionar
alguma presso. Ele no quer tudo isso merda descoberto em seu quintal. Fazendo esta em sua relva
deixa ele sentir mais em controle."
     "E quanto tempo voc vai deixar ele sentir aquele modo?"
     "Ns veremos como vai." Ela saiu do carro e quase perdeu sua respirao no calor.
     Calor de um assar, ela percebeu, muito diferentemente do steambath de um vero da Cidade de
Nova York. Ela cheirou grama e o que teve que ser adubo. "O que aquele som do clacking?" Ela pediu a
Roarke.
     "Eu no estou completamente certo. Eu penso que poderia ser galinhas."
     "Todo-poderoso de Cristo. Galinhas. Se voc disser a mim para pensar omeletes, eu terei que bater
voc."
     "Compreendido." Ele subiu para o caminho ao lado dela. Ele conheceu ela bem suficiente para
estar certo sua preocupao com a cena local ajudada a manter sua mente fora de seus medos e
preocupaes. Ela iria ainda para dizer qualquer coisa sobre cabealho em Dallas propriamente, ou o que
ela podia ou fazia l.
     As portas eram dez ps largos e coroavam pelos alvejados-fora chifres de um pouco de tipo de
animal. Roarke ponderou isto, e o tipo de personalidade que apreciada decorar com animais mortos,
enquanto Eve tocou o sino.
     Momentos mais tarde, a imagem do Oeste Americano velho arrancou abre a porta.
     Ele era weathered como couro, alto como uma montanha, larga como um rio. Ele vestiu botas com
dedes do p afiados como estiletes e com uma crosta de sujeira. Sua cala jeans era ndigo escuro e
pareceu dura suficiente para estar alto sem ele enquanto sua camisa era um enfraquecido vermelho-e-
cheque branco. Seu cabelo era uma prata enfadonha, alisado de volta de um rosto duro e corado,
mapeado com as linhas, fortalecida em uma carranca.
     Quando ele falou, sua voz chacoalhou como pedregulho solto em um balde muito fundo. "Voc a
cidade Polis?"
     "Tenente Dallas." Eve ofereceu a seu distintivo. "Isto  meu assistente de campo--"


                                                                                                    129
     "Eu conheo voc." Ele apontou um dedo, espesso como um cachorro de soja em seu presunto de
uma mo, em Roarke. "Roarke. Voc  Roarke, e voc no  nenhum policial."
     "Elogio ser," Roarke reconheceu. "Eu aconteo ser casado com um."
     "Sim." Ele movimentou a cabea como ele considerou Eve. "Reconhea voc agora, tambm.
Grande policial da cidade Nova York." Ele pareceu com que ele poderia cuspir, mas contido ele mesmo.
"Jake T. Parker, e eu no tenho que conversar com voc. O fato , meus advogados aconselham a isto."
     "Voc no est agora debaixo de qualquer obrigao legal falar comigo, Sr. Parker. Mas voc pode
ser posto debaixo daquela obrigao legal, e eu estou certo seus advogados aconselharam a voc de que
tambm."
     Ele enganchado seus dedos polegares largo nos laos de cinto de sua cala jeans. Seu cinto
cicatrizado rangida no movimento. "Tome voc algum pequeno enquanto tirar isto, no iria isto?"
     "Sim, senhor, iria. Eu pergunto-me quantas mais pessoas Julianna pode matar antes dos advogados
disputarem aquele fora? Voc se importa especular?"
     "Eu no tenho nada a ver com ela, no tenha em mais de uma dzia de que anos. Eu fiz minha paz
l, e eu no preciso de um pouco de policial de menina da cidade de Nova York vindo aqui e lanando
aquela sujeira em meu rosto."
     "Eu no estou aqui lanar sujeira, Sr. Parker. Eu no estou aqui julgar voc. Eu estou aqui aprender
qualquer coisa que poderia ajudar-me parar Julianna de tomar mais vive. Um deles poderiam ser seu."
     "Cague. Perdoe meu francs," ele adicionou. "Aquela da menina nada alm de um fantasma para
mim, e eu sou menos que aquela para ela."
     A Eve puxou as fotos fora de sua bolsa de campo. "Isto  Walter Pettibone. Ele no estava nada
para ela, qualquer uma. E Henry Mouton. Eles tiveram famlias, Sr. Parker. Eles tiveram vidas. Ela
destruiu tudo aquilo."
     Ele olhou para as fotos, olhou. "Nunca devia ter a deixado fora da priso."
     "Voc no levar um argumento l de mim. Eu ajudei a pr em uma gaiola uma vez antes. Eu
estou perguntando a voc para ajudar-me fazer isto novamente."
     "Eu consegui uma vida de minha prpria. Me levou muito tempo para pegar isto atrs assim eu
podia acordar de manh e olha para eu mesmo no espelho."
     Ele tomou um chapu de sujeira Stetson marrom de uma tribuna com cavilhas s dentro da porta,
ajusta isto em sua cabea. Ento ele saiu, feche a porta em suas costas. "Eu no quero esta em minha
casa. Eu sinto muito no ser hospitaleiro, mas eu no a quero em minha casa. Ns conversaremos do
lado de fora. Eu quero tomar um olhar para a linhagem de qualquer maneira."
     Como uma concesso contra o claro branco do sol, Eve cavada fora culos escuros. "Ela tem
estado em contato com voc mesmo?"
     "Eu no ouvi um espiar daquela menina desde que ela saiu para o dia que ela girou dezoito. O dia
ela disse sua mame o que aconteceu. O dia ela riu em meu rosto."

                                                                                                     130
      "Voc sabe se ela tiver estado em contato com sua me?"
      "No podia dizer. O caminho perdido de Kara quando ela me deixou. Ouviu que ela fez um
trabalho fora de planeta. Cultivando satlite. Longe de mim, eu diria, como ela podia administrar."
      Eve movimentada a cabea. Ela soube local do Kara Dunne Parker Rowan. Ela recasou quatro
anos mais cedo, e recusaram falar com Eve relativo a sua filha. Sua filha, ela informou Eve durante sua
transmisso breve, estava morta. Eve imaginou Julianna teve a mesma atitude em direo  mulher que
pariu ela.
      "Voc estuprou Julianna, Sr. Parker?"
      Seu rosto apertado, como couro velho estirando acima de uma armao. "Se voc quiser dizer fez
eu forar eu mesmo nela, eu no fiz. Eu fiz muito reconciliar para que eu fiz, Tenente."
      Ele pausou em um paddock cerca, escorou se inicializou p em um degrau de parte inferior, e
desviada a vista de em seus homens e cavalos. "Existia um tempo que eu ponho toda a culpa nela.
Levou-me um longo tempo antes de eu poder estender aquele para eu mesmo e lidava com isto. Ela tinha
quinze anos, cronologicamente falando de qualquer maneira. Quinze, e um homem mais de cinqenta
no tem nenhum direito tocando aqueles kinda bens. Um homem casado com uma boa mulher, inferno
para qualquer pego da mulher nenhum direito tocando em sua filha. Nenhuma desculpa."
      "Mas voc a tocou."
      "Eu fiz." Ele endireitou seus ombros volumosos como se empreendendo peso. "Eu sou ir dizer este
meu modo, s dizendo em cima frente eu sei o que eu fui to errado quanto consegue, e eu tomo a culpa
e responsabilidade isto."
      "Certo, Sr. Parker. Diga a mim seu modo."
      "Ela escorregaria em torno da casa vestindo quase nada. Rasteje em meu colo e me chame Papai,
mas no existia nada daughterly em como ela disse isto."
      Ele deixa seus dentes, olhada de Eve, e fora acima de sua terra. "Sua prprio papai era um homem
duro em mulheres, mas ele prximo a adorar aquela menina, ento sua mame disse a mim. Julianna
podia no fazer nenhum errado e quando ela fez, ele culpou sua mame. Eu amei aquela mulher. Eu
amei minha esposa," ele disse, andando de volta, sacudindo seu olhe para rosto da Eve antes dele
comear a caminhar novamente. "Ela era uma boa mulher, ir a igreja, quieto-natured, robusto. Se ela
tivesse uma cortina localizar, era aquela menina. Ela tem um modo das pessoas ofuscantes."
      "Ela se comportou provocativamente com voc."
      "Cague. Perdoe meu francs. Quinze anos de idade, e ela conheceu s como embrulhar um homem
ao redor seu dedo, consigam qualquer ela procurados. Ela provocou algo em mim que no devia ter sido
provocado. Eu no devia ter deixado que acontecer. Eu comecei a pensar sobre ela, olhando para seu de
um modo aquele maldito mim diretamente para inferno. Mas eu no podia parar. Talvez no quis, no
ento. Eu sei direito de errado, Tenente. Eu sei maldio bem onde a linha est."
      "E voc cruzou isto."

                                                                                                      131
     "Eu fiz. Uma noite quando sua me estiver fora  uma de reunies das suas mulheres, ela entrou no
estudo, deslizou em meu colo. Eu no estou entrando nos detalhes disto, exceto dizer que eu no a forcei
em uma coisa de maldio. Ela era to disposto quanto eles vm. Mas eu cruzei aquela linha, um homem
no pode j andar de volta acima de."
     "Voc era ntimo com ela."
     "Eu era. Aquela noite, e sempre que eu podia administrar isto por quase trs anos depois. Ela fez
isto fcil administrar. Ela conversou sua me em sair com amigos em um divertimento de compras do
fim de semana. E eu deito com minha enteada em minha cama de casamento. Eu a amei, Deus  minha
testemunha, eu a amei em um tanto quanto modo louco. Eu acreditei em que ela pareceu a mesma."
     Ele agitou sua cabea em sua prpria tolice. "O homem velho suficiente para saber melhor. Eu dei
seu dinheiro. Deus s sabe quanto acima daqueles trs anos. Comprados seus carros, roupas de fantasia,
qualquer que ela pediu. Eu disse a eu mesmo que ns iramos embora junto. Logo como ela era velha
suficiente, eu deixaria sua mame e ns sairamos em qualquer lugar ela procurada. Eu era um bobo. Eu
aprendi a viver com isto. Mais duro era para aprender a viver com os pecados que eu cometi."
     Ela imaginou ele sentando na cadeira de testemunha em tentativa da Julianna, falando em s que
nenhum modo de merda. Coisas, Eve decidida, teriam ido diferentemente se ele tivesse.
     "Atrs de sua priso, durante sua tentativa, ela reivindicou que voc estuprou e a abusou, e usou
aquela para pechincha para uma orao menos. Voc no fez nenhuma tentativa para fixar o registro
diretamente, defender voc mesmo."
     "No, eu no fiz." Ele olhou abaixo em Eve de debaixo da borda larga de seu chapu. "Voc j fez
qualquer coisa, Tenente, algo que envergonha voc to fundo pe medo em sua garganta e gelo em sua
barriga?"
     Ela pensou sobre Dallas, e o que espreitou l. "Eu sei o que  como ter medo, Sr. Parker."
     "Eu tinha medo dela. Eu tinha medo do que eu me tornei com ela. Se eu testemunhasse sobre como
era, eu ainda teria estado um homem crescido que cometeu adultrio com a criana menor de sua prpria
esposa. Isto  sobre o tempo que eu entrei em aconselhar, comeando a trabalhar em aceitar minha
responsabilidade. Nada que eu podia fazer para os homens que ela matou. E o fato era, teria sido sua
palavra contra minha. Se eu no tivesse estado l no momento, eu teria acreditado em dela."
     "Ela demonstrou comportamento violento durante o tempo que ela viveu com voc?"
     "Inferno." Ele bufou fora um risada. "Teve um temperamento gostar de um cordel de chicote,
riscou rpido e afiado, cortem direto. Ento era feito. Mais fcil ver agora o que eu no podia ento. Ela
est fria, completamente pelo osso. Ela me odiou do momento que eu comeando a ver sua me. Eu vejo
isto agora, tambm. Odiou-me naquele modo glacial de sua porque eu era um homem, porque eu era um
homem que podia entrar e ter alguns dizerem acima dela. Ento ela torceu que ao redor at que ela teve
todo o dizer. Ento ela me humilhou porque eu era fraco, humilhada sua me porque ela me amou. Ela
escorou fora aquela porta e nos deixou quebrado. Apenas do modo que ela nos quis."

                                                                                                      132
     "Voc no ficou quebrado," Eve assinalada. "Voc reconstruiu sua vida. Ela saberia isto. Ela est
limpando negcios velhos, Sr. Parker. As chances so fortes que voc  parte disto."
     "Voc pensa que ela vir depois de mim?"
     "Sim, eu fao. Mais cedo ou mais tarde. Voc vai querer alertar sua segurana. Completamente tela
quaisquer novos empregados em seu lugar de negcios, em sua casa. Seria sbio para voc falar com os
citaes locais, como eu irei, ento eles sabero que e o que procurar por."
     "Aquela menina no podia esperar chutar o Texas espanar seus saltos de sapatos." Ele olhou
abaixo nos dedes do p de suas botas, agitou sua cabea. "No pode ver ela voltando aqui tentar
matando um homem que significou menos que aquele p para ela." Ele estourou uma respirao. "Mas
eu tenho sessenta e seis anos de idade, e isto  velho suficiente para saber que voc no se sentar
arranhando seu alvo que espera por uma serpente rastejar em cima perna da sua cala. Sido significado
para me levar feriado do um pouco busman, examine cuidadosamente para a Europa e olhe para alguns
cravos. Poderia fazer isto mais cedo que mais tarde agora."
     "Eu apreciaria isto se voc deixasse-me saber onde voc vai e quando."
     Ele estudou Eve novamente. "Voc vai a conseguir, no , menina da cidade?"
     "Sim, senhor. Eu sou."
     "Eu acredito nisto. Mas eu no sei se qualquer coisa que eu dissesse aqui sou uma ajuda para
aquele, e eu no posso ver ela desperdiando tempo em diante mim. Eu no era o primeiro para ela."
     "Como voc sabe?" Eve perguntada.
     "Ela no era uma virgem quando ela deslizou em meu colo que noite. Pelo menos isto  um pecado
fora de meu prato."
     "Voc sabe quem ela tem sido com antes de voc?"
     Parker trocou seus ps. "Denunciando lista de jurados eu mesmo, e denunciando a eles outra
pessoa--"
     "Isto no  fofoca. Isto  uma investigao de assassinato."
     "Nenhum ponto sendo aborrecido," ele ligeiramente disse, e inchados suas bochechas. "Eu suspeito
que ela tem cado com Pancada Springer. Eu conheo sua mame teve algumas preocupaes sobre isto.
Entretanto como eu recordo, ele comeou a ver uma das meninas de Larson. Talvez ele era a menina de
Rolley. Eles eram crianas," ele adicionou. "Eu no paguei a muita mente para isto. Ento quando eu
recomecei atividades com Julianna, eu no paguei a mente para muito de qualquer coisa mas seu."
     "Voc sabe onde eu posso achar esta Pancada Springer?"
     "Ele  um de meus disputadores. Olhe no, ele est um homem casado, conseguiu um pouco
menino e outro a caminho."
     "Disputador? Isso seria um vaqueiro?"
     Parker bufou fora outro risada, ajustou a borda de seu chapu. "Cidade de Nova York," ele disse
com uma sacudida de sua cabea. "Que diabo outro  um disputador mas um vaqueiro?"

                                                                                                     133
     "Eu gostaria de falar com ele."
     Parker suspirou. "Ento vamos ir o caar abaixo." Ele circulou o paddock, empurrou uma cabea
na direo dos cavalos cabriolando do lado de dentro. "Levada alguma linhagem boa l. Voc monta?"
     "No em qualquer coisa com mais pernas que eu tenho," Eve respondeu e fez ele piar com riso.
     "Voc?" Ele pediu a Roarke.
     "Eu fiz."
     Isso parou morto de Eve. "Em um cavalo? Voc montou um cavalo?"
     "E sobrevivi. Realmente, est divertindo. Voc provavelmente gostaria disto."
     "Eu no acho."
     "S precise deixar eles conhecerem que  chefe," Parker disse a ela.
     "Eles so grandes, eles so mais fortes. Eu diria que fao eles chefe."
     Ele riu, ento alargue um grito para uma das mos. "Onde est Springer?"
     "Fora o pasto do leste."
     "Passeio bom l fora," Parker disse coloquialmente, e dobrou sua lngua em sua bochecha. "Podia
instalar voc em um bom, gentil corte."
     "Eu vou fingir que voc no acabou de ameaar um oficial de polcia."
     "Eu gosto de voc, menina da cidade." Ele empurrou um dedo polegar. "Ns tomaremos um Jipe."
     ***
     Era provavelmente um passeio de divertido. Certamente pareceu Eve que Roarke apreciou isto.
Mas at onde ela estava preocupada, eles estavam batendo por total de terreno perigoso de grande
bovinos, vaca caga, e qualquer poderia espreitar na grama alta.
     Ela viu outro Jipe. Na plancie plana poderia ter sido metade de uma milha longe, e mais ntima
em, montando ao longo de uma linha de cerca, um trio de homens a cavalo. Parker mudou de direo em
direo a eles, dando seu chifre um pouco toque de toque. Gado lumbered fora do modo com alguns
mugidos aborrecidos.
     "Precise de uma palavra com voc aqui, Pancada."
     Um homem magro, magro no uniforme de rancho de botas, cala jeans, camisa verificada, e
chapu, deu a um pouco de sinal para seu monte. Eles trotaram em cima, e tiveram Eve aliviando
cautelosamente em direo  porta longe do Jipe.
     "Chefe." Ele movimentou a cabea em Roarke, bateu a borda de seu chapu em Eve. "Madame."
     "Esta senhora aqui tenente Dallas, policial da cidade de Nova York. Ela precisa conversar com
voc."
     "Eu?" Ele teve um rosto longo, bronzeado quase como fundo e ouro como um cervo esconde. Ele
choque perplexo registrado. "Eu nunca no estou estado para a Cidade de Nova York."




                                                                                                    134
     "Voc no est em qualquer dificuldade, Sr. Springer, mas voc poderia ser capaz de mim ajudar
em uma investigao." E como o inferno ela deveria entrevistar ele quando ele estava a distncia toda l
em cima naquele cavalo? "Se eu pudesse ter alguns minutos de seu tempo."
     "Bem." Ele trocou na sela. Rangeu. "Se o chefe diz."
     Ele desmontou, com mais rangendo, ainda com uma fluncia que fez Eve pensar sobre a gua
corredia abaixo uma pedra macia e lustroso. Ele manteve o frear uma mo como seu monte abaixou sua
cabea e comeou a semear grama.
     " relativo a Julianna Dunne," Eve comeou.
     "Eu ouvi que ela saiu da priso. Eles dizem que ela matou um homem."
     "Ela conta trs nesta perna," Eve corrigida. "Voc a soube quando ela viveu nesta rea."
     "Yep."
     "Voc teve algum contato com ela desde que ela partiu?"
     "Nope."
     "Voc era amigos com ela quando ela viveu aqui."
     "No exatamente."
     A Eve esperou uma batida. O Texas entrevista ritmo, ela decidiu, era um lote inteiro diferente de
Nova York. "O que exatamente voc era ento, Sr. Springer?"
     "Eu a conheci. Ela era enteada do chefe do meu papai. Meu chefe, tambm. No viu esconda nem
cabelo dela desde que ela iluminou fora. Nenhuma razo eu devia. Chefe, eu consegui cerca para
montar."
     "Pancada, Tenente Dallas est tentando fazer seu trabalho. Agora se voc estiver pensando que eu
vou ser irritado acima de algo que continuou entre voc e Julianna quando voc era um lao-encabeado
adolescente, ponha de lado isto. Voc me sabe bem suficiente, saiba o que aconteceu comigo bem
suficiente." Ele pausou l como carranca de Pancada abaixo em suas botas. "Eu figuro que voc no
segura aquele contra mim. O mesmo seja v ir. O tenente quer saber se voc casse Julianna."
     O homem corou. Eve assistida, fascinou, como enfadonho vermelho rastejado debaixo do
bronzeado de ouro fundo. "Aw, Jake T., eu no posso conversar sobre aquele tipo de coisa com uma
mulher."
     A Eve retirou sua proteo. "Converse com o distintivo."
     "Sr. Parker," Roarke comeou. "Eu pergunto-me se ns poderamos caminhar para o campo um
pouco. Eu tenho um rancho de gado em Montana e algum interesse no processo."
     "Assista seu passo," Parker aconselhou, e subido fora. "Pancada, voc faz o que est aqui mesmo."
     Porque ela se sentiu estpida sentando no Jipe s, Eve arriscada sair. O cavalo imediatamente
levantou sua cabea, cabeceou seu ombro. Ela no esmurrou isto com o punho fechado em seu lado, mas
foi muito perto.


                                                                                                    135
     "Ele est s vendo se voc conseguisse qualquer coisa mais interessante para comer que grama em
voc." A pancada correu um passar para baixo o nariz do cavalo. "Este aqui est sempre procurando por
um folheto."
     "Diga a ele que eu estou vazio." A Eve fugiu ao lado, ponha Atira firmemente entre ela mesma e o
cavalo. Quando ele relinchou, soou como riso. "Diga a mim sobre Julianna, Pancada."
     "Jesus. Eu tinha dezesseis anos." Ele empurrou seu chapu atrs em sua cabea, tirou uma bandana
para esfregar suor de sua sobrancelha. "Dezesseis do menino, ele no pensa com seu crebro. Se voc
souber o que eu quero dizer."
     "Voc fez sexo com ela."
     "Ela terminou para os estbulos. Remover esterco era parte de minhas tarefas. Ela cheiraria como
glria e est vestindo alguma camisa apertada e minsculo pequeno calo. Todo-poderoso de deus, ela
era um looker. Ns comeamos a divertirmos-nos o modo como crianas fazem. Ento ns comeamos a
divertirmos-nos um pouco mais." Ele olhou fixamente abaixo em suas botas novamente. "Ns nos
escaparamos sorrateiramente da casa muito aquele vero, faamos amor em um do protelar. Eu sempre
poria feno fresco. Ento ela comeou a surgir para a casa, subindo em por minha janela. Estava
excitando a princpio, mas, Jesus, meu MA descobriu, ela iria me esfolar vivo. E, bem condene isto, eu
tinha dezesseis anos, e existiam todas estas outras meninas. O sujeito comea a procurar. Julianna, ela
apenas daria a mim quarto para respirar, e comeou a me fazer sarnento."
     "Voc cessou bruscamente isto com ela."
     "Tentada uma vez, e ela me criticou severamente como um hellcat." Ele olhou em cima
novamente. ", arranhando. Ningum a empurrou de lado, ela disse. Assustou me, porque ela olhou meio
louca. Ento ela comeou a chorar e mendicncia, e bem, uma coisa guiadas para outro e ns estvamos
nisto novamente. E no dia seguinte, Julianna marcha direito em minha casa, na cozinha, e diz minha me
que eu tenho cutucado nela. E se ela no me mandar embora em algum lugar, ela est indo para seu
papai de passo e ter meu papai despedido."
     Ele pausou, ento para surpresa de Eve, sorriu. "Meu MA, ela nunca tomou caga fora de qualquer
um. Mande seja filha ou no. Diz a Julianna que ela no pode entrar em sua casa sem um convite
novamente. E ela no tolerar algum pequeno passo pesado--chamou seu aquela--de p em sua cozinha
ameaando sua famlia. Dita ela para fugir, e se l tem cutucado continuando, isso cutucando condenaria
parada bem. Disse que ela estaria falando com Julianna MA sobre isto."
     "No ?"
     "Meu MA diz que ela vai fazer algo, ela faz isto, ento eu tenho figura. Nunca disse a mim qual era
dito entre eles, mas Julianna no veio a si para os estbulos novamente aquele vero. No viu ela ao
redor mesmo. Mas eu cheguei priso da casa para um ms de maldio eu mesmo e uma conferncia que
queimamos minhas orelhas."
     "E depois daquele vero?"

                                                                                                    136
     "Eu nunca realmente conversei com ela novamente. Ela surgiu para mim uma vez quando eu
estava fora com uma menina, disse coisas insultantes sobre uma parte sensvel de minha anatomia. Disse
isto em uma voz quieta, frio real, com um sorriso em seu rosto. E uma vez que eu achei uma jaritataca
morta em minha cama--teve que figurar isto era ela. E..."
     "E?"
     "Nunca dito qualquer um." Ele trocou, deixe sua mandbula. "Noite antes de meu casamento, isso
seria seis anos atrs no ltimo ms, ela me chamou. Disse que ela quis dar a mim seus melhores desejos.
Mas ele era o modo que ela disse isto, como ela era, implore perdo, dizendo a eu para atarraxar eu
mesmo. E como ela soube que eu estaria pensando sobre ela em minha noite do casamento, porque ela
estaria pensando de mim. Como talvez ela veio para me ver algum dia, e ns conversaramos sobre
velhos tempos. Eu soube que ela estava na priso. Me agitou em cima um pouco, mas eu no vi o ponto
em dizer qualquer um. Eu estava casando no dia seguinte."
     "Ela contatou voc desde?"
     "No, mas este ltimo Dia dos namorados eu consegui um pacote. Existia um rato morto do lado
de dentro. Pareceu com isto foi envenenado. Eu no disse qualquer um sobre que qualquer um. Acabou
de livrar-se disto. Madame, eu tinha dezesseis anos. Ns acabamos de chegar o feno para uns meses do
par um vero. Eu consegui uma esposa, um filho, um beb a caminho. Que diabo ela quer bagunar
comigo para afinal este tempo?"
     ***
     "Ele a rejeitou," Eve disse a Roarke quando eles voltavam no carro. "Ela seguiu um menino sua
prpria idade, e ele parou de a querer antes dela parar de o querer. Ento sua me levantada-se para ela.
Dois bofetes. Intolervel."
     "Se ela tiver sido uma menina normal, isso temporariamente teria a esmagado. Ento ela partiria.
Ao invs, ela decidiu seduzir seu padrasto. Homens mais velhos, como seu pai, era mais facilmente
controlado, mais propenso para a ver to sem defeito."
     "Era mais que o seduzindo. Esteve usando o sexo para o esmagar, e sua me. Para castigar e lucrar.
Ela no ficou exaltada para matar ainda, mas era s um assunto de tempo. Por que dano quando voc
totalmente pode destruir? Ela conseguiu o que ela quis disto, mas ainda no podia esquecer aquela
rejeio."
     Ela no podia lembrar o que sentiu como ser uma menina de quinze anos de idade. Maravilha
pequena, Pensou Eve. Ela nunca seria um adolescente normal. E nenhum, pareceu, tido Julianna Dunne.
     "Chamou ele em sua noite do casamento," Eve continuou. "Ela  cuidadosa o que ela diz no caso
de que ele reportar isto, mas ela diz suficiente para saber que ele estar chateado, mexido, e que ele no
poder parar ele mesmo de pensar sobre ela em sua noite do casamento. Plante a colocao,"
     "O que voc vai fazer sobre ele?"


                                                                                                      137
     "Ele est preocupado suficiente sobre sua famlia para trabalhar com os locais. Ele vai conversar
com Parker tambm, e minha impresso  Parker ir a milha extra com segurana de rancho. Eu
conversarei com o Polis abaixo aqui, tenha certeza que eles estejam fazendo seu trabalho. Ento eu farei
meu e a acharei."
     "Ento ns fora por somos Nova York agora?"
     Ela desviou a vista da janela. "No." Ento feche seus olhos. "No, ns entraremos em Dallas."


     CAPTULO 13
     Quando o horizonte de Dallas nadado em viso por ondas de calor, no ativou nenhuma memria
dentro dela, mas ao invs causou uma vaga confuso. Teve os edifcios, os urbanos espreguice, os
espaos emperrados. Mas era to diferente de Nova York.
     Idade, ela percebeu, era parte disto. Todos isto era jovem quando comparado ao leste. Mais
atrevido de alguma maneira, mas sem a extremidade. Dallas era, afinal, uma de tantas determinaes que
cresceram em cidades, ento cidades que expandiram nas cidades, muito depois de Nova York, Boston,
Filadlfia era estabelecida.
     E a arquitetura faltava o rebulio de fantasia achado nos edifcios mais velhos do leste que
sobreviveu s Guerras Urbanas ou sido restabelecidas posteriormente. Aqui as torres eram macias e
lustroso e cintilando e para a maior parte simples.
     Zepelins e rodeios de outdoors anunciados, gado dirige excurses, vendas em vaqueiro inicializa e
chapus. E churrascos eram rei.
     Eles poderiam tambm estar dirigindo em Vnus.
     "Existe mais cu," ela disse ausentemente. "Mais cu aqui, quase demais disto."
     O domingo relampejou blindingly fora de torres de ao, paredes de vidro, o tocar pessoas desliza.
Ela empurrou seus culos sombreados mais com firmeza em seu nariz.
     "Mais estradas," ela disse, e podia ouvir a firmeza em sua prpria voz. "No tanto trfico de ar."
     "Voc quer ir para o hotel?"
     "No, eu... Talvez voc podia s dirigir ao redor ou algo."
     Ele deitou um dar sua, ento tomou uma sada do centro da cidade.
     Pareceu mais fechado em, com o prato azul do cu como uma tampa acima dos edifcios,
apertando nas ruas emperradas com muitos carros dirigindo muito rpido em muitas direes.
     Ela sentiu uma onda de vertigem e lutou isto atrs.
     "Eu no sei o que eu estou procurando." Mas ele no era esta sensao abrupta de pnico. "Ele
nunca me deixa fora do goddamn quarto, e quando eu... Depois que eu sa, eu estava em choque. Alm
de era mais de vinte anos atrs. mudana das Cidades."
     Sua mo tremida ligeiramente debaixo de sua, e seu prprios clamped na roda. Ele parou em uma
luz, girada estudar seu rosto. Era plido agora. "Eve, olhe para mim."

                                                                                                      138
     "Eu sou certo. Eu estou certo." Mas ele levou muita coragem para girar sua cabea, encontre seus
olhos. "Eu sou certo."
     "Ns podemos dirigir para o hotel, e deixe este ir no momento. Para sempre, se  disso que voc
quer. Ns podemos dirigir diretamente para o aeroporto e voltar para Nova York. Ou ns podemos ir
para onde eles acharam voc. Voc sabe onde estava. Est em seu arquivo."
     "Voc leu meu arquivo?"
     "Sim."
     Ela comeou a puxar sua mo atrs, mas seus dedos fechados bem. "Voc fez qualquer outra
coisa? Corra algumas procuras?" Ela perguntou.
     "No. Eu no fiz, no, porque voc no quereria isto. Mas ele pode ser feito aquele modo se e
quando voc fizer."
     "Eu no quero isto aquele modo. Eu no quero isto." Seu estmago comeou a engatar. "A luz
mudou."
     "Foda-se a luz."
     "No, s dirija." Ela respirou fundo como buzinas comearam a explodir atrs deles. "S dirija por
um minuto. Eu preciso acomodar-me."
     Ela deslizou abaixo um pouco na cadeira e lutou uma guerra maligno com suas prprios medos.
"Voc no pensaria menos de mim se eu perguntasse a voc para revira volta e expulsei daqui?"
     "Claro que no."
     "Mas eu iria. Eu pensaria menos de mim. Eu preciso perguntar a voc por algo."
     "Qualquer coisa."
     "No deixe-me de volta fora. Qualquer que eu digo mais tarde, eu estou dizendo a voc agora eu
tenho que ver este. Onde quer que ele vai. Se eu no fizer, eu odiarei eu mesmo. Eu sei que  muito
perguntar, mas no me deixe coelho."
     "Ns veremos isto por ento."
     Ele teceu por trfico, girando sobre estradas que no eram to largas agora, no eram to limpas.
As fachadas aqui, quando eles no eram embarcados, eram enfadonhos com porcaria.
     Ento tudo comeou a abeto vermelho em cima novamente, lentamente, como se algum industrioso
domstico andride comeou trabalhar  um fim e estava polindo seu modo at o outro.
     Lojas pequenas, da moda e comedores, recentemente reabilitadas apartamentos e cidade casas.
Falou, claramente, da posse gradual do disenfranchised rea pelo de modo ascendente mvel jovem
urbanite com dinheiro, energia, e o tempo.
     "Isto est errado. No  como isto." Desviando a vista da janela, ela viu o bambolear de moradia
pblica, o vidro quebrado, o gritar luzes de ontem quarto de rua suja sobreposto ao longo de hoje
renovao viva.


                                                                                                   139
     Roarke puxou em uma garagem de estacionamento, achou uma fenda, corte o motor. "Poderia ser
melhor se ns caminhssemos um pouco."
     Suas pernas eram fracas, mas ela saiu do carro. "Eu caminhei ento. Eu no sei quanto tempo. Era
quente ento, tambm. Quente como isto."
     "Voc caminhar comigo agora." Ele tomou sua mo.
     "No era limpo como isto." Ela agarrou para sua mo como eles saram da garagem, sobre a
calada. "Estava ficando escuro. As pessoas estavam gritando. Existia msica." Ela procurou, olhando
fixamente pelo presente no passado. "Um clube de tira. Eu no soube o que era, exatamente, mas existia
msica que despeja fora sempre que algum abriu a porta. Eu olhei do lado de dentro, e eu pensei talvez
que eu podia entrar porque eu podia cheirar comida. Eu estava to faminta. Mas eu podia cheirar
qualquer outra coisa. O sexo e bebida. Ele cheirou assim. Ento eu fui embora to rpido quanto eu
podia. Algum gritado depois de mim."
     Sua cabea sentiu leve, seu estmago embreado com um afiado, perfurando fome que veio de
memria.
     "Pequena menina. Eh, pequena menina. Ele me chamou isto. Eu encontrei casualmente a rua, pelos
carros. Pessoas gritadas, chifres buzinados. Eu penso... Eu penso que eu ca, mas eu levantei
novamente."
     Roarke manteve sua mo na dela  medida que eles cruzaram.
     "Eu no podia correr muito longe porque meu brao machuca tanto, e eu era atordoado. Doente."
     Ela estava doente agora. As ondas oleosas trabalharam com afinco sua barriga e subiram em sua
garganta. "Ningum prestou ateno a mim. Dois homens." Ela parou. "Dois homens aqui. Deve ter sido
um ilegais negcio ido ruim. Eles comearam a lutar. Se caiu e me bateu. Eu penso que eu desmaiei por
um minuto. Eu devo ter porque quando eu acordei, um deles estavam deitando na calada ao lado de
mim. Hemorragia, gemendo. E eu rastejei longe. Em aqui. Aqui."
     Ela permaneceu na boca de uma ruela, limpa como um banco de igreja agora com um cintilante
reciclador.
     "Eu no posso fazer isto."
     Ele quis escavar ela em cima, leve ela longe. Em qualquer lugar alm daqui. Mas ela pediu, e ele
prometeu a ver por isto. "Sim, voc pode."
     "Eu no posso entrar l."
     "Eu estou indo com voc." Ele trouxe sua mo glacial para seus lbios. "Eu sou com voc, Eve. Eu
no deixarei voc."
     "Ficou escuro, e eu estava frio." Ela fez se tomar o primeiro passo na ruela, ento a segunda. "Tudo
machuca novamente, e eu acabei de querer dormir. Mas o cheiro. Cheiro horrvel do lixo. O reciclador
estava quebrado, e existia lixo por toda parte da ruela. Algum entrou, ento eu tive que esconder. Se ele
vier depois de mim, se ele me achar, ele aceitar me em devoluo para o quarto e far coisas terrveis

                                                                                                      140
para mim. Eu escondo na escurido, mas ele no  ele.  outra pessoa, e eles esto urinando contra a
parede, ento eles vo embora."
     Ela balanou um pouco, no sentiu mo do Roarke a afiana. "Eu estou to cansado. Eu estou to
cansado, eu estou to faminto. Eu quero levantar, achar outro lugar. Um que no cheira to ruim, isto
no  to escuro.  muito escuro aqui. Eu no sei o que estou na escurido."
     "Eve." O se preocupou que ela estava falando como se era todo acontecimento agora, que sua voz
estava indo magra e trmula como se ela estivesse em dor. "Voc no  machucado agora, ou s, ou uma
criana." Ele tomou seus ombros, apertou eles firmemente. "Voc pode lembrar sem voltar."
     "Sim, certa." Mas ela tinha medo. Sua barriga era lisa com medo. Ela se concentrou em seu rosto,
no limpo, claros azuis de seus olhos at que ela sentiu afianou novamente. "Eu tinha medo de estar na
escurido, com medo de estar fora disto. Mas..." Ela olhou de volta para onde ela se amontoou. "Eu no
podia levantar de qualquer maneira porque eu estava doente novamente. Ento eu no lembro de nada
at que era dia."
     Ela ergueu se agitando mo para apontar. "Aqui. Eu estava aqui. Eu lembro. Existiam pessoas de
p acima de mim quando eu acordei. Uniformes azuis. Polcia. Se voc conversar para o Polis que eles
poro voc em um buraco com as serpentes e os percevejos que gostam de comer voc. Roarke."
     "Fixo. Eu estou aqui mesmo. Espere por mim."
     Ela girou para ele. Se transformou nele. "Eu no podia cair fora deles. Eu no podia nem
movimento. Eu no lembrei onde eu estava, ou que. Eles continuaram fazendo perguntas, mas eu no
soube as respostas. Eles me levaram, para o hospital. Existia um cheiro diferente l, da mesma maneira
que assustador. E eu no podia cair fora. Eles no me deixariam ir. Mas eles no me puseram em um
buraco com as serpentes. Isso era uma mentira. At quando eu no podia dizer a eles quem eu era que
eles no tentaram me machucar."
     "No." Ele acariciou seu cabelo como ele pensou como ela achou a coragem para agarrar em para
um distintivo e faz isto sua prpria. "Eles quiseram ajudar voc."
     Ela alarga uma respirao trmula, descansada sua cabea em seu ombro. "Eu no podia dizer a
eles o que eu no soube. Eu no teria dito a eles se eu soubesse. Eles aceitariam me em devoluo para
aquele quarto, e isso teria sido pior que qualquer cova. Eu fiz algo terrvel naquele quarto. Eu no podia
lembrar, mas era ruim, e eu no podia voltar. Eu no posso aspirar aqui mais."
     Ele deslizou um brao ao redor sua cintura, levada ela fora da ruela onde ela curvou da cintura,
braceadas suas mos em suas coxas e desenhou respiraes avaras.
     "Melhor agora?"
     Ela movimentou a cabea. "Sim. Eu sou certo. Necessidade justa um minuto. Desculpe--"
     "No se desculpe comigo para este." Sua voz estalada fora, chicoteada por fria antes dele poder
banco isto. "No faa. S no se apresse."


                                                                                                      141
     "O quarto estava em um hotel," ela disse. "Velho. Bares de revolta nas janelas mais baixas, meio
da rua. Em frente a ele era um clube de sexo. Sexo ao vivo. Luz vermelha." Seu estmago embreado,
ameaado lanar, mas ela chateia abaixo. "O quarto era alto. Ele sempre conseguiu um quarto alto assim
eu no podia sair a janela. Nono andar. Eu contei as janelas do outro lado da rua. Existia um sinal
iluminado fora frente, com as cartas parando. Algo estrangeiro, porque eu no podia ler isto. Eu podia
ler algum, mas eu no soube o que disse. C, Um ... C, Um, S, A. Casa, Casa Diablo."
     Ela alarga um risada pequeno, endireitou. Seu rosto era frio e mido, branco como marfim, mas
fixe. "Casa de diabo.  disso que isso quer dizer, no ? Aquele fudido no  perfeito? Voc pode achar
isto?"
     "Se  disso que voc quer, sim. Eu acharei isto."
     "Agora. Antes de eu perder meu nervo."
     Ele voltou para o carro primeiro. Ele quis conseguir ela longe da ruela, dar seu tempo para juntar
seus recursos. Enquanto ela se sentou, volte, fechou os olhos, ele tirou seu PPC e comeou a procura.
     "Voc ps muito em um dia j, Eve."
     "Eu quero terminar isto."
     O ano antes dele finalmente voltaria para a ruela onde seu pai encontrou algum mais mdio,
algum rpido suficiente para emperrar um apunhalar sua garganta. E ele lembrou da fria, a dor, e a
ltima lana que ele experimentou de p l como um homem, olhando abaixo, e sabendo que estava
acabado.
     "Est ainda l." Ele disse a ela e viu ela vacilar. "O mudado do nome, mas  ainda um hotel. 
chamado A Pousada do Viajante agora, e taxas trs estrelas.  fudidas trs milhas daqui."
     Quando ela abriu seus olhos, olhou para ele, ele agitou sua cabea. "Eu sou com voc, mas por
Cristo, Eve, est castigando saber voc caminhou para tudo aquele modo, machucada e faminto e
perdida."
     " por isso que voc foi s quando voc voltou para onde voc viveu em Dublin? Porque voc no
quis compartilhar que castigo comigo?"
     Ele empurrou o PPC de volta em seu bolso. "D-me um pouco de quarto, iria voc, para querer
dobrar voc em cima seguro quando eu puder administrar isto."
     "Voc est machucado." Ela bateu o de volta de que ela dar seu rosto mido, no soube se
estivesse molhado de suor ou lgrimas. "Os irlandeses ficam mais espessos quando voc for
machucado."
     "Bugger isto."
     "Eu me sinto melhor porque voc est machucado. V figura." Ela se debruou acima de tocar em
seus lbios para sua bochecha. "Obrigado."
     "Feliz para ajudar. Voc est pronto ento?"
     "Sim."

                                                                                                        142
     ***
     Nada pareceu particularmente familiar. Ela pensou que eles entraram de noite. Talvez de noite. Em
um nibus. Talvez em um nibus.
     Que diabo ele importou?
     A cidade propriamente no era uma revelao enorme para ela. No existia nenhum epifania sbito
com todas as perguntas respondidas. Ela no soube se ela quisesse todas as perguntas respondidas, s
que ela precisou fazer esta coisa aqui.
     Quis fazer esta coisa aqui, ela corrigiu. Mas apesar do clima controla que manteve o interior do
carro confortavelmente fresco, uma linha de suor pingado abaixo ela atrs.
     Roarke balanou para o meio-fio, levantou uma mo para tardar o uniformizado porteiro que
apressou acima de. "No se apresse," ele disse Eve. "Tome qualquer tempo que voc precisa."
     O edifcio era um quarteiro simples com um telhado de azulejo ondulado. Mas era pintado um
cor-de-rosa de estuque agradvel agora, e em lugar do sinal lrido, existia um prtico sombrio e um par
de grande abastecimento de tinas concretas com uns arco-ris de flores.
     "Voc est certo isto  certo?" Ela sentiu sua mo fechar suavemente acima de sua. "Sim, claro que
voc est certo. No pareceu que isto."
     "Era reabilitado no recente quarenta. Dos olhares disto, eu diria a maior parte desta rea conseguiu
o mesmo tratamento."
     "No ser o mesmo dentro de qualquer um. Isto  provavelmente um desperdcio de tempo, e eu
devia estar conversando com os locais sobre Dunne."
     Ele no disse nada, s a esperado fora.
     "Eu sou to assustado. Eu sou to fudido assustado. Eu no posso nem fico exaltado qualquer
cuspe em minha boca. Se isto era o trabalho, eu s faria isto. Voc s vai pela porta."
     "Eu estou indo pela porta com voc." Ele beijou sua mo novamente, porque ele precisou disto.
"Ns temos sido por outros. Ns podemos ir por este aqui."
     "Certa." Ela chupou em uma respirao. "Certa." E saiu do carro.
     Ela no conheceu o que Roarke disse para o porteiro, ou quanto dinheiro mudou de dono, mas o
carro permaneceu estacionado onde estava.
     Existia um rugir em sua cabea ela soube era medo, adrenalina, e medo. Permaneceu l,
escurecendo sua audio de forma que era como caminhando pela gua como eles entraram no salo de
entrada.
     Os chos eram um mar de azuis, e adicionado a sensao de passagem algum lquido magro.
Existiam reas de assento agradvel organizados, e um banco de elevadores com portas de prata para um
lado, um contador de entrada longa no outro onde dois brilhantes enfrentados balconistas jovens
trabalhados.


                                                                                                     143
     Existiam encarnaes brancas nas casas de boto de suas jaquetas vermelhas mordazes, e uma
tigela generosa de doce duro no contador.
     "Ele teve olhos engraados." Ela olhou fixamente para a rea de entrada limpa e lembrou do
buraco de rato sujo onde um nico andride trabalhou. "Se vagou em todos lugares e o outro olhou
fixamente direito em voc. Ele cheirou, como queimando. Soprados do fudido andride alguns circuitos.
 disso que ele disse. Voc s fica l, pequena menina. Fique l com as bolsas e mantenha sua boca
fechar se voc souber o que serve para voc. E ele subiu para o contador e conseguiu um quarto."
     "Que quarto?"
     "Nove e um-um. Emergncia. Melhor no chamar 911 ou ele bater o cagar fora de voc. Oh
Deus."
     "Olhe para mim. Eve, olhe para mim."
     Ela fez, e viu tanto em seu rosto. Preocupao, fria, e sugestes de pesar. "Eu posso fazer isto. Eu
posso fazer isto." Ela tomou um passo em direo a entrada, ento sua mo tomou sua novamente.
     "Boa tarde." A balconista derramou bem-vindo por toda parte eles. "Voc estar verificando em
hoje?"
     "Ns precisar de espao 911," Roarke disse a ela.
     "E voc tem uma reserva?"
     "Nove e um-um," Roarke repetiu.
     Seu sorriso hesitou um pouco, mas ela comeou a trabalhar com sua tela. "Aquele quarto 
bloqueado para um convidado chegando hoje  noite. Se voc gostaria de outro quarto com um
kitchenette, talvez--"
     Ele sentiu Eve passar, soube que ela estava indo para seu distintivo. Ele deu sua mo uma
advertncia apertar. " 911 que ns precisamos." Ele j a mediria. Algum que voc subornou, algum que
voc intimidou, algum que voc lisonjeou. E outros voc simplesmente rolou acima de. "O nome 
Roarke, e minha esposa e eu estaremos precisando daquele quarto particular para um pouco. Se existe
um problema com isto, voc devia falar com seu supervisor."
     "S um momento, senhor." Seu rosto no era to amigvel agora, e sua voz esfriou para aquele
"Voc  um desordeiro" tom. Ela deslizou por uma porta atrs do contador. Levou s vinte segundos ou
ento antes de um homem vir para apressando fora  frente dela.
     "Eu me desculpo pela espera, Sr. Roarke. Eu tenho medo que meu balconista no entendeu. Ns
no estvamos esperando--"
     "Ns precisamos do quarto. Quarto 911. Eu tomo isto que voc entende?"
     "Claro, claro." Ele bateu dedos nervosos acima da tela. "Qualquer que ns podemos fazer para
voc. Bem-vinda a Pousada do Viajante. Angelina, consiga cdigo chave e pacote de convidado do Sr.
Roarke. Ns temos dois restaurantes," ele continuou. "Marc  para multa jantando, e O Curral para
casual. Eu posso fazer algumas reservas para voc?"

                                                                                                      144
     "Isso no ser necessrio."
     "O Pr-do-sol Vadia est aberto de onze da manh para duas da manh, e nossa loja de presente
leva recordaes, vesturio, lanches, e vrios coisas diversas" As palavras cadas fora de seus lbios e
ele pareceu ligeiramente apavorado. "Eu posso perguntar quanto tempo voc e sua esposa planejam ficar
conosco?"
     "No longo." Roarke deu um carto de dbito.
     "Ah, sim, obrigado. Eu s esquadrinharei isto. Ns teremos muito prazer em ajudar voc com
alguns de seus planos ou necessidades enquanto voc est em Dallas. Transporte, turismo, teatro."
     "Apenas o quarto, por favor."
     "Claro. Sim, realmente." Ele deu de volta o carto de dbito, ento ofereceu o cdigo chave e o
pacote de convidado. "Voc precisar de ajuda com sua bagagem?"
     "No. Veja que ns no somos transtornados, certo?"
     "Claro. Sim. Se voc precisar de qualquer coisa, qualquer coisa mesmo..." Ele chamou atrs deles
como eles caminharam para os elevadores.
     "Ele est perguntando-se se ns estivermos subindo l para algum sexo rpido," Eve disse. "Voc
no possui este lugar, no ?"
     "Eu no fao, no, mas ele est certamente perguntando-se se eu estiver indo."
     O elevador abriu e bocejou, Pensou Eve, como uma boca grande, avara. Ela andou nisto. "Eu podia
ter usado meu distintivo, mantido seu nome fora disto."
     "Isto era simples suficiente."
     "Eu acho. De qualquer maneira, levou minha mente fora de coisas, assistindo que voc o trabalha.
Outros dez segundos de voc, e ele teria murmurado."
     As portas de elevador aberto novamente. Ela permaneceu onde ela estava, desviando a vista de no
corredor quieto.
     "Era escuro," ela administrou. "Eu penso que era escuro, e ele era urinado. Mas existiam tantos
lugares, eu no estou certo se eu estiver misturando isto com em outro lugar. Eu era s fora do quarto
duas vezes, uma vez quando ns entramos. Uma vez quando eu sa. Eu estou certo disto. Era quase
sempre aquele modo."
     "Ele no pode fechar voc em mais."
     "No." Ela endureceu sua espinha e sada no corredor. "Cheirou como meias molhadas.  disso
que eu pensei. Como meias molhadas, sujas, e eu estava cansado. Faminto. Eu esperei que ele sairia,
consiga ns algo para comer. Mas mais, eu esperei que ele s sairia.  aquele modo." Ela gesticulou em
direo  esquerda.
     Era  esquerda, e cinco quartos abaixo.
     "Eu sou assustado estpido. No deixe-me correr."


                                                                                                    145
     "Voc no correr. Eve." Ele girou seu rosto para seu, tocada sua boca para sua. "Voc era sempre
mais forte que ele. Sempre."
     "Vamos ver se voc for certo. Abra isto."
     Voc s vai pela porta, ela disse a si.  disso que voc faz.
     Quantas vezes ela fez s isto, sabendo que morte serviu  mesa o outro lado pulando a levar?
Existia ningum no outro lado desta porta alm de fantasmas.
     O rugido em sua cabea era quase um grito quando ela entrou.
     Era limpo, limpo, agradavelmente designou. Visualizando discos eram abanados fora
artisticamente em uma mesa baixa ao lado de um acordo de flores de fraude. O cho era atapetado em
um plido bege.
     Existia sangue no cho debaixo disto? Ela perguntou-se. Era seu sangue quieto l?
     A cama era coberta em uma expanso que explode com que ela pensou que poderia ter sido
papoulas. Uma rea do trabalho tinha sido construda em um canto e segurou um centro de comunicao
pequena, prtica. O kitchenette era separado da rea dormente por contador de um comer. Existia uma
tigela em que segurando uma exibio de nubby fruta.
     Pela janela ela podia ver outro edifcio, mas no existia nenhum sinal, no relampejando luz,
nenhuma lavagem de suja vermelha.
     "Parea com que eles redecoraram." A tentativa fraca em humor ecoado atrs nela. "Ns nunca
ficamos em lugares como isto--to bom quanto isto--que eu lembro. Nada este limpa e, bem, tendeu, eu
acho, como isto  agora. s vezes existiam dois quartos, ento eu tive minha prpria cama. Mas s vezes
eu dormi no cho. Eu dormi no cho."
     Ela olha era demolida, acima de. Ela podia se ver l, se ela deixar acontecer, veja se amontoado no
cho debaixo de um cobertor magro.
     "Est frio. Quebrado o controle de clima. Est to frio machuca meus ossos. No existe nenhuma
gua quente e eu odiar lavar no frio. Mas eu tenho que conseguir seu cheiro fora de mim.  pior que
estando frio para o cheirar em mim depois de que ele ser ..."
     Ela abraou seus braos agora, e estremeceram.
     Ele assistiu entra a em, e ele o rasgou para pedaos. Lanceou por seu corao at que ele podia
tudo menos sente o sangue que despeja fora dele para ela.
     Seus olhos alargados e borrados, e seu rosto foi mais que plido. Foi transparente.
     "Eu dormi l. Tentei dormir l. Existe uma luz pela janela, relampejando de vez em quando.
Vermelho ento preto, vermelho ento pretas, mas as permanncias vermelhas gostam de uma nvoa.
Ele sai muito. Os lugares ir, pessoas ver. Mantenha quieto como um rato, pequena menina, ou as
serpentes conseguiro voc. s vezes eles tragam voc inteiro, as serpentes fazem, e voc est ainda
vivo dentro deles. Gritando."


                                                                                                    146
     "Bom Cristo." Ele apenas respirou o juramento, tido que gelia seus punhos em seus bolsos para
no existia nada e ningum para lutar, castigar para aterrorizar a criana que era agora sua esposa.
     "Se algum estiver vindo aqui, eu tenho que ficar no banheiro. As crianas so no ser vistas ou
ouvidas. Quando ele educar mulheres, ele faz para eles o que ele faz para mim.  seguro quando ele fizer
isto para eles, e eles no choram ou imploram que ele pare a menos que ele comece bater eles. Mas eu
no gosto de ouvir isto."
     Ela coberta suas orelhas com suas mos. "Ele no devolve eles muito. Ento no  seguro. s
vezes ele  bebido, bebido suficiente. Mas no sempre. Quando ele no , ele me machuca. Ele me
machuca."
     Inconscientemente ela apertou uma mo entre suas pernas e balanadas. "Se eu no posso segurar
isto atrs, se eu chorar, se eu gritar, se eu implorar, ele me machuca mais. Isto  o que voc deveria
fazer. melhor Voc aprender, pequena menina. Brevemente voc  ir ganhar seu goddamn manter. Voc
lembra o que eu disse a voc."
     Ela olhou para Roarke, examinou ele, ento tomou um cambaleante avanar. Ela no viu as
papoulas agora, ou as bonitas flores, o plido, tapete limpo.
     "Eu estou to frio. Eu estou to faminto. Talvez ele no voltar. Mas ele sempre volta. Algo ruim
podia acontecer para ele assim ele no podia voltar. Ento eu podia ficar morno. Eu estou to faminto."
     Ela andou em direo ao kitchenette. "No suposto tocar em qualquer coisa. No suposto comer a
menos que ele diga isso. Ele esqueceu de me alimentar novamente. Existe queijo.  verde, mas se voc
cortar aquele,  certo. Talvez ele no saber se eu tiver s um pouco. Ele me bater se ele descobrir, mas
ele me bater de qualquer maneira, e eu estou to faminto. Eu esqueo que eu no deveria comer porque
eu quero mais. Eu quero mais. Oh Deus, Deus, ele est vindo."
     A mo ela tem empunhado aberto. Ela ouviu a faca bater o cho.
     O que voc est fazendo, pequena menina?
     "Tenha que pensar rpido, desculpe-se, mas ele no ajuda. Ele sabe, e ele no est muito bebido.
Ele me bate no rosto; Eu saboreio sangue, mas eu no choro. Talvez ele parar. Mas ele no pra, e
agora  seus punhos. Ele me bate abaixo." Ela amassou para seus joelhos. "E eu no posso parar eu
mesmo de mendicncia ele. Pare, oh por favor, no faa. Por favor, por favor, machuca. Ele me matar
se eu lutar, mas eu no posso ajudar isto. Machuca! E eu o machuco de volta."
     Ela perscruta abaixo em sua mo, lembrando usar suas unhas para arranhar em seu rosto, como ele
uivou. Ela podia ouvir isto.
     "Meu brao!" Ela embreou isto. Ouviu, sentiu o estalo seco daquele osso jovem, e a dor brilhante
horrorosa. "Ele est empurrando em mim, empurrando em, arquejando em meu rosto. Adoce respirao.
Hortels," ela vagamente percebeu. "Hortels acima de usque. Horrvel, horrvel em meu rosto. Eu vejo
seu rosto. Eles o chamam Rick, ou Richie, e seu rosto est sangrando onde eu o arranhei. Ele pode
sangrar, tambm. Ele pode machucar, tambm."

                                                                                                       147
     Ela estava lamentando agora, as lgrimas que despejam abaixo seu rosto. Assistindo ela, sabendo
que ele no teve nenhuma escolha mas assistir ela viver o pesadelo, Roarke quebrou do lado de dentro.
     "Eu tenho o apunhalar minha mo. Minha mo fecha acima da faca que eu soltei no cho. Ento a
faca est nele. Esmurra nele, um pouco estalando som. E agora ele grita, e ele pra. A faca fez ele parar,
ento eu empurro isto nele novamente. Novamente. Novamente. Ele desaparece, mas eu no paro. Ele
parou, mas eu no paro. Eu no posso parar. Ele est olhando fixamente para mim, e eu no pararei.
Sangue, o sangue est por toda parte ele. Por toda parte em mim. Seu sangue est por toda parte em
mim."
     "Eve." Ela estava em suas mos e joelhos, grunhindo como um animal. Roarke abaixou na frente
dela, tomou seus braos. Ela silvou nele, mas ele apertou seu aperto. E suas mos tremidas. "Fique aqui.
Fique comigo. Olhe para mim."
     Ela violentamente agitou, lutada por respirao. "Eu estou certo. Eu posso cheirar isto." Ela
rompeu, e quebrou em seus braos. "Oh Deus, voc no pode cheirar isto?"
     "Ns vamos sair agora. Eu estou levando voc este."
     "No. S espere por mim. S espere. Eu lembro o que era. No goste de ser humano mais. Como o
animal que vive dentro de ns chamamos ateno. Ento eu rastejei longe, ali."
     Ela tremeu quieto como ela examinou na esquina, mas ela fez se ver isto, veja se, como ele tinha
sido. "Eu assisti ele por muito tempo, esperando por ele levantar e me faz desculpe. Mas ele no fez.
Quando ele era luz, eu levantei e lavei seu sangue fora de mim na gua fria. E eu lotei uma bolsa.
Imagine pensar sobre isto? Eu machuco-- meu brao, onde ele me estuprou novamente--mas era
enterrado debaixo do choque. Ainda, eu no usei o elevador--teve suficiente genialidade isto. Usou os
degraus. Os degraus abaixo rastejados e foram do lado de fora. Eu no lembro de muito isto, exceto era
brilhante fora e meus olhos. Perdeu a bolsa em algum lugar e acabou de caminhar. E caminhou."
     Ela aliviou de volta. "Ele nunca me chamou por um nome. Porque eu no tive um. Eu lembro disto
agora. Eles no aborreceram dar a mim um nome porque eu no era uma criana para eles. Eu era uma
coisa. Eu no posso a lembrar, mas eu o lembro. Eu lembro o que ele disse a primeira vez que ele me
tocou. O que ele disse que eu lembrasse. Isso era o que ele me manteve ao redor, e quando eu aprendi,
isso era como eu ganharia meu manter. Ele estava indo para me prostituir. Nada como jovem vagina, ele
disse, ento seria melhor eu aprender tomar isto sem o lamentoso e chorando. Ele teve um fudido
investimento em mim, e eu ir saldar. Ns iramos comear aqui. Aqui em Dallas, porque eu era oito e
isso era velho suficiente para comear a levar meu peso."
     "Concluiu aqui." Ele escovou lgrimas de suas bochechas. "E o que comeou, Querida Eve, era
voc."


     CAPTULO 14


                                                                                                      148
         Ele ignorou seu pedido para encabear diretamente para a delegacia de polcia central e dirigiu
para o hotel, um ele possuiu, e onde o apartamento do dono era preparado para eles.
         O fato que ela estava muito cansada para discutir disse a ela que ele era certo, novamente. Ela
precisou de tempo para se puxar junto.
         Ela foi pela sala de estar enorme no quarto de mestre de igualmente suntuoso e deixou Roarke lidar
com o bellman. Ela j estava desnudando-se quando ele entrou.
         "Eu preciso de um chuveiro. Eu preciso para... Eu preciso ficar limpo."
         "Voc precisar de alguma comida quando voc for feito. O que voc gostaria de?"
         "Sirva  mesa isto, certo?" Ela estava em necessidade sbita, desesperadas para inundaes da
gua quente, para ondas de sabo limpo, fragrante. "Deixe-me pensar sobre isto."
         "Eu estarei s no outro quarto ento."
         Ele deixou ela s tanto por ele mesmo como para ela. A ira ele conseguiu encadear abaixo estava
ameaando estalar livre. Ele quis usar seus punhos em algo. Bata eles at que seus braos gritados para
resto.
         Ela choveria, ele pensou, com a gua que era brutalmente quente, porque uma vez que ela foi
forada a lavar em frio. Ele nunca quis que ela estivesse frio novamente, para calafrio como ela tremeu
naquele quarto onde os fantasmas, o vcio deles, tinha sido to tangvel que ele viu eles ele mesmo.
         Assistindo ela reviver aquela noite, como ela muito freqentemente fez em sonhos, rasgou ele em
dois. O deixou impotente, intil, e com um violncia borne de fria ele no teve nenhum lugar para
desabafar.
         Para ter a gerado e criou, batido e estuprou ela, tudo para a vender para outra escria. Que deus fez
tais criaturas como aqueles e deixam eles para viver de inocentes?
         Equitao em ira, ele desnudou-se fora de sua camisa como ele andou a passos largos na rea de
treinamento pequeno. Ele arrancou a bolsa de velocidade em lugar. E atacou isto, punhos ns.
         Com cada soco sua raiva cresceu, espalhando por ele como um cncer. A bolsa era um rosto que
ele no soube. Do seu pai. Ento do seu prprio pai. Ele danificado nele com uma ira concentrada que
florescido em dio. Bateu, bateu, como a nvoa preta de que odeie estreitou sua vista. Bateu, bateu,
como suas juntas foram cruas e florescidas com sangue.
         E ainda ele no podia matar isto.
         Quando a bolsa estalada fora de sua corda, fendeu na parede, ele procurou para qualquer outra
coisa martelar.
         E viu ela de p na entrada.
         Ela se embrulhou em um das batas brancos de hotel. Suas bochechas eram quase como plido.
         "Eu devia ter pensado como isto faria que voc sente. E eu no fiz." Seu torso cintilado com suor.
Suas mos estavam sangrando. Quando ele viu ela l seu corao quebrado.


                                                                                                          149
     "Eu no sei o que fazer para voc." Sua voz era espessa com emoo, com o acento que assumiu o
comando de quando suas defesas estavam mais comprometidos. "O que dizer para voc."
     Quando ela tomou um passo em direo a ele, ele agitou sua cabea, andou de volta. "No, eu no
posso tocar em voc agora mesmo. Eu no sou eu mesmo. Eu poderia quebrar voc pela metade. Eu
quero dizer isto." Sua voz arrancou quando ela tomou o prximo passo.
     Ela parou. Porque ela entendeu que no era s ela que poderia ser quebrado. "Machuca voc tanto
como eu. Eu esqueo isto."
     "Eu o quero morto, e ele est morto j." Ele dobrou suas juntas danificadas. "Ento, nada ser feito
sobre isto. Ainda, eu quero bater meus punhos em seu rosto; Eu quero rasgar o corao fora de seu trax
na frente de sempre que ele deitou mos em voc. Eu daria a tudo que eu possuo se eu pudesse. Ao
invs, no existe nada."
     "Roarke--"
     "Meu pai estava l." Sua cabea arrebatada, seu olhe chata em sua. "Talvez naquele muito quarto.
Ns sabemos isto agora. Eu no conheo como seus apetites vrios e imundos correram para meninas
jovens, mas se a contagem de tempo tinha sido s um pouco diferente, voc poderia ter sido vendida
para ele." Ele movimentou a cabea, lendo seu rosto. "Eu vejo isto  acontecido para voc tambm."
     "No aconteceu. Existe suficiente que passou sem adicionar a isto. E no diga no existe nada. A
maior parte de minha vida eu mantive tudo isso enterrado, manteve isto na escurido. Eu lembrei mais
no ltimo ano que eu podia em todos os anos antes. Porque voc estava l, e eu podia enfrentar isto. Eu
no sei se eu j terei isso tudo. Eu no sei se eu j quererei ter isso tudo. E depois de hoje, eu sei que
nunca est indo embora. Est l."
     Ela apertou uma mo entre seus peitos. "Est aqui, dentro de mim, e ele morder fora de pedaos
quando puder. Mas eu posso suportar isso porque voc est l. Porque voc sabe como sente. Voc  o
nico que realmente conhece. E porque voc me ama suficiente para sentir isto. Quando voc olhar para
mim, e eu vejo isto, eu posso tomar qualquer coisa."
     Ela tomou o ltimo passo para ele, deslizados seus braos ao redor ele, desenhou ele fechar. "Fique
comigo."
     Ele enterrou seu rosto em seu cabelo. Seus braos vieram para apertado ao redor ela, viced eles
juntos como a ira drenada fora dele. "Eve."
     "S fique comigo." Ela leu rapidamente seus lbios acima de sua bochecha, achada sua boca.
Despejou se nele.
     Tudo dentro dele aberto para ela, aberta para ela de forma que ela encheu os cantos escuros. A
violncia que viveu com eles ambos encolheu.
     Boca contra boca, ele a ergueu, embalando ela l para um momento. Como ele iria algo precioso.
Algo raro. Ele a levou no quarto onde o sol forte fludo pelo vidro.


                                                                                                      150
      Eles adorariam na luz. Ele a deitou na cama larga, centrada ela em tecido suave. Ele quis dar sua
suavidade, conforto, e a beleza eles iria ambos uma vez sofridos fome. Ele precisou dar a ela a beleza do
que este ato era querido para ser, uma beleza to forte podia sufocar a feira que alguns fizeram disto.
      As mos que bateram com ira at que eles tenham sangrado era gentil quando eles a tocaram.
      Era ela que o desenhou abaixo, segurou ele fechar. Que suspirou quando ele suspirou. Eles
confortariam um ao outro agora.
      Seus lbios encontrou seu, separou. O mais suave, mais doce de tapete-ings. Suas mos
acariciaram suas costas, ao longo do cume duro de msculo como seu ajuste de corpo para sua.
      Ela amou o peso dele, as linhas e avies dele, o odor e o gosto dele. Quando seus lbios vagado
para sua garganta, ela angulada sua cabea para dar a eles ambos mais.
      Existia ternura em beijos longos, luxuriantes, em carcias lentas, corredias. E calor, vislumbrando
acima de pele, ento debaixo dele at ossos derretidos.
      Ele separou a bata, beijos preguiosos arrastados abaixo sua carne. Saturado nela, ele localizou
pontas do dedo acima de curvas sutis, demorando quando ela suspirou ou ela tremeu. E assistido com
prazer como cor florescida em seu rosto.
      "Querida Eve." Seus lbios achou sua novamente, esfregou suavemente. "To bonita."
      "Eu no sou bonita."
      Ela sentiu sua curva de lbios contra sua. "Isto no  o tempo para discutir com um homem." Ele
fechou uma mo ligeiramente acima de seu peito, aliviando de volta a assistir. "Pequena e firme aqui."
Ele sacudiu um dedo polegar acima de seu mamilo, ouvida sua captura de respirao. "Aqueles olhos
seus, como ouro velho. Fascinando como eles vem tudo mas o que eu fao quando eu olhar para voc."
      Ele abaixou sua cabea para mordiscar em sua boca. "Lbios suaves. Irresistvel. Queixo teimoso,
sempre pronto para tomar um soco." Ele leu rapidamente sua lngua acima do entalhe raso. "Eu amo que
localizo l, e este," ele sussurrou, arrastando seus lbios at o lado inferior de sua mandbula.
      "Minha Eve, to longa e magra." Ele correu seu passar para baixo o comprimento sua. E quando
ele em forma de xcara ela, ela j era quente, j molhada. "Venha, querida. Deslize acima."
      Ela era, sem ajuda, com um gemido quieto que era ambos os prazer e rendio.
      Ele fez ela parecer bonita. Fez ela parecer limpa. Fez ela parecer inteira. Ela o agarrou agora,
rolando com ele em uma espcie de dana sem calor ou pressa. O sol espirrado acima deles como o ar
foi espesso com suspiros e murmrios. Ela tocou e saboreou e deu como ele fez. Perdeu se  medida que
ele fez.
      Quando ela levantou para ele, quando ele deslizou dentro dela, sua vista borrada com lgrimas.
      "No faa." Ele apertou sua bochecha para sua. "Ah, no faa."
      "No." Ela emoldurou seu rosto, deixe as lgrimas virem. " to certo.  to perfeito. Voc no
pode ver?" Ela ergueu para ele novamente. "Voc no pode sentir?" Ela sorriu at como as lgrimas
faiscadas em suas bochechas. "Voc me fez bonito."

                                                                                                       151
     Ela segurou seu rosto em suas mos como eles moveram junto, tomou aquele sedoso deslizamento.
Quando ela o sentiu tremer, viu seus olhos irem para meia-noite, ela soube que era ele que rendeu.
     Depois, eles deitam quieto, embrulhado em um ao outro. Ele esperou por seus braos ir mancar,
deslizar longe assim ele soube que ela dormiu. Quando eles no fizeram, ele escovou um beijo acima de
seu cabelo.
     "Se voc no dormir, voc comer."
     "Eu no estou cansado. Eu preciso terminar o trabalho abaixo aqui."
     "Depois que voc comeu."
     Ela poderia ter discutido, mas ela lembrou como ele pareceu, socando seus punhos na bolsa de
velocidade. "Algo rpido e fcil ento." Ela ergueu sua mo, examinou as juntas. "Trabalho bom, a
propsito. Voc vai ter que cuidar destes."
     "Sido por algum tempo desde que eu bati eles em cima bastante este muitos." Ele dobrou seus
dedos. "S desprezados em cima entretanto. Nada  emperrado."
     "Teria sido mais esperto para colocar luvas."
     "Mas no que catrtico, eu pensaria."
     "Nope, no existe nada gostar bastante bater algo em polpa com suas mos nuas para
relaxamento." Ela trocou, escarranchou ele. "Ns vamos das pessoas violentas. Ns temos aquele em
ns. A diferena  que ns no deixamos soltar sempre que ns sentimos como ele em quem  mo.
Existe algo em ns que pra isto, isso nos faz decentes."
     "Alguns de ns somos mais decentes que outros."
     "Responda mim este. Voc j bateu uma criana?"
     "Claro que eu no tenho. Cristo."
     "J batida ou estuprou uma mulher?"
     Ele se sentou em cima assim ela era forada a embrulhar suas pernas ao redor sua cintura. "Eu
pensei sobre dar a voc um rpido atirado de vez em quando." Ele fechou seu punho, bateu seu queixo
suavemente com suas juntas contundidas. "Eu sei o que voc est dizendo, e voc  certo. Ns no
somos o que eles eram. Qualquer que eles fizeram para ns, eles no podiam nos fazer o que eles eram."
     "Ns fizemos ns mesmos. Agora, eu acho, ns fazemos um ao outro."
     Ele sorriu nela. "Isso estava bem disse."
     "Eles no deram a mim um nome." Ela alarga uma respirao lenta. "Quando eu lembrei disto,
atrs l, machuca. Fez-me sentir pequeno e intil. Mas agora eu estou contente que eles no fizeram.
Eles no puseram sua etiqueta me. E, Roarke, agora mesmo de qualquer maneira eu estou contente que
eu vim aqui. Eu estou contente que eu fiz isto. Mas o que eu quero fazer  conseguir as informaes para
os locais e sair. Eu no quero ficar aqui mais longo que eu tenho que. Eu quero ir para casa hoje  noite."
     Ele se debruou nela. "Ento ns iremos para casa."
     ***

                                                                                                       152
     Eles voltaram para Nova York cedo suficiente para ela poder dizer que ela precisou entrar em
Central e faz isto soar plausvel. Ela no pensou que Roarke comprou isto, mas ele deixa isto deslizar.
     Talvez ele entendeu que ela precisou do espao, ela precisou do trabalho. Ela precisou da
atmosfera que lembrou a ela quem e o que ela era no caroo.
     Ela ultrapassou cubo do Peabody, deslizado quietamente em seu escritrio, e fechou a porta.
Bloqueada isto, como ela raramente fez.
     Ela se sentou em sua escrivaninha e estava absurdamente confortada no modo que o ajuste de
cadeira vestida para a forma de seu alvo. Um testamento, ela pensou, para todas as horas ela se sentou l,
fazendo o trabalho--o pensar, papelada, 'vnculo-transmisses, dados-formulando parte do trabalho.
     Isto era seu lugar.
     Ela levantou e caminhou para a janela. Ela soube s o que ela veria, que ruas, que edifcios, at o
padro mais habitual de trfico que formado naquele tempo do dia.
     A parte de sua que estava ainda tremendo, a parte ela usou toda ona de legou esconder de Roarke,
acalmou s um pouco mais.
     Ela era onde ela era querida para ser, fazendo o que ela era querida para fazer.
     Qualquer veio antes, todos os horrores, os medos, todos dirigiram no agora, no ? Que podia dizer
se ela estivesse aqui sem eles. Talvez, de alguma maneira, ela estava mais disposta a viver para a vtima
porque ela tem um ano.
     Porm ele trabalhou, ela teve um trabalho para fazer. Ela girou, caminhada atrs para sua
escrivaninha, e precisa trabalhar.
     Ela pediu e era concedida uma reunio rpida com Mira. Escapando to quietamente quanto ela
deslizou dentro, ela deixou seu escritrio para da Mira.
     "Eu pensei que voc poderia ser ido pelo dia."
     Mira gesticulou para uma de suas cadeiras apoiadas pela concha confortveis. "Brevemente. Ch?"
     "Realmente, este no vai tomar muito tempo." Mas Mira j era programao sua AutoChef. A Eve
se renunciou para sorvendo as flores lquidas que Mira era to aficionada.
     "Voc prefere caf," Mira disse com suas costas giradas. "Mas voc me favorecer, que eu aprecio.
Voc pode sempre bomba na cafena mais tarde."
     "Como faz voc--que eu estava s perguntando-se como voc mantm continuando aquele
material herbrio."
     "Isso tudo  o que seu sistema  costumar, no ? Eu acho este acalma minha mente, e quando meu
se importar de ser acalmada, eu tenho mais energia. Ou acredite em que eu faa, que  quase a mesma
coisa." Ela voltou, Eve Oferecida um dos delicados xcaras.
     "Em outras palavras, voc bullshit voc mesmo em pensar que voc  telegrafado, quando voc
no ."
     "Isto  uma maneira para pr isto."

                                                                                                      153
      "Isto  tipo de interessante. De qualquer maneira, eu tenho mais dados em Julianna Dunne, e eu
quis pegar isto para voc imediatamente. Eu no penso que ns temos muito tempo antes dela mover
novamente. Eu entrevistei seu padrasto--"
      "Voc foi para Dallas?"
      "Eu acabei de voltar sobre uma hora atrs. que eu quero fazer isto agora," Eve disse firmemente
suficiente para ter Mira arqueando suas sobrancelhas. "Certo?"
      "Certo."
      Ela retransmitiu o contedo da entrevista, citando s os fatos dados, ento partir para sua discusso
com Pancada Springer.
      "O primeiro homem ela era com sexualmente--menino, isto -- era algum sua prpria idade,"
Mira comentou, "e classe operria. E ele foi o primeiro a a rejeitar. O ltimo, pelo que dizem, que era
permitido o luxo de fazer isso. Ela no esqueceu isto."
      "Ainda ela no fez tipos de objetivo como Springer. Ela seguiu tipos como seu padrasto."
      "Porque ela estava certo que ela podia controlar eles. Eles construram sua confiana e sua conta
bancria. Mas ela estava castigando Springer toda vez que ela era com outro homem. Olhe para isto,
olhe o que eu posso ter. Eu no preciso de voc. No caminho, Springer se tornou menos de uma afronta
pessoal e mais um smbolo. Os homens so desprezveis, mentirosos, fraudes, fracos, e dirigidos por
sexo."
      "E no iria isto irritar ela para saber aquele em um nvel de caroo, ela  o dirigida por isto."
      Mira ergueu suas sobrancelhas, movimentada a cabea em aprovao. "Sim, exatamente. Voc
entende ela muito bem. Springer disse que eles fizeram sexo depois que ele cessou bruscamente isto com
ela, depois dela fisicamente o atacaria. S mostrou a ela sexo era a chave, e em sua mente, queda fatal do
homem. Ela parou de estar brava, e desceu para os negcios de usar aquela debilidade para se
satisfazer."
      "Aqueles jogos para mim. Mas eu no posso figurar que ela ir por prximo. Eu corri
probabilidades em Parker, em Springer, e em Roarke. Parker e Springer so pescoo em pescoo, com
Roarke mais de vinte pontos de porcentagem atrs deles. Eu confio sua opinio mais que do
computador."
      "No ser Springer. No ainda. Ela pode brincar com ele um pouco mais, mas eu acredito em que
ela o salvar. Como um gato toca com um rato antes da matana. Seu padrasto?  possvel, mas eu
pensaria que ela serviria o  mesa tambm. Ele foi sua primeira vitria real, uma espcie de ferramenta
de prtica. Ela querer o saborear ainda."
      Mira economizou seu ch. "Eu penso, apesar dos resultados das probabilidades, ser Roarke, ou
outra pessoa completamente. Ela no est acabada aqui ainda, Eve. Ela no est acabada com voc."
      "Isto  o modo que eu trabalhei isto, tambm. Eu vou o manter coberto, e isso vai o irritar. Mas ele
recuperar- isto. Certo, obrigado. Desculpe, ter seguro voc."

                                                                                                          154
     "Voc est certo?"
     "Um pouco trmulo, talvez, mas principalmente eu estou certo. Eu consegui por isto, e eu lembrei
de algum material."
     "Voc dir a mim?"
     Era tolo para negar, para qualquer um deles, que ela estava aqui tantas para razes pessoais como
uns profissionais. "Eu lembrei o que sentiu como o matar. Eu lembrei daquela pressa de dio e ira
primitiva. Eu sei isto est em mim, e eu sei que eu possa controlar isto. Eu sei aquela matana ele, para
mim, naquele momento, era o nico caminho para sobreviver. Eu posso viver com isto."
     Ela chegou a seus ps. "E se voc estiver pensando que voc precisa me pr por Prova para estar
certo eu sou slido, eu no concordarei nisto. Eu no farei isto."
     Mira manteve suas mos misturadas com cuidado seu colo, mantido seu corpo muito quieto. "Voc
pensa que eu pus voc por isto? Sabendo voc, entendendo as circunstncias, que eu usaria esta
confiana e tocaria pelo livro? Eu achei voc e eu viemos para adicional que isto."
     Ela ouviu o machucar, e a decepo, e teve que ir embora isto. "Talvez eu sou mais trmulo que eu
pensei. Eu sinto muito." Ela apertou dorso de suas mos para seus templos. "Goddamn isto."
     "Oh, Eve." Mira subiu, mas quando ela alcanou, Eve andada depressa de lado.
     "Eu s preciso achar um pouco de cho de nvel. Enfoque no trabalho, e ponha isto... Ele estava me
treinando," ela soltou. "Treinando-me assim ele podia me vender para outros homens." Lentamente, ela
abaixou suas mos como ela olhou fixamente para rosto da Mira. "Voc soube."
     "Eu suspeitei. Fez um tipo terrvel de sensao. Ele podia ter movido mais rpido, mais fcil, mais
barato sem voc. Voc no serviu nenhum propsito real para ele. De que eu sei, o que voc pode dizer a
mim, ele no era um normal pedfilo. Ele teve relaes com mulheres como uma regra. Voc era a nica
criana que ele abusou que ns estamos cientes. E se crianas eram o que ele procurado, ele podia ter
ajudado ele mesmo delas sem a inconvenincia de ter um sob os ps caso contrrio."
     "Ele me manteve bloqueado. Isto  como voc treina algo-- fazendo lavagem cerebral nisto. Voc
mantm isto bloqueado, totalmente dependente em voc. Voc convence isto que no tem nenhuma
escolha mas ficar porque qualquer est l fora  pior. Voc mantm isto faminto, desconfortvel, e com
medo, se misture aquelas com recompensas pequenas. Castigue severamente e rapidamente para
quaisquer infraes, e acostumam isto para qualquer tarefa que  querido para fazer. Ligue ele a voc
com medo, e ele  seu."
     "Voc nunca era seu. Com tudo que ele fez, para todos aqueles anos, ele nunca realmente alcanou
voc."
     "Ele nunca est deixado vai qualquer um," Eve disse. "Eu tenho que viver com isto, tambm. Ento
faa Roarke. Este bagunou ele em cima, talvez mais que me fez. Ns somos certos, mas... Inferno, ele
parafusos em cima sua cabea."


                                                                                                     155
     "Voc gostaria eu de conversar com ele?"
     "Sim." A tenso que corta no bsico de seu crnio aliviado. "Sim, isso seria bom."
     ***
     No estava realmente protelando voltar para seu escritrio, adicione comentrios da Mira para seu
arquivo em Julianna Dunne. Deu seu tempo para alisar fora seu humor, e atualizar e copiar todos
atualizaram arquivos para seu time e seu chefe.
     Quando era feito e ela ouviu a briga geral fora de seu escritrio que significou mudana de turno,
ela programada ltimo xcara de caf e permaneceu bebendo isto em sua janela.
     Trfico de bairro residencial, ela pensou, iria ser uma cadela.
     ***
     Em um escritrio pequeno atravs da rua e cu emperrados, Julianna Dunne se sentou em uma
metal escrivaninha de segunda mo. A porta que l Daily Empreendimentos era bloqueado. O escritrio
consistido em um boxy quarto e um banheiro de armrio de tamanho. As moblia eram escassas e
baratas. Ela no viu nenhuma razo que ela altera ego de Justine Daily, debaixo de que o acordo de
aluguel era assinado, devia desperdiar despesa.
     Ela no estaria aqui longa.
     O aluguel era mais ngreme que devia ter sido, e o banheiro continuamente correu. O tapete magro,
cicatrizado cheirou ripely de deveu.
     Mas a viso era inestimvel.
     Por seus binculos ela teve uma viso perfeita de escritrio da Eve, e o tenente se.
     To sbria, to sria, ela meditou. To dedicado e dedicado, adorando no altar de lei e ordem. E tal
desperdcio.
     Todos aqueles crebros, aquela energia, aquele propsito lanou longe em um distintivo. E em um
homem. Debaixo de circunstncias diferentes, elas teriam feito um time surpreendente. Mas como era,
Julianna pensou com um suspiro, elas estavam fazendo adversrios desafiadores.
     Oito anos, sete meses deram tempo de Julianna abundante para examinar seus enganos, jogue de
novo seus movimentos. No existia nenhuma dvida em que ela se importa que ela teria burlado o Polis,
a Polis, e gastou aqueles oito anos, sete meses fazendo o que ela amou fazer.
     Mas uma mulher era um cagier besta. E o ento Detetive Dallas recentemente promovido tinha
sido realmente cuidadoso. Implacavelmente.
     Mais, ela no teve a cortesia comum reconhecer vitrias e habilidades do seu oponente.
     Mas coisas eram diferentes agora. Ela mesma mudou. Ela era fisicamente mais forte, mentalmente
limpador. A priso tendeu a afiar longe os excessos. Na mesma quantia de tempo ela soube que Eve
tinha sido afiada tambm. Mas existia uma diferena vital entre eles, uma falha essencial no policial.
     Ela se importou. Sobre a vtima, sobre seus oficiais das mesmas categoria, sobre a lei. E mais
importante, sobre seu homem.

                                                                                                         156
     Era aquela falha, em que Julianna considerou uma mquina quase perfeito, isso a destruiria.
     Mas no bastante ainda. Julianna economizar o binculos, verificada sua unidade de pulso. Agora
mesmo existia tempo para um pouco diverso.
     ***
     A Eve chocou-se com Peabody s fora do bullpen.
     "Tenente. Eu pensei que voc estava no Texas."
     "Eu era. Voltado mais cedo. Voc tem atualizar espera. Voc est fora de uniforme, Oficial," ela
adicionou como ela leu rapidamente vestido de coquetel e milha pretos-saltos de sapatos altos do
Peabody.
     "Sim, eu sou fora de turno. Mudou aqui. Eu estava encabeando para seu lugar, realmente, para
escavar em cima meus pais. McNab est nos tirando para um jantar de fantasia. No pode figurar o que
est em cima com isto. Ele no gosta de fantasia, e eu sou bonito certo que ele  assustado deles. No
imagine jantares, meus pais. Qualquer coisa que eu devia dizer a ele sobre o caso?"
     "Manh logo o bastante. Vamos fazer uma conferncia em meu escritrio de casa. Oitocentos."
     "Certo. Voc, ah, indo para a para casa agora?"
     "No, pensou que eu iria para a frica por uma hora e veria as zebras."
     "Ha-ha." Peabody trotou atrs dela como melhor ela podia nos sapatos de coquetel. "Bem, eu
estava s perguntando-se se talvez eu podia pegar um passeio, desde que ns estamos indo para o
mesmo lugar ao mesmo tempo."
     "Voc indo para a frica, tambm?"
     "Dallas."
     "Sim, sim, certo." Ela teve que acotovelar seu modo sobre o elevador lotado e era redondamente
amaldioado.
     "Voc olha um pouco eliminou," Peabody comentou como ela aproveitou-se da distrao e
apertada em.
     "Eu sou bom." Ela ouviu a mordida de irritao em sua prpria voz e fez o esforo para suavizar
isto. "Eu sou bom," ela repetiu. "Dia longo, isto  todo. Voc pe qualquer hora em Stibbs?"
     "Sim, senhor." O elevador parou e vrios passageiros estalados fora de gostou de cortias fora do
pescoo apertado de uma garrafa. "Eu estava pulando conversar com voc sobre isto. Eu gostaria de a
trazer para uma entrevista formal amanh."
     "Voc fixa para isto?"
     "Eu acho. Sim," ela corrigiu. "Eu sou fixado para isto. Eu conversei com alguns dos antigos
vizinhos. O suspeito no teve uma relao indo. Ela teve um, mas cessou bruscamente isto s algumas
semanas depois que ela moveu no mesmo edifcio que o Stibbs. Quando uma testemunha solta em cima,
ela disse a mim que ela no ficou surpreendida quando Boyd Stibbs casou Maureen. Como Maureen foi
o morar com rpido, rpida, e em uma pressa depois da morte da sua esposa. Levando ele comidas,

                                                                                                   157
arrumando seu apartamento, aquele tipo de coisa. Bsico bom-vizinho enche at que voc olhe debaixo
disto."
       O elevador parou oito vezes, vomitando passageiros, tomando mais em.
       Um detetive de Ilegais, encoberto como um dormente de calada, bamboleada em vestir uma
mancha de espanador de comprimento total com que pareceu ser completamente vrios fluidos. O fedor
era incrvel.
       "Jesus, Rowinsky. Por que voc no usa um deslizamento de maldio, ou pelo menos permanea
downwind?"
       Ele sorriu abertamente, exibir-se amarelados dentes. "Realmente trabalhos, no faam isto?  gato
urinar, com suco de peixe um pouco morto. Mais, eu no chovi em uma semana, ento o tremendo do
BO."
       "Voc tem estado a caminho muito tempo, camarada," Eve disse a ele e respirado por seus dentes
at que ele bamboleou fora de novamente. Ela no arriscou um bom trago de ar at que eles batam nvel
de garagem.
       "Eu espero nenhum de embarcou me em," Peabody disse como ela clicou junto atrs de Eve.
"Aquele tipo de cheiro consegue direito nas fibras."
       "Aquele tipo de cheiro consegue direito nos poros, ento ele raas."
       Naquela nota alegre, Eve deslizou no carro. Ela voltou fora, girada a roda, e flechou para a sada. E
era forado a estrondo os freios como um homem disfarou como uma montanha moveu-se na frente de
seu carro. Seus sapatos de trapo vibraram como ele avanou e pulverizou seu pra-brisa com um imundo
lquido que ele levou em um plstico reprimir o bolso de sua jaqueta de Puxes encardida.
       "Perfeito. Deve ser meu dia para dormentes." Repugnada, Eve bateu fora do carro como o homem
enxuto em seu pra-brisa coberto com um trapo sujo.
       "Isto  um veculo da cidade oficial, retardado.  um carro de policial."
       "Limpe isto." Ele movimentou a cabea devagar como ele esfregou sujeira em sujeira. "Cinco
coros. Limpe isto direito."
       "Cinco coros, meu traseiro. Faa caminhos, e faam eles agora."
       "Limpe isto direito," ele repetiu em cano de um cantar voz como ele bateu o vidro. "S como ela
disse."
       "O que eu disse fui bater isto." A Eve comeou em direo a ele, e ela pegou um movimento fora
do canto de seu olho.
       Do outro lado da rua, chama-brilhante em um terno de pele vermelha, seu cabelo dourado
cintilando, era Julianna Dunne. Ela sorriu, ento acenou alegremente. "Conseguiu uma baguna em suas
mos l, Tenente--oh e parabns atrasados em sua promoo."
       "Filho de uma cadela."


                                                                                                        158
     Sua mo foi para sua arma como ela comeou a carregar. E a montanha esbofeteou ela. Um lado de
seu rosto explodiu como ela era erguida fora de seus ps, ento foram entorpecer antes dela bater o
pavimento. Ela sentiu dor selvagem em suas costelas como o tijolo de um p coberto em trapos a
chutado em uma derrapagem rodante. Pelo tocar de suas orelhas, ela ouviu gritos do Peabody, o canto
furioso de montanha, "Cinco coros! Cinco coros!"
     Ela agitou sua cabea para passar sem tocar isto, ento surgiu para rpido, levando com seu ombro
diretamente em sua virilha. Ele at no uivou, acabou de amassar.
     "Dallas! Que diabo?"
     "Dunne," ela administrou, arrancadas fora suas restries como ela lutou prender ar e encher seus
pulmes novamente. "Do outro lado da rua. Terno de pele vermelha, loiro cabelo." Ela arquejou contra a
dor que estava comendo pelo entorpecimento. O lado direito de seu rosto estava comeando a gritar.
"Indo para o oeste a p. Chame isto," ela exigiu como ela estalou o pulso corpulento do dormente de rua
para a porta de carro. "Consiga-me auxlio."
     Ela ocorreu para o cho como um corredor fora da marca-- baixa e rpida. Ela ziguezagueou por
trfico, era quase foi batida por um CAB Rpido. As exploses de chifres e gritaram obscenidades
seguidas ela para o lado oposto.
     Ela podia ver o relampejar vermelho, com quase um quarteiro cheio principal, e correu como um
demnio.
     Pernas bombeando, ela evitou pedestres, abrindo caminho por aqueles que no tiveram a sensao
para sair do modo de uma mulher segurando uma arma letal. Um homem em um terno de negcios
prstinos, um bolso-vnculo em sua orelha, gritado em choque como ela barreled em direo a ele.
Apavorou, ele tropeou de volta em um carro de deslizamento, tubos de difuso de Pepsi e cachorros de
soja, incitando a fria vocal do vender.
     Eve saltada acima dele, girou para o norte. Ela ganhou um quarteiro de quarto.
     "Auxlio, goddamn isto, onde  meu auxlio?" Ela arrancou fora seu Comunicador na corrida. Seu
lado era doer como um dente apodrecido. "Ajuda de necessidades de oficial. Em perseguio de p de
suspeito, identificado como Julianna Dunne, indo para o norte em Stimo em Bleeker. Todas as
unidades, todas as unidades na redondeza, respondam."
     Ela fez correr atravs do faixa para pedestres, contra a luz, pulando sobre o capuz de um sedan,
ento catapultando-se fora de. "Em perseguio, condena isto, de suspeita, loiro, trinta e quatro, cinco
quatro, cem, vestindo terno de pele vermelho."
     Ela emperrou o Comunicador longe. Amaldioou as multides das pessoas que fizeram isto
impossveis arriscar usar sua arma. Ela embainhou isto, e cavado para mais velocidade.
     Existia sangue em sua boca, sangue que pinga em seu olho direito. Mas ela comeu outros cinco ps
de principal da Julianna.


                                                                                                    159
     Rpida, Eve pensou como a adrenalina zumbida em sua cabea. Conseguiu se em forma, sabe
como correr.
     Ela podia ouvir sirenas gritarem ao longe, e calibre abaixo. Ela era s dois corpo-comprimentos
atrs de quando Julianna sacudiu de volta um olhar. E sorriu malignamente.
     A levou fora por detrs, um estrondo de corpo baixo que mandou a ela voando em cima como uma
pedra em uma catapulta. Ela suficiente tempo teve que pensar, O que o fuck? Antes dela cair com um
osso chacoalhando impacto. A parte de trs de sua cabea bateu dolorosamente no pavimento, e tornou
seu mundo em estrelas de tecedura. As vozes vieram e foram gostar da mar do mar.
     Ela conseguiu rolar acima de, nsia de vmito, e ganho suas mos e joelhos.
     "Eu fiz isto? No ?" A voz brilhante, excitado perfurado em seu crebro de tecedura. Ela piscou
em cima e olhado fixamente nos rostos sardentos de dois meninos jovens. Outra piscadela e os rostos
chupados em um ao outro e se tornou um.
     "Pareceu bom, pareceu real, certo? Homem, voc voou." Embreando um fluorescente verde
airboard, ele danou em lugar. "Eu bati em voc, s como eu era suposto."
     Ela fez um pouco de som, briga fora sangue, ento empurrados at seus joelhos.
     "Tenente! Dallas! Todo-poderoso de deus." Completamente sem flego, Peabody forou a
multido. "Ela tira voc?"
     "Isto pequeno ..." Ela no podia pensar sobre uma palavra. "Eu estou certo. V! V! Ela est indo
para o norte."
     Com um temeroso olha para seu tenente, Peabody decolou.
     "Voc." A Eve entortou um dedo no menino. "Desa aqui."
     "Menino, aquele sangue parece real. Isto  gelado."
     Seu rosto oscilou e dividiu novamente, ento ela grunhiu nele dois. "Voc pequeno schmuck, voc
acabou de assaltar um oficial de polcia em perseguio de um suspeito."
     Ele hunkered abaixo e abaixou sua voz. "Ns estamos ainda em diante cmera?"
     "Voc ouviu o que eu disse?"
     "Onde voc aprende a fazer sensaes assim de qualquer maneira? Como vem para que voc no 
machucado quando voc cai?"
     "Eu sou machucado, voc estpido pequeno--" Ela mordeu fora do resto, lutado afastar sua vista
de ir de wavey cinza at negro slido. Ele no podia ter sido mais de dez, e seu rosto alegre estava
comeando a mostrar a algum medo e confuso.
     "Como para real machucar, ou no vdeo machuca?"
     "Isto no  um vdeo."
     "Mas ela disse que era um vid. E quando voc veio para a perseguindo, eu devia direito de
estrondo em voc em minha tbua. Eu consegui cinqenta dlares. E eu consigo mais cinqenta se eu fiz
um bom trabalho."

                                                                                                  160
     Dois uniformes foraram a multido, ordenando pessoas de volta. "Voc precisa de ateno
mdica, Tenente?"
     "Voc a conseguiu?"
     Eles olharam para um ao outro, ento abaixo em Eve. "Desculpe, senhor. Ns a perdemos. Ns
temos p e patrulhas veiculares fazendo um varrer. Ns podemos a conseguir ainda."
     "No." A Eve soltou sua cabea sobre seus joelhos como uma onda maligna de basca batida em
sua barriga. "Voc no ir."
     "Voc  realmente um policial?" A criana arrastou Eve cuidadosamente na manga. "Eu estou em
apuros? Homem, minha me vai me matar."
     "Consiga uma declarao desta criana, ento o leve para casa." O mar apressado em novamente,
vazou novamente, mas ela conseguiu instavelmente para seus ps.
     "Senhor." Vermelho-enfrentado, suado, e arquejo como um cachorro, Peabody mancou em cima.
"Eu sinto muito. Eu nem sequer vi a por um momento. Ns temos um lquido, mas..."
     "Sim, ela  soprada."
     " melhor Voc se sentar." Peabody agarrou brao da Eve quando ela balanou. "Eu chamarei o
MTs."
     "Eu no quero o frigging MTs."
     "Voc est realmente batido em cima."
     "Eu disse que eu no quero eles. Atrs fora de." Ela comeou a puxar virada de rosto livre,
preocupado do Peabody assistido para trigmeos. "Ah, cague," ela administrou, e realmente sentiu suas
prprios olhos forar o recuo de em sua cabea antes dela desmaiar.


     CAPTULO 15
     A prxima coisa ela conheceu que ela estava a toda na calada e um par de tcnicos mdicos eram
grosseiros acima dela.
     "Eu disse no."
     Se correu uma batuta de sensor acima de seu rosto. "No quebrou a mandbula ou ma do rosto.
Sortuda. Parea com que ela era batida no rosto com um punhado de tijolos."
     "Caia fora de mim."
     Eles dois a ignoraram, que preocupado seu um grande negcio. Quando ela tentou se sentar em
cima, ela era dominada facilmente.
     "Pulverizado do ombro, costelas contundidas. Nenhuma rachadura. Condene sortudo. Perdida
muita pele, tambm. Bom chocalho de crebro slido aqui. O que  seu nome?"
     "Dallas, Tenente Eve, e se voc me tocar, eu matarei voc."
     "Yep, sabe quem ela . Como  a vista, Tenente?"
     "Eu vejo voc bem suficiente, otrio."

                                                                                                 161
         "E ela  mantida seu charme jovem, como moa. Siga a luz. S seus olhos, no movam sua
cabea."
         "Dallas." Peabody aliviou abaixo. "Voc est realmente machucada. Voc precisa deixar eles
trabalhar em voc."
         "Voc chamou eles depois que eu disse a voc no . Eu posso busto voc at um scooper para
este."
         "Eu no penso que voc diria aquele se voc pudesse ver o que voc parece com."
         "Pense novamente."
         "A luz, Tenente." A MT tomou sua mandbula para manter sua cabea quieta. "Siga a luz."
         Ela o amaldioou primeiro, ento seguida a luz. "Agora me deixe em cima."
         "Eu deixo voc, voc vai cair novamente. Voc tem um choque, um ombro emperrado, costelas
contundidas, quadril cortado, sortidas contuses e dilaceraes alm de um rosto que parece com voc
bateu ele atrs termina de um maxibus. Ns estamos transportando voc para o hospital."
         "No, voc no ."
         Peabody olhou de relance em cima, alargue uma respirao aliviada. "Eu no apostaria nisto," ela
comentou e trocou de lado como Roarke ajoelhou abaixo.
         "O que  isto?" O aborrecimento fez modo para pnico. "Peabody, voc est frita."
         "Quieta," Roarke ordenou com tal confiana casual ambas as MTs arregalou nele como se ele fosse
um deus. "O quo ruim  ela?" Ele exigiu.
         O examinar- de danos era um grande negcio mais coerente e profissional, concluindo com a
recomendao que a vtima ser transportada para o mais prximo ao hospital para tratamento e
avaliao.
         "Eu no estou indo."
         "Voc est." Ele emplumado seus dedos acima de seu rosto danificado, e uma raiva doente
adaptou-se seu intestino. "Ela precisa de algo para a dor."
         "Roarke--"
         "Voc pensa que eu no posso ver isto?" Ele estalou fora, ento desenhou ele mesmo de volta e
trocou ttica. "Seja um valente pequeno soldado, querida, e deixe o MTs agradvel fazer o que eles
devem. Se voc for muito bom, eu comprarei voc algum sorvete."
         "Eu chutarei seu traseiro para este."
         "Eu espero ansiosamente voc podendo tentar."
         Ela lutou, pegando o refletir de uma seringa de presso. "Eu no quero que cago. Me faz estpido.
Eu tomei um derramamento, isto  todo. Onde isto  criana? Eu vou pisar por toda parte seu nariz
sardento pequeno."




                                                                                                      162
     Roarke se debruou acima de at que seu rosto encheu sua vista. "Voc deixa uma criana tirar
voc?" Ele viu imediatamente que a pergunta, o tom divertido de fez o trabalho. Ela parou de lutar para
lanar um claro nele.
     "Escute, s--condena isto, condena isto!" Ela resistiu uma vez quando ela sentiu o belisco de
lnguido da seringa.
     "Relaxe e aprecie isto," ele sugeriu. Ele sondou o derramamento de tenso da mo que ele segurou.
"Isto  o modo."
     "Pense que voc  to esperto." O corpo e se importa de comeou a flutuar. "Mas voc  mais
bonito. To bonito. D-me um beijo. Amo aquela boca. Gosto de morder isto."
     Ele beijou sua mo flcida ao invs. "Ela no dar a voc mais dificuldade."
     "Aposte que eu voei dez ps. Whee." Ela rolou sua cabea ao lado como ela era erguida sobre um
gurney. "Eh, Peabody! Uniforme de Outta. Voc no conseguiu nenhum sapato."
     "Abandonei eles na corrida. Voc vai ser certo, Dallas."
     "Fucking-Um. Mas eu no estou indo para qualquer hospital manco. No, senhor. Indo para casa
agora. Onde est Roarke? Ns estamos indo para casa agora, certo?"
     "Eventualmente."
     "Est certo," ela disse, decisivamente, ento deslizou debaixo de antes deles a carregar na
ambulncia.
     ***
     "Ela vai estar realmente louca quando ela terminar disto," Peabody disse como ela compassou o
sala de espera de ER.
     "Oh sim." Roarke bateu seus dedos contra o lado da xcara de caf. Ele iria ainda para beber.
"Voc fez exatamente certo, Peabody, chamando o MTs, e eu."
     "Talvez voc no se importaria de mencionar aquele quando ela for investindo para minha
garganta mais tarde. Eu no sei como ela levantou procurar no primeiro lugar. Aquele sujeito, ele era
grande como um gorila, e ele a aplainou. Provavelmente emperrado seu ombro quando ela bateu ele em
sua virilha. Eu estou a, apalpando para minha de folga nesta estpida pequena bolsa, e ela j est o tirar
e algemou ele. Eu devia ter sido mais rpido."
     "Eu diria que voc era rpido suficiente. Como so os ps?"
     Ela enrolou-se seus dedes do p. Ela desnudou-se fora de sua mangueira arruinada no quarto das
senhoras. "Nada uma embebio e um esfregar no consertaro. Muito ruins sobre os sapatos entretanto.
Eles eram novos e totalmente mag. At sem eles eu no podia acompanhar Dallas. Ela  como raio."
     "Pernas longas," ele respondeu e pensamento do sangue ele viu manchar sua cala comprida como
ela esteve na calada.
     "Sim, ela teria temido se no tivesse sido para a criana com o airboard. Voc no pode a bater. Ela
--" Ela cessou bruscamente, nervosa quando o ER medicar balanado.

                                                                                                       163
     "Voc  o marido?" O doutor perguntou a um aceno com a cabea para Roarke.
     "Sim. Como  ela?"
     "Cuspindo louco que--eu penso que ela tem alguns planos muito ominosos para voc. E se voc
acontecer ser Peabody, voc est em eles."
     "Ela  certa." Peabody alarga uma erupo de ar. "timo."
     "Ela tomou um sopro duro para a cabea. Ela tem uma concusso, mas isso parece ser o pior disto.
Ns tratamos seu ombro, mas ela devia refro de levantamento com ele ou quaisquer outras atividades
estrnuas para uns dias, mnimo. Seu quadril vai dar sua alguma dificuldade, como so as costelas. Mas
bloqueadores mnimos deviam aliviar o desconforto l. Ns remendamos em cima os cortes, frias-
empacotadas as contuses, as piores das quais so faciais. Eu gostaria de manter ela durante a noite para
observao. De fato, eu gostaria de a manter por quarenta e oito horas."
     "Eu posso imaginar sua opinio daquela idia."
     "Mmm. Um dano de cabea desta natureza no  nada para ser brincado. Seus outros danos so
srios suficiente para autorizar um durante a noite. Ela precisa ser observada e monitorada."
     "E ser, mas em casa. Ela tem fobia sobre os hospitais. Eu posso assegurar voc que ela recuperar
mais depressa, e mais fceis em todo preocupado, em casa. Eu tenho um doutor que eu posso solicitar ter
certeza disto. Louise Dimatto."
     "O Anjo de Rua de Canal." O doutor movimentado a cabea. "Eu a assinarei fora, mas eu vou dar a
voc instrues muito especfica para sua observao e se importo, e eu gostaria de um atualizao de
Dra. Dimatto."
     "Concordou, e obrigado."
     "Quarto de Tratamento Trs," ela adicionou como ela foi embora.
     Quando ele caminhou de volta alguns minutos mais tarde, Eve estava tentando e falhando em
puxar suas botas. "Quando eu conseguir estes, eu estou usando eles para chutar suas bolas em sua
garganta."
     "Bem, isto no est o tempo para pensar sobre sexo." Ele caminhou para a mesa de exame, erguido
seu queixo com uma ponta do dedo. Sua bochecha direita era um pesadelo de contuses em cores j indo
doentio. Seu olho direito era inchado para uma racha avermelhada, inchada. Sua boca era crua.
     "Tenente." Ele tocou em seus lbios para sua fronte. "Voc tem estado bem e verdadeiramente
batido."
     "Voc deixa eles dar a mim drogas."
     "Eu fiz."
     "E me arraste aqui."
     "Culpados." Seus dedos deslizada ao redor para a parte de trs de sua cabea, suavemente medido
o galo. "Sua cabea pode ser dura, mas at tem seus limites. E deixe seja s diga que eu perdi meu


                                                                                                     164
quando eu vi voc deitando l, contundido e hemorragia."


     "Peabody vai fritar para tagging voc acima deste."
     "Ela no ." Naquela declarao nica sua voz foi firma com comando. "Ela tem estado l fora
compassando seus ps pobres, doloridos fora de se preocupar acima de voc. Ento voc ir fcil nela."
     "Voc dizendo a mim meu trabalho agora?"
     "No, s seu corao. Ela pensa se ela tiver sido mais rpida, voc no poderia estar aqui."
     "Isto  merda. Eu tive o principal, mas ela ficou em perseguio, at naqueles idiota cala."
     "Exatamente muito. Voc no aconteceria saber o que tamanho ela veste, no ?"
     "Huh?"
     "No importa, eu cuidarei disto. Pronto ir para casa?"
     Ela deslizou fora da mesa, mas no fez objeto a ter sua mo a sustenta. "Onde  meu sorvete?"
     "Voc no se comportou, ento no existir no tratar para voc."
     "Isto  s quer dizer."
     ***
     Ela estava furiosa quando ela aprendeu que ele chamou Louise, mas quando ela pesou aquela
contra a possibilidade de Roarke alistando Summerset como um campo MT, era mais fcil tragar.
     Especialmente quando Louise caminhou no quarto levando uma tigela enorme de sorvete de
pedao de chocolate duplo.
     "D-me isto."
     "Voc pega isto depois de eu conseguir sua palavra que voc no dar a mim qualquer dificuldade
durante o exame."
     "Eu j tive um exame."
     Declarao nada, Louise cavou em cima uma colherada e deslizou isto entre seus prprio lbios.
     "Certo, certo. Jesus. D o sorvete, e ningum  machucado."
     Louise passou por Eve a tigela, ento sentado no lado da cama, escorada sua bolsa mdica em seu
colo. Ela enrugou seus lbios como ela estudou rosto da Eve. "Ai," ela disse.
     "Que sua opinio mdica, Doc?"
     " um comeo. Do olhar disto, eu diria que voc  sortudo que ele no quebrou sua ma do
rosto."
     "Eu acabei de saber que isto era meu dia sortudo. No  to ruim agora," ela adicionou acima de
um bocado de chocolate. "Aquela picadura de pacotes frios como uma cadela, mas eles trabalham.
Roarke est sendo pissy sobre este, e ele pegou mim tido maior nmero. Ento se voc s passaria me
sem tocar assim eu podia levantar e fazer algum trabalho--"
     "Certo." Louise gesticulou.


                                                                                                     165
     Suspeito mas jogo, Eve balanou suas pernas fora da cama, at conseguida para insistir neles. Para
mais ou menos trs segundos antes de sua cabea explodir e comeou a girar. Louise pegou o sorvete
fazer rolar convenientemente como Eve ficada para trs na cama.
     "Alguns medicam que voc ."
     "Sim, eu sou, e eficiente com isto. Que s economizados ns dois discutindo tempo."
     Propenso, Eve enrugou seus lbios dolorido. "Eu no acho que eu gosto de voc mais."
     "Eu no sei como eu vou continuar com minha vida sabendo isto. Voc ficar pe at que eu diga a
voc caso contrrio." Ela puxou uma unidade da palma fora de sua bolsa, telefonou a cpia de quadro da
Eve. "Voc no sabe quanto tempo voc era inconsciente?"
     "Como o inferno eu devia conhecer? Eu era inconsciente."
     "Bom ponto. Eu vou correr alguns esquadrinha, d a voc uma segunda rodada de pacotes frios. Eu
posso dar a voc algo para o desconforto."
     "Eu no quero substncias qumicas. O negcio  fora de se voc retirar-se uma seringa."
     "Isto  bom. Eu prefiro no dar voc qualquer coisa com o choque. Ns usaremos bloqueadores
externos l para tomar a extremidade fora daquele colosso de uma enxaqueca que voc deve ter."
     Ela voltou em sua bolsa, gritando um "Entre," no golpe na porta do quarto.
     "Com licena." Sam andou s dentro do limite. "Roarke disse que eu devia surgir como eu poderia
ser de alguma ajuda."
     "Voc  um mdico?" Louise perguntou.
     "No, nem um mdico. Eu sou Sam, Pai da Delia."
     "Ns somos certos aqui," Eve disse cuidadosamente, e economizar a tigela. "Ela est fazendo
qualquer que ela pegou para fazer."
     "Sim, claro." Ele voltou em cima incomodamente.
     "Um curandeiro ento?" Louise perguntou, estudando ele com interesse.
     "Eu sou um sensvel." Seu olha era desenhado para rosto da Eve novamente, e piedade para a rosa
de dor nele.
     "Emptico?"
     "Um pouco." Ele trocou seus olhos suaves para Louise, sorriu. "Mdicos raramente pe qualquer
linhagem em sensitivos ou empticos."
     "Eu gosto de manter minha mente e opes abertas. Louise Dimatto." Ela levantou para andar fora
da plataforma e oferece uma mo. " bom para encontrar voc, Sam."
     "Por que vocs dois no vai ter um bebida no andar de baixo," Eve secamente disse. "Seja
familiarizado."
     "Infelizmente"--Louise olhou de relance atrs acima de seu ombro--"eu no posso dizer que sua
rudeza  um resultado de seus danos. Ela nasceu aquele modo. Obviamente um defeito gentico alm do
mbito de cincia mdica."

                                                                                                   166
     "Se voc no pode ser rude em seu prprio quarto, onde pode voc?" A Eve levantou a tigela
novamente, amuando acima disto.
     "Se eu s pudesse ter uma palavra privada com ela?" Sam perguntou.
     "Certo. Eu s andarei do lado de fora."
     Quando eles estavam s, Sam subiu para a cama. "Voc est em dor considervel."
     "Eu tive pior."
     "Sim, eu estou certo que voc tem." Ele abaixou ele mesmo ao lado da cama. "Voc no quer
bloqueadores qumicos, e enquanto eu estou certo Dra. Dimatto pode aliviar algum do externamente de
desconforto, eu posso fazer mais. No acontecer novamente, Eve," ele disse antes dela poder falar.
"Porque eu sou preparado. Eu sei que voc no esteja certo se voc pode confiar isto, mas voc pode. Eu
no minto, e eu no ofereceria se eu no estivesse certo de seu isolamento."
     Ela empurrou em seu sorvete com a colher. No, ele no mentiu. "O que voc poder me conseguir
em meus ps mais rpidos?"
     "Devia, especialmente junto com o mdico."
     "Certo. Deixe seja s pegue isto feito. Eu tenho trabalho."
     ***
     Estava mortificando como nem o curandeiro nem o mdico aborreceu mencionar que ela teria que
desnudar-se at a pele para o exame e tratamento. Eles discutiram sua anatomia como se ela fosse uma
cincia andride em um lab, de forma que ela finalmente fecha seus olhos em defesa. Ela empurrou no
primeiro toque de pontas do dedo, na expanso de fresca, ento de calor ao longo da lmina de seu
quadril que teve encontrado rudemente pavimento, duas vezes.
     A palma de outra mo apertada para sua bochecha ferida, e ela apertou seus dentes. Mas a picadura
passada, e ela estava flutuando. No goste do passeio em bloqueadores que era como uma viagem de
vertiginoso em um carrossel, mas como um vento leve em uma nuvem.
     Ela podia ouvir eles falando, mas suas vozes eram insubstanciais.
     "Ela foi debaixo de," Louise quietamente disse. "Voc  muito bom."
     "Seu quadril est causando a ela muita dor. A maioria das pessoas estariam gritando."
     "Ela no  a maioria das pessoas, no ? Se voc trabalhar nisto, eu lidarei com o dano de cabea.
Eu penso que ns podemos conseguir a inchao abaixo um pouco mais."
     "Eu estarei no modo?"
     Roarke. No som de sua voz, Eve lutada para superfcie.
     "No, shh. Mantenha quieto," ele disse a ela. "Eu estou aqui mesmo."
     Porque ele era, ela deixa ir novamente.
     Quando prxima ela despertou, era escuro. Existia um momento terrvel quando ela pensou que ela
cegou. At como ela tentou se sentar em cima, ela viu uma sombra mover e soube que era ele. "Que
horas so?"

                                                                                                    167
     "Tarde." Ele se sentou no lado da cama. "Voc  para descansar. Luzes em, dez por cento."
     O brilho lnguido a trouxe uma inundao de alvio. Suficiente que ela no estalou nele quando ele
moveu mais ntimo para examinar seus alunos. "O que  a data?"
     "Depende.  na frente de ou depois de meia-noite?"
     "Menina inteligente."
     "Eu sei onde eu estou e quando eu for. E que ns temos um aniversrio que surgimos em uns dias
do par. E, Carlo, eu nunca amei voc mais."
     "Eu sinto exatamente o mesmo modo, Miranda." Ele tocou em seus lbios para sua fronte, um
modo furtivo de verificao para febre. "Se voc estiver se sentindo melhor talvez que eu posso deixar
as crianas entrarem. Carlo Jnior, Robbie, Anna, e pequenos Alice esto ansiosas para ver seu mame."
     "Tentando assustar um invlido. Voc maligno bastardo."
     "Volte para dormir." Ele trouxe sua mo para seu rosto, esfregou isto contra sua bochecha.
     "Eu for se voc ir. Eu no vou dormir com voc rondando ao redor e espreitando acima de mim."
     "Eu terei que voc sabe que eu era valentemente permanecendo vigia minha amada com
concusso." Ele deslizou em ao lado dela, povoada sua cabea suavemente em seu ombro. "Dor?"
     "Um pouco achy talvez, nada importante. Eh, lembre? Eu fui batido no direito de rosto antes de
nosso casamento, tambm. Agora  como uma tradio."
     "E ento exclusivamente ns. Acalmar agora, e v dormir."
     Ela fechou seus olhos. "Roarke?"
     "Hmm?"
     "Eu quase a tive."
     ***
     A da prxima vez ela despertou, o quarto era escuro. Ela gastou os primeiros vinte segundos
preocupando que este tempo ela estava cegando, ento percebeu que ele abaixou as telas de sol em todas
as janelas, inclusive a clarabia acima da cama.
     Certo, ento seu se importe de no era real afiado ainda. Ela deita quieto e tomou inventrio mental
das dores e dores. No to ruins, considerando, ela decidiu, e quando ela cautelosamente se sentou em
cima estava contente no existia nenhum violenta pulsando ou desorientando vertigem.
     Ela moveu lentamente acima de ao lado da cama, plantados seus ps no cho. Depois de uma
respirao tonificante, ela levantou. O quarto balanou um pouco, mas afianado depressa. Sua cabea
sentiu como era pego em um vcio, mas pelo menos ningum estava apertando os parafusos.
     Como ela era desnudo quieto ela carranca abaixo na contuso de tamanha Arena Bola em suas
costelas, a rea crua, desprezado em seu quadril. O contundir em ambas as reas eram um
miseravelmente enfraquecido cinza e amarelo, e isso era um bom sinal. Bem na fase curativa, ela
decidiu, ento testado seu ombro.


                                                                                                     168
     Dura, mas no dolorosa. Ela girou sua cabea para examinar a contuso impressionante naquela
rea tambm.
     Roarke andou fora do elevador. "Voc  para no levantar sem liberao."
     "Quem diz?"
     "Bom senso, mas quando voc escutou aquele particular individual?"
     "Eu quero um chuveiro."
     "Assim que Louise examina voc. Ela estar em cima em um minuto. Ela est s tendo caf da
manh."
     "Eu tenho uma conferncia s oitocentas."
     "Replanejado para nove." Ele conseguiu uma bata fora de seu armrio. "Como tentativa."
     Ela pegou a bata e teve atirado em seus braos por se seu ombro cooperou. Ao invs ela aliviou
nisto. Mas quando ela comeou a talo passado ele, ele trocou bloquear.
     "Onde voc est indo?"
     "Urinar," ela estalou. "Isso tem permisso para?"
     "At recomendou." Divertiu, ele vagou para o AutoChef enquanto ela marchou no juntar banho.
Ele enumerou os segundos, e pensaram que poderia tomar seu oito.
     "Santa merda!"
     "Sete," ele murmurou. Ela estava movendo mais rpida que ele esperou. "Voc devia ter visto ele
algumas horas atrs." Ele entrou atrs dela e permaneceu enquanto ela olhou fixamente para seu rosto no
espelho.
     A combinao doentia mesma de cinza e amarela-- com uma cor de verde--que ela achou em seu
quadril e costelas, florescido acima do lado direito inteiro de seu rosto. Era um padro mosqueado, um
pouco mais pesado ao longo do cume de ma do rosto e em torno do olho onde sua pele inchada e caiu
como balo de um esvaziar. Seu cabelo pulado fora em espigas desarrumadas, emaranhado de suor e
sangue, ela imaginou.
     Seu lbio de parte inferior pareceu tenro e quando ela cutucou um dedo nisto, ela achou pareceu o
mesmo modo.
     "Homem, ele realmente me bateu."
     "Deve ter tido uma mo como um trem de jato."
     "Ele era um grande sujeito," ela lembrou, girando sua cabea um pouco para estudo seu perfil. No
era qualquer melhor que a viso cheia. "Eu odeio ser esmurrado no rosto. As pessoas esto sempre
olhando fixamente para voc e fazendo comentrios retardados: Oh, chocou-se com uma parede? Uau,
nossa, machuca?"
     Ele teve que rir. "S voc estaria mais irritada sobre aquele que o sopro."
     "Ele era goony. No soube o que ele estava fazendo. A cadela me instalar, ento no teve as bolas
para vir em mim ela mesma."

                                                                                                   169
     "Como voc esperou."
     Seus olhos encontrado seu no espelho. "Quando eu a levar abaixo, ela vai pagar por este." A Eve
bateu dedos ligeiramente acima de sua mandbula. "E ela no olhar to fodidamente bonita quando eu a
lanar em uma gaiola."
     " luta de Menina? Eu posso assistir?"
     "Pervertido." Ela andou longe, no chuveiro, e ordenou os jatos em cheia em uma temperatura
devastadora.
     Porque ele estava preocupado que ela poderia ficar atordoada e cair, e porque ele apreciou isto,
Roarke aliviou um quadril na pia e assistiu seu wavery silhueta atrs do vidro moldado.
     Ele girou sua cabea quando Louise entrou. "Seu paciente esteja em cima e sobre."
     "Ento eu vejo." Deixando sua bolsa no contador, Louise caminhou em torno do documento anexo.
"Como voc est sentindo esta manh?"
     A Eve alarga um latir, girado com seu cabelo molhado gotejando. Em defesa, ela cruzou um brao
acima de seus peitos. "Jesus, vamos."
     "Deixe-me assinalar que eu sou um doutor, j viu voc desnudo, e tambm  um membro da
espcie que tem o mesmo equipamento que voc. Voc est em alguma dor?"
     "No. Eu estou tentando tomar banho aqui."
     "Continue ento. Luz-headedness?"
     A Eve silvou, ento molhada sua cabea debaixo do bombeando spray. "No."
     "Se voc for atordoado mesmo, sente-se. S se sente onde quer que voc .  melhor que caindo.
Alcance de movimento no ombro?"
     A Eve demonstrou isto levantando seus braos e esfregando xampu em seu cabelo.
     "Quadril?"
     A Eve meneou seu alvo e fez Louise rir. "Contente por ver voc estar se parecendo brincalho."
     "Isso no era brincalho. Eu estava mugindo voc, que deveria estar insultando."
     "Mas voc tem um alvo to atraente pequeno."
     "Ento eu sempre disse," Roarke adicionou.
     "Jesus, voc est ainda aqui? V embora, todo mundo vai embora." Ela sacudiu de volta seu
cabelo, girou, e alargue um grito magro quando Peabody entrou.
     "Eh! Como voc est sentindo?"
     "Desnudo. Eu estou me parecendo desnudo e muito lotado."
     "O rosto no olha meio ruim." Peabody procurou. "Ela est aqui, McNab, fazendo muito melhor."
     "Ele entra aqui," Eve disse sinistramente, "e algum vai morrer."
     "Armadilhas da morte de banheiros verdadeiros," Roarke adicionou. "Por que eu no s tomo
Peabody e McNab, e Feeney," ele adicionou quando ele ouviu a voz do capito do EDD junta-se do


                                                                                                      170
McNab, "at seu escritrio. Louise ficar at que ela seja satisfeito que voc  ajustado para retornar a
trabalho."
        "Eu sou ajustado para chutar traseiro ntegro se mais uma pessoa v meus peitos esta manh."
        Ela se virou novamente e tentou se enterrar na gua e vapor.
        ***
        "Voc  muito sortudo," Louise disse seu um pouco mais tarde como ela fechou sua bolsa mdica.
"Voc podia facilmente fraturar seu crnio em vez de contundir isto. Mesmo assim, seja um milagre
pequeno que voc volta em seus ps esta manh. Muito talentoso do Sam, e era muita ajuda."
        "Eu o devo." Eve abotoada em cima uma camisa. "Deva voc dois."
        "E aqui seja minha conta. Existe um fundraiser no sbado  noite para convocar dinheiro para trs
novos med-furges. Voc j foi enviado um convite, que voc, ou eu imagino Roarke, aceitou. Mas eu
sei que voc freqentemente ache um caminho para menear fora destas coisas. Este tempo, estar l."
        A Eve no disse nada. Ela teria que pagar a Louise de volta outro tempo, outro modo. Roarke no
estava indo para quaisquer funes pblicas at Julianna Dunne era bloqueado em uma gaiola.
        Louise olhou de relance em sua unidade de pulso. "Precise ir. Eu disse a Charles que eu o
escolheria no aeroporto. Ele est vindo de volta de Chicago esta manh."
        "Certo." Hesitando, Eve agarrou seu equipamento de arma. "Louise, realmente no aborrece voc?
O que ele."
        "No, no me aborrece. Eu penso que eu estou apaixonando-me por ele, e  s adorvel." Seu rosto
pareceu radiar felicidade. "Voc sabe o que  como quando existe apenas do dois de voc, e aquela
pressa dentro de voc?"
        "Sim. Sim, eu acho que eu faa."
        "O resto?  detalhes justo. No exceda isto, Dallas. Quando voc ficar cansado, se sente. Quando
voc se sentir trmulo, deite-se, e no seja um heri. Tome algo para o desconforto." Ela angulada sua
cabea como ela pausou na entrada. "Um pouco maquilagem cobriria a maior parte de que
contundindo."
        "O que  o ponto?"
        Rindo, Louise encabeou fora a porta, e Eve para o elevador.


        CAPTULO 16
        A Eve cheirou caf e assou bens o minuto as portas de elevador aberto em seu escritrio. Ambos
estavam sendo consumidos com entusiasmo aparente por seu time. Roarke pareceu ser contedo com
caf.
        "Voc tem uma conferncia nove horas via 'vnculo," ela lembrou a ele.
        "Manipulao do meu admin isto." Ele a deu sua xcara de caf. "O horrio atualizado est em sua
escrivaninha. Tenha um muffin." Ele escolheu um, estourando com espcies de mirtilo, de uma bandeja.

                                                                                                       171
     "Qualquer seu horrio, voc devia chegar a isto. Eu tenho meu prprio."
     "Em que eu tenho um interesse adquirido. Empurre em mim neste," ele adicionou, abaixando sua
voz, "e eu empurrarei de volta. Eu duvido que voc suficientemente seja recupere ser muito de um
desafio."
     "No faa livro nisto. Mas se voc quiser desperdiar seu tempo sendo espectador esta instruo
especfica, eu no tenho nenhum problema com isto."
     "Isto  sortudo para ns dois." Ele passeou longe para conseguir ele mesmo outra xcara de caf.
     Para parar se de dizer algo srdido que ela no poderia ser capaz de volta para em cima, ela encheu
sua boca com o muffin, ento sentada na extremidade de sua escrivaninha. "Eu preciso ser educado
acelerar no sujeito que com bagueta mim ontem, e o airboard vid-criana."
     "Eu tomei aqueles." Feeney terminar rapidamente um dinamarqus ento tirou seu livro de
memorando para referncia. "Dormente de calada fazendeiro de Emmett, mendigo licenciado.
Divertimentos de canto em rodzio o setor ao redor Central, ronda intersees e faz a mordaa de pra-
brisa para levantar solte mudana. Muitos os uniformes o conhecem, e relatrios so que ele  excitvel
mas basicamente inocente."
     Ele olhou de relance em Eve, enrugou seus lbios como ele observou atentamente seu rosto. "No
ache que voc concordaria com a parte inocente dadas as circunstncias. Sua declarao  a loira deu a
ele cinco dlares e disse a ele que ele deveria esperar para seu veculo, faa o pra-brisa, e voc daria a
ele outro cinco. Ela disse a ele que ele teve que manter voc pelo veculo ou ele no seria pago. O
fazendeiro tende a ser realmente insistente sobre ser pago."
     "Ento ela o escolheu especificamente--sujeira o pra-brisa muito cegado do meu veculo e eu no
posso procurar aquele modo. A cova mim contra Gibraltar assim ela compra suficiente tempo para
conseguir um bem me influenciar."
     Feeney movimentou a cabea. "E se voc ficar chutado ao redor no processo, tanto melhor.
Declarao o airboard criana, Michael Yardley, deu a voc em-da cena o que ele est pegando para.
Dada sua idade, o fato que ele nunca  est em apuros, ele alas. Ela reivindicou ser um vid produtor,
conjunto a cena para ele. Criana lapped ele em cima. Ele  assustado desmiolado que ele vai ir para
priso para tirar voc."
     "Muitas falhas no plano." A carranca de Eve como ela bebeu seu caf. "A contagem de tempo 
fora de, s um pouco, qualquer um dos dois de seus patetas no completa, ou no completa duro
suficiente para me imobilizar, ela  o pavimento de comer."
     E oh, ela pensou como ela rolou seu achy ombro, que dia glorioso que teria sido.
     "Mas ela tomou o risco," Eve continuou. "Isso diz a mim a entrevista com Nadine conseguiu
debaixo de sua pele."
     "Ela quis machucar voc." Peabody podia ainda ver placa do Fazendeiro de uma mo que voa fora,
atingindo, erguendo Eve retirar seus ps.

                                                                                                       172
     "Sim, mas mais, ela quis intimidar psicologicamente fora. Agite minha confiana.  pessoal."
      toa ela levantou a esttua de alabastro que Phoebe deu a ela, girou isto em sua mo. "Tudo
pessoal com Julianna. Ela me instalar, e ela fez isto rpido. Ento, como ela soube quando eu estava
saindo Central? Ela no podia ter condies de manter o dormente e a criana rondar longo. Eles esto
chateados, ela perde eles. No podia ter condies de estar ao redor Central de Polcia se, ou um pouco
de uniforme poderia a fazer."
     "No aquele duro de descobrir seu turno," McNab pe em.
     "No, mas com que freqncia alguns de ns vamos e continuamos trocamos horrio? Eu no fiz
ontem. Ento, ela estava assistindo-me. Ela tem estado assistindo-me, ento ela pode conseguir um
padro. Conseguindo padres  uma de suas melhores coisas."
     Ela anotar a esttua novamente. "McNab, consiga-me os edifcios que rosto meu escritrio em
Central. Consiga-me um visual."
     "Voc pensa que ela tem estado demarcando voc?" Peabody perguntou como McNab drogado
para concordar.
     "Ela demarca suas vtimas, aprende tudo que ela pode sobre eles. Suas rotinas, seus hbitos. Onde
eles vo, o que eles fazem. Quem eles so." Eve olhou de relance em Roarke. Quanto, ela perguntou-se,
Julianna Dunne podia descobrir sobre Roarke?
     S tanto, ela decidiu, como ele permitiu a qualquer do pblico para conhecer. E metade de que era
fico.
     "Ela veria isto como uma vantagem para manter meu escritrio debaixo de vigilncia." A Eve
girada para a tela como a grade de ruas comeou a surgir.
     "Como um jogo?" Peabody perguntou.
     "No, isto no  um jogo, no ela. Primeira vez ao redor era negcios. Agora,  guerra. E at agora,
ela  tomada todas as batalhas importantes." Ela levantou um ponteiro de laser de sua escrivaninha,
correu sua luz de ponto de agulha acima da tela. "Estes trs edifcios dariam seu o melhor acesso a
minha janela de escritrio. Ns precisamos de um inquilino listar."
     Ela pegou o olhar que passou entre Feeney e Roarke, ento Feeney atirado um de sua prprio como
Roarke deslizou em seu prprio escritrio.
     "Ele pegar isto mais rpido." Feeney ergueu sua xcara de caf, mas no bastante a tempo de
esconder o sorriso.
     Ela deixa passar. "Ns estaramos procurando por um espao arrendado, a curto prazo. Ms-por-
ms  provvel. Ela no gastaria muito tempo l. Ela teria equipamento de vigilncia instalar, alimenta
isto em outro local onde ela confortavelmente podia estudar e avaliar. Mas ela estava l ontem,
pessoalmente, porque ela decidiu me partir."
     A Eve se viu, de p em sua janela de escritrio, olhando. Ela se pe de volta l, atrs daquele vidro
estreito, e estudou os edifcios e janelas do outro lado da rua.

                                                                                                      173
     "Este aqui consegue meu voto." Ela tocou um dos edifcios em luz. "Ou se no existia espao
disponvel em um destes nveis ..." Ela examinou uma linha cinco histrias. "Este edifcio. Aqueles so
seus melhores ngulos. Espere um minuto."
     Ela caminhou em escritrio do Roarke onde ele se sentou em sua escrivaninha enquanto seu
equipamento zumbido com eficincia. "Eu tenho um local de prioridade," ela disse a ele. "Eu quero que
voc liste aquele assim eu posso correr uma probabilidade."
     "Eu estou correndo probabilidades, em todo trs. Entretanto eu penso que isto  seu local."
     Ela olhou de relance em sua tela onde ele teve o mesmo visual, e o edifcio ela assinalou
destacado.
     "Showoff."
     "Venha para se sentar em meu colo e diz isto. Voc estaria procurando por arrendamentos a curto
prazo, eu imagino, e quereria a corrida para mover dos aluguis mais recente atrs. Como eu estou
fazendo?"
     "Voc resiste a fazer aquele perito consultor, civil gig permanente?"
     "Isso no seria divertido?" Ele bateu levemente seu joelho, mas ela o ignorou. "Ah, bem, tantos
para benefcios de franja. Suas probabilidades esto surgindo. Eu fiz esta pela linha de viso. Fcil
suficiente para esmurrar seus dados de seus arquivos na mistura e cortam este abaixo
consideravelmente."
     "S espere." Ela esquadrinhou a lista de nomes que ele ordenou na tela. "Bam! Daily
Empreendimentos. Justine Daily, proprietrio. Isto  nossa menina."
     Ela quis mover, rpida e dura, mas controlou-se em. "Ns estaremos certo primeiro. Esvazie este
dados sobre minha unidade, no ? Vamos tentar manter esta investigao razoavelmente oficial."
     "Claro. Tenente? Eu estarei indo com voc nesta priso. Espere," ele disse como ela abriu sua
boca. "Porm esbelta a chance voc a achar l, eu vou ser uma parte disto. Ela me deve."
     "Voc no pode ficar derrotado fora toda vez eu sou batido em cima no trabalho."
     "No ?" O fcil pule saiu de sua voz, gelando isto. "Ela pegou um importar de vir atrs de ns
ambos, ento eu estou neste. Eu estarei l quando voc a levar abaixo. Sempre que, onde quer que isso
poderia ser."
     "S lembre de que estar a levando abaixo." Ela voltou em seu escritrio. "Feeney, ns temos um
Justine Daily no edifcio primrio. Os dados est em minha unidade. Corra um fundo nela, e seus Daily
Empreendimentos."
     "Gostos que pegam com sua prprio iniciais." Ele levantou para tomar lugar do McNab em
escrivaninha da Eve. "Aquelas so as poucas excentricidades que sujeitos de parafuso ruins para a
parede."
     "Eu vou ser a excentricidade que a atarraxa." A Eve foi para seu 'vnculo e solicitou a procura-e-
ocupou autorizao, e a fora de trabalho para obrigar isto.

                                                                                                   174
     ***
     Em debaixo de uma hora, ela estava movendo corredor abaixo em direo aos escritrios de Daily
Empreendimentos. As escadas eram bloqueadas, os elevadores fecham. Todas as sadas eram cobertas.
     E ela soube em seu intestino que eles no achariam Julianna Dunne.
     Ainda, ela veria isto, e acenou seu time em lugar com sinais da mo. Ela desenhou sua arma, ento
sacudido fora seu mestre e se preparou para ultrapassar as fechaduras.
     Puxou de volta.
     "Espere. Ela teria pensado sobre este. Ela contaria com isto." Ela olhou fixamente duro na porta
barata, as fechaduras baratas, ento abaixado abaixo para um estudo mais ntimo. "Eu preciso de um
pouco de culos de proteo aqui. Um estrondo esquadrinha."
     "Voc figura ela ps armadilhas explosivas na porta?" Feeney enrugou seus lbios, abaixada
abaixo com ela. "Ela nunca trabalhou com explosivos antes."
     "Voc aprende muitas sugestes domsticas  mo na priso."
     Feeney movimentou a cabea. "Sim, que voc faz."
     "Voc v qualquer coisa hinky?"
     "Fechaduras velhas. Fracas cague. Alarme normal dos olhares do painel. Queira chamar na bomba
farejador?"
     "Talvez. Eu estou experimentando-a pensar, mas eu no quero pedaos de meu time disperso por
toda parte este corredor." Ela olhou de relance em cima. Roarke estava movendo em atrs dela.
     "Por que voc no deixe-me ver?" Ele j era, hunkering abaixo e danando aqueles dedos geis
acima do painel, a armao da porta. Ele tirou seu PPC de seu bolso, programado em um cdigo de
tarefa, ento conectou ele para o painel por um cabo de cabelo magro.
     " quente," ele confirmou.
     "Atrs. Puxe de volta." A Eve gesticulada para seu time como ela arrancou fora seu Comunicador.
"Retire civis este cho, e aqueles diretamente acima de e abaixo."
     "Isso no ser necessrio, Tenente, se voc s dar a mim um minuto aqui." Roarke j teve o painel
abrir quando ela voltou.
     "Leve o inferno longe de l." Ela levou dois passos largos de volta para ele, ento se parou. Ela viu
ele desativar dispositivos um grande negcio mais destrutivo que um jateador de porta.
     "L." Ele falou calmamente para Feeney como ele trabalhou com ferramentas de prata minscula.
"Voc v isto?"
     "Yep, eu fao agora. No meu campo, mas eu vi alguns caseiros em meu tempo."
     "De amadora, mas efetiva. Ela teria feito melhor para tomar mais tempo, adicione em um
secundrios, ou pelo menos um failsafe.  fixado para tropear quando a aberta da porta. Muito
elementar. Ela teria uma estrada de contorno, claro, ento ela no arruinaria sua manicura soprando seus
dedos."

                                                                                                      175
     Suas mos eram pedra fixa. Ele pausou s uma vez, agitar seu cabelo atrs longe de seu rosto.
Quando ele fez, Eve viu o frio cintilar de concentrao nisto.
     "No particularmente poderoso este. No teria morto qualquer um que tem sido cinco ou seis ps
atrs. Isso far isto." Ele substituiu suas ferramentas, esteve novamente.
     A Eve no perguntou se ele estivesse certo. Ele estava sempre certo. Ela deu o sinal de sinal de fim
de alarma para seu time, ento se favoreceu deixando seu mestre em seu bolso. E contribuindo a porta.
     Ela varreu a porta com sua arma, ento gesticulado para Feeney tomar o juntar banheiro.
     Existiam um par de cadeiras rotas, um dented escrivaninha. E um odor no ar que era ambos fmea
e caro. Ela deixou o centro de comunicaes e um acordo pequeno, exticas de flores frescas.
     Eve andada para a janela, olhou, por, e em sua prprios escritrio. "Ela teria precisado de
equipamento. Voc no pode ver suficiente daqui com o olho nu. Bom equipamento ela no estava
disposta a deixar para trs. Comece a bater em portas," ela ordenou sem girar ao redor. "Converse com
os outros inquilinos, veja quem sabe o que. Ache o gerente de edifcio, consiga ele em cima aqui. Todos
construindo discos de segurana. Feeney corre o 'vnculo e centro de dados."
     "Senhor." Peabody passou sem tocar sua garganta. "Isto estava nas flores."
     Ela deu Eve um envelope pequena Eve marcada Dallas. Dentro de era um carto manuscrito e um
disco de dados. O carto l:
     Com melhores desejos para sua recuperao veloz,
                       --Julianna
     "Cadela," Eve murmurada, virando o disco em sua mo. "Feeney, disperse os homens. Ns no
estaremos a achando aqui hoje. Peabody, chame nos varredores."
     Ela girou o disco de novo, ento tampou isto na unidade de escrivaninha. "Corra dados," ela
ordenou.
     O rosto da Julianna nadou na tela--um de olhos azuis loiro agora, e o mais ntimo para sua prpria
colorao e estilo que alguma dela olha desde que ela comeou seu divertimento de assassinato mais
recente.
     "Bom dia, Tenente." Ela falou no preguioso, um pouco breathy Texas demora Eve lembrada. "Eu
estou assumindo aquela saudao  correta. Eu duvido que voc teria conseguido conseguir isto longe
ontem  noite--mas eu tenho tal confiana em suas habilidades que eu estou certo que voc estar
tocando esta antes da tarde. Sentindo melhor, eu espero. E quando voc est tocando isto, voc descobriu
e desativou meu presente bem-vindo pequeno. Era realmente s uma reflexo tardia."
     Ela angulada sua cabea e continuou a sorrir. Mas ele era a Eve de olhos estudados. Os olhos que
eram como gelar acima de uma cova funda, vazios.
     "Eu tenho que dizer a voc o quo bom tem sido para ver voc novamente. Eu pensei sobre voc
um grande negcio durante minha ... reabilitao. Eu estava to orgulhoso quando eu aprendi sobre sua


                                                                                                     176
promoo para tenente. E Feeney  para capitanear, claro. Mas eu nunca senti bastante a mesma conexo
para ele como eu fiz para voc. L algo estava l, no estava l?"
     Ela aliviou adiante, intento de rosto agora. "Algo fundos e estranhos entre ns. Um lao
verdadeiro. Um reconhecimento. Se voc acreditar em reencarnao, talvez ns ramos irms em
alguma outra vida. Ou amantes. Voc j maravilha sobre tais coisas? Provavelmente no," ela disse com
um pouco onda da mo. "Voc  uma mulher to prtica-importada. Est apelando, em seu modo. Seu
novo marido acha aquela parte de que voc apelando? Oh, atrasado melhores desejos, a propsito. Faz
quase um ano, no tem isto, desde o evento jovial. Bem... Tempo passa.
     "Passa devagar em uma gaiola." O demorar endureceu goste de p de pradaria debaixo de cu de
um assar. "Eu devo voc para aqueles anos, Eve. Voc entenderia sobre retorno. Voc nunca realmente
entendeu o que eu fiz, por que eu fiz isto, nunca respeitado isto. Mas voc entende sobre retorno."
     "Sim," Eve disse em voz alta, inconscientemente escovando seus dedos acima de sua bochecha
contundida. "O direito de maldio eu fao."
     "Eu assisti voc, sentando em seu escritrio duro no trabalho, de p na janela olhando como se o
peso e preocupao da cidade inteira est em seus ombros. Compassando aquele horrvel pequeno
espao seu. Voc pensaria que um tenente seria disposto uma rea de trabalho melhor. Voc bebe
extremamente muito caf, a propsito.
     "Eu tive equipamento instalar aqui. Voc sabe isto agora. Eu achei que isto melhor no deixar isto
para trs. Minha prpria raia prtica. Eu tenho vrias horas de voc em disco. Voc veste melhores estes
dias. Descuidados quietos, mas com um estilo voc uma vez que precisou. Influncia do Roarke, eu
estou certo.  bom para ser rico, no ? Tanto melhor que ... no sendo. Corrompeu voc, eu pergunto-
me, em alguma parte secreta de voc mesmo? Vamos, Mel de Eve." Ela ligeiramente riu. "Voc pode
dizer a mim. Afinal, quem entenderia melhor?"
     Conversando demais, Pensou Eve. Sido s, no tem isto, Julianna, com ningum conversar com
quem voc sente est no mesmo nvel?
     "Eu estou certo que ele  excelente na cama, se voc achar tais coisas importantes." Ela povoou de
volta, fez um movimento que teve Eve imaginando ela cruzando suas pernas.
     Ficando confortvel. Uma pequena conversa de menina.
     "Eu sempre me senti avaliado em excesso do fucking e ento humilhando para ambas as festas. O
que  isto, realmente, mas uma mulher permitindo a se ser saqueada, penetrada. Invadida. E um homem
mergulhando longe como se sua vida dependida disto. E como ns sabemos, com os homens eu fuck,
suas vidas dependem disto. Por pouco tempo, de qualquer maneira. Matar  tanto mais excitante que
sexo. Voc matou, ento voc sabe. Fundo abaixo, sabe. Eu desejo que ns tivemos o tempo e
oportunidade para conversar, realmente conversar, mas eu no penso que vamos acontecer. Voc quer
me parar, pr-me de volta em uma gaiola. Lembre o que voc disse para mim? Lembre o que voc
disse? Voc teria me deixado l se tivesse sido at voc. Deixou-me para gastar o resto de minha vida

                                                                                                      177
enjaulada como um animal. Ento voc girou suas costas para mim como eu no era nada. Voc no
conseguiu seu modo, no ? Mas eu consegui meu. Eu sempre consigo meu. Seria melhor voc lembrar
disto. Seria melhor voc respeitar isto."
     Sua voz subiu, sua respirao acelerou. Agora ela retraiu uma srie longa de ar, afofou um dar seu
cabelo como se compondo-se. "Eu pensei de voc quando eu matei Pettibone e Mouton. Eu tenho
pensado de voc para um tempo muito, muito longo. Como que faa que voc sente, saber que eles
morreram por causa de voc? Aquele chateado voc, Eve? Isso faz voc bravo?"
     Julianna inclinou ela voltar e riu. "O retorno  uma cadela, e eu at no comecei. Eu quero o que eu
sempre quis. Para fazer o que me agrado e viver muito, muito bem. Voc levou oito anos, sete meses, e
oito dias de mim, Eve. Eu vou equilibrar a balana. Eu posso e eu irei, lanando os corpos de homens
velhos tolos em seus ps. Ento voc sabe o quo simples  para mim, aqui  uma ponta. O Hotel de
Milha Alta, Denver. Apartamento 4020. O nome do homem  Spencer Campbell. Eu verei voc
novamente logo. Muito logo."
     "Sim, voc ir," Eve replicou como a tela foi em branco. "Peabody, consiga-me aquele hotel no
'vnculo. Eu quero cabea de segurana."
     ***
     O apartamento tinha sido reservado no nome de Juliet Darcy, que verificou na noite antes,
assegurando o quarto por duas noites com dinheiro.
     "A vtima  Spencer Campbell, de Consultores de Investimento de Campbell. O homem superior."
No quarto de conferncia em Central, Eve trouxe sua imagem na tela. "Envelhea sessenta e um,
divorciados, atualmente separada de esposa duas. Ele teve um horrio de compromisso para um pessoal
consulta com Juliet Darcy em seu apartamento de hotel. O caf da manh encontrando, oitocentos tempo
de Denver. Sobre o mesmo tempo eu estava contribuindo a porta aqui em Nova York. Ela  muito fudida
convencida estes dias. Campbell tinha estado morto menos que trinta minutos quando segurana quebrou
em. Julianna no aborreceu verificar, s agarrada sua durante a noite bolsa, conjunto o no perturbar luz
na porta, e valsada fora. A autpsia e lab relatrios confirmaro que caf do Campbell era envenenado."
     "Ela vai a distncia toda para Denver para fora deste sujeito." Feeney arrastou uma mo por seu
cabelo metlico. "O que  o ponto?"
     "Provar ela poder. Ele no estava nada para ela. S um penhor facilmente sacrificado para me
mostrar a que ela pode manter racking eles, quando e onde ela quer, enquanto eu subo ao redor tentando
a achar. Ela quebra padro novamente, porque ela quer me mostrar a que ela  impossvel de predizer."
     E, Pensou Eve, ela no quer que eu cheire fora que ela est olhando para Roarke. Para vtimas ela
pegaria com que ela chamou homens velhos tolos. Matando eles como atrai disfarar sua ltima meta.
     Eles morreram por causa de voc.
     Eve bloqueada fora a voz, e a culpabilidade. A maior parte da culpabilidade.


                                                                                                     178
     "Ela teve objetivos potenciais selecionados antes dela afundar, e pode ter continuado a selecionar e
pesquisa de do lado de dentro."
     "Fez alguma vigilncia e pesquisa eletrnica em Pettibone e Mouton das unidades de escritrio da
priso," Feeney confirmado. "Ns cavamos fora pedaos pequenos disto. Nada neste sujeito ou qualquer
outros neste momento. Nada em negcios pessoal--financeiro, bens imveis, viaje investigaes."
     "Ela usou seu pessoal isto." Supervisor Miller, ela pensou em desgosto, teria muito para resposta
para antes dela ser feita com ele. "Mais provvel vacilado no escritrio faz  mquina cedo em, mas teve
certeza que ela teve um pessoal para dados que ela no podia arriscar ter localizado."
     Ela tomou um distribuir o quarto. "Ela pegou graxa, e bastante isto. Meu perito pessoal de graxa
declara que  mais provvel que ela esconde isto em vrias contas numerado em vrios locais. Ns no
temos nenhuma linha para arrastar para o dinheiro. Loopy reivindica Julianna disse a ela que ela teve sua
prprio lugar aqui em Nova York. Ela  presa para aquela durante a Entrevista com a Chicago Polis, mas
no pode ou no expande. Minha suposio  que ela no sabe o local. Julianna poderia ter passado o
tempo que conversa com ela, mas no daria seu qualquer coisa provvel."
     "Ns estamos correndo residncias privadas por EDD." Feeney cavou fora um punhado de nozes.
"Mas sem perodo de tempo de compra ou arrendamento, nenhuma rea, nenhum nome ou nomes para
alimentar em, ns principalmente estamos empurrando fora de l."
     "Ela gastar dinheiro nela mesma." A Eve pensou o quo polida e ajustou Julianna olhou
pessoalmente, no vid. "Mas ela seria esperto suficiente para usar dinheiro. Ns exaltamos-nos-fim lojas,
sales, restaurantes. Mas como isto  goddamn Nova York, nirvana de compras infinitas, ns somos
emperrados l, tambm."
     Ela tentou passar sem tocar sua cabea. "Ns mantemos nisto. Ponha alguns fala sem parar os
'vnculos para as lojas. Talvez ns podemos enganchar aquele terno de pele vermelha que ela esteve
usando. Ns temos sua altura e peso de Dockport, traduza aquele para tamanho, compras de empurro
do terno naquele tamanho."
     "Ela pode ter comprado aquele em Chicago, ou em qualquer lugar," Peabody assinalou. "E ternos
de pele vermelhos so legio."
     "Sim, ento ele  um tiro longo. Ns mantemos arranhado longe, todo detalhe, ns vamos bater
algo eventualmente. Enquanto isso, ns verificaremos todo o pblico e privado transportes dentro e fora
de Denver. Ns acharemos o que ela usada, e quando ns fazemos, ela est no vento novamente. Mas
ns temos dados."
     "Ela est tomando mais chances," Peabody disse. "Dizendo a voc sobre Campbell quando ela no
podia estar certa da contagem de tempo. Se ela deixasse isto s, teria sido horas antes dele ser achado."
     "Risco faz premiado a guerra mais satisfazendo. Isto  uma partida de rancor, e  intil a menos
que o inimigo sangra. E ela quer me agitar. Ela no quer me matar, mas ela quer que eu pense que eu sou


                                                                                                       179
um objetivo. Ela quer que eu viva, com perda. Ela quer Roarke. E isto  nossa vantagem. Ela no sabe
que eu esteja nisto."
     ***
     Em midtown, Roarke terminou uma reunio e se preparou para outro. As atividades da manh o
puseram um pouco atrasado. Ele teria que pr em tempo extra que noite, mas acharia um caminho para
fazer isto de casa. Ele com inteno de ficar como perto de Eve como seus horrios de trabalho
respectivos permitidos.
     "Caro." Ele etiquetou seu admin em seu interdepartamental 'vnculo. "Troque o Realto encontrando
para hologrfico, fora de meu escritrio de casa. Sete e trinta, e ns moveremos o almoo com Finn e
Arremessador para o jantar de executivo aqui. Veja que Tenente Dallas  copiado nestas mudanas."
     "Sim, senhor. Existe uma Dra. Mira aqui para ver voc. Voc tem dez minutos antes de sua
prxima reunio se voc gostaria eu de a trazer de volta. Ou eu programarei um compromisso."
     "No." Ele carranca, tempo embaralhado em sua cabea. "Eu a verei agora. Se o Brinkstone reps
chega antes de eu ser feito, tenha eles esperarem."
     Ele clicou fora de, ento levantou para compassar seu escritrio. Mira no era o tipo para soltar em
sem ser anunciado, nem pagar telefonemas sociais no meio de um dia do trabalho. Que significou que
ela teve negcios que ela sentiu era importante suficiente para adicionar um fardo para ambos seus
horrios.
     Ausentemente, ele cruzou para o AutoChef e programado no ch que ela preferiu.
     Quando Caro bateu, ele abriu a porta ele mesmo, estendeu uma mo para Mira. " bom para ver
voc."
     "Eu estou certo que no ." Ela apertou sua mo. "Mas obrigado por fazer o tempo. Eu sou
subjugado s do passeio da recepo. Seu vidro breezeway est espantando."
     "D a competidores uma chance de pensar sobre um mergulho longo antes deles alcanar aqui.
Obrigado, Caro." Ele desenhou Mira em como seu admin fechou a porta quietamente atrs deles.
     "E este ..." Mira olhou em torno do escritrio com suas moblia luxuriantes, arte atordoante,
equipamento macio e lustroso. "Certamente adapta voc. Consegue ser ambos suntuoso e eficiente tudo
de uma vez. Eu sei que voc esteja ocupado."
     "No muito ocupado para voc.  ch, no ? Jasmim, mais normalmente?"
     "Sim." No surpreendeu ela que ele lembraria de um detalhe to secundrio. Ele teve um importar
de como um computador. Ela tomou a cadeira que ele ofereceu a um profundamente sof almofadado,
esperado por ele se sentar ao lado dela. "Eu no quero desperdiar seu tempo com conversa ftil."
     "Eu aprecio isto. A Eve Mandou a voc?"
     "No, mas ela sabe que eu com inteno de conversar com voc. Eu no a vi ainda hoje, entretanto
eu pretendo fazer isto tambm. Eu sei que ela foi ferida ltima  noite."


                                                                                                     180
     "Ela  elstica. No bastante tanta como ela gosta de pensar, mas ela pula de volta de alguma
maneira ou outro. Maldio contundidas prximo da cabea para dedo do p. Tudo menos rachou sua
cabea abrir como um ovo. Teria, se ele no fosse feito de pedra."
     "Que  uma das razes que voc a ama."
     "Verdadeiro suficiente."
     "E ainda voc se preocupa. Sendo casado com um policial  um compromisso enorme de restrio.
Ela entende isto, que  uma das razes que ela tentou resistir, ou negue o que ela sentiu pena de voc.
Uma delas." Mira alcanou cobrir sua mo. "E outra razo era seu pai. Ela disse a mim que voc esteve
em Dallas."
     "Bom.  bom que ela pode conversar com voc sobre isto."
     "E voc no pode." Ela podia sentir a tenso juntar nele como uma contuso. "Roarke, voc falou
francamente comigo antes. No existem muitos quem sabem as circunstncias deste. No existem
muitos com que voc pode falar."
     "O que voc quer que eu diga? No  meu pesadelo, mas dela."
     "Claro que ele  seu. Voc a ama."
     "Sim, eu a amo, e eu permanecerei com ela. Eu farei qualquer pode ser feito--que  sangrento
pequeno. Eu conheo conversando com voc de vez em quando poder povoar sua mente. Eu sou
agradecido isto."
     "Ela est preocupada para voc."
     "Ela no  nenhuma necessidade para ser." Ele podia sentir a raiva que sobe em sua garganta,
mordeu de volta nisto. Sentiu isto sangrar. "Nem tenha voc. Mas ele era tipo de voc tomar o tempo
para vir por."
     Ela viu a demisso fresca em seu rosto, um vu magro dele acima do calor. Ela economizar seu
ch, alisou a saia de seu terno de plido azul. "Certo. Eu sinto muito ter interrompido seu dia. Eu no
manterei voc mais."
     "Inferno sangrento!" Ele subiu para seus ps. "O que o ponto em derramar  meus intestinos fora
aqui? Que bom a far?"
     Mira se sentou onde ela estava, levantado seu ch novamente. "Poderia fazer voc algum."
     "Como?" Ele girado atrs ao redor, fria frustrada viva em seu rosto. "No Muda nada. Voc quer
ouvir como eu estive l e assisti ela sofrer, assisti ela lembrar disto, e sentir isto como se estava
acontecendo quieto? Ela era impotente e apavorava e perdia, e assistindo ela, ento era eu. que eu sigo o
que vem me por, e eu fao um hbito de seguir isto primeiro. E este ..."
     "Isto no pode ser seguir, no o modo que voc quer dizer." O quo difcil para ele, ela pensou,
este homem que parece com, pensa gostar, um guerreiro para permanecer sem uma lana para proteger o
que ele mais estima.


                                                                                                     181
     "No pode ser mudado," ela adicionou, "no pode ser parado porque j  feito. Ento ele vive de
voc, da mesma maneira que ele faz nela."
     "s vezes ela grita na noite." Ele suspirou. "s vezes ela s choraminga, como um animal pequeno
poderia quando tiver medo, ou em dor. E s vezes ela dorme fcil. Eu no posso ir dentro dela sonha e o
mata para ela."
     A objetividade profissional no podia permanecer contra a onda relativa a mar de sua emoo, ou
a inundao de sua prpria. As lgrimas juntadas em sua garganta  medida que ela falou. "No, voc
no pode, mas voc est l quando ela despertar. Voc entende o que uma diferena voc a favoreceu?
Como voc deu a ela a coragem para enfrentar seu passado? E a compaixo para aceitar seu."
     "Eu sei, realisticamente, ns somos o que ns somos por causa do que ns ramos, e o que ns
fizemos disto. Eu acredito em destino, em destino, e tambm em dar destino uma boa toro do brao
quando no estiver indo seu modo." Quando ela sorriu nisto, ele sentiu seus ombros relaxarem. "Eu sei o
que sou feito  feito, mas ele no me pra de desejar que eu pudesse voltar e usar estes nele." Ele fechou
seus punhos, ento estendam seus dedos novamente.


     "Eu diria que era uma atitude muito saudvel."
     "No ?"
     "Eu espero como eu pareo freqentemente o mesmo eu mesmo. Eu a amo, tambm."
     Ele olhou para ela, aquele rosto sereno, aqueles olhos to cheio com compreenso quieta. "Sim, eu
vejo que voc faz."
     "E voc."
     Ele piscou uma vez, lentamente, como se traduzindo alguma lngua estrangeira. Com um risada
suave, ela chegou a seus ps.
     "O par de voc sempre parece muito confundiu e suspeito quando ofereceu afeto livre. Voc  um
bom homem, Roarke," ela disse e beijou sua bochecha.
     "Para falar a verdade no."
     "Sim, realmente. Eu espero que voc ser vinda confortvel para mim, falando comigo se voc j
sentir a necessidade. Eu deixarei voc voltar para suas reunies. Eu j estou atrasado para um de meu
prprio."
     Ele a caminhou para a porta. "Algum consegue resistir voc?"
     Ela piscou. "No para longo."


     CAPTULO 17
     Cortando por fita vermelha com a astcia e sutileza de um serra de cadeia, Eve perseguir a
lanadeira privada que Julianna contratou para sua viagem para l e para c Denver. Diamond Expressa


                                                                                                      182
anunciou propriamente como a companhia de escritura mais rpida e mais luxuoso prestador de servio
privado dos Estados Unidos continentais
     Um cheque rpido mostrou a ela existia pouca verdade em publicidade como eles eram um slido
terceiro nas avaliaes, atrs de duas das companhias do Roarke.
     Julianna no era corajosa suficiente para contratar um seu, Eve meditou como ela navegou por
lanadeiras, veculos de carga, e bondes que ventam em torno da Diamond Expressa hangares.
     A enxaqueca voltava, um martelo esmurra atrs de seu crnio onde encontrou pavimento. Ela
sentiu uma necessidade desesperada para um cochilo, que disse a ela que ela teria que tomar uma folga
pequena logo ou acabar estatelando em seu rosto.
     "O que  o nome do piloto novamente?"
     " Mason Riggs." Peabody trocou, tomou outro olhar para perfil da Eve. "Voc se sentindo
certo--no se irrite.  s que voc est olhando um pouco plido e brilhante."
     "Que diabo que queira dizer? Brilhante?" Eve estacionada, aliviada acima de se examinar no
retrovisor espelho. Maldio, ela pareceu brilhante. " vero,  quente. As pessoas suam. E no, eu no
estou me parecendo certo. Deixe esteja s faa isto."
     "Eu estou dirigindo."
     Com uma perna fora do carro, Eve rodada ao redor. "O que voc disse?"
     "Eu disse," Peabody repetiu, valentemente deitando sua vida na linha, "eu estou dirigindo. Voc
no devia ser atrs da roda, e eu prometi que Louise que eu faria que voc toma folgas quando voc
ficou trmulo."
     Muito lentamente, Eve tomou fora dos guarda-sis que ela vestiu como uma concesso para o
claro, a enxaqueca, e o aparecimento de seu rosto contundido. O olho preto s adicionou uma
extremidade para o perfurar olhar fixo. "Faa-me?"
     Peabody tragou, mas firma presa. "Voc no me assusta--dificilmente--porque voc  plido e
brilhante. Ento eu tomarei a roda quando ns formos feitos aqui. Voc pode pr a cadeira de volta e
pega um cochilo. Senhor."
     "Voc pensa que adicionar 'senhor ' no fim de que vai salvar voc de minha ira considervel?"
     "Talvez, mas eu sou mais confiante que eu posso correr mais que voc em seu estado atual de
sade." Ela levantou dois dedos. "Quantos voc v?"
     "O dois eu vou arrancar e material em suas orelhas."
     "Esquisitamente, ressegura-me para ouvir isto, Tenente."
     Com um suspiro, Eve se empurrou fora do carro. O barulho que grita fora do hangar lanceou direto
seu crnio. Pulando evitar entrando e tendo sua cabea cai, ela sinalizou para uma mulher cansativo
coveralls blasonado com logotipo da Diamond.
     "Eu estou procurando por Piloto Riggs," Eve gritou. "Mason Riggs."


                                                                                                     183
     "Isto  sua lanadeira conseguindo sua manuteno semanal." A mulher empurrou um dedo
polegar em direo  boca do hangar. "Ele est l guardando seu beb ou no quarto de fratura."
     "Onde est o quarto de fratura?"
     "Segunda porta abaixo na esquerda. Desculpe, mas o hangar e o quarto de fratura so empregados-
s reas. Voc quer que eu possa o paginar para voc."
     A Eve retirou-se seu distintivo. "Eu s o paginarei com este. Certo?"
     "Certo." A mulher levantou suas mos enluvadas, palmas fora. "No entraria l sem protetores de
orelha. Contra segurana regs." Ela sacudiu em cima o topo em um engradado, destacado dois clunky
fixa. " o assassinato sem eles."
     "Obrigado." A Eve ajusta eles em e imediatamente sentiu alvio do gritar barulho.
     Ela foi para do lado de dentro. O hangar segurou trs lanadeiras no momento, cada coberto com
um enxame de mecnica que era ou esgrimindo complicado-olhando ferramentas ou segurando
conversaes em idioma de sinal.
     Ela manchada dois pilotos uniformizados, um macho, um fmea, e cruzado no corao do hangar.
O barulho era como um whooshing onda pelos protetores de orelha, e existia um cheiro de combustvel,
de graxa, e sanduche de almndega picante de algum.
     O posterior feito seu estmago se senta em cima e implora. Ela teve uma debilidade para
almndegas.
     Ela bateu a piloto no ombro. Ele era vid-estrela bonita, com a pele de caramelo colorido de uma
misturada-corrida herana lisa e apertada acima de ossos afiados.
     "Riggs?" Ela vociferou isto lentamente, ento oferecido seu distintivo quando ele movimentou a
cabea. Em seu corts ainda confundido olhar, ela gesticulou em direo ao quarto de fratura.
     Ele no pareceu contente, mas ele cruzou o hangar depressa, codificada em a porta, ento arrancou
isto aberto. O minuto ele era dentro dele puxou protetores minsculos fora de suas orelhas, lanou eles
em um recipiente.
     "Isto  minha lanadeira. Eu preciso pr isto por seus testes de segurana em vinte minutos. Eu
tenho uma corrida."
     A Eve tirou suas prprios protetores. Ela no ouviu uma palavra que ele disse, mas ela conseguiu o
ponto. Ele ergueu sua sobrancelha na condio de seu rosto.
     "Chocou-se com uma porta, Tenente?"
     "Eu estava s esperando por aquele."
     "Olhares dolorosos. Ento. O que  o problema?"
     "Voc teve uma lanadeira privada correr ontem  noite, para Denver, retorne esta manh. Juliet
Darcy."
     "Eu posso verificar a viagem, mas eu no posso discutir clientes. Isto  um assunto de isolamento."


                                                                                                    184
     "Voc no quer ir todo regulamento em mim aqui, Riggs, ou voc no vai fazer sua prxima
corrida."
     "Olhe, senhora--"
     "Eu no sou uma senhora, eu sou um policial. E isto  uma investigao de polcia. Seu cliente foi
para Denver ontem  noite, ordenou se uma boa final da ceia de servio de quarto, provavelmente
conseguiu um boa noite  sono. Esta manh ela matou um homem chamado Spencer Campbell em seu
quarto de hotel, aceitou em devoluo um txi para o aeroporto, pulada em sua lanadeira em que tempo
voc a retornou a Nova York."
     "Ela--ela matou algum? Sra. Darcy? Voc no pode ser srio."
     "Voc quer ver o quo srio eu sou Ns podemos tirar este para Central."
     "Mas ela ... eu quero me sentar." Ele muito, soltou em uma cadeira preta larga. "Eu penso que voc
deve ter a mulher errada. Sra. Darcy estava encantando e refinado. Ela estava s em Denver durante a
noite para freqentar uma funo de caridade."
     A Eve resistiu uma mo. Peabody bateu uma fotografia nisto. "Isto  a mulher que voc sabe como
Juliet Darcy?"
     Estava um quieto tirado do disco achado em Daily Empreendimentos e um que combinaram a
imagem enviada por segurana de hotel.
     "Sim, isto  ... Jesus Cristo." Ele tirou seu bon, ajuntados seus dedos por seu cabelo. "Este mexe
voc."
     "Eu estou certo Spencer Campbell parece o mesmo modo." A Eve sentou-se. "Diga a mim sobre a
viagem."
     Uma vez que ele decidiu cooperar, ela no podia ter o parado com uma exploso de laser. Ele
paginou o assistente de vo para preencher qualquer branqueia e como resultado Eve recebia uma conta
cheia da viagem de ida-e-volta.
     "Ela era extremamente corts." Riggs abaixou sua segunda xcara de caf. "Mas amigvel. Eu notei
pelo tronco que ela insistiu em ser um solo. Nenhum outros passageiros vindo ou indo. Quando ela
embarcou, eu pensei que ela pareceu com algum famoso. Ns temos muito celebridades, e secundrios
celebridades, que insista em solos mas que no querem a dificuldade e despesa de moradia e mantendo
um privado transpo."
     "Eu no pensei que ela era amigvel." O assistente, Lydia, sorveu gua engarrafada. Ela j estava
vestida para seu vo, perfeitamente ordenada em uma marinha macaco com um toque de exrcito de
trana de ouro.
     "O que voc pensou que ela era?" Eve rebateu.
     "Uma esnobe. No que ela no era agradvel, mas ele era um folheado. Existia um tom, amante
para empregado, quando ela falou comigo. Ns oferecemos caviar e champanha junto com uma fruta e
prato de queijo para nossos passageiros de nvel principal. Ela estava um pouco apagava pela marca de

                                                                                                    185
champanha. Ela disse que ns podamos nunca esperar colher Platina ou De cinco estrelas nas avaliaes
se ns no melhorssemos nosso servio."
     "Ela fez ou recebeu algumas transmisses durante o vo?"
     "No. Ela fez algum trabalho em seu pessoal, virou isto assim eu no podia ver a tela--como eu
me importei--quando eu voltei na cabana para oferecer a seu caf na frente de aterrissagem. Ela me
chamou por nomeou toda vez que ela falou comigo. Lydia, este, Lydia isto. O modo como pessoas
fazem quando eles quiserem voc pensar que eles so mornos e amigveis mas isso ocorre como
insultante de alguma maneira."
     "Ela pareceu perfeitamente agradvel para mim," Riggs corta a conversa.
     "Voc  um homem." Lydia conseguiu fazer o comentrio acalmando e murchando. E Eve decidiu
que ela deve ser ases em seu trabalho.
     "Que tal o retorno esta manh. Qual era seu humor?"
     "Realmente em cima. Feliz, ensolarado, relaxado. Eu figurei que ela foi deitado a noite antes."
     "Lydia!"
     "Oh, Mason, voc sabe que voc pensou o mesmo. Ela tomou o caf da manh cheio: Ovos
Benedict, croissant, marmelada, bagas, caf. Comeu goste de um atleta, e lavou isto abaixo com dois
mimosas. Selecionou a msica clssica, e manteve sua luz de isolamento em. Eu tive a tela nos relatrios
de mdia matutina, mas ela ordenou isto. Um pouco snippy nisto, tambm. Eu acho que ns saibamos
por que agora. Aquele homem pobre."
     "Quando ela saiu de da lanadeira, ela moeu transpo esperando?"
     "Ela entrou no trmino. Atingiu-me engraado no momento." Lydia agitou sua cabea. "Algum
esnobe assim normalmente tem um carro que espera no privada transpo rea. Mas ela foi do lado de
dentro."
     E pelo trmino, Pensou Eve, onde ela podia voltar fora e pegava qualquer nmero de opes de
transporte. CAB, nibus, bonde, carro privado, at o goddamn metr. E em efeito, desaparea.
     "Obrigado. Se voc lembrar de qualquer outra coisa, contate-me em Central de Polcia."
     "Eu espero que voc a consiga." Lydia deu Eve uma simpatizante parecer como ela esquadrinhou
seu rosto. "Isso machuca?"
     ***
     Fora de novamente, Eve esfregou seu pescoo dolorido. "Ns voltar para Central, veja o que a
Denver Polis cheirou fora. Uma vez que  verificado que era Dunne, e ns temos homicdios em
mltiplos estados, este vai virar federal."
     "Ns no podemos deixar eles assumir o comando disto."
     "Eu desejo que eu pudesse dizer que eu daria isto para eles em uma lmina se eles pudessem
escavar ela, mas eu estaria deitando. Eu a quero." Ela alarga uma respirao longa. "Eu estou contando
com Denver estando disposta a protelar na identificao por alguns dias."

                                                                                                       186
     A Eve pescou os guarda-sis fora de seu bolso, coloque eles. Imediatamente sentidos melhores.
"Por que voc no dirige, Peabody? Eu quero pegar um cochilo."
     Espasmo de lbios, Peabody deslizou atrs da roda. "Sim, por que no faa eu?"
     "Isto  satisfeito consigo mesmo que eu vejo em seu rosto?"
     "Maldio." Peabody tocou de leve em sua bochecha. "Eu pensei que eu tenho tudo aquele."
     "Balance por um deli a caminho. Eu quero um sanduche de almndega." A Eve deu a cadeira,
feche seus olhos, e soltos diretamente em dormem.
     ***
     A carne no era a palavra de operao em sanduche de almndega. Consistiu em uns nacos de po
duro enfraquecido por um oceano de molho vermelho mofoso e entre que nadou um trio de como bolas
substncias, que onde, talvez, algum primo distante para a famlia de carne. Para disfarar isto conexo
muito solta, eles eram cobertos com um queijo pegajoso substitui e temperou muito generosamente que
eles fixam a boca mdia queimando, e com sucesso passou sem tocar os sinus.
     Eles eram ambos asquerosos e deliciosos. O cheiro despertou Eve fora de um morto dorme.
     "Eu consegui o gigantesco e tive eles cortarem isto pela metade." Peabody j estava indo embora
do deli na maneira fixa, cautelosa que normalmente dirigiu Eve louca. "Figurou voc para um tubo de
Pepsi este tempo de dia."
     "O que? Sim." Ela se importa de era enfadonha como msica de cmara. "Jesus. Quanto tempo eu
estava fora?"
     "Mais ou menos vinte, mas voc estava em parte inferior de pedra. Eu fiz esperar para voc roncar,
mas voc dorme como um cadver. Conseguidos alguns colorem de volta entretanto."
     " o fumo das almndegas." A Eve quebrou abre o tubo, tomou um enorme gole de Pepsi antes de
tomar inventrio mental. A enxaqueca voltou fora de, e ento teve o vago outro-sentimento mundano
que tinha rastejado em cima nela. "Onde voc est encabeando, Peabody, e que sculo ns estaremos
em quando ns chegamos l neste passo do caracol?"
     "Eu estou simplesmente obedecendo as leis de trfico da cidade enquanto mostrando cortesia e
respeito por meus motoristas das mesmas categoria. Mas eu estou contente que voc est se sentindo
melhor, e eu figurei desde que ns estamos em midtown e  um dia bom, ns podamos comer esta fora
de em Praa de Rockefeller. Abastea em cima, zombe nos turistas, e agarrem alguns raios."
     No soou meio ruim. "Nenhuma compras de qualquer tipo."
     "A pensada nunca cruzada minha mente. Para mais que um minuto."
     Peabody aliviou abaixo o pedestre calada fora de Qinquagsimo, deslizou a roda dianteira sobre
o meio-fio, estacionou, e sacudido em cima o a trabalho sinal.
     "O que isso era sobre obedecer leis de trfico da cidade?"
     "Isto est dirigindo, isto est estacionando. Nenhum ponto em ser obsessivo sobre isto."


                                                                                                    187
     Eles saram, ferimento sua passagem o pacote de turistas, lunchers, mensageiros, e os ladres de
rua que amaram eles, e estatelados abaixo em um banco na praa com o rinque de patinao em suas
costas.
     Peabody dividiu a torre de guardanapos e deu Eve seu metade do sanduche. E eles desceram para
os negcios srios de comer.
     A Eve no podia lembrar da ltima vez que ela tomou uma fratura de almoo real, um onde ela
teve o que passou por comida real em algum lugar diferente de em sua escrivaninha ou no carro.
     Era ruidoso e lotado, e a temperatura estava decidindo se conformar-se realmente morno ou
polegada em cima a distncia toda para quente. O domingo lasered fora das frentes de vidro das lojas e
um vender pondo para frente em um mini deslizamento-carro cantou alguns subindo rapidamente
melodia de uma pera italiana.
     "La Traviata." Peabody alarga um suspiro tempestuoso. "Eu estive na pera algum com Charles.
Ele realmente sai de nisto. Principalmente  certo, mas ele sons melhores fora aqui. Isto  a melhor parte
de Nova York. Sendo capaz de no se participar aqui e come isto sanduche de almndega realmente
superior em um vero  tarde e v todos estes tipos diferentes das pessoas enquanto um pouco de sujeito
mascates soja cachorros e canta em Italiano."
     "Um" era a melhor Eve podia administrar com uma boca cheia como ela conseguiu salvar sua
camisa de uma erupo cabeuda de molho.
     "s vezes voc esquece de procurar e notar e apreciar isto. Sabe, a diversidade e todo. Quando eu
primeiro movi aqui que eu fiz muita caminhada e olhando estupidamente, mas isso dissipa. Quanto
tempo voc tem estado aqui? Na cidade?"
     "Eu no sei." Franzindo o cenho, Eve chupada em outra mordida. Ela arremessou fora de nutriu
cuidado, fora do sistema o segundo ela tem sido de idade legal. E diretamente na Academia, em outra
seo do sistema. "Mais ou menos doze, treze anos, eu acho."
     "Tempo longo. Voc esquece de notar material."
     "Uh-huh." A Eve continuada comendo, mas sua ateno estava em uma embreagem de turistas e os
esperto olheiro airskater que obstinados eles. Ele fez o agarramento limpo, imergindo dedos qualificados
em dois atrs bolsos sem quebrar ritmo. As carteiras desapareceram como ele fez uma virada de fantasia
e mudou de direo longe.
     A Eve meramente disparou em sua perna, pegando suas canelas e mandando a ele em um pequeno
mas cisne gracioso mergulha. Quando ele rolou, ela apertou um p inicializado para sua garganta. Ela
mastigou em seu sanduche at que sua vista passada sem tocar, ento acenado seu distintivo na frente
dele e empurrou um dedo polegar no uniforme de Peabody.
     "Sabe, s, eu no posso figurar se voc for estpido ou convencido, erguendo carteiras com um
Poli no pblico. Peabody, voc quer confiscar o contedo deste bolsos do retardado?"


                                                                                                      188
      "Sim, senhor." Ela apressou em cima, foi pelos meia dzia de bolsos e rachas na cala comprida
folgada, a trs na camisa solta, e apresentou dez carteiras.
      "O dois voc saiu da racha de joelho certo pertence a eles." Ela gesticulou em direo aos turistas
felizmente desavisados que estiveram tomando holo-tiros de um ao outro. "Sujeito cabeludo marrons
com guarda-sis, loiro sujeito com as Grevistas ballcap. Por que voc no salva eles um pouco de
choque e desnimo e retorna para eles antes de voc chamar em um policial de batida para lidar com o
resto."
      "Sim, senhor. Tenente, eu nunca vi o movimento."
      A Eve lambeu molho fora de seus dedos. "Todos ns notamos tipos diferentes de material,
Peabody."
      Como seu ajudante apressado fora de, o ladro de rua decidiu tentar sua sorte. Mas como ele
comeou a subir em cima, Calibre de Eve abaixo, fechando fora de sua traquia para dez segundos de
advertncia. "Ah, ah, ah." Ela sacudiu um dedo nele e terminou rapidamente seu tubo de Pepsi.
      "Corte-me uma fratura, por que doncha?"
      "O que, como ir e no pecar no mais? Eu pareo com um padre para voc?"
      "Policial de Goddamn."
      "Est certo." Ela ouviu os turistas pasmos aceitarem em devoluo sua propriedade com murmrio
obrigado. "Eu sou um goddamn policial. Dia bom, no ?"
      ***
      "Eu dirijo," Eve disse quando aquele pequeno pedao de almoo-tempo negcios estava acabado.
"Eu gostaria de chegar a Central antes de minha aposentadoria contribuir." Ela l sua unidade de pulso.
"E voc vai ter que conseguir mudana se voc vai levantar Maureen Stibbs e a traz para Entrevista."
      "Eu pensei que eu pus aquele fora de um dia ou dois."
      A Eve olhou de relance acima de como ela deslizou atrs da roda. "Voc disse que voc estava
pronto."
      "Eu sou. Mas, bem... Voc est realmente ocupado agora mesmo, e no cem por cento ainda. Eu
preciso de voc para observar no caso de que eu choco-me com dificuldade. Pode esperar at que voc
esteja em cima para isto."
      "Eu estou em cima para isto hoje, ento no me use como uma desculpa."
      O estmago do Peabody se agitou. "Se voc estiver certo."
      "Voc  a pessoa que tem que estar certa. Se voc for, etiqueta Trueheart. Dois uniformes esto
mais intimidando que um em um pickup. Preencha ele, e tenha ele ir com voc, ento o tenha tribuna
postar dentro da porta no quarto de entrevista. Ele devia dizer to pequeno quanto possvel, e parea
horrendo. Tanto como Trueheart pode parecer horrendo. Impea um branco e preto para transpo. Use
minha autorizao."
      "Eu devia dirigir ou dever ele?"

                                                                                                       189
     "Deixe ele. Diga a ele que ele devia dar seu o olhar fixo em branco ocasional no retrovisor. Voc
faz todo o conversar. Tente a manter de advogando em cima muito rpido. Voc acabou de conseguir
algumas perguntas, precise passar sem tocar algumas coisas. Voc conhece que ela quer cooperar como
ela era o amigo da vtima, e este procedimento pode trazer seu marido um pouco de fechamento. Blah,
blah. Consiga ela, ento comece a a tocar."
     "Eu necessidade justa um favor. Se eu comear a perder, se eu comear ir, voc entrar?"
     "Peabody--"
     "Eu s me sentiria melhor sobre isto, mais confiante, se eu soubesse que eu tive um lquido."
     "Certo. Voc toma um tombo, eu pegarei voc."
     "Obrigado." Peabody tirou seu Comunicador sinalizar Trueheart e o preencher na tarefa.
     ***
     Eve foi diretamente em uma 'conferncia de vnculo com a primria em carga do homicdio de
Denver. O detetive Green era tempemental e irritvel.
     Eve gostou dele imediatamente.
     "Conseguiu carga de um cagar de potenciais fora dos quartos. Empregadas de Coupla, sujeito de
manuteno que dinked com o sistema de entretenimento depois de uma reclamao dos ltimos
inquilinos. ltimos inquilinos ID iria como Joshua e Rena Hathaway fora de Cincinnati. Teve os quartos
por trs dias, verificando o dia nossa menina feito o registro de entrada. Eles so limpos. Conseguiu o
vic est--s na rea viva nele--mesa de caf, faca e garfo, xcara e pires, vidro de suco. E ns
conseguimos Julianna Dunne  todo-fudido-lugar."
     Ele pausou, sorvido algum caf. "Conseguido seu visualmente ID iria de discos de hotel, do
bellman e pessoal de salo de entrada. Ns estamos correndo cabelo outta as armadilhas de banheiro
para DNA, s para a costurar em cima."
     "Costurando ela em cima no est o problema. Est ensacando seu primeiro. Voc contatou
Federal j?"
     Green trocado, bufou, sorveu. "No veja existe qualquer fudida pressa para o Feebs."
     "Voc est tocando minha cano. Isto  muito potenciais para classificar por, Detetive. Parea
mim poderia tomar algum tempo para limpar todo o excesso e definir Dunne."
     "Poderia. E merda tem um hbito de ficar extraviado ao redor aqui. Podia ser extraviadas quarenta
e oito horas de qualquer maneira. Podia ser setenta e dois se ns tivermos, diga, um pouco problema de
equipamento. Especialmente se eu estivesse procurando outro leva."
     "Existe muitos dados nela por IRCCA, mas eu tenho mais. Estique aquela perodo de tempo algum,
e eu mandarei a voc tudo, inclusive minhas notas pessoais."
     "Muito acontece que eu sou um leitor lento. E voc sabe como voc quer ter certeza que voc
conseguiu tudo em um pacote bom com um arco antes de voc ir e aborrecer aqueles Feebies ocupado


                                                                                                     190
com material aborrecido como assassinatos. Quando eu chegar ao ponto que eu tenho que fazer que
chama, eu contatarei voc primeiro e darei a voc algum tempo principal."
      "Aprecie isto."
      "Campbell era um dos bons. O artigo genuno. Voc a ensaca, Tenente, e voc pode contar com
que Denver ajude voc a costurar em cima assim ela no pode escoar sua sada novamente."
      Quando ela completou transmitindo os dados para Green, Eve afastou sua escrivaninha, caminhada
para sua janela. Ela enfocou na janela no edifcio do outro lado da rua.
      Horas de tempo de disco, Julianna disse. Ento voc assistiu-me, Eve meditada, mas voc no viu.
No o que voc pensou que voc viu. Irms, meu alvo. O nico lao entre ns  o assassinato.
      Entalhando um quadril no peitoril estreito, ela deixa ela se importar claro e vazio que ela assistiu o
trfico areo irritvel. Um zepelim de anncio rastejado exagerando condomnios de aluguel na orla de
Jersey.
      Ela foi para a orla de Jersey uma vez com Mavis para um muito estranho, fim de semana muito
bebido. Mavis relembrou sentimentalmente sobre trabalhar o boardwalk um vero, queimando para
marcas, correndo trapaceiros. S uns anos na frente de Eve ter prendido ela para fazer o mesmo na
Broadway.
      Isso era um lao, Pensou Eve. Se ela tivesse qualquer tipo de irm, era Mavis.
      Mavis mudou seu aparecimento mais freqentemente que o mdio adolescente menino mudou sua
roupa ntima. Julianna estava fazendo a mesma agora, mas no para a declarao de moda.
      Ou talvez que era parte disto. Era aquela explorao--uma que sempre confundiu Eve para--
reinventar a si mesmo, experimentar com novos olhares. Para atrair algum? Talvez, talvez, ela meditou
como ela afastou compassar. Mas l teve que ser mais, algo auto satisfazendo para primeiro. Uma pessoa
olharia no espelho e acharia eles mesmos novos, frescos, diferente.
      Quando ele veio para alvoroado com cabelo e encarecimentos e tratamentos, Eve sentiu seu
espao pessoal, e seu controle acima de auto era violado. Mas ele aconteceu para ela que o oposto era
verdade para a maioria das pessoas. Eles gostaram de terem tudo enfocado neles mesmos, em seu
aparecimento.
      Julianna teria faltado aquela na priso. Fazendo uso do salo da priso teria a dificilmente
satisfeito.
      Ela arrisca daria a se aquela satisfao aqui? No na cidade, Eve decidida. Ela no seria to tola
sobre arriscar se expor para um consultor de beleza no mesmo charco onde ela matou. Onde seu rosto
era espirrado por toda parte da tela.
      No, eles eram rodas de tecedura olhando l.
      As pessoas que trabalharam em rostos, em caractersticas e cabelo e rostos de corpos e
caractersticas e corpos notados. Quantas vezes tiveram que ela ouviu Mavis e a apavorante consultora
Trina que tagarela sobre este aqui ou aquele.

                                                                                                        191
     A Eve no duvidou que Julianna estava lidando com sua prprio cabelo estes dias. De alguma
maneira a maioria de mulheres parecidas saber como, embora aqueles que podiam dispor foi para
consultores. Mas ela seria ansiar por um dia relaxante, indulgente, at um fim de semana, de
tratamentos.
     E teria que ser gaveta superior.
     Europa, Eve decidida. Ela continuaria a verificar todos os sales e centros de estncia termal
importantes na cidade, mas seu dinheiro estava em Paris ou Roma.
     "Computador." Ela chicoteou de volta para sua escrivaninha. "Corra uma procura global em sales
de beleza, estncias termais, e centros de tratamento. Liste topo vinte. No, faa que cinqenta.
Mundial."
     Trabalhando ...
     "Procura secundria. O topo cinco companhias de transporte que tm servio entre Nova York e a
Europa."
     Procura secundria reconhecida. Trabalhando ...
     "Certo, vale a pena um tiro." Ela verificou em seu pulso , unidade, jurou. "Quando procura 
completa, salve dados em disco rgido, copie e salve mesmo em disco."
     Reconheceu ...
     Satisfeito com a nova linha para arrastar, Eve fez um vnculo rpido chamar ento encabeada fora
para manter a promessa dela para Peabody.
     A caminho, ela prestidigitou suas notas mentais. Veneno, ela pensou como ela beliscou sobre um
deslizamento. Ambos pessoais e indiferentes, tradicionalmente mais uma arma que lminas ou cacetes.
     Mate sem contato. Isso era importante Julianna. O sexo tinha sido um tanto quanto necessrio do
mal no passado.
     Humilhando para ambas as festas, ela disse, Eve lembrada. Penetrante. Mergulhando.
     No, ela nunca usaria uma lmina, forando ele em carne era demais como sexo.
     Outra diferena entre ns, Eve pensou antes dela poder se parar. Ento enxutas suas mos de
repente mida em sua cala comprida.
     Voc matou. Voz ecoada da Julianna em sua cabea. Sabe.
     No para prazer, Eve lembrou a se. No para lucro.
     Ainda ela tomou sua primeira vida na idade de oito. At Julianna no podia topo isto.
     Sentimento ligeiramente mal, Eve esfregou ela d seu rosto.
     "Entreviste C."
     Quando ela saltou, McNab agarrou seu cotovelo. "Eh, desculpe. No significou para assustar voc.
Eu pulei em atrs de voc. Pensou que voc me ouviu."
     "Eu estava pensando. O que voc est fazendo nesta seo?"


                                                                                                  192
     "Eu quis pegar algum do Peabody em ao. Eu no disse nada para ela no caso de que a distrai.
Mas eu pensei que eu podia deslizar em observao para dez ou quinze. Isto  certo com voc,
Tenente?"
     "Sim, certo. McNab?'
     "Senhor?"
     Ela comeou a falar, ento agitou sua cabea. "Nada."
     Eles moveram abaixo um corredor estreito passado um conjunto horrendo de portas cinzas que
levado a um tanque de propriedade temporria e codificada em Observao.
      Ansiou ps-barba ou limpador de um ansiar cheiroso. De qualquer modo, encheu o ar gostar de
uma floresta.
     Eles podiam ter optado para um do trio de quartos de tela mais confortveis nesta seo onde
existiam cadeiras, crdito-operado Chefe de cozinha de Auto, e equipamento que permitiria que eles
ouvisse e visualizar a entrevista.
     Mas Eve achou as instalaes l mantiveram o observador muito distante e destacado. Ela preferiu
o vidro.
     "Voc quer que eu consiga voc uma cadeira ou algo?"
     Distrada, ela examinou em McNab. "O que?"
     "Sabe, uma cadeira no caso de voc ficar cansado de permanecer."
     "Caramba, McNab, ns estamos em um encontro?"
     Ele emperrou suas mos em seus bolsos e amuou. "Menino, tente ser educado porque algum
conseguiu sua cabea rachada e seu rosto bateram e viram onde consegue voc."
     Ela iria tudo menos esquecido sobre o estado de seu rosto, e se achou aborrecido em ser lembrado.
"Se eu precisar de uma cadeira, eu posso conseguir um eu mesmo. Mas obrigado."
     Quando a porta aberta no outro lado do vidro, ele clareou. "Aqui ela vem. V conseguir eles,
beb."
     "Oficial Beb," Eve corrigiu e adaptou-se para assistir o show.


     CAPTULO 18
     Ela assistiu enquanto Peabody povoou Maureen Stibbs em uma cadeira na mesa coxa, conjunto o
registro, ofereceu a entrevista sujeitar um bebida da gua.
     Viva, profissional, Eve pensou com aprovao. No muito ameaadora. No ainda.
     E existia Oficial Troy Trueheart postou na porta parecendo jovem e Todo-Americana ... e sobre to
horrenda quanto um filhote de cocker spaniel.
     Ela podia sentir nervos do Peabody, veja eles no olhar rpido que ela sacudiu em direo ao vidro
como ela despejou a gua.


                                                                                                  193
     Mas o uniforme era suficiente, Eve decidiu como olhos arremessados do Maureen entre Peabody e
Trueheart.
     As pessoas normalmente viram o que eles esperaram ver.
     "Eu ainda no entendo por que eu tive que vir a distncia toda abaixo aqui." Maureen tomou um
gole minsculo da gua, como uma borboleta em uma flor. "Meu marido e filha estaro esperando que
eu casa logo."
     "Isto no devia tomar muito tempo. Ns apreciamos sua cooperao, Sra. Stibbs. Eu estou certo
seu marido apreciar sua ajuda neste assunto. Deve ser difcil para voc dois ter este caso permanecer
aberto."
     Bom, bom, ponha isto em seu colo, Eve persuadida. Faa sua uma parte disto, eduque o marido
toda chance que voc consegue.
     A Eve trocou seu peso, dobrados seus dedos polegares em seus bolsos dianteiros como Peabody
tomou Maureen pela histria e declarao ela deu antes, pedida ela para repetir ou expandir em certos
detalhes.
     "Em EDD ns no fazemos muitas entrevistas." McNab brincou inquietamente com o ninho de
brincos em sua orelha deixada. "Como ela est fazendo?"
     "Boa, ela est fazendo boa. Conseguindo seu ritmo."
     Do lado de dentro, Peabody no era bastante to confiante, mas ela continuou tampando.
     "Eu disse tudo isso antes. Repetidas vezes." Maureen empurrou a xcara da gua de lado. "Que
bom faz para nos fazer todos vivermos por isto novamente? Ela tem sido ido por anos."
     "Ela no diz morto," Eve comentada. "Ela no diz nome da Marsha. Ela no pode porque traz isto
muito perto de casa. Peabody precisa apertar aquele boto."
     "Morte da Marsha deve ter chocado voc muito no momento. Voc foi fechou amigos."
     "Sim, sim, claro. Todo mundo estava chocado e chateado. Mas ns pusemos isto atrs de ns."
     "Voc e Marsha foram fechar," Peabody disse novamente. "Amigos e vizinhos. Mas voc diz que
ela nunca mencionou estando insatisfeita em seu casamento, nunca falou de uma relao com outro
homem."
     "Algumas coisas at amigos e vizinhos no discutem."
     "Trancando um segredo assim seria dura, estressante."
     "Eu no sei." Maureen puxou a gua de volta em direo a ela, bebeu. "Eu nunca enganei meu
marido."
     "Seu casamento  seguro. Slido."
     "Claro que . Claro."
     "Voc teve um obstculo difcil superar."
     A gua derramada acima da beira da xcara como mo do Maureen agitou. "Eu sinto muito?"
     "Marsha. Ela era um obstculo."

                                                                                                   194
     "Eu no sei o que voc quer dizer. O que voc est dizendo?"
     "Uma primeira esposa em que era pelo que dizem um casamento feliz. Voc concorda, e declarou
para o registro nesta investigao que Boyd Stibbs amou Marsha e voc nunca observaram qualquer
discordncia ou dificuldade entre eles."
     "Sim, mas--"
     "E voc e outros declararam, em registro, que Boyd e Marsha eram dedicados para um ao outro, se
divertido  companhia, tido muitos interesses mtuos, muitos amigos mtuos."
     "Sim, mas... Isso era antes. Antes de qualquer coisa acontecer."
     "Voc declararia agora, Sra. Stibbs, que Boyd amou sua primeira esposa, Marsha Stibbs?"
     "Sim." Sua garganta trabalhada. "Sim."
     "E para seu conhecimento pessoal, por suas observaes pessoais, Marsha Stibbs era cometido
para Boyd, e para seu casamento?"
     "Ela gastou muito tempo em diante que ela trabalha. Ela raramente aborreceu preparar comidas
para ele. Ele--ele cuidou da roupa para lavar mais freqentemente que ela fez."
     "Entendo." Peabody enrugou seus lbios, movimentou a cabea. "Ento voc diria ela abandonada
ele, e seu casamento."
     "Eu no disse isto... Eu no quis dizer isto."
     "Empurre," Eve ordenada de Observao. "Empurre agora."
     "O que voc quis dizer, Sra. Stibbs?"
     "S que ela no era to perfeito quanto todo mundo gosta de pensar, dizer. Ela podia ser muito
egosta."
     "Boyd j reclamou para voc sobre este negligencia?"
     "No. Boyd nunca reclama. Ele  muito agradvel."
     "To agradvel de ningum." Peabody usou um sorriso agora, grande e largo, menina para menina.
"Seguramente se ele conhecesse ou suspeitou sua esposa estava vendo outra pessoa, ele teria
reclamado."
     "No, no." Eve balanada em cima em seus dedes do p. "No circule de volta, no d seu
espao para pensar."
     "O que?" Alarmado, McNab agarrou brao da Eve. "O que ela fez errado?"
     "Ela devia manter avanar a vtima, cave fora os ressentimentos enterrados do suspeito, consiga ela
para verbalizar eles. E ela precisa continuar a batendo com o marido, ento ela pode aludir que talvez
ns estamos olhando para ele afinal. O obcecado do suspeito com Boyd Stibbs e o mundo perfeito ela 
criado ao redor ele. Voc tem a chip na fundao disto, deixe ela sentir isto desintegrando. Ela est
saindo no outro homem agora, e isso d ao suspeito a chance de reconstruir a fantasia, ajuda que ela
acredite existia outro homem."
     "Ela est perdendo isto?"

                                                                                                    195
     A Eve arrastou uma mo por seu cabelo. "Ela perdeu um pouco de cho."
     "Talvez voc devia entrar."
     "No. Ela pode pegar isto de volta."
     Eles foram bem acima de McNab faz quinze minutos, mas Eve no o ordenou de volta para
trabalhar. Ela assistiu confiana do Maureen reconstri e Peabody  hesitar.  um ponto, Peabody olhou
fixamente no vidro com tal pnico bvio, Eve teve que imaginar suas prprias botas arremessaram para
o cho assim ela no podia andar a passos largos em e assumia o comando de.
     "Em Conseguido qualquer coisa para escrever?" Eve perguntada.
     "Voc quer dizer, como jornal?" McNab perguntou. "Eu sou EDD. Ns no usamos jornal. Que s
estaria errado."
     "D-me seu e-livro." Ela pegou isto dele, codificadas em algumas frases chave. "V ao redor e
bata. Tente parecer com um policial para uma mudana. Passe por este para Trueheart, diga a ele para
passar por isto para ela, ento voc sai novamente. Conseguido isto?"
     "Voc aposta." Ele esquadrinhou o minitela como ele se apressou fora.
     Quebre suas fantasias
     Implique marido
     Faa sua conversa sobre vtima--por nome
     O ngulo de obstculo era bom, continue usando isto
     Assista suas mos. Os jogos com anel de casamento quando ela estiver nervosa
     Dallas
     Fez sorriso de McNab, ento ele teve que tomar um minuto para deixar seu rosto nas linhas srias
antes dele bater.
     "De Dallas," ele sussurrou, pondo sua boca perto de orelha do Trueheart, e adicionando o pouco
floreado de ler rapidamente um duro examinar Maureen.
     "Desculpe-me, Oficial Peabody." Trueheart andou para a mesa. "Este dados acabaram de entrar."
     Ele a deu a mini-unidade, ento andado atrs para seu posto.
     Quando Peabody leu a nota, ela experimentou uma inundao de alvio, um giser de nova energia.
Muito cuidadosamente, ela anotar a tela da unidade na mesa, dobrada ela d isto.
     "O que  isto?" Maureen exigiu. "O que ele quis dizer por dados?"
     "No est nada para se preocupar sobre," Peabody disse em um tom que indicou existia um grande
negcio para se preocupar sobre. "Voc pode dizer a mim, Sra. Stibbs, quando voc e Sr. Stibbs
comearam a ver um ao outro como mais que amigos?"
     "Que diferena que faz?" Maureen olhou abaixo medrosamente no e-livro. "Se voc estiver
tentando ntimo que existia qualquer coisa continuando na frente de Boyd estar livre--"




                                                                                                  196
         "Eu estou tentando conseguir uma linha secular, um retrato na frente de e depois de assassinato da
Marsha. As mulheres sabem quando um homem estiver interessado neles. Boyd estava interessado em
voc?"
         "Boyd iria nunca, nunca traiu seus votos. O casamento no  uma convenincia para ele."
         "O modo que era com Marsha."
         "Ela no o completamente apreciou, mas ele nunca teria a culpado por isto."
         "Mas voc fez."
         "No  disso que eu disse. Eu simplesmente signifiquei que ela no era como dedicado para o
casamento como olhou do fora de."
         "E voc, sendo um amigo de ambos os do Boyd e Marsha  estava no lado de dentro, e viu as
falhas. Boyd era muito mais fundo dentro desta relao. As falhas devem ter sido muito aparentes para
ele. Muito infeliz se ele sentisse Marsha era descuidada sobre o casamento, sobre sua felicidade."
         "Ela no veria que ele era infeliz."
         "Mas voc fez. Voc viu que ele era infeliz, consolou ele quando ele conversou com voc sobre
isto."
         "No. No. Eu nunca... Ele nunca. Ele--ele  um homem muito tolerante. Ele nunca disse uma
palavra ruim sobre Marsha. No sempre. Eu tenho que chegar em casa."
         "Ele era tolerante suficiente para omitir infidelidade? Para fazer roupa para lavar, conserte suas
prprias comidas enquanto sua esposa se move furtivamente ao redor fazendo sexo com outro homem?
Eu no conheci existiam santos quietos no mundo. J se preocupa voc, Sra. Stibbs, que voc pode ser
casado com um homem que organizou para matar sua primeira da esposa?"
         "Voc  louco? Boyd iria nunca--ele  incapaz. Voc no pode acreditar em que ele teve qualquer
coisa para fazer com ... com que aconteceu. Ele no estava nem l."
         "Uma viagem de negcios  um libi esperto." Peabody aliviou de volta em sua cadeira,
movimentou a cabea sabiamente. "Voc j perguntou-se se ele suspeitasse sua esposa estava dormindo
ao redor? As cartas estavam a mesmo. Os sinais estavam ao redor dele. Ele podia ter guisado sobre ele
por dias, semanas, at que ele borbulhou acima de. At que ele pagou a algum para entrar enquanto ele
se foi, bata ela acima da cabea, e esvazie seu corpo na tina. Ento ele volta para casa e toca o lamentar
marido."
         "Eu no terei que voc diz isto. Eu no me sentarei aqui e escuto voc diz tais coisas." Ela
empurrou de volta da mesa com suficiente fora para atropelar o vidro da gua. "Boyd nunca teria a
machucado. Ele nunca machucaria ningum. Ele  um homem gentil. Um homem decente."
         "Um homem decente  capaz de um grande negcio quando ele descobrir que a mulher que ele
ama estar atarraxando outro homem em sua cama."
         "Ele no deitaria uma mo em Marsha, ou permita a qualquer outro."
         "Um momento de ira quando ele achou as cartas."

                                                                                                       197
        "Como ele podia achar eles quando eles no estavam l?"
        Ela era selvagem-de olhos e arquejo. Peabody sentiu um fixar residncia de controle fresco acima
dela.
        "No, as cartas no estavam l, porque voc escreveu para eles e voc pr eles em sua gaveta
depois que voc a matou. Voc matou Marsha Stibbs porque ela era seu obstculo para Boyd--um
homem que voc quis e ela no o estimou suficiente para adaptar voc. Voc quis marido da Marsha e
sua vida e seu casamento, ento voc levou eles."
        "No." Maureen apertou suas mos para suas bochechas, agitou sua cabea. "No. No."
        "Ela no o mereceu." Peabody teve o martelo agora e usou isto para friamente quebrar Maureen
com golpes rpidos, duros. "Mas voc fez. Ele precisou de voc, algum como voc para tender o ao
modo que ela no iria. Ela no o amou, no o modo que voc fez."
        "Ela no o precisou. Ela no precisou de ningum."
        "Voc a confrontou quando Boyd estava em viagem? Voc disse a ela que ela no era boa o
suficiente para ele? Ele mereceu melhor, no ? Ele mereceu voc."
        "No. Eu no quero estar aqui mais. Eu preciso ir para casa."
        "Ela discutiu com voc, ou ela acabou de rir? No tomou voc seriamente, e nem iria Boyd at que
ela estava fora do retrato. Ele no veria voc at que ela estava fora do modo. Voc teve que a matar
assim voc podia realmente viver. Aquilo no  certo, Maureen?"
        "No era assim." FAT, lgrimas rpidas despejadas abaixo suas bochechas. Ela resistiu ambas as
mos, apertadas juntas como se em orao. "Voc tem que acreditar me em."
        "Diga a mim o que era. Diga a mim o que aconteceu a noite que voc entrou em apartamento da
Marsha."
        "Eu no quis dizer isto. Eu no quis dizer isto." Soluando agora, ela desmoronou na cadeira,
deitada sua cabea na mesa e coberto ele com seus braos. "Era um acidente. Eu no quis dizer isto. Eu
fiz tudo direito. Eu fiz tudo para compor isto para ele. Eu o amo. Eu sempre o amei."
        Em observao, McNab sorriu abertamente como um louco. "Ela fez isto! Ela a quebrou abaixo.
Fechou um caso frio. Eu tenho... Jesus, eu preciso ir conseguir suas flores ou algo." Ele comeou a sair
com pressa, girou. "Dallas, ela fez bom."
        "Sim." A Eve continuada a examinar o vidro, examinando a piedade que ela viu mexer em olhos
do Peabody. "Ela fez bom."
        ***
        Quando ela enviou Maureen Stibbs at Registro, Peabody era drenado. Ela sentiu como se seus
interiores tinha sido posto por algum enorme mecnico espremedor que apertou todos os sucos.
        Quando ela voltou em direo ao bullpen, seus pais levantaram de um banco e caminhada para ela.
        "O que voc  sujeitos fazendo aqui? Ns no deveramos encontrar at ns temos aquele jantar de
fantasia que ns tivemos que adiar ontem  noite."

                                                                                                    198
     "Ns estamos to orgulhosos de voc." Sua me ema forma de xcara seu rosto, deitou um beijo
suave, morna em sua fronte. "Muito orgulhoso de voc."
     "Certo ... por que?"
     "Eve nos chamou." Ela curvou abaixo, escovada sua bochecha acima de do Peabody. "Ela
organizou para ns assistir voc trabalhar."
     "Minha entrevista?" A boca do Peabody caiu aberta. "Voc viu?"
     "Era muito difcil, o que voc fez." Phoebe desenhou ela fechar.
     " o trabalho."
     "Um trabalho muito difcil. E um voc era querido para fazer." Ela aliviou sua filha atrs para
estudar seu rosto. "Quando ns sairmos amanh, ser mais fcil dizer adeus sabendo isto."
     "Amanh, mas--"
     " hora. Ns conversaremos mais hoje  noite. Voc tem trabalha agora."
     Sam passou, deu um apertar da mo da sua filha. "Oficial Peabody." Ele sorriu abertamente de
orelha at orelha. "V ser um policial."
     Um pouco nublada de olhos ela assistiu eles caminharem em direo ao abaixo deslizamento.
Ento o sentimento secado completamente em divertido choque como McNab saltou fora do em cima-
deslizamento levando um armload de boninas brancas e amarelas.
     "Onde voc conseguiria aqueles?"
     "No pergunte." Ele deu eles para ela, ento quebrou seu acordo mtuo a arrastando em para um
beijo duro em uma rea pblica. "She-Body, voc balanou."
     "Eu quase soprei isto."
     "Eh. Voc chutou traseiro, voc fez o trabalho, voc fechou o caso. Fim de histria." Ele estava to
orgulhoso que ele podia ter estourado os botes rosas em sua camisa purprea. "E voc pareceu
realmente sensual fazendo isto. Eu estava pensando que ns podamos tocar Entrevista mais tarde hoje 
noite." Ele piscou nela.
     "Voc estava observando?"
     "Voc pensa que eu faltaria isto? Era um grande fudido negcio para voc, ento ele era gfn para
mim, tambm."
     Ela suspirou, cedeu, e enterrou seu nariz em flores que no estava nenhuma dvida roubada. "s
vezes, McNab, voc  realmente doce."
     "Ento, eu darei a voc um gosto de bem de mim mais tarde. Precisa rolar. Eu estou para trs."
     Levando as flores, ela caminhou no bullpen, e era agitado, encantou, envergonhado quando vrios
detetives gritados parabns. Esvaziando, ela entrou em escritrio da Eve. "Tenente?"
     A Eve levantou uma mo para a segurar fora de e continuou a estudar os resultados da
probabilidade esquadrinha em centros de estncia termal. Ela e o computador concordaram que a Europa
era o perfil da mais provvel destino Julianna dada, com Paris s beliscando fora o resto do campo.

                                                                                                      199
     "Eu no sei, eu no sei. Cidade importante, mdia importante, importante Polis. Por que no este
lugar, o que  isto, Provence, ou esta outra prximos  fronteira sua na Itlia?"
     O assunto prefere atmosfera urbana com acesso conveniente a teatro, restaurantes, e compras. As
opes questionadas so localizadas na zona rural, atraente para aqueles desejarem uma colocao
mais buclica e ter pequeno ou nenhum desejo para fora de atividades. L 'indulgncia  o topo-
tratamento centro avaliado em paris, com salo cheio, estncia termal, corpo esculpir, e instalaes de
bem-estar sentimental. Seus produtos so formulados de todos os-ingredientes naturais e podem ser
comprado s por este centro. A pele e tratamentos de corpo so--
     "Se eu quisesse uma citao de Relaes Pblicas, eu pediria um. Como voc registra?"
     As reservas por pacotes de dia e/ou servios de hotel devem ser diretamente feitos com a
instalao por convidado, representante de convidado, ou autorizou agncia de viagens. 
recomendado aqueles pedidos para reservas ser feita pelo menos seis semanas com antecedncia.
     "Seis semanas." Eve ponderada, tamborilou seus dedos.
     "Voc est indo para Paris para uma estncia termal, Tenente?"
     "Certo, se algum me bater inconsciente, pe-me em correntes, e arrasta meu corpo inanimado.
Mas eu estou pensando que isto poderia ser direito em cima ruela da Julianna. Uma menina precisa de
uma fratura de matana para relaxar, ser amimalhada, e tenha certeza que sua pele retm to jovem,
olhar orvalhoso."
     Ela olhou de relance em cima, gesticuladas nas flores. "Ento. McNab foi bem sucedido. Onde ele
roubaria eles?"
     "Eu no sei." Peabody cheirou eles sentimentalmente. "De qualquer maneira, o pensamento que
conta. Voc deixa meus pais entrarem e observarem. Voc no gosta de ter civis observarem uma
entrevista."
     "Eu fiz uma exceo."
     "Eles disseram que eles orgulhavam-se de mim."
     "Voc  um bom policial. Por que eles no deviam orgulhar-se de voc?"
     "S significa muito para ouvir eles dizerem isto. Eu quero que obrigado por enviar aquela nota,
estalando-me de volta em caminho. Eu fui modo. Eu soube que eu estava a perdendo e no podia figurar
onde eu sa."
     "Voc levantou isto atrs, e voc conseguiu isto feito. Como voc sente sobre isto?"
     "Bom, eu acho. Eu me sinto bom sobre isto." Mas ela abaixou seus braos, inclinando as flores em
direo ao cho. "Jesus, Dallas, eu lamento a por. Seu mundo inteiro est arrombar pequenos pedaos.
Era um acidente. Ela est sendo diretamente sobre isto. Ela trabalhou se para confrontar Marsha, dita ela
como ela sentiu sobre Boyd. Eles discutiram, ficou fsico, e Marsha afundou dura, bata sua cabea. Bata
isto errado. Ento pnicos de Maureen e tenta cobrir."


                                                                                                     200
     "E eles pleitearo isto at Homicdio culposo. O homicdio culposo quando devia ser o Assassinato
Dois."
     "Tenente."
     "Talvez ela apavorou, por um minuto ou dois, ela apavorou e sentiu muito e chocada. Entretanto o
que ela fez? Ela pede ajuda? Na chance esbelta Marsha Stibbs podia ser reavivado ou economizado, ela
pede ajuda? No, ela ocupou uma oportunidade. Ela no s cobre o crime, mas ela vai s alguns passos
adicionais. Ela planta evidncia falsa que pinta uma mulher morta com adultrio, deixa aquele marido da
mulher morta, um homem que ela mesma reivindica amar, com a dor e dvida e misria de perguntar-se
se sua esposa podia ter mentido para ele, enganado nele, trado ele. Ela escurece a vida que ela roubou
de forma que todo mundo que conheceu Marsha Stibbs examinaria aquela nuvem e veria uma mulher
que era uma fraude, ento ela pode esperar seu tempo, pavimentar a estrada, e passo de eventualmente
em seu lugar."
     A Eve agitou sua cabea. "No desperdice sua piedade nela. Se voc conseguisse piedade, d isto
para Marsha Stibbs, que teve sua vida tomada para nenhuma razo diferente que ela teve o que outra
pessoa procurava."
     "Sim, senhor, eu sei que voc est certo. Eu acho que isto s tem que adaptar-se."
     "Peabody. Voc suportou Marsha Stibbs naquela entrevista. Voc fez um bom trabalho para ela."
     Rosto passado sem tocar do Peabody, e ento fez suas dvidas prolongadas. "Obrigado, Tenente."
     "V para casa, snazz voc mesmo em cima para esta fantasia negocia que voc tem ida hoje 
noite."
     "No  fim de turno."
     "Eu estou pulando voc uma hora cedo e voc quer discutir sobre isto?"
     "No, senhor!" Peabody puxou uma margarida amarela fora de seu grupo, ofereceu isto.
     "Voc legando propriedade roubada, Oficial?" Divertiu, Eve girou isto, ento girada para ela
buzinando interdepartamental 'vnculo. "Espere. Dallas."
     "Tenente." O rosto do Whitney encheu a tela. "Eu quero voc e seu time em meu escritrio. Quinze
minutos."
     "Sim, senhor. Desculpe, Peabody." Eve empurrada para seus ps. "Queira sua flor atrs?"
     ***
     Quinze minutos no deram Eve suficiente tempo para terminar de compilar e analisar todos os
dados para sustentar sua corcunda em feriado pessoal da Julianna. Ao invs ela descobriu um oral
trabalhar com afinco sua cabea para procurar aquela corcunda a caminho de escritrio do Whitney.
     O lanar protelou quando ela entrou e viu Roarke.
     Ele se sentou em uma das cadeiras enfrentando a escrivaninha do chefe, aparentemente muito em
casa. Seu olhar se encontrou, bloqueado, e ela soube imediatamente que qualquer estava acontecendo
que ela no iria gostar disto.

                                                                                                    201
      "Tenente." Whitney deu um rpido vir-adiante sinal. "Oficial Peabody, eu sou informado que voc
fechou um caso de homicdio esta tarde, com uma confisso cheia em Entrevista."
      "Sim, senhor. A Marsha Stibbs importa."
      "Bom trabalho."
      "Obrigado, Chefe. Realmente, Tenente Dallas--"
      "Tido confiana completa em habilidade do Oficial Peabody de investigar e fechar este caso," Eve
interrompeu. "Aquela confiana era justificada. O oficial Peabody procurou este investigao
principalmente sozinha tempo enquanto continuando a servir como meu ajudante e como parte do time
investigativo formada nos homicdios de Julianna Dunne. Um elogio relativo a este assunto foi
adicionado a arquivo do Oficial Peabody."
      "Bem feito," Whitney disse enquanto Peabody esteve mudo. "Venha," ele gritou no golpe em
sua porta. "Capito, Detetive." Ele movimentou a cabea em Feeney e McNab.
      "Trabalho bom." Feeney deu a Peabody uma piscada e um pouco brao esmurram como ele junta-
se eles. "Roarke." Ele imergiu suas mos em seus bolsos, deu sua bolsa de nozes um pouco chocalho.
Algo estava em cima, ele pensou, e ele estava destinado a estar interessando.
      "Julianna Dunne." Whitney comeou com o nome, pausando nele como ele esquadrinhou os rostos
de seus oficiais. "Ela cometeu trs homicdios nesta cidade. Uma quarta em outra--entretanto Denver
Policia e Segurana  ... relutante para confirmar isto neste momento." Seus lbios curvaram, um afiado,
sabendo sorriso como ele olhou para Eve. "Ela tambm  responsvel por seriamente ferindo um
oficial."
      "Chefe--"
      Ele corta protesto da Eve com se estreitou olhar fixo. " afortunado que voc recupera depressa,
Tenente. Porm, estes so os fatos, fatos que a mdia so ativamente radiodifuso. Os fatos que este
departamento deve responder para. Duas das vtimas eram homens proeminentes, com conexes
proeminentes. As famlias de Walter Pettibone e Henry Mouton contataram este escritrio, e o escritrio
de Chefe de Polcia Tibble, exigindo a justia. Exigindo respostas."
      "Eles conseguiro a justia, Chefe. Meu time ativamente , obstinadamente, procurando todo leva.
Um relatrio de progresso atualizado estar em suas mos por fim de turno."
      "Tenente." Whitney aliviou de volta em sua cadeira. "Sua investigao  protelada."
      "A investigao  multipronged." A Eve tragou a afronta que queimada em sua garganta. "E com
respeito, Chefe, no  protelado mas bastante complexa e colocada em camadas. A justia no est
sempre servida rapidamente."
      "Ela foi mantida onde ela pertenceu, no existiria uma investigao." Raiva estalada do Feeney
fora. "Ns pomos seu longe uma vez, e agora porque um grupo de retardados e coraes de hemorragia
abrem a porta de gaiola, ns precisamos pr seu longe novamente. Isto  um fato de maldio. Era


                                                                                                    202
Dallas que a alfinetou ento, e talvez a mdia, este escritrio, e o escritrio do chefe de maldio devia
lembrar disto."
     Quando Eve puser uma mo em seu brao, ele a agitou fora de. "No diga a mim acalmar-me," ele
disparou, entretanto ela no disse uma palavra.
     "Eu estou completamente ciente da histria neste assunto." A voz do Whitney ficou nvel. "E ento
 Diretor Tibble. E a mdia, eu posso prometer voc, serei lembrado disto. Mas  hoje que ns temos que
lidar. Julianna Dunne permanece em grande, e isto  um muito grande problema. Ela zombou de voc,"
ele disse para Eve. "E a opinio  que ela continuar a fazer isso. Voc concordaria, Tenente, que Dunne
selecionou Nova York to seu local primrio quanto retorno? Que seu trabalho aqui  um ataque pessoal
em voc?"
     "Eu concordaria, Chefe, que o assunto abriga um rancor, e enquanto seu trabalho est satisfazendo
em e dele mesmo para ela, por matar aqui ela ganha o benefcio adicionado de me envolver em
combate."
     "Ela no tem nenhum interesse particular em ou conexo para os homens ela  morta. Que faz sua
investigao mais problemtica."
     " improvvel que ns localizaremos e a temeremos identificando seu prximo objetivo ou
objetivos." Ela sentiu um pouco batida de advertncia no bsico de seu crnio. "A investigao  melhor
servida concentrando sobre o assunto  padro de padro pessoal. Como ela vive, trabalhos, jogos. Ela
no  uma mulher para se negar os confortos e luxos ela est sempre acreditada em que ela merea e que
era negada para ela por quase nove anos na priso. Eu atualmente estou compilando e analisando dados
naquela rea para sustentar o que eu acredito  uma teoria vlida."
     "Eu ficaria interessado em revisar aqueles dados e audio que teoria, mas enquanto isso, deixa 
s regressa um minuto." Ele steepled suas mos, bateram os dedos indicadores junto. "As probabilidades
de computador opem a viso segura por Dra. Mira e a primrio sobre a identidade de um dos potenciais
objetivos. Que--depois de revisar todos os dados e relatrios--eu acreditar  e tenho sido o objetivo
central desde o princpio. Isto individual  vontade para cooperar podia muito bem resultar em primeira
apreenso do Dunne e um fechamento para este caso."
     A batida se tornou um bater. "Utilizando civis--"
     " freqentemente expediente," Whitney terminou. "Particularmente quando o civil for sabido ser
... qualificado em reas pertinentes."
     "Permisso para falar com voc reservadamente, senhor."
     "Negada."
     "Chefe." Roarke falou pela primeira vez, em um tom suave, um contraste direto para a tenso
nascente no quarto. "Se eu posso. Ela vir em mim mais cedo ou mais tarde, Eve. Ns organizamos fazer
isto mais cedo, d a ns a vantagem e posso salvar outra vida."


                                                                                                      203
     "Eu objeto a usar um civil como isca." Ela olhou diretamente em Whitney. "Quem, qualquer que
ele poderia ser. Como primria desta investigao, eu tenho o direito de recusar empregando ttica que
eu sinto gera risco inaceitvel para meus homens, ou para civis."
     "E como seu chefe, eu tenho o direito de predominar sua recusa, ordenar voc para empregar
aquelas ttica ou remover voc to primrio."
     Este tempo era Feeney que agarrou brao da Eve. Mas Roarke j estava chegando a seus ps.
"Jack." Sua voz no era bastante como suave agora quando ele tratou Whitney. Deliberadamente, ele
andou entre ele e Eve, girada assim ela no teve nenhuma escolha mas o olhar no rosto.
     "Voc ter controle. Ela  tido vantagem sobre at este. Voc a desenhar em onde e como voc
escolhe. Isto  o primeiro ponto. O segundo ser eu no me sentarei de volta e espero at que ela escolha
o tempo e lugar para ter em mim. Eu estou perguntando a voc por ajuda, e oferecendo a voc meu."
     Era fcil ver por que ele era to bom em que ele fez. Em premiado qualquer ele procurado.
Curvando legue para sua prpria com razo--a princpio de qualquer maneira. Ento por qualquer
mtodo trabalhou melhor.
     Mas ela no era uma companhia para estar absorvida, ou um terno para ser intimidado. "Voc no
est perguntando ou oferecendo a qualquer coisa. E voc no est dando a mim controle, voc est
tomando isto."
     "Isso dependeria de como voc olha para isto."
     "Eu vejo multa justa. Ande de volta, Roarke, voc no est em carga aqui ainda."
     Algo relampejado em seus olhos, algo mortal. S serviu para adicionar esmurre para um
temperamento que j estava fumegando definhar. Quando ela moveu em direo a Roarke, Feeney
agarrou seu brao uma segunda vez, e Whitney veio para seus ps.
     "Alivie abaixo, criana," Feeney murmurou.
     "Tenente Dallas." A voz do Whitney rachou como um chicote. "Este escritrio no  o lugar para
suas discordncias matrimoniais."
     "Voc fez isto o lugar. Isto  uma emboscada, e uma que evita minha autoridade, isso pe aquela
autoridade no quarteiro na frente de meu time."
     Whitney abriu sua boca, ento fechou isto novamente em uma linha apertada. "Aponte tomado.
Seu time  despedido."
     "Eu preferiria que eles permaneam neste momento, senhor. Completando esta reunio
reservadamente agora  um gesto intil."
     "Voc  um traseiro duro, Tenente, e voc est rodeando muito perto da linha."
     "Sim, senhor, eu sou. Mas voc j cruzou acima disto. Eu respeito ambas sua autoridade e seu
escritrio, Chefe."
     Ele teve que tomar respirao de um acalmar. "E voc implica que eu mostro a nenhum para seu."
     "Isso dependeria ..." Ela luziu em Roarke. "Em como voc olha para isto."

                                                                                                    204
     "E se voc estivesse olhando para esta situao objetivamente em lugar de por que  raiva
discutivelmente justificada no modo que esta avenida particular era apresentada para voc?"
     "Eu fortemente acredito que Julianna Dunne pode estar fora do pas, ou que ela tem planejar deixar
Nova York para um perodo pequeno de tempo. Se eu tiver permisso para procurar aquela avenida, eu
acredito em que eu possa confirmar seu local, ou planejou destino em algumas horas."
     "E esta convico  baseada em?"
     "Meus instintos e minha compreenso considerveis do assunto." Lance isto agora, Eve se
ordenou, e lana isto duro.
     "Ela  uma menina. Ela tem uma funda-acomodada necessidade para favorecer sua feminilidade,
na maneira mais luxuosa e exclusiva disponvel. Ela tem sido dura no trabalho por algum tempo agora,
planejando e executando seu programa de trabalho. Ela querer uma folga. No passado, ela tomou umas
frias pequenas entre todo golpe. Recursos principalmente, com centros superiores de tratamento de vo.
 padro. Ela  partida suas vtimas em sucesso rpida este intervalo, e este depois de ser encarcerado
para vrios anos. Ela precisar se renovar, recarga, e seu mais provvel mtodo seria uma instalao de
estncia termal onde ela pode ser amimalhada e poder relaxar antes dela..."
     Ela diminuiu, ento cavado atrs em. "... Antes dela partir o que eu acredito  e tenho sido o
objetivo central. Ela querer noivo, prepare, relaxe, antes dela vir nele. Eu corri uma probabilidade nesta
teoria e consegui s mais de noventa por cento. Ela no muda, Chefe. No caroo, ela no muda."
     "Pretensiosa sua teoria  correta, existem instalaes incontveis desta natureza--numerosa nesta
cidade s."
     "No estaria aqui. Ela quereria cair fora, isto  indulgncia, e ela no arriscaria ter um consultor
que poderia ter a visto na mdia, levante feche e pessoal com seu rosto. Isto  crebros.  mais provvel
que ela sairia do pas onde a ateno de mdia em assassinatos na Cidade de Nova York no  to
intenso."
     Ela assistiu sua expresso, viu ele considerar isto. Concorde com isto. "Eu j reduzi o campo, e
pretenda comear conferir com os mais provvel locais e trabalhando minha lista abaixo de modo."
     "Ento faa isso. Porm, aquele ngulo no impede preparando para outra opo. Se voc etiqueta
ela, so bem sucedidas em acompanhamento e apreenso, ento isto  posto para descansar. Se voc no
fizer, ns teremos uma armadilha em lugar. Povoe voc mesmo, Tenente. E escute."
     Whitney girou para Roarke, e movimentado a cabea.


     CAPTULO 19
     "Em trs tempo de dia," Roarke comeou, "existe uma funo de caridade, uma dana de jantar
para levantar capitais para transportes e equipamento mdico precisado pela Clnica de Rua de Canal. Eu
acredito Dra. Dimatto mencionou este para voc, Tenente."
     "Eu sei sobre isto."

                                                                                                       205
      "Eu aceitei o convite para freqentar algumas semanas atrs, de forma que  conhecimento pblico
se algum estivesse perguntando-se quando eu poderia estar socializando em alguma funo pblica na
cidade. O evento est sendo seguro  um dos sales de baile no Hotel de Regncia Principal. Acontea
isto  um meu."
      "Choque," Eve disse em uma voz que gotejou sarcasmo como envenenou mel. "Assombro."
      "Tambm acontece que a propriedade  segura por uma de minhas subsidirias, e no  muito
facilmente localizada para mim. No que todos os honorrios de negcios e impostos apropriados no
so prontamente pagos," ele adicionou com uma diverso fresca, "mas um olhar casual, at um mais
curioso no necessariamente agitaria meu nome fora dele--que cancela fora qualquer relutncia que
Julianna poderia ter sobre vir por me por sozinho relva. Por assim dizer. E tambm d a vantagem de
saber a parte inferior de segurana para topo, e podendo ajustar aquela segurana para a situao
particular."
      Entretanto ele pausou que ele no conseguiu nenhuma resposta de Eve, nem teve que ele esperou
algum. "S para gelar o bolo, est s sido vazado para a mdia por minhas pessoas de relaes pblicas
que no s eu freqentar a funo, mas estar fazendo uma doao considervel. A doao ser robusta
suficiente para assegurar ateno de mdia forte pela prxima pequena enquanto."
      Ele assumiu o comando do quarto, Eve percebida. No apenas da discusso mas o goddamn
quarto. Ele era no comando agora, e ele enfureceu.
      "At agora, se ela no estivesse j ciente disto, ela conhecer que eu estarei freqentando um
evento pblico onde existir muitas pessoas, muita comida e bebida, e um pessoal grande servindo para
eles. Ela conhecer minha esposa estar freqentando comigo.  uma oportunidade feito sob medida
para ela. Ela tomar isto. As chances so, ela j planejaria fazer isso."
      "Ns no podemos estar certos disto," Eve corrigida. Entretanto ela j pensaria sobre isto, contou
com achar um caminho para menear fora do evento. "Se ela for saber justo disto,  uma janela estreita de
tempo para seu confiantemente para se misturar no pessoal ou convidados, e para ns," Eve adicionada,
"confidencialmente para avaliar e ajustar segurana para assegurar a proteo de civis. Voc no ser o
nico bastardo rico l. Esta proposta pe outros em risco."
      Ele rejeitou sumariamente suas preocupaes, suas objees, com um elegante encolhe os ombros.
Um ele soube que a enlouqueceria. "A funo acontece se ou no eu freqento. Se ela for almejado outra
pessoa  frente de mim, eles j esto em risco. E se ela tem almejada outra pessoa, a tentao para trocar
para mim enquanto voc  existiria muito grande.  voc que ela quer machucar, Tenente. Eu sou s sua
arma contra voc. Voc pensa que eu serei usado isto? Para qualquer coisa?"
      "Em sua opinio," Whitney disse no thrumming silncio, "o suspeito tem alguma razo para
acreditar em que voc estar ciente de sua inteno para bater Roarke?"
      "Eu no posso saber o que ela --"
      "Tenente." Pedao de tom do Whitney. "Sua opinio."

                                                                                                      206
     Treinamento guerreado com temperamento, e ganhou. "No, senhor. Este assunto no ajusta seu
padro, e ela especificamente informado mim do tipo ela tem almejado. Ela no teria nenhuma razo
para suspeitar ou acreditar que eu teria preocupao nesta rea, que eu olharia do lado de fora da caixa.
Ela me respeita, mas  confiante que eu estou correndo atrs dela perseguindo s a trilha que ela  me
deixada."
     "Corra o jogo, Dallas." Whitney chegou a seus ps novamente. "Trabalhe os ngulos, tampe os
buracos, feche a caixa. Qualquer equipamento e fora de trabalho voc precisa, voc conseguir. Ns
discutiremos isto adicional amanh. Amanh," ele repetiu, antecipando seu protesto. "Quando
temperamentos no so muito perto da superfcie. Eu respeito seu temperamento, Tenente, como eu fao
seu grau e suas habilidades. Despediu."
     No confiante se para falar, Eve deu a ele um aceno com a cabea curto e saiu.
     Quando Peabody mostrou depois de grunhido da sua Eve era suficiente a segurar fora de.
     "Fique fora da linha de fogo." Roarke deitou uma mo em ombro do Peabody. "Sou eu que ela
quer exploso em pequena, sangrando pedaos, mas voc podia ser pego no fluxo e voc teve um bom
dia at agora."
     "De onde eu estou permanecendo que voc merece uma exploso. Voc no pensa que ela tomou
suficiente de um bater ontem?"
     Para surpresa considervel do Roarke, Peabody ligou seu salto de sapato e marchado na direo
oposta. Com seu temperamento que entalha em cima de queimadura lenta rapidamente chiar, ele andou a
passos largos depois de sua esposa. Ele a alcanou da mesma maneira que ela andou com arrogncia em
seu escritrio e administrado para bofeto uma mo na porta um momento antes dele bateu em seu rosto.
     "Saia. Consiga o inferno." Ela agarrou discos, empurrou eles em um arquivo. "Isto est quieta
minha rea."
     "Ns discutiremos isto."
     "Eu no tenho nada para discutir com voc." Ela atirou a bolsa de arquivo acima de seu ombro,
ento o empurrou quando ele bloqueou seu caminho para a porta.
     "Voc quer lutar ento? Bem, no  isto  mo que eu estou em apenas do humor para isto. Mas
ns tomaremos este para territrio neutro."
     "Territrio neutro, meu traseiro. No existe nenhum territrio neutro com voc. Voc possui o
goddamn cidade."
     "Ns tiraremos este daqui, Tenente, a menos que voc queira ter um sangrento, gritando briga com
seu marido para uma dzia do par Polis ouvir. No importa uma maldio para mim, mas voc sentir
muito para ele quando voc veio para seus sentidos."
     "Eu tenho todos os meus sentidos." E porque ela fez, ela conseguiu manter sua voz baixo. "Vamos
tomar isto, camarada."
     "Fora de ."

                                                                                                     207
     Eles no falaram novamente, mas o volume de seu silncio teve vrios Polis aliviando de volta
quando eles empurraram no elevador. Ela andou com arrogncia sobre a garagem nivela  frente dele,
ento batida sua mo longe quando ele agarrou a porta lateral do motorista.
     "Eu estou dirigindo," ele disse a ela, "como voc tem sangue demais em seu olho para fazer o
trabalho."
     Decidindo escolher suas batalhas, Eve andou a passos largos em torno do carro e solto na cadeira
do passageiro.
     Ele no rasgou fora da garagem, entretanto ele quis. Ela s tentaria o ter preso para alguma
violao de trfico, ele sordidamente pensou. Ele, tambm, estava escolhendo suas batalhas. Ainda ele
teceu por trfico com uma espcie de controlou violncia que teve outros veculos retirando-se. Outro
tempo, ela teria admirado isto, mas no momento sua habilidade simplesmente reforou seu
ressentimento.
     Ele puxou acima de na extremidade do oeste de Parque Central, bateu fora do carro enquanto ela
fez o mesmo no lado oposto.
     "Eu no possuo isto."
     "Eu aposto aquelas varas em seu craw."
     "O que eu possuo, no possua, adquira, no adquira,  irrelevante."
     "Voc no possui meu distintivo."
     "Eu no quero seu goddamn distintivo." Ele cruzou a calada e manteve caminhada atravs da
grama do vero verde.
     "Controlando algo  o mesmo que propriedade."
     "Eu no tenho nenhum desejo para controlar seu distintivo, ou voc no que diz respeito a esse
assunto."
     "Isso ocorre para bonito manco de algum que est s conseguido para fazer ambos."
     "Para causa do Cristo, Eve, isso no era o que isso era sobre. Use seu dirige-se a um minuto. A
parada sendo to orgulhosa, to inflamada teimosa que voc v tudo como um ataque sangrento. Voc
pensa que Whitney teria concordado em considerar este ngulo se ele no acreditasse em que isto era um
mtodo vivel de parar esta mulher? Que seu no  meta primria?"
     "No esteja l e diga a mim o que minha meta ." Ela emperrou um dedo em seu trax. "Voc no
est l e diz a mim o que meu trabalho . Eu tenho feito este trabalho desde que voc estava ainda
correndo contrabandeou contrabando. Eu sei o que ."
     Ela tempesteou longe dele. Orgulhoso? Teimoso? Filho de uma cadela. Ento girou de volta.
"Voc examinou cuidadosamente minha cabea, voc foi atrs de minhas costas, e voc no teve
nenhum direito, nenhum direito para ir para meu superior e empurro seu modo nesta investigao de
um modo que enfraquece minha autoridade, isso nega aquela autoridade na frente de meu time. E se


                                                                                                  208
algum puxasse aquele em voc, voc teria tido sua cabea em um fudida lmina e seu sangue para
molho."
        Ele comeou a falar, ento tomou uma andorinha de bem de seu prprio orgulho. "Isto  muito
aborrecedor."
        "Aborrecedor? Voc chama isto--"
        "Est incomodando," ele interrompeu, "quando voc  certo. Quando voc  completamente
direito, e eu estou errado. Eu me desculpo por isto. Sinceramente."
        "Voc gostaria de uma sugesto sobre onde voc pode empurrar sua sinceridade?"
        "Nenhuma necessidade." Irritado com ele mesmo, com ela, ele soltou abaixo em um banco. "Eu
sinto muito para o mtodo. Isto  a verdade. Eu no considerei a reflexo sobre voc cuidadosamente
suficiente, e eu devia ter."
        "No, voc s consegue uma idia genial e gota em seu bom amigo Jack."
        "E se eu viesse para voc com isto, voc teria dado a isso tudo a considerao adequada? No
aborrea apresentar alguma linha inteligente, Tenente, como ns dois sabem que voc teria empurrado
isto de lado. Eu teria empurrado de volta, e ns teramos tido uma fila sobre isto."
        "At que voc conseguiu seu modo."
        "At que voc limpou os percevejos de sua cabea que faz que voc pensa que eu sou estpido
suficiente para deixar algum louco azedo fazer para mim. Eu no desci no ltimo chuveiro de chuva,
Eve."
        "Que diabo que queira dizer?"
        Ele se sentou de volta, riu um pouco. "Jesus, voc me faz irlands. Por que  isto, voc supe?
Venha para se sentar. Voc no olha como tambm voc devia."
        "No diga a mim o que fazer."
        Ele pensou sobre ele para mais ou menos trs segundos. "Ah, bollocks para este." E subindo, ele
andou para ela, evadiu a extremidade principal do cotovelo pica, e escavou ela fora de seus ps. "L,
agora fique abaixo." Ele a esvaziou no banco. "Ns dois sabemos que eu no teria tomado voc que
facilmente se voc estivesse sentindo voc mesmo. Eu preciso de voc para escutar mim."
        Ele manteve suas mos agarradas debaixo de seu, sentiu a raiva e insulto que vibram por ela.
"Depois de voc fazer, se voc sentir que voc precisa tomar um soco em mim, bem, voc pode ter um
para livre. O que eu disse em escritrio do Whitney era a verdade. Eu teria feito melhor para vir para
voc de forma que ns podamos ter lutado ele fora entre ns, mas eu no fiz e eu sinto muito. Ainda, o
que eu disse era a verdade, Eve."
        Ele apertou abaixo em suas mos at que ela parou de tentar arrancar eles longe. "Eu estou pedindo
sua ajuda e oferecendo a meu para voc. Ela quer tomar voc separadamente, pequenos pedaos de voc
tosquiou fora de todo tempo que ela solta um corpo em seus ps. Tentando fazer voc pensar que voc 
responsvel por pr eles l."

                                                                                                      209
      "Eu no penso--"
      "No, voc sabe melhor, em sua cabea. Mas ela fez que voc sangra naquele amaldioou vdeo
sua. Em seu corao. E ela quer terminar voc fora comigo. Ela no sabe voc. Ela no entende o que
est em voc, ou o que  para amar algum. Se ela administrasse, por um pouco de milagre, tirar-me,
voc no se quebraria. Voc a perseguiria e a caaria. Voc a correu para moer. E ento, bem, querida,
voc comeria ela viva."
      Ele trouxe seus apertados punhos para seus lbios. "E eu faria exatamente o mesmo para voc, se
voc estiver perguntando-se."
      "Isto  real confortante, Roarke."
      "No ?" Ele disse que isto com tal alegria ela sentiu um sorriso difcil para arrastar em sua boca.
      "Deixe v. Eu no vou bater voc. S deixe v, e no converse comigo por um minuto."
      Ele lanou suas mos, ento escovaram seus dedos acima de sua bochecha contundida. Subindo,
ele vagou fora de a deixar s.
      Ela se sentou onde ela estava. A fria teve esgotou ela, sados at seus ossos parecendo fraco. Mais
que isto, ela percebeu, era o medo que fez seu fraco. A imagem de ver Roarke lanar para o cho em
seus ps, sufocando, ofegando, morrendo. E Julianna de p l, fora dela alcana. S fora dela alcana.
Sorridente.
      Ela deixou que acontece, Eve admitida. Ela deixou Julianna plantar aquelas ervas daninhas de
medo, de culpabilidade, de dvida prpria. E ela deixou eles florescer em vez de cortar eles fora pelas
razes.
      Isso a fez ineficaz, e a fez lento.
      Ento Roarke foi para as razes primeiras.
      Ele a enfureceu. O que mais era novo? Eles tm batido cabeas tempos incontveis no passado, e
iria forado eles tempos incontveis nos futuros. Era parte dos que eles eram. L tido que estar algo
doente sobre isto, mas ele estava a.
      Eles no acabavam de no ser pessoas pacficas.
      Ele tem estado errado, mas ento teve ela. Como um policial, ela devia ter examinado e explorava
a opo de o usar como isca longa antes disto.
      Amor bagunava voc em cima, ela pensou. Nenhuma dvida sobre isto.
      Ele voltou com dois tubos de Pepsi e uma concha gordurosa de leo batatas fritas. E em silncio
sentado ao lado dela novamente.
      "Eu quero dizer primeiro que eu sou intitulado para ser orgulhoso quando vier para meu trabalho."
Ela cavou na concha, sentiu o friccionar de sal acima da graxa. E sabendo que ele encharcou eles para
ela, tido que sufocar de volta um suspiro sentimental. "E segundo, algum dia quando voc menos esperar
isto, eu vou gerar um memorando para o pessoal superior de seu midtown escritrios declarando que
voc veste roupa ntima das mulheres debaixo daqueles desenhista varonil adapta."

                                                                                                        210
     "Por que, isto est s frio."
     "Sim, ento voc ter que desnudar-se abaixo em um General encontrando provar  uma mentira
imunda e minha vingana sero completas." Ela olhou para ele ento. "Ela no  s um-- o que fez voc
chamar sua--uma torta louca. Ela  esperto e ela  dirigida. No menospreze ela."
     "Eu no fao. Eu no menosprezo voc, Eve. Mas eu penso, para s um pouco de tempo aqui com
uma coisa e ento o outro, voc tem menosprezado voc mesmo."
     "Sim, eu tenho, e eu no gosto disto associou-se meu rosto. Certo. Eu preciso chegar em casa.
Existe muito para fazer em uma quantia pequena de tempo."
     ***
     Ela trabalhou com ele primeiro, estudando todos os dados em segurana de hotel e no evento
propriamente que ele j teria no pronto. Ela lanou perguntas, e ele rebateu de volta as respostas com a
habilidade de um homem quem soube que ele possuiu o prato.
     A Regncia no era um castelo urbano como seu Hotel de Palcio era. Era maior, mais macio e
lustroso, e engrenado mais para o superior fim negcios clientela que o  moda rico.
     Teve sessenta e oito pisos, cinqenta e seis dos quais eram nveis de quarto de convidado. Outros
seguraram escritrios, lojas, restaurantes, clubes, e os centros de conferncia, os sales de baile.
     No stimo andar era um casual bar/restaurante e piscina, que era ao ar livre durante o bom tempo.
O topo dois nveis seguros oito apartamentos de cobertura, e eram s acessveis por elevador privado. O
clube de sade, nivele quatro, era aberto a todos convidados de hotel e registrar membros. Entrada, de
dentro do hotel ou sua porta de deslizamento de exterior, exigiram um carto chave.
     Os sales de baile estavam em chos nove e dez, com exterior e entradas interiores. O evento
aconteceria no Quarto de Terrao, chamado depois de seu terrao largo, ladrilhado.
     "Muitos modos em, muitos modos fora," Eve declarada.
     "Isto  um hotel para voc. Todas as sadas sero asseguradas. Existem mquinas fotogrficas de
segurana ao longo das reas pblicas. Cheias varra."
     "Mas no os quartos de convidado."
     "Bem, pessoas so nervosas sobre seu isolamento. Voc ter vises em todos os elevadores, em
corredores. Ns podemos adicionar monitores se voc sentir  necessrio. Ela seria mais provvel
misturar em como pessoal ou um evento atendente que um convidado de hotel, eu diria. Ela quereria sair
do edifcio depois de feito do seu trabalho, no ache um buraco de parafuso dentro disto."
     "Concordou, mas ns mantemos um homem monitorando todas as entradas. Eu quero que instalar,
junto com escritrios de campo, prontos quartos em uma rea assegurada como perto do salo de baile
to possvel."
     "Voc ter isto."
     "Segurana de hotel estar completamente informada. Eu no quero alertar o resto do pessoal, ou
as fora das pessoas de evento. A menos chance ela vem a saber de dificuldade, a melhor."

                                                                                                       211
      "Voc no pretende dizer a Louise ento?"
      Ela considerou, debateu, pesou os prs e contras. "No, eu no fao. Ns plantaremos Polis ao lado
do freqentar, os servidores, dentro de sua segurana. Voc organizar com seu suprindo ou qualquer 
para os servidores extras. Ningum questionar voc sobre isto."
      "Eu devia no pensar," ele meditou.
      "Ns precisaremos examinar cuidadosamente as outras funes no hotel que noite. Voc tem duas
convenes, e um negcio do casamento. Ela pode deslizar em por um daqueles."
      "Ns pregaremos isto. Eu sinto muito, eu tenho um holo-conferncia em alguns minutos. Eu tenho
que tomar isto; Eu j reprogramei duas vezes."
      "Est tudo bem, eu tenho bastante para fazer."
      "Eve."
      "Sim, o que?"
      Ele curvou acima dela, apertado seus lbios para o topo de sua cabea. "Existem vrias coisas que
ns precisamos conversar sobre."
      "Eu sou s meio irritada em voc agora."
      Seus lbios curvaram contra seu cabelo. "Isto  s um de vrios. No momento eu s direi que eu
era meio irritado em voc quando Mira visitou meu escritrio esta tarde."
      Ela no olhou em cima, mas ela foi muito quieta. "Eu no perguntei a ela. Exatamente."
      "Mas ele aconteceu para mim, muito brevemente, que voc quis que ela conversasse comigo
porque voc estava preocupado. Voc soube que a viagem para Dallas estava comendo em mim, talvez
mais que eu soube isto eu mesmo. Ento obrigado."
      "Nenhum problema."
      "E seria pequeno de mim qualificar aquela gratido assinalando aquele mandando a seu junto sem
mencionar isto para mim, voc examinou cuidadosamente minha cabea e atrs de minhas costas."
      Agora ela olhou em cima, s um turno dos olhos. "Boa coisa voc  um homem muito grande para
fazer isto."
      "No ?" Ele curvou mais baixo, deu seu um beijo duro, ento a deixado s.
      "Conseguido para conseguir a ltima palavra naquele," ela comentou, ento escovou seu cabelo
atrs e trocou enfoque para a estncia termal e transpo dados. Ela poderia ainda ganhar esta pequena
batalha arrebatando Julianna antes dela conseguir sua chance em Roarke.
      ***
      Uma hora mais tarde, ela voltava a estar aborrecida e frustrada. Ela conseguiu intimidar e browbeat
reserva listas fora de duas das estncias termais de recurso em sua lista. Os outros estavam pegando
firma para a proteo da linha de isolamento dos convidados. E ento era as companhias de transporte
privado.


                                                                                                     212
     Forando uma autorizao internacional para livres em cima os dados era problemtico e
demorado. O caso era um quente suficiente boto que o juiz ela bateu para era simpatizante em lugar de
aborrecido. Mas ele esteve levando tempo.
     Outra vantagem para Julianna, Pensou Eve. Ela no teve que saltar pelos aros da lei.
     Ela compassou, verificada sua unidade de pulso, e legou a autorizao para derramar fora de seus
dados encaixam.
     "Problema, Tenente?"
     Ela olhou de relance atrs para onde ele se debruou contra o umbral separando seus escritrios.
Ele olhou muito alertou, e muito contente com ele mesmo.
     "Eu acho que tempo de algum esteve bem gasto."
     "Era. A reunio foi muito bem. E seu?"
     "Ns burocrticos." Ela luziu em seu computador. "Esperando por papelada."
     "Do que tipo?"
     "Do tipo legal. Cdigos de isolamento. Ningum segreda para um distintivo mais, especialmente
um distintivo estrangeiro. E aqueles lugares de estncia termal de fantasia so malditos apertados
labiados sobre que est entrando ter seus quadris desviados ou seus queixos erguidos."
     "Ah, bem, se isto  todo."
     "No. Eu pensei sobre --pensou sobre ele um pouco muito fcil e um pouco muito rpido. Isto  s
uma corcunda, e eu no estou tendo que voc desliza debaixo da lei para acessar dados em uma
corcunda."
     "Quando voc gastar este muito tempo e energia em um ngulo,  mais que uma corcunda."
     "Eu sei que isto  algo que ela far. Talvez no agora, mas logo. Ela precisa que tipo de muito
arriscada da coisa e Nova York. Ela precisa para bomba se em cima, recompense se, antes dela bater em
voc. Ela no tomou o tempo em Denver, e ela podia ter. Ela quer algo mais prestigioso, mais exclusivo.
Com mais ... o que voc chama isto? Sinete. Ento ele  a Frana ou a Itlia ou algo Velho Mundo. Ela
no faz fora de planeta.  muito nouveau para ela."
     "Voc conseguir sua autorizao?"
     "Sim, sim, est vindo. Eventualmente. Protocolo, poltica, merda."
     "Ento que diferena faz, no esquema principal, se voc comear acumular dados agora, ou quando
um documento est em sua mo?"
     " a lei."
     E em menos que trs dias, Pensou Eve, era altamente provvel que a mulher ela caou tentaria
matar Roarke. No porque ela o soube. No porque ela o odiou. Mas porque ela despediu a lei e tudo
suportou.
     Porque ela quis retorno.


                                                                                                   213
     " duro para voc, estando to estado em conflito acima de algo que voc quer ser preto e branco.
Mas at a lei tem sombras, Tenente, e ns dois sabem eles todos muito bem."
     Ela desistiu, e andado no cinza. "Ela usaria sua prprio iniciais. Ela no gosta de desistir de sua
identidade. A lista, em ordem de porcentagem de probabilidade j  carregada em minha mquina."
     "Certo ento. Vamos achar ela." Ele se sentou em sua escrivaninha, fechou as mangas de sua
camisa branca prstina. " realmente s uma vantagem em um detalhe tcnico."
     Ela disse que se pensasse sobre to mais tarde.
     "Eu estou procurando por reservas a partir de ontem pelas prximas quatro semanas. Eu podia estar
a empurrando em modo de relaxamento muito rpido. Talvez ela est indo para ele depois dela ser ganha
a guerra."
     "Ns esquadrinharemos pelo no prximo ms ento. L'lndulgence primeiro? De preo excessivo
com um friamente pessoal de eficiente. Suas avaliaes estagnaram ao longo dos ltimos dois anos. Est
brigando de moda."
     "Que  por que voc no possui isto."
     "Bem, se eu fiz, eu certificaria-me isto permaneceu na moda. Isto s tomar um minuto ou dois.
Voc no gostaria de caf?"
     "Sim, eu acho."
     "Bom. Ento iria eu."
     Ela podia reconhecer uma sugesto quando ela ouviu um, ento trooped fora para a cozinha
AutoChef ordenar em cima uma panela cheia. Quando ela voltou com ele e dois grande assaltou, ele j
estava esquadrinhando uma lista de nomes.
     "Eu vejo um par em aqui com o certo iniciais, mas eles so reservados com companheiros."
     "Ela viajaria s. Ela no tem associado no conhecido, no faz amigos. Ela faz ferramentas."
     "Certo, ns partiremos para o prximo."
     Eles acharam dois possibilidades no prximo local, permitindo Eve correr cheques de fundo
normais para eliminao. Ela se debruou acima de ombro do Roarke, lendo dados na tela at como o
computador sonoro isto.
     "No, estes so claros. Todos os seus documentos verificam. S um par de marcas ricas pagando
dinheiro demais para ser esfregada e esfregada. Prxima?"
     Ele cortou no convidado registra s mais duas instalaes antes do 'vnculo sinalizar documentos
entrantes. Ela pegou fora a cpia dura da autorizao, rolados seus ombros. "Agora ns fazemos isto
meu modo."
     "Muito mais diverso do meu modo."
     "Fora de minha cadeira, camarada. E este tempo voc consegue o caf."




                                                                                                    214
      Seu modo ofereceu um tipo diferente de diverso permitindo a ela irritar gerentes de reserva em
vrios pases. Eles protelaram, reclamou, citou o insulto de isolamento dos convidados invasores. E
realmente animou-se seu humor.
      "Eu no me importo se voc conseguisse pessoas vindo l que saem de em peru regado com
manteiga limpezas. Transmita a lista, como ordenou na propriamente autorizada autorizao ou o
prximo som voc ouve ser seu prprio traseiro que se estatela na funda de incidente internacional."
      "Peru regado com manteiga limpezas?" Roarke disse alguns momentos mais tarde como a
transmisso zumbida por.
      "Eu no sei o que eles fazem naqueles lugares, mas se algum no pensasse daquele, eles iria
eventualmente. Ela no est aqui. Ela s no  aqui. Goddamn isto." Ela afastou a escrivaninha para
compassar. "Eu estou desperdiando tempo quando eu devia ser nitpicking a instalao no salo de
baile."
      "Voc tem vrios mais locais em sua lista."
      "Eles so todas probabilidade baixa. Talvez eu sou justo projetando o que eu gostaria ela de fazer,
fazer isto fcil por eu mesmo."
      "Voc no saberia como fazer isto fcil por voc mesmo se voc tomasse classes nisto. Meu nome
tambm entra probabilidade baixa, mas voc despediu o crebro do computador nisto, no ? Voc a
sabe, Eve. Segunda-no ache voc mesmo agora."
      "Eu estou tocando uma corcunda em vez de lidar com dados estabelecidos."
      "Ento toque isto. Qual apela para voc?"
      Ela voltou para a escrivaninha, esquadrinhou os locais restantes em sua lista. "Isto  o que eu
gostei do conseguir-ir, mas o computador lanou isto. No ajusta seu padro habitual."
      "Isto  bom. Por que voc gosta disto?"
      "Porque ele  o mais caro, tem a mais histria--um pouco de conta que sujeito possuiu o modo de
propriedade de volta quando." Ela olhou para ele. "Seu?"
      "Cinqenta e um por cento disto. Voc gostaria de ter o resto?"
      "Que s abaixe a probabilidade. Ela no quer conseguir aquele perto de voc ainda. Ento
novamente ..." Eve considerada. "Ela poderia conseguir um real carregar fora disto. Estale em, seja
polido, estale fora, o tempo todo imaginando aquele em um pouco enquanto ela estar eliminando o
sujeito que possui a parte de maioria. Sim, deixe seja corrido este aqui."
      Ela bateu na mesma relutncia, Do estilo de italiano, com o balconista de reservas assistentes.
"Voc est tendo dificuldade lendo a autorizao?" Eve exigida. "Entra uma variedade de idiomas, e um
deles devem ser seu."
      O balconista era jovem, magnfico e mais que um pouco frazzled. "No, signorina."




                                                                                                        215
     "Tenente. Tenente Dallas, Polcia da Cidade de Nova York e Segurana. Eu estou investigando
homicdios mltiplos. Voc pode, neste momento, est abrigando um assassino em sua instalao. Como
voc figura seus outros convidados vo sentir sobre isto?"
     "Vila de Lago tem polticas muito rgidas relativo a isolamento de convidado."
     "Voc sabe o que, eu tenho polticas muito rgidas, tambm." Ela disparou uma mo, Roarke Pego
na barriga  medida que ele avanou. Ela no estava o tendo esperto o modo. "E ento faa direito
internacional. Voc gostaria eu de listar o que as penalidades so para interferir com uma autorizao
internacional?"
     "No, Signorina Tenente. Eu no sinto que eu sou autorizado para prosseguir. Eu preferiria que
voc fale com o gerente de reservas."
     "Multa. Dndi. Faa isto mordaz."
     "Teria sido mais mordaz," Roarke assinalou, "se voc deixasse-me falar com ela."
     "Meu modo, Menino de Caf."
     Complacente, ele despejou o ltimo da segunda panela em sua xcara.
     "Tenente Dallas." Outra mulher veio na tela. Ela era mais velha, e igualmente magnfico. "Eu sou
Sophia Vincenti, o gerente de reservas. Eu me desculpo por manter voc esperando. Eu tenho sua
autorizao aqui. Por favor entenda que meu assistente era s seguinte nossa poltica em proteger nossos
convidados de qualquer violao de isolamento."
     "Eu pensaria que seria da mesma maneira que importante proteger seus convidados da
possibilidade de examinar superficialmente na tina quente com um assassino."
     "Sim. Ns iremos, claro, cumpra as demandas da autorizao. Voc tem nossa cooperao cheia.
Talvez no interesse de convidados inocentes escassos voc podia dizer a mim o nome da festa que voc
est buscando."
     "Eu no posso estar certo que nome ela estaria usando.  provvel qualquer , o iniciais so J e D."
     "S um momento... Tenente, ns temos trs convidados com reservas no perodo de tempo
declarado com aqueles iniciais. Justina D 'Angelo  esperado semana que vem. Eu conheo Senora D
'Angelo pessoalmente. Ela tem sido um convidado aqui muitas vezes."
     "O quo velho  ela?"
     "Tenente, isto  uma rea delicada."
     "Vamos."
     "Ela admite para cinqenta, e tem to admitido por dez anos."
     "Ela  clara. Numere dois."
     "Jann Desenhou, esperado no fim deste ms. Ela  um novo convidado. Deixe-me parar seu
arquivo para voc."
     "Isto  mais como isto," Eve declarou e se sentou de volta sorvendo caf.


                                                                                                     216
     "Tenente, Sra. Desenhou listas seu endereo em Copenhague. Ela  reservada por dez dias, e sero
juntaram-se por um companheiro pelo ltimo trs."
     "Eu vou ter meu assistente a corre enquanto voc d a mim os dados nos terceiros."
     "Isto  um Josephine Dorchester, e tambm  um novo convidado. Ela chegou s ontem  noite e 
reservada por amanh."
     A parte de trs de pescoo picado da Eve, e ela se debruou adiante. "De onde ela entrou?"
     "Ela lista seu endereo dos Estados Unidos como Texas. Ela tem nossas acomodaes de estria.
Eu estava de servio ontem  noite quando Sra. Dorchester chegou. Ela  muito encantadora."
     "Trinta, construo atltica, mais ou menos cinco p, quatro polegadas."
     "Sim, eu--"
     "Espere." A Eve estalou o 'vnculo para esperar modo. "Josephine Dorchester," ela chamou para
Roarke. "Texas. Corra seu rpido, consiga-me seu passaporte ID.  ela. Eu sei que  ela."
     "Em sua tela de parede," Roarke respondeu como ele voltou em de seu escritrio. "Voc tem
bloqueado ela, Tenente."
     A Eve assistiu como imagem da Julianna, ainda loiro, ainda de olhos azuis, relampejou na tela.
     "Oi, Julianna." A Eve trocou o 'vnculo de volta. "Certo, Signorina Vincenti, escute
cuidadosamente."
     ***
     Quinze minutos mais tarde, Dentes da Eve eram trancados como ela grunhiu ameaas na polcia
italiana. "Eu no me importo que horas so, eu no me importo quanto tempo que leva voc para chegar
l, eu no dou uma maldio se voc for pequeno staffed."
     "Tenente, eu no posso fazer um movimento sem uma autorizao adequada, e at ento, levar
algum tempo. Tais assuntos so muito delicados. A mulher voc busca ser um cidado dos Estados
Unidos. Ns no podemos prender e segurar um cidado dos Estados Unidos simplesmente no pedido de
um oficial de polcia Americana via uma 'transmisso de vnculo."
     "Voc ter sua papelada dentro da hora. Voc podia estar l dentro da hora e a escolhe em cima
assim que est em sua mo."
     "Isto no  procedimento adequado. Isto no  a Amrica."
     "Voc est dizendo a mim. Aguarde. Eu voltarei para voc." Ela quebrou transmisso, surgiu para
seus ps. "O quo rpidos ns podemos chegar l?"
     "Sabendo o meanderings de fita vermelha, mais rpida que sua vontade de contraparte italiana."
     "Ento deixe seja movimento. Eu conseguirei liberao a caminho."


     CAPTULO 20
     Ela era um prazer para assistir, Roarke pensou, enquanto ele relaxou com um conhaque como eles
fizeram correr pelo cu acima do Atlntico. Energia crua em movimento, ele decidiu.

                                                                                                      217
        Ela usou um headset, mantendo suas mos livres para uma xcara de caf ou um caderno ou um
segundo 'vnculo se ela tivesse duas transmisses indo de uma vez. Ela compassou, de cima abaixo, de
cima abaixo o corredor pequeno, estreita na cabana de seu transporte mais rpido, estalando fora ordens,
mastigando fora dados, vocalmente aoitando qualquer um que tirou a sorte um obstculo para sua meta.
        Ela falou com Feeney, para seu chefe, para algum no consulado dos Estados Unidos--cujas
orelhas provavelmente vazariam sangue para o resto de sua vida natural--para a polcia italiana
capitaneia que continuou a levantar suas mos, ainda vazia da papelada adequada. Ela contatou um
advogado que especializado em direito internacional, despertando ele sem remorso ou clemncia e o
empurrando na rixa.
        "Porto de dados desce?" Ela enfureceu no policial italiano na prxima transmisso. "Que diabo
voc quer dizer seus portos de dados descem?"
        "Tais coisas acontecem, Tenente. Ns devamos ter eles de volta em uma hora ou dois."
        "Voc desperdiar uma hora ou duas. Voc pode ficar oral ou e-autorizao agora."
        "Eu devo ter a documentao adequada, em cpia dura, com o selo de autorizao e selo. Isto  a
lei."
        "Deixe-me dizer a voc minha lei, amigo. Voc atarraxa em cima esta apreenso e eu estou
fritando suas bolas para o caf da manh." Ela o corta fora de, chutou o bsico da cadeira mais prxima.
        "Ns estamos a meio caminho l," Roarke disse a ela. "Voc fez tudo que voc pode fazer e
apavorar vrios burocratas secundrios. Voc devia se sentar e ter algum sono."
        "Eu no quero dormir."
        "Se sente de qualquer maneira." Ele conseguiu impedir sua mo, arraste ela na cadeira ao lado
dele. "Feche, Tenente. At voc no pode alterar as leis de fsica e nos leva l qualquer mais rpido." Ele
drapejou um brao ao redor ela, desenhou sua cabea firmemente at seu ombro.
        "Eu preciso atualizar o chefe."
        "Quando ns aterrissarmos. O resto justo e imagina rosto da Julianna quando voc caminhar em
seu apartamento. E pense sobre todo o traseiro italiano que voc chega a pontap."
        "Sim." Ela bocejou. "Existe isto." Naquele pensamento agradvel, ela deslizou em um sono raso.
        ***
        "Jato-copter?" A Eve permanecida olhando fixamente para o pequeno, macio e lustroso, de quatro
pessoas transpo com blurry vista. "Voc no disse nada sobre ter que fazer a ltima perna em um jato-
copter."
        "E voc dormiu mais fcil para isto." Roarke impulsionou ele mesmo atrs dos controles. "Oito
minutos de porto de porto. Um grande negcio menos tempo que cho transpo em estradas italianas, em
trfico italiano, pelas ladeiras, em torno do lago--"
        "Certo, certo." Ela chupou em uma respirao. "Todo mundo tem que morrer de algo."


                                                                                                       218
        "Eu no tentarei tomar aquele como um insulto para minhas habilidades de pilotagem. Amarre com
correia em, Tenente."
        "Acredite em mim." Ela estalou em seu equipamento de segurana, verificada sua tenso duas
vezes. "Eu odeio subir nestas coisas."
        "Eu no posso pensar por que." O momento ele conseguiu liberao, Roarke cresceu rapidamente o
copter em um vertical, fatiando em cima duzentos ps no tempo levou estmago da Eve para executar as
primeiras de umas srias de cambalhotas elegantes.
        "Corte isto !"
        "Desculpe, voc disse algo?" Em um risada alegre, ele esmurrou os jatos e arrowed no cu listrado
rosa.
        "Por que voc pensa que isto  engraado?" Ela agarrou os lados de sua cadeira com dedos que
entrincheiraram-se gostaram de garras de ao. "Voc filho sdico de uma cadela."
        " uma coisa de sujeito. Ns realmente no podemos ajudar ns mesmos. Cristo, olhe para aquele
cu."
        "O que est errado com isto?" Imagens de algum desastre natural horrendo colocado em camadas
acima de um medo visceral de alturas.
        "Nem uma coisa sangrenta.  bastante magnfico, voc no pensa? No  todo dia que voc assiste
a fratura de amanhecer acima dos Alpes italianos. Da prxima vez ns temos um pouco de tempo ns
devamos gastar alguns dias fora aqui."
        "Certo, grande. Maravilhosa. Desde que est no cho. Eu no olharei abaixo, eu no olharei
abaixo, eu no olharei abaixo."
        E claro que ela fez, sentido seu giro de cabea na direo oposta de sua barriga. "Fuck. Fuck. Fuck.
Ns estamos l j?"
        "Quase. Voc pode ver o lago, e a primeira luz solar s corredio acima da gua."
        Que s fez ela pensar sobre os horrores de uma aterrissagem da gua de emergncia. "Isto  o
lugar?"
        "Isto  isto."
        Ela viu a pedra rosa e branca da propriedade velha, a expanso da grama e jardins, os pedras
preciosos azuis que eram charcos e mananciais. Em vez de ver beleza, ela viu a linha de fim.
        "Pelo menos aquele putz Capito Giamanno est a caminho. Eu estou esperando ansiosamente fora
sua garganta uma vez que as formalidades esto terminadas."
        "Isto no  a Amrica," Roarke disse em um morto-em imitou.
        Eve sorriu abertamente nele. "Voc est certo, Roarke."
        "Lembre de que voc disse isto." E ele enviou o copter em uma gota ngreme, rido acima de grito
fino da sua esposa como ele aterrissou no helipad. "Isso conseguiu a mudana de sangue."
        "Eu muito completamente odeio voc agora mesmo."

                                                                                                        219
     "Eu sei, mas voc recuperar isto." Ele fecha os motores. "Cheire aquele ar. Adorvel. Voc pode
ainda cheirar a noite-jasmim florescente nisto."
     Ela conseguiu saltar fora, com um pouco de semelhana de dignidade, ento desistiu, curvada da
cintura, e esperou para conseguir sua respirao atrs.
     "Tenente Dallas?" A Eve ficou abaixo como os passos abordaram, ento olhados fixamente para os
sapatos pretos afiados como ela sentiu seu fixar residncia de sistema.
     "Sim? Voc Signorina Vincenti?"
     "Sim, eu sou. Voc est certo, Tenente?"
     "Sim." Ela endireitou. "S conseguindo meu vento atrs. Capito Giamanno?"
     "Ainda no chegou. Suas instrues eram seguidas. Logo depois que ns conclumos nossa
conversao, eu contatei segurana. Um homem era enviado at guardar porta do Signorina Dunne. Ele
permanece l, como voc dirigiu. Ningum terminou ou entrou."
     "Bom. Eu no vou esperar pelo distintivo local. Eu a levarei to depressa e quietamente quanto eu
posso."
     "Isso seria apreciado. Nossos convidados, bem..." Ela espalha suas mos. "Ns no desejaramos
chatearamos ningum. Signore." Ela ofereceu uma mo para Roarke. "Eu dou boas-vindas voc de volta
para a vila, apesar das circunstncias. Eu espero voc e o tenente me deixaro saber de qualquer modo
que eu posso ajudar voc."
     "Voc fez muito bem, signorina. Eu no esquecerei isto."
     "Certo," disse Eve. "Diga sua segurana que eu estou entrando. Eu quero homens naquele cho,
mantendo outros convidados fora do modo. Nenhum outro pessoal  para subir para aquele nvel at que
eu temi o suspeito e a removi para um local assegurado de que Giamanno e eu podemos finalizar a
papelada e extradio."
     "Eu passei sem tocar um escritrio no nvel principal para aquele propsito. Eu escoltarei voc
para o apartamento?"
     A Eve no soube se fosse intestinos ou cortesia, mas ela teve que dar  mulher creditar. Ela fez a
oferta como se Eve estava um de visita celeb vir por umas frias do fim de semana. "No, o longe do
elevador suficiente. Eu precisarei de um carto de cdigo para a porta."
     "Eu tenho eles." Ela gesticulou, explicando como eles caminharam em direo ao cortesa lakeside
entrada, "Quando um convidado se aposentou para seu ou seu quarto,  recomendado que eles ativem a
fechadura da noite e alarme, para sua prpria segurana. Estes podem s ser abertos do lado de dentro,
ou por um segundos carto de cdigo no caso do pessoal deve entrar. Uma emergncia de alguma
natureza."
     Ela desenhou dois cartes magros do bolso de sua jaqueta esperto. "O branco, com o logotipo de
vila, trabalhos as fechaduras normais. As vermelhas est pelo sistema da noite."


                                                                                                   220
     "Conseguiu isto." Eles caminharam debaixo de uma espcie de prtico, sufocadas com vinhas que
cheiroso o ar com baunilha. As portas de vidro duplo cauterizadas com um retrato da vila whisked abrem
em sua abordagem.
     Eles moveram por um fresco sentando rea, elegantemente de pelcia com cor, onde a luz solar
pingada em gosta derramou ouro por janelas curvadas. Pegou e refletiu nos cristais em forma de lgrima
nas muitas fileiras de um lustre. Fora de em um terrao de pedra, um par em batas brancas passeadas
por, arme em brao.
     "Algumas escavaes voc chegou aqui," Eve elogiou Signorina Vincenti.
     "Ns estamos muito orgulhosos. Talvez um dia quando voc no estiver em negcios oficiais, voc
vir para nos visitar. A vida tem tanta tenso, faz isto no, que uma necessidades as ilhas pequenas de
tranqilidade. Ah, isto  Signore Bartelli, nossa cabea de segurana."
     "Tenente." Ele curvou ligeiramente da cintura. "Senhor," ele disse com outro arco leve para
Roarke. "Eu acompanharei voc?"
     Ela o mediu. Ele era grande, ajuste, e pareceu duro. "Certo, isso seria bom."
     "Meu homem est em posto," ele comeou como eles moveram em uma rea larga e no salo de
entrada de dois nveis com seus chos de mrmore e colunas de rosas. Uma escadaria largo curvada em
cima, divida, ento ferimento graciosamente em direes opostas. "Eu tambm tive o corredor naquele
cho monitorado desde que ns recebemos sua transmisso."
     "De qualquer maneira ela pode sair sem usar o corredor?"
     "S se ela saltar do terrao.  quatro chos, e no recomendados."
     "Ponha um homem, no cho. Por via das dvidas."
     "Como voc deseja." Ele tirou um Comunicador pequeno, retransmitiu a ordem como eles andaram
em um elevador.
     "Eu quero todos os civis mantidos em seus quartos l em cima. Ela resistir se ela pode, corra se
ela pode, tome um refm se ela pode."
     "A segurana de nossos convidados  suprema. Ns veremos para sua proteo."
     Quando as portas de elevador aberto, Eve deitou uma mo no alvo de sua arma. Ela viu o guarda
fora de um conjunto de portas duplas largas. Ele se sentou, blocagem eles, sipping caf.
     Um comando afiado em Italiano de seu superior teve ele pulando para seus ps, rattling atrs uma
resposta.
     "Ela no fez nenhuma tentativa para deixar o quarto por esta porta,"Bartelli disse Eve. "Ningum
tentou entrar. Dois convidados, um do prximo quarto, um do fim deste corredor, deixados seus quartos.
Existem atividades matutinas," ele explicou. "E o clube de sade e charcos esto abertos vinte e quatro
horas para a convenincia de nossos convidados."
     " mo. Certo, mova de lado e aguarde."
     Ela empurrou a cadeira fora do modo, deslizou no primeiro cdigo. "Qual modo  o quarto?"

                                                                                                   221
     "  esquerda, por uma arcada. Talvez doze ps desta porta."
     "E  direita?"
     "Um menor sentando quarto."
     Ela deslizou no segundo cdigo. "V para direito," ela disse para Roarke.
     Ela cutucou a porta aberta, soundlessly, e com sua arma fora fez um primeiro, rapidamente varre.
A rea viva do apartamento era funda em sombra com o isolamento drapeja aquecido acima das janelas.
No existia um som.
     "Na porta," ela murmurou para Bartelli e deslizado do lado de dentro.
     Suas botas afundaram na pilha suave de um tapete antigo, clicado quietamente acima de azulejo
polido. Ela moveu rpido e mudo pela arcada e no quarto escurecido. Ela cheirou flores, fmeas. E no
ouviu nada.
     "Luzes," ela ordenou. "Em cheio."
     Sua arma era treinada em direo  cama quando eles relampejaram em, e ela achou o que seus
instintos j disseram a ela. Estava vazio. Existia um vestido de gala preto empinado drapejado acima de
uma cadeira, um par de negligentemente descartados saltos de sapatos pretos ao lado disto. E na cmoda
era uma escova apoiada pela prata, uma garrafa geada de odor. No espelho acima disto, elegantemente
escrito em tintura de lbio vermelha assassina era duas palavras.
     CIAO, EVE
     "Ela no escapou justo porque ela sentiu como uma corrida pr-amanhecer viva. Ela soube que eu
estava vindo." A Eve olhada fixamente para o gerente de reservas com suficiente calor para derreter
pedra. "Algum disse a ela que ela foi feita."
     "Tenente Dallas, eu asseguro voc, eu falei com ningum mas voc, e aqueles voc autorizou-me
para falar com." Ela olhou de relance na mensagem no espelho acima de ombro da Eve. "Eu no tenho
nenhuma explicao para este."
     "Obviamente a mulher antecipou seus movimentos."
     Capito Giamanno, que chegou afinal com um trio de homens, espalhe suas mos. "Existia um
guarda na porta depois que voc solicitou um. Existem cmeras de segurana no corredor. Ela no fez
simplesmente poof passado que estes como um fantasma."
     "No, ela no fez poof passado que eles como um fantasma. Ela caminhou." Eve voltada para o
computador do quarto, gesticulado como ela ordenou ele para correr a seo do disco que ela j
visualizaria. "A mesmo."
     A tela mostrou ao guarda, sentando com sono em sua cadeira fora das portas do apartamento. O
selo de tempo l quatro e cinqenta-seis horas. Uma porta aberta do prximo quarto e uma mulher
vestindo uma das batas brancas de hotel, um chapu de palha larga com arrastar cachecol, e levando uma
bolsa de palha grande terminou. Seu rosto era protegido pela borda como ela murmurou um quieto buon
giorno para o guarda e passeado em direo ao elevador.

                                                                                                   222
         "Isto no  seu quarto," Giamanno assinalou. "No existe nenhum acesso para aquele apartamento
de este aqui, Tenente, e como voc pode ver, no juntando portas."
         Ela olhou fixamente para ele para uns cheios dez segundos. Ele podia ser que escurece? Ela
perguntou-se, e montando em fria, tempesteou na sala de estar e Lanou abre as portas de terrao.
         Como a outros arrastada depois dela, Eve rebelar-se em seus dedes do p, curvados dobrar seus
joelhos uma vez, duas vezes, ento corrido atravs do terrao, pulou fora do corrimo de pedra, e saltada
para o terrao vizinho.
         Seus tornozelos cantaram em choque, mas ela ignorou a dor, andadas para as portas. "Eu pergunto-
me se vir como uma grande surpresa por voc, Giamanno, que estas portas so destrancadas."
         Ela abriu eles, perscrutados do lado de dentro, andou de volta. Fechou eles novamente. "E isso
existem duas pessoas na cama dentro daqui, ainda serrando madeira."
         "Serrando--"
         "Dormente, voc--"
         "Tenente." Roarke interrompeu o que no teria sido uma tirada severo suficiente para destruir todas
as relaes amigveis entre a Itlia e os Estados Unidos pela prxima dcada. "Eu acredito no que
Tenente Dallas deduziu  isto, prevenida em um pouco de maneira, o suspeito fugiu as premissas pela
maneira s demonstrada, e deixou o edifcio, em toda probabilidade o pas, antes de nossa chegada."
         "Voc sabe o que  economia suas bolas minsculas, enrugadas, Giamanno?" A Eve apoiou-se no
corrimo. "Ela tem escapado antes de voc poder ter chegado aqui para a segurar, ainda que voc
movesse seu traseiro gordo quando solicitou fazer muito por um oficial da mesma categoria. Agora ns
descobrimos como e por que. Seu escritrio," ela disse, apontando em Signorina Vincenti. "Agora."
         E andou a passos largos no apartamento, passado o par dormente, e fora a porta.
         ***
         Ela recusou a oferta de caf, que indicou para Roarke seu temperamento estava bem alm de ponto
de estouro. Seu gerente de reservas estava mostrando a um pouco de sua prprio. As dois mulheres
butted lega enquanto o policial italiano xingou e soprado e a cabea de segurana continuada a revisar os
discos.
         "Ela vai para o charco." Seu rosto era horrendo como ele movimentos da Julianna seguidos de
apartamento at elevador, de elevador at o Quarto de Jardim fora do salo de entrada principal, e de l
fora de em direo  piscina.
         As fora de mquinas fotogrficas mantidas suas  vista como ela aumentou seu passo para uma
corrida leve, foi embora o charco sobre um caminho de jardim. E desapareceu fora do alcance.
         "Minhas desculpas, Tenente Dallas. Eu devia ter antecipado."
         "Bem, algum antecipada ou ela no teria arremessado, saindo a maior parte de suas coisas para
trs."


                                                                                                        223
      "Eu falei com voc," Vincenti disse novamente. "Com Capitano Giamanno, com Signore Bartelli.
E ningum mais."
      Como ela dobrou seus braos, como se prepararam para a batalha como Eve, a porta aberta. Uma
mulher jovem deslizada em com uma bandeja de caf e bolos do caf da manh pequenos.
      "Segure isto." A Eve agarrou seu brao e teve a bandeja chacoalhando. "Voc tomou minha
transmisso inicial."
      "Isto  meu assistente, Elena, que se referiu voc a mim."
      "Sim, eu lembro." E olhe se para seu rosto disse Eve a maior parte da histria. "Voc sabe a
penalidade para obstruir a justia, Elena?"
      "MI scusi? Eu no entendo."
      "Voc fala multa justa inglesa. Se sente."
      "Tenente, eu no terei voc browbeating meu pessoal. Elena teria dificilmente ajudado um
criminoso. Ela  ..." Vincenti diminuiu. Ela, tambm, viu a histria em rosto do seu assistente.
      "Maledizione!" De que um juramento, ela lanou em uma srie furiosa de Italiano como Elena
afundou em uma cadeira e comeou a chorar.
      A cabea de segurana juntou-se em, ento o policial italiano, at orelhas da Eve estavam tocando.
As mos estavam voando, lgrimas estavam caindo. Ela abriu sua boca para gritar eles, considerados
arranhados uns fluxos do par no teto, quando Roarke fechar todo mundo.
      "Basta!" Sua voz tocou com comando, e teve Eve boquiaberta nele como ele, tambm, lanado em
Italiano.
      "Desculpe-me." Com esforo bvio, Vincenti composto se. "Por favor desculpe minha exploso,
Tenente Dallas. Elena, voc dir o tenente, em Ingls, o que voc fez."
      "Ela disse, a signora disse que ela precisou de minha ajuda." Lgrimas estateladas em seu
apertadas mos. "Seu marido, ele a bate. Ele  um homem terrvel, terrvel de grande poder nos Estados
Unidos. Ela disse a mim este, em confiana. Signorina Vincenti--" .
      "Uh!"
      Sua cabea imergiu mais baixo. "Ela veio aqui para escapar, achar alguma paz, mas ela soube que
ele tentaria a achar e a trazer de volta. Ele enviaria, ela disse a mim, uma mulher de polcia da Cidade de
Nova York. A polcia neste lugar so corruptas e fazem qualquer que ele disse."
      "Isto  isso?" A Eve disse, muito quietamente. Quietamente suficiente Roarke deitou mo de um
conter em seu ombro.
      "Ela diz isto, signora." Elena pleiteou. "Eu acredito a em. Eu me sinto grande piedade para ela. Ela
 to amvel para mim. Ela diz que eu sou como a pequena irm ela amou que morreu quando s uma
criana. E ela parece to triste e valente."
      Oh sim, Eve pensou em desgosto, ela teve seu nmero do primeiro olhar.


                                                                                                       224
     "Ela pergunta s aquele se esta mulher de polcia Dallas--se voc--contatar a vila para inquirir, eu
digo a ela desta." Elena piscou fora mais lgrimas. "Eu dou seu tempo para cair fora antes de voc vir
para tomar suas costas para este homem muito ruim. Ela no me pede para mentir, s para dar sua esta
chance pequena. Ento quando voc falar com Signorina Vincenti, eu toco apartamento da senhora e
digo a ela que ela deve ir embora muito rpido. Eu no acredito em que ela seja o que voc diz a mim at
muito tarde. Eu acredito a em. Eu serei preso?" Lgrimas frescas esporeadas. "Eu irei para a priso?"
     "Jesus Cristo." A Eve teve que se virar. A criana era lamentvel, e apenas do tipo de marca
crdula Julianna usou mais habilmente. "Consiga ela, envie sua casa. Eu sou feito com ela."
     "Ela pode ser carregada --"
     "O que  o ponto?" A Eve interrompeu Giamanno, esfregou ele com um olhar fixo frgil. "Ela 
um crdulo. Batendo ela atrs de barras no conserta qualquer deste."
     "Seu emprego ser terminado." Vincenti despejou caf quando Elena correu em pranto do quarto.
     "Isto no  minha rea," Eve respondeu.
     "Eu acredito em que ela seja aprendida uma lio valiosa. Eu preferiria que voc a manteve em,
Signorina. Em uma capacidade probatria." Roarke aceitou a primeira xcara de caf. "Os empregados
que aprendem lies duras e valiosas cedo freqentemente ficam excepcional em seu trabalho."
     "Como voc deseja, senhor. Tenente Dallas, eu no posso esperar me desculpar suficientemente
para o ..."--ela pareceu juntar todo seu desgosto em uma palavra--"... estupidez de meu assistente e o
que isso custou voc. Ela  jovem e ingnua, mas isto no a desculpa, nem faz isto com licena. Eu tomo
responsabilidade cheia para o fracasso fazer tudo que era necessrio para ajudar voc neste assunto.
Elena estava debaixo de minha carga, ento ..."
     Composta novamente, ela girou para Roarke. "Eu lego tenra minha resignao imediatamente. Se
voc desejar isto, eu ficarei em treinar uma substituio."
     "Sua resignao  nem desejou nem autorizado, Signorina Vincenti, e no ser aceito. Eu confio
voc para lidar com qualquer ao disciplinara relativo a seu assistente."
     "Antigo assistente," Vincenti disse friamente. "Ela agora ser r-atribuda para uma posio menos
onde ela no ter nenhum contato com convidados."
     "Ah, bem. Como eu disse, eu deixo isto em suas mos completamente capazes." Ele tomou aqueles
mos seu, falou com ela quietamente em Italiano, e fez seu sorriso novamente.
     "Voc  muito tipo. Tenente, se existe qualquer coisa que pode ser feito, voc tem s para
perguntar."
     "Ela no saiu do pas, ento eu precisarei verificar em servios de transporte. Ela foi, mas ns
pegaremos com procedimento e faremos o que ns podemos localizar seus movimentos. Se eu posso
usar seu escritrio."
     "Desde que voc gosta."
     "Eu desci para duro em voc."

                                                                                                        225
      "Sim, voc fez."
      "Desculpe." Ela ofereceu uma mo. "E isso era realmente bom traseiro-que chuta com o assistente.
Eu admiro isto."
      "Obrigado." Vincenti aceitou a mo. "Acredite em mim, eu ainda no terminei aquela tarefa
particular."
      ***
      Ela examinou cuidadosamente a fronteira sua, usando um servio de carro privado ela organizou,
provavelmente em seu bolso-vnculo. O carro a escolheu no fim da pista sombria que levada a vila
Gates. Ela tem vestido um azul sundress, uma ela provavelmente estaria vestindo debaixo da bata longa,
branca.
      De l ficou mais delineado. Companhias de lanadeira pblica e privada, aeroportos, e transporte
de cho estava sendo estudado para quaisquer passageiros encontrando sua descrio.
      "Ela  provavelmente j atrs em Nova York." Arreada para partida, Eve fecha seus olhos como
lanadeira privada do Roarke comeou a seu txi.
      "Eu imagino isso."
      "Se ande para trs. Depois dela recuperar-se sendo urinada em ter seu pequeno feriado
interrompido, ela se vai sentir realmente boa sobre isto. Ela tomou outra batalha, montando fora de
inclume enquanto eu como seu p."
      "Voc era direito sobre ela, o que ela faria. O que ela precisaria. O que ela teve aqui, Tenente, era
sorte empinada. Para no descontar o valor de sorte, mas eu apostarei no lado de crebros e friccionarei
qualquer dia da semana."
      "Eu no me importaria um pouco daquela sorte para ir com eles. Eu estou indo para zona fora
durante algum tempo aqui."
      "Isto  bom." Ele bateu o lanar na mesa na frente dele e trouxe o centro de dados em posio.
      "Como venho para que eu no soube que voc podia falar Italiano?"
      "Hmm? Eu no fao, pelo menos no fluentemente. Suficiente para lidar com negcios e relaes
de empregado bsico. E, claro, eu tenho um conhecimento de trabalho de ainda mais obscenidades
coloridas e sexuais vm para-ons."
      Ela podia ouvir o lnguido clicar dele trabalhando o computador manualmente. "Tudo em Italiano
soa como um sexual aparece ou obscenidade colorida. Diga algo."
      "Silenzio."
      "Nuh-uh, eu posso figurar aquele. Diga algo no sexual aparece diviso."
      Ele olhou de relance acima de. Seus olhos estiveram ainda fechados, mas seus lbios era curvados
para cima. Aparentemente ela ficou sem seu louco, ele pensou, e estava pronto para recarregar. De uma
forma ou de outra.


                                                                                                       226
     Ele fecha o computador, apertou a alavanca para ter o balano de mesa longe. Fim inclinado, ele
sussurrou uma sedosa srie de Italiano em sua orelha, enquanto seus dedos vagaram possessivamente em
cima sua coxa.
     "Sim, aqueles sons bastante quente." Ela abriu um olho. "O que ele quer dizer?"
     "Eu acredito em que isto perde algo na traduo. Por que eu no demonstro?"


     CAPTULO 21
     Julianna tempesteou em seu townhouse, levantada ela viagem ensaca de lado. As horas na corrida
no gelaram sua raiva, mas ao invs teve engarrafada ele em cima debaixo da cortia rgida de controle.
Agora que ela voltava, s, despercebida, aquela cortia estalada.
     Ela agarrou a primeira coisa em alcance, um vaso alto de porcelana de osso ingls delicado, lanou
isto e seu contedo de rosas brancas contra a parede. O impacto ecoado na casa vazia e a deixa em uma
agitao de temperamento e destruio. Ela rebateu luminrias para o cho, lanou um ovo de cristal
grande em um espelho antigo, pisou as rosas j contundido em p.
     Ela upended cadeiras, mesas, derramando precioso cermicas sobre tapete e madeira at que seu
vestbulo e rea vivos se assemelharam a uma zona de guerra.
     Ento ela deitou-se no cho se no sof e, batendo seus punhos sobre os travesseiros, lamentados
como um beb.
     Ela quis aqueles poucos dias adorveis na vila. Ela precisou disto. Ela estava cansada, cansada,
cansada de consertar sua prprio cabelo, de ficar sem as necessidades simples de limpezas faciais e
manicuras.
     E aquela cadela arruinou isso tudo.
     Ela teve que deixar um vestido novssimo e sapatos para trs, como tambm vrios outros
equipamentos adorveis. E ela faltou seu mergulho de alga e manta de lama.
     Bem, existiria o pagamento feito.
     Cheirando, ela rolou sobre ela atrs. Se aquela pequena crtica italiana em reservas no foi bem
sucedida, ela poderia ter se achado arrastado fora da cama pela polcia. Exasperante. Humilhante.
     Mas isso no aconteceu. Para calma se, Julianna respirou profundamente e quietamente que ela se
ensinou na priso. No aconteceu porque ela estava sempre preparada, sempre adiante. E ele tinha sido
Eve Dallas que perdeu esta batalha, como ela perdeu os outros neste recentemente sacudiram guerra.
     Isso era suficiente conforto para dar a Julianna um elevador leve. Imagine, fazendo correr a
distncia toda para a Itlia s para achar um apartamento vazio. E aquela inteligente pequena mensagem.
Sim, isso tinha sido um toque elegante.
     Em todo caso, ela voltou para Nova York trabalhar especificamente para cova se contra Eve
Dallas. Ento era tolo para se tornar to chateado e exausto quando a mulher provou que se fosse um
inimigo qualificado.

                                                                                                     227
     To qualificada, Julianna meditou, que poderia ser melhor para atrs fora de um pouco. Pelo
menos temporariamente. Esta ltima escaramua a enervou. E ainda...
     Era todos to excitante. Ela faltou esta pressa de sangue, esta espiga de adrenalina quando ela tiver
estado do lado de dentro. O nico caminho para trazer isso tudo para definhar era para terminar o que ela
planejou fazer.
     Destrua Eve Dallas, de uma vez por todas.
     Que caminho melhor para aquele que matando o homem que ela era fraca suficiente para amar?
Com a gratificao adicionada de afundar em histria como a mulher que assassinou o Roarke
invulnervel.
     Era realmente todos to perfeito. Julianna ergueu suas mos, girou eles, e fizeram beicinho um
pouco quando ela notou que ela tem lascado uma unha.
     ***
     A Eve faltou, unpainted unhas acima do salto de sapato de um sapato da noite preta. "A polcia
italiana era persuadida para virar todos os artigos pessoais de apartamento do Dunne. Este sapato  novo.
Existe apenas quaisquer marcas na sola.  italiano, mas com Americano tamanho. Minha autoridade de
sapato..."--Ela olhou de relance em direo a Roarke como ela informou seu time--"diz a mim este
significo que ela mais provvel comprou isto aqui em Nova York antes de partir para a Itlia."
     Ela lanou o sapato para McNab. "Corra isto, veja se voc pode descobrir onde ela comprou isto,
para que vale a pena." '
     "Ela pegou pequenos ps."
     "Sim, ela  um assassino de homem delicado real. Como voc est ciente, ns enfocamos agora no
evento a chegar na Regncia. Feeney, voc est em carga de vigilncia de eletrnica, segurana, e assim
por diante. Ns temos o chefe  ir pr tantos homens este  medida que ns precisamos. Faa. Voc ter
que manter para fundo como o assunto conhece voc. Ela vai pensar duas vezes se ela aparecer e ver um
policial conhecido em um pouco de snazzy caridade negcio."
     "Eles normalmente tm boa comida naquelas coisas."
     "Voc ser alimentado. Peabody, existe uma probabilidade forte que ela reconheceria voc. Ela
pesquisas e teriam estudado meu ajudante. Voc permanecer no em Controle de local."
     "Consiga seu prprio prato," Feeney disse a ela.
     "McNab, ns podemos arriscar voc. Voc lega almofadinha voc mesmo em cima
apropriadamente e trabalha o salo de baile."
     "Eh, frgido."
     "Se ela usar esta oportunidade para tentar um golpe no objetivo,  mais provvel que ela far isto
como servidor ou pessoal. Mais fceis misturar, ir desadvertido, entrar feche suficiente para fazer o
trabalho. Ela saber o objetivo muito bem."
     "O objetivo tem um nome."

                                                                                                      228
     Ela encontrou olhos do Roarke. "Ns sabemos seu nome. Ento faa ela. Ela saber que voc tenha
segurana superior e instintos superiores. Ela saber que voc ser cauteloso. Mas ela tambm acreditar
que voc seja desavisado que voc  um objetivo, que voc se sentir razoavelmente confortvel neste
tipo de evento, em sua facilidade com a conversa ftil e o entrosar."
     E ele iria, ela pensou, enquanto seus nervos seriam ambolados em cima em arames escorregadios.
"Ela no sabe, ou no pode estar certa, se eu tiver copped para que ela partir voc. Seus outros objetivos
de Nova York todos tm sido semelhantes a suas escolhas prvias. Voc no ajusta padro. Ela
considerar aquelas de suas vantagens. O golpe tomar forma em um bebida ou possivelmente um pouco
de comida de dedo. Isso significa que voc come e no bebe nada. Nada qualquer."
     "Promete ser uma noite muito longa. Eu tenho uma estipulao aqui, se voc no se importar,
Tenente."
     "O que?"
     "A possibilidade permanecer que voc  seu objetivo, ou que ela espera tomar um dois-para-um
conosco." Ele inclinou sua cabea como ele viu este aconteceu para ela j. "Ento, voc come ou no
bebe nada sem parar comigo."
     "Certo. A mdia j est levantada o osso sobre a contribuio grande que Roarke est apresentando
para Louise Dimatto que noite. Isto est uma porta aberta para ela, e ela ir por isto." A Eve pensou
longo e duro sobre isto. "Ela ir. Eu belisquei em seus calcanhares na Itlia esta manh, ponha as
derrapagens em seu bom pequeno feriado. Ela no se importa ser cruzada. Ela ser irritada, mas ela
tambm ser determinada. Ento seja eu. Muito  que eu irritei e determinado para estrondo que porta
fecha nela."
     Ela pausou, leia os rostos no quarto para ver se eles entendessem que sua querendo dizer. Julianna
Dunne era sua. "Feeney, eu quererei que sua entrada em selecionar o que permanece do time de
operao. Ns examinaremos cuidadosamente aquele uma vez que ns fizemos um passeio por em local.
Ns nos encontraremos escritrio de segurana l, principal, em trinta. Perguntas?"
     "No agora." Feeney chegou a seus ps. "Imagine existir bastante quando ns comearmos o
passeio-."
     "Ento vamos salvar isto. Peabody, voc  com Feeney e McNab. Eu transportarei o civil."
     "E o civil tem um nome tambm." Ligeiramente se cansou, Roarke chegou a seus ps. "Se voc
tiver um momento ou dois, Tenente, os Peabodys gostaria de dizer adeus antes deles partir."
     "Certo. Em trinta," ela disse para seu time como ela saiu com Roarke.
     "Voc est tentando despersonalizar este referindo a mim como um objeto." Ele pausou no topo
dos degraus, tomou seu brao. "Eu no aprecio isto."
     "Isto  muito ruim. Quando isto  feito e ela est em gelo, eu direi seu nome quinhentas vezes
como castigo." Ela podia ver seu temperamento mexer. "D-me uma folga neste, pelo amor de Deus.
D-me um fudida folga. Eu sou manipulao que este o nico modo que eu sei como."

                                                                                                      229
     "Compreendido. Mas voc poderia entender que seja ns dois fazendo a manipulao. E eu no
serei encaminhado para uma coisa, Eve, nem mesmo para voc." Ele tomou sua mo firmemente em seu.
"Voc teve um ano para aprender como ele trabalhos."
     Um ano? Ela pensou como eles caminharam abaixo. At onde ela podia dizer a ela no
compreender todos os ngulos de casamento em cem anos.
     O Peabodys estava na sala de estar dianteira, aconchecados junto em um dos sofs e rindo. Sam
chegou a seus ps a Eve minuciosa andada no quarto.
     "Voc est a. Ns tnhamos medo que voc no teria tempo para dizer adeus, e d a ns a chance
de dizer o quo contentes ns somos que ns podamos chegar a saber voc deste modo. Voc dois."
     "Tem sido um prazer tendo voc aqui." Roarke resistiu uma mo. "E o tempo de gastos com
famlia da Delia. Eu espero que voc voltar, e sabe que voc seja bem-vindo aqui sempre que voc faz."
     "Ns esperaremos ansiosamente isto." Phoebe  olhar descansado em Eve, longa suficiente, funda
suficiente para causar o agitar. "E voc, Eve? Ns seremos bem-vindos?"
     "Certo. Um, sempre aberta da porta."
     Phoebe riu, ento varrido adiante para pegar rosto da Eve em suas mos e beijo ambas suas
bochechas. "Ainda no sabe quase o que fazermos de ns, no ?"
     "Eu no sei muitas sobre razes, mas eu reconheo quando algum pegou bom. Peabody faz."
     O humor mudado do Phoebe confundir encanto. "Por que, obrigado. Isto  um presente adorvel
para levar conosco. Ser cuidadoso, to cuidadoso quanto voc pode administrar," ela adicionou e andou
de volta. "Ns pensaremos de voc freqentemente."
     "Isso estava bem feito," Roarke disse quando ele e Eve estavam do lado de fora.
     "Eu no sou uma completa retardada." Ela arrancou abre a porta lateral do motorista de seu
veculo, ento se pegou. Acalmou se e o estudou quando ele estava a estudando acima do telhado. "Que
tal se eu s chamar voc o Civil Roarke? Sabe, como um ttulo."
     "Talvez se voc esmurrasse isto em cima s um pouco. Como no Incrvel e Todo-Poderoso Civil
Roarke. Tem um anel."
     Ela alcanou acima do telhado para tomar sua mo. "Eu pensarei sobre isto."
     ***
     Ela comeu, bebeu, dormiu, ela respirou a operao. Ela podia ter desenhado uma fotocpia azul
detalhada do Hotel de Regncia Principal em seu sono. Ela falou com todas as pessoas chave do Roarke.
Ou grelhou eles como peixe, como ele ps isto durante uma de suas vrias discordncias aquecidas em
procedimento operacional.
     Ela tambm correu cheques de fundo completo e fundos neles, e entretanto ela foi molificada e
impressionou por s como cuidadosamente Roarke escolheu suas pessoas de segurana superior, ela no
achou isto sbio para mencionar isto para ele.


                                                                                                   230
      Ela dormiu mal, freqentemente despertando no meio da noite com o sentimento doente ela
negligenciou um detalhe chave. O detalhe nico que perderia Julianna.
      Ela era mal-humorada, bravo, e continuamente bombeada em cafena.
      Ela veio perto do ponto onde estava difcil para ela gastar cinco minutos em um quarto com ela
mesma, mas ela manteve direito em empurrar.
      A noite antes da operao, ela permaneceu em seu escritrio, estudando a imagem do salo de
baile na tela uma vez mais enquanto o gato ribboned afetuosamente entre suas pernas. Calculando os
ngulos que ela j calcularia, ela organizou, reorganizou os movimentos propostos dos homens que
foram atribudos para o cho.
      Quando a tela foi em branco, ela achou que ela finalmente sopraria seus olhos.
      "Isto  suficiente." Roarke aumentou atrs dela. "Voc podia construir uma rplica sangrenta do
hotel com suas mos nuas at agora."
      "Existe sempre um caminho para deslizar por uma brecha, e ela  bom nisto. Eu quero outro passar
nisto."
      "No. No," ele repetiu como ele massageou seus ombros. " hora de ns dois pormos de lado isto
at amanh. Tome um passar em um ao outro." Ele aninhou seu pescoo. "Aniversrio feliz."
      "Eu no esqueci." Ela disse isto depressa, culpavelmente. "Eu acabei de pensar talvez que ns
podamos... Eu no sei, salva isto para depois de amanh. At atrs de claro de tudo." Ela suavemente
amaldioou. "E quando o inferno for tudo realmente claro, de forma que  estpido. Mas eu no
esqueci."
      "Isto  bom, como nem fez eu. Ah. Venha junto ento, eu tenho algo para mostrar a voc."
      "Eu sou tipo de surpreendi que voc esteja conversando comigo. Eu no tenho sido um pacote de
alegria para ser em torno do ltimo par de dias."
      "Bem, voc  tal mestre de indicao incompleta."
      Ela andou no elevador com ele. "Sim, certo, mas voc no tem sido Sr. Liso voc mesmo,
camarada."
      "Indubitavelmente verdade. Eu no gosto de ningum interrogatrio ou contra-ordenando minhas
ordens e acordos mais que voc. Vamos ter uma trgua, devemos ns?"
      "Eu acho que eu podia usar um. Onde ns estamos indo aqui?"
      "Atrs," ele disse, e quando as portas abriram a levadas fora.
      O holo-quarto era um espao limpo grande de negro refletido. Quando o elevador fechado atrs
deles, ele a desenhou em seu centro. "Comece designado programa, colocaes duais."
      E o negro vislumbrou, oscilada com cor e formou. Ela sentiu a mudana no ar--um calor suave e
fragrante que teve a sugesto de lnguido de chuva. Ela ouviu que chove tamborila suavemente contra as
janelas to formadas, no cho de uma sacada onde as portas eram abertas s bem-vindas isto.
      E na frente dela, a beleza suntuosa derramou ao redor ela e formou-se.

                                                                                                  231
     " o lugar em Paris," ela murmurou. "Onde ns gastamos nossa noite de npcias. Estava
chovendo." Ela andou para as portas abertas, segura sua mo fora, e sentiu o beijo molhado sua palma.
"Vaporoso com o vero, mas eu quis as portas abertas. Eu quis ouvir a chuva. Eu estive aqui, s aqui, e
eu... Eu era to apaixonado por voc."
     Sua voz agitou como ela voltou, olhou para ele. "Eu no soube que eu podia estar aqui um ano
mais tarde e amava voc mais." Ela esfregou dorso de suas mos em suas bochechas midas. "Voc
soube que este conseguiria me para todo malfeito."
     "Voc esteve l, s l." Ele caminhou para ela. "E eu pensei, Ela  tudo que eu quero. Tudo existe.
E agora, um ano mais tarde, voc  de alguma maneira at mais que isto."
     Ela saltou em seu abrao, fechando seus braos ao redor seu pescoo, fazendo eles ambos os risada
como ele era forados a levar dois passos subdesenvolvidos para manter equilbrio.
     "Devia ter estado pronto," ele riu contra seus lbios. "Eu acredito em que voc fez isto um ano
atrs tambm."
     "Sim, e eu fiz isto." Ela rasgou sua boca de sua afundar seus dentes ligeiramente em sua garganta.
"Ento eu sou bonito certo que ns comeamos a rasgarmos um ao outro  roupas fora da caminho do
quarto."
     "Ento no interesse de tradio." Ele conseguiu dois punhados da parte de trs de sua camisa,
arrancada dura em direo oposta e rasgou o tecido.
     Ela seguiu sua pela frente, arrastando at botes voaram, at que ela teve suas mos em carne.
"Ento ns--" '
     "Est todos voltando para mim." Ele girou, tonificantes suas costas contra uma parede, extasiando
sua boca enquanto ele rasgou em sua cala comprida.
     "Botas." Sua respirao pega, suas mos mantidas ocupadas. "Eu no estava vestindo botas."
     "Ns legamos anncio-lib."
     Ela lutou para dedo do p eles fora de como suas roupas, pedaos deles, pendurados aqui e l
como trapos.
     Ela parou de ouvir a chuva. O som era muito sutil para competir com o bater de seu sangue. Suas
mos eram speras, exigindo, apressando acima dela em uma espcie de feral possesso at que ela
podia tudo menos sentem sua pele gritando.
     Ele a dirigiu para definhar onde eles permaneceram, um cume ofuscante brutal que gelatinosos
seus joelhos. Sua boca estava em sua, deglutindo seus gritos como se ele podia alimentar neles.
     Lavada no calor, ela caiu contra ele. E o arrastou para o cho.
     Eles foram selvagens juntos, rolando acima do padro floral delicado do tapete, chicoteando todas
as necessidades para doer ento empurrando para mais.
     No existia nada mais. Nada para ele agora alm dela. O modo sua pele pulou mido como paixes
governadas ela. O modo seu corpo erguido, se estorceu, escorregou. O gosto de sua cheia sua boca,

                                                                                                    232
bombeou em seu sangue como alguma droga violenta que prometeu que a extremidade da navalha de
loucura.
     Ele savaged seus peitos enquanto seu corao galopado debaixo de seus lbios faminto. Minha, ele
pensou agora como ele teve ento. Minha.
     Ele a arrancou para seus joelhos, sua respirao to rota quanto suas roupas. Seus msculos,
inquiridos pular, estremeceram para ela.
     Ela enrolou as mos em seu cabelo. "Mais," ela disse, e o arrastou de volta contra ela.
     Ela o atacou, buscando saquear. Seu corpo era um pntano de dores e glria, muito danificada por
dor de sensaes para separado de prazer. Chocaram-se violentamente juntos, eles equipararam cobia.
     Ela se deleitou nele, no corpo duro, disciplinado, na boca do poeta, os ombros do guerreiro. Suas
mos listradas acima dele. Meu, ela pensou agora como ela teve ento. Meu.
     Ele rolou, penetrando ela. Ele empurrou seus quadris altos e dirigiu dentro, duro. Duro e fundo. E
segurou l, enterrada nela, enquanto ela veio.
     "Existe mais." Seus pulmes gritados, e o prazer escuro tudo menos o cegaram como ela agarrou
ao redor ele. "Ns dois teremos mais."
     Ela levantou para ele, embrulhado ao redor ele, comparao ele punhalada para punhalada
desesperada. Quando a necessidade lanceada por ele, por corao, por cabea, por regio lombar, ele deu
ele mesmo para isto, e para ela.
     Ele descansou sua cabea entre seus peitos. Os mais perfeitos travesseiros para um homem, em sua
opinio atual. Seu corao estava ainda trovejando, ou talvez era dela. Ele sentiu uma sede furiosa e
esperou que ele acharia a energia para extinguir isto no prximo ano ou dois.
     "Eu lembrei de qualquer outra coisa," ela disse a ele.
     "Hmm."
     "Ns no fizemos isto para a cama a primeira vez que ento qualquer um."
     "Eventualmente ns fizemos. Mas eu penso que eu tive voc na mesa de jantar primeiro."
     "Eu tive voc na mesa de jantar. Ento voc me teve na tina."
     "Eu acredito em que voc seja direito sobre isto. Ento ns conseguimos achar a cama, onde ns
prosseguimos ter um ao outro. Ns tivemos um pouco de jantar e algum champanha antes da mesa ser
muito apressadamente passada sem tocar."
     "Eu podia comer." Ela penteou seus dedos preguiosamente por seu cabelo. "Mas talvez ns
podemos comer aqui mesmo no cho assim ns no temos que mover muito. Eu penso que minhas
pernas so paralisadas."
     Ele riu, aninhou, ento erguida sua cabea. "Tem sido uma multa e ano notvel. Vindo ento, eu
ajudarei voc."
     "Ns podemos conseguir comida aqui?"


                                                                                                   233
     "Absolutamente.  todos organizado." Ele chegou a seus ps, arrastada ela para sua. "D-me um
minuto."
     "Roarke? Isto  um presente realmente bom."
     Ele sorriu nela, ento foi para a parede e digitou em algo em um painel. " a noite  Jovem ainda."
     Um andride que pareceu notavelmente francs que tem rodas um carro em como o elevador
aberto. Instintivamente Eve lanou um brao acima de seus peitos, a outra abaixo de sua cintura. E fez
Roarke rir.
     "Voc tem a sensao mais estranha de modstia. Eu irei buscar voc uma bata."
     "Eu nunca vejo andrides ao redor aqui."
     "Eu assumi que voc iria objetivar para Summerset trazendo para dentro o jantar. Aqui voc ."
     Ele a deu uma bata. Ou ela sups que voc podia chamar isto uma bata--se voc no definisse um
como realmente cobrindo qualquer coisa. Isto era longo e preto e completamente transparente. Seu
sorriso relampejou quando ela carranca nisto.
     " meu aniversrio, tambm, sabe." Ele encolheu os ombros em uma bata de sua prpria, uma, ela
notou, isso no era to insuficiente nas camadas.
     Ele despejou o champanha o andride abriu, ento oferecida ela um vidro. "Para o primeiro ano, e
tudo que segue." Ele tocou em seu vidro para sua.
     Ele despediu o andride, e ela viu que ele no faltou um detalhe com a comida, qualquer um.
Existia a lagosta suculenta mesma, o tenro medallions de carne de boi no molho delicado, as colinas
brilhantes mesmas de caviar eles compartilhado em sua noite do casamento.
     A luz de vela vislumbrou e a msica da chuva era juntava-se por algo que subidas rapidamente
com cordas e flautas.
     "Eu realmente no esqueci."
     "Eu sei."
     "Eu sinto muito que eu tentei empurrar isto de lado. Roarke." Ela alcanou acima de, fechada ela
dar seu. "Eu quero que voc saiba que eu no mudaria nada, no uma coisa que  acontecida desde a
primeira vez que eu vi voc. No importa com que freqncia voc me irritou."
     Ele agitou sua cabea. "Voc  a mulher mais fascinante que eu j conheci."
     "Saia."
     Quando ela riu, comeou a puxar de volta, ele apertou seu aperto em sua mo. "Valente, brilhante,
irritante, engraada, exasperante, dirigido. Cheias de complicaes e compaixo. Sensual,
surpreendentemente doce, signifique como uma serpente. Cativantemente carente em autoconscincia, e
teimosa como uma mula. Eu adoro todo parte integrante de voc, Eve. Tudo que voc  ser uma
enlouquecedora alegria para mim."
     "Voc est s dizendo aquele porque voc quer ser deitado novamente."


                                                                                                      234
         "Esperana pula. Eu tenho algo para voc." Ele alcanou no bolso da bata e tirou duas caixas de
prata.
         "Dois?" Choque mudo coberto seu rosto. "Existe suposto ser dois presentes para esta coisa?
Condene isto, casamento devia vir com um disco de instruo."
         "Relaxe." Sim, uma enlouquecedora alegria. "Existem dois aqui porque eu vejo uma espcie de
conexo entre eles."
         Ela carranca acima disto. "Ento, realmente seja como um? Isto  certo ento."
         "Eu sou aliviado para ouvir isto. Tenha este aqui primeiro."
         Ela tomou a caixa que ele ofereceu, ergueu a tampa. Os brincos faiscados nela, nacos fundos e
ricos multicores de pedras preciosos em prata martelada.
         "Eu sei que voc no seja muitas em bugigangas, e voc sente eu amontoando eles em voc." Ele
levantou seu vinho como ela estudou eles. "Mas estes so um pouco diferentes, e eu penso que voc
apreciar por que."
         "Eles so grandes." Ela ergueu um, e porque ela aprendeu suficiente para saber que iria por favor
ele, comeou a apalpar isto em sua orelha. "Tipo de pago."
         "Eles adaptam voc. Eu pensei que eles iria. Aqui, deixe-me fazer isto." Ele levantou, veio a si
para a mesa para firmar os brincos ele mesmo. "Mas eu penso que sua histria apelar para voc mais.
Eles uma vez pertenceram a Grainne Ni Mhaille-- que  o nome adequado para ela em irlands. Ela era
um comandante, cabea de sua tribo em um tempo quando tais coisas no eram ouvidas falar de--ou
admitiam para. Ela est s vezes chamada a Rainha do Mar, como ela era uma grande navegao
capitaneia. Ento ..."
         Ele se sentou novamente, apreciando o modo que os brincos cintilados em sua esposa. Sua voz
caiu em um ritmo contador, ento fluido, to irlands, ela duvidou que ele ouviu isto. Mas ela fez.
         "Chefe tribal, guerreiro, rainha, o que tem voc. Ela viveu durante o Sculo XVI. Uma idade
violenta, em um pas que  vista mais que sua parte de feira de violncia. E sabido para sua coragem era
Grainne. Em sua vida ela teve triunfo e tragdia, mas ela nunca hesitou. Na ilha do oeste onde ela era
nutrida, o castelo ela construiu ainda insiste no precipcio--estrategicamente. E l, no mar, ou  um dos
vrios lugares seguros ela adquiriu, ela segurou sua prprio contra todo recm-chegados. Ela suportou
suas convices. Ela defendeu suas pessoas."
         "Ela chutou traseiros," Eve disse.
         "Aye." Ele sorriu abertamente nisto. "Que ela fez. E ento faa voc, ento eu penso que iria por
favor ela para voc ter eles."
         "Me agrada."
         "E aqui seja a segunda parte."
         Ela tomou a outra caixa de prata. Dentro disto era uma prata medalho, uma oval com a figura de
um homem esculpido nisto.

                                                                                                      235
     "Quem  este sujeito?"
     "Isto  St. Jude, e ele  o santo protetor da polcia."
     "Voc est brincando? Polis tem seu prprio santo?"
     "Eles tm Jude, que tambm acontece ser o santo protetor de causas perdidas."
     Ela riu como ela segurou isto at a luz. "A coberta todo seu funda, no ?"
     "Eu gosto de achar, sim."
     "Ento o que ns temos aqui estamos como ... talisms. Bons pedaos de sorte." Ela drapejou St.
Jude acima de sua cabea. "Eu gosto da idia. Adicionando sorte para aqueles crebros e friccionar voc
mencionou noutro dia."
     Este tempo ela levantou, rodeou a mesa. Ela curvou at o beijar. "Obrigado. Estas so realmente
boas bugigangas."
     "Voc  bem-vindo. E agora se voc quiser passar sem tocar a mesa..."
     "S espere, s. Voc no  o nico que pode dar um presente. Mas eu tenho que ir pegar isto. Se
sente apertado."
     Ela se apressou fora em tal modo que fez ele perceber que ela esqueceu sobre a transparncia da
bata. Sorrindo abertamente, Roarke despejou mais champanha e esperou, por causa de sade fsica de
todo mundo, ela no chocou-se com Summerset no caminho.
     Desde que ela voltou depressa, e sem rantings, ele decidiu que ela fez a viagem de ida e volta sem
incidente. Ela o deu um pacote coberto com papel de embrulho reciclado.
     Ele identificou isto por formou como um pouco de tipo de pintura ou retrato. Curiosos, como Eve
no era nenhum crtico de arte, ele rasgou o embrulho.
     Era uma pintura, deles dois como eles permaneceram debaixo da rvore florescente onde eles
foram casados. Sua mo estava em sua, seus olhos em um ao outro . Ele podia ver o refletir de novos
anis, novos votos em seu dedo e no dela.
     Ele lembrou do momento, lembrou disto perfeitamente. E os logo aps quando eles se debruaram
em um ao outro e permutaram que primeiro beijo como marido e esposa.
     " maravilhoso."
     "Eu tive isto feito do disco do casamento. Eu acabei de gostar deste momento, ento eu congelei,
impresso e consegui este artista que Mavis conhece. Ele  realmente um artista real e no um dos
sujeitos ela sabe que s faz pintura de corpo. Voc provavelmente podia ter algum melhor, mas--"
     Ela cessou bruscamente quando ele olhou nela, quando ela viu seu flash de emoes cru seu prazer
atordoado. Era ida dura para aturdir o homem com qualquer coisa--inclusive um taco de ao. "Eu acho
que voc goste disto."
     " o presente mais precioso que eu j fui dado. Eu gostei deste momento, tambm. Muito." Ele
levantou, economizar a pintura cuidadosamente. Ento deslizou seus braos ao redor ela e a desenhou


                                                                                                    236
em, esfregou sua bochecha acima dela com o tipo de ternura de primoroso que teve seu corao que
derrama fora de seu trax. "Obrigado."
      "Isto  certo." Ela suspirou contra ele. "Aniversrio feliz. Eu preciso de um minuto para povoar
aqui, talvez mais um bebida. Ento eu passarei sem tocar aquela mesa."
      Ele acariciou um dar seu cabelo. "Isto  um negcio."


      CAPTULO 22
      A Eve poderia no ter dado dois crditos sobre moda, mas ela escolheu seu equipamento
cuidadosamente para a operao. Ela j estava telegrafada, em mais modos que um.
      A energia era bombeando por ela, muito rpida, muito quente. Isto, ela soube, teria que ser gelada
antes dela sair da porta. Feeney j consertou o transmissor para seu trax, e o receptor em sua orelha.
      Estando desnudo em seu quarto, ela se estudou extremamente e podia apenas ver a mudana de
pele afina entre seus peitos onde o microfone descansou.
      No que importaria. O equipamento no era projetado para mostrar a muita pele.
      O qual era uma boa coisa, como algum de estava ainda contundido. No muito ruim, ela pensou
como ela empurrou um dedo no descorar em seu quadril. E ele s doeu um pouco se ela esquecesse se
sentar freqentemente suficiente.
      O rosto? Ela girou sua cabea, meneada sua mandbula. Voc podia dificilmente anncio, e ela
quebraria e bateria em alguns encarecimentos para cobrir o que ainda mostrou.
      Aquele processo a levou mais ou menos dez minutos e causou alguma frustrao nominal com a
tintura de lbio. O material tolo nunca olhou direito nela, ela pensou como ela voltou para o quarto para
vestir.
      Ela escolheu preto. O refletir prata linhas cintilantes pelo terno de pele modificada no a
interessou. O fcil d ao tecido era chave. Sua arma primria aconchegada na pequena dela atrs,
embainhada l por que pareceu com um cinto de prata decorativa. Ela tem etiquetado Leonardo para
aquele pequeno acessrio. Ele foi bem sucedido para rpido e eficazmente. E ela sups elegantemente
mas era duro para provar aquelas coisas por ela.
      Como ela preferiu que o lado a parte de trs desenha, ela praticou por alguns minutos at o
movimento alisado fora e se tornou mais natural.
      Satisfeita, ela atirou um pedao de embreagem em um coldre de tornozelo, deslizou uma faca de
combate pequeno em uma envoltura de tornozelo. Acima desta ela deslizou botas pretas suaves, ento
novamente estudaram os resultados. Faria, ela decidiu, ento entrou em um fundo abaixar e desenhou
ambos os secundrios.
      "Isto  bastante um retrato que voc faz, Tenente." Roarke passeou em, sua camisa
negligentemente desabotoada. Sua vista era afiada suficiente para ver que Feeney terminou de o
telegrafar tambm. "Certo voc tem suficiente hardware l?"

                                                                                                          237
         "Eu no estou acabado." Ela endireitou, levantou um par de restries da cmoda. Ela laou eles
pelo cinto, assegurou eles atrs de seu quadril deixado.
         "Ponha algumas saltos de sapatos aquelas botas, adicione um chicote, e ns realmente teramos
algo." Ele caminhou para um medir circula ao redor ela. "Como , voc est destinado a intimidar o
outro freqenta."
         "Eu consegui to coberto." Ela levantou uma jaqueta no mesmo fluido preto e prata. Vislumbrou
para seus joelhos.
         Angulando sua cabea, Roarke circulou seu dedo. Entretanto ela era aborrecido que ela fez um par
de viradas rpidas. A jaqueta ondulou, dando sugestes provocativas do corpo alisado no terno de pele, e
drapejada completamente acima da polcia engrena nela atrs.
         "Voc definitivamente far," ele decidiu. Ele emplumado seus dedos acima de sua bochecha,
acima das contuses de desvanecimento ela escondeu. "Mas eu desejo que voc no estivesse isso
mesmo preocupado."
         "Eu no estou preocupado." Ela levantou o diamante de lgrima que ele uma vez daria a ela, laou
a cadeia acima de seu pescoo. E adicionou o medalho de St. Jude para isto. "Conseguida minha
proteo. De qualquer maneira, um pouco de cadela segue meu homem, eu vou a levar abaixo. Isto 
isto."
         "Bem, isto  to doce."
         Ela encontrou seu olhar no espelho como ela lutou nos brincos da Rainha do Mar, fez se sorriso
como ele era. "Sim, isto sou eu. S uma pessoa desajeitada sentimental. Voc vai terno em cima, ou
voc est indo casual?"
         "Oh, eu acharei algo apropriado, ento eu no envergonho minha esposa elegante."
         Ela assistiu ele ir para a loja de departamentos pessoal que ele chamou um armrio. "Seu
transmissor  ativado j?"
         "No. Testou, ento coloque ala. Muito rgido do Feeney sobre EDD que espia no quarto."
         "Certo. Olhe que eu sei que voc no esteja entrando vazio. Eu quero que voc deixe qualquer
arma que voc est planejando tomar aqui."
         Ele escolheu um terno de meia-noite preta. "Isto  uma ordem, Tenente?"
         "No fique ranhoso comigo, Roarke. Voc leva uma de sua coleo e por qualquer chance ter que
usar isto, ns temos dificuldade que eu no quero ter que lidar."
         "Eu posso lidar com minha prpria dificuldade."
         "Feche. Deixe sua arma casa. Eu estou dando a voc um meu."
         Ele girou, uma camisa em sua mo. "No voc?"
         "Eu consegui um temporrio levar licena para voc, uma noite somente. Tibble pe isto." Ela
abriu uma gaveta, tirou um pequeno stunner. "No  letal, mas ele emperrar em cima a multa de
circuitos justo, e voc no precisa mais que aquela para proteo pessoal."

                                                                                                     238
      "Esta de uma mulher que atualmente tem mais armas que mos."
      "Eu sou o distintivo, voc no . No faa esta em alguma coisa de ego varonil. Eu sei que voc
possa lidar com voc mesmo, e voc prefere tocar isto aquele modo. Mas isto tem que afundar limpo.
Qualquer screwups e ela usar eles no tribunal para sujeira em cima a tentativa. Voc toma algo sem
autorizao, e voc est pondo uma arma em sua mo."
      Ele abriu sua boca e ela podia ver o aborrecimento, a recusa em seu rosto. Ela agitou sua cabea.
"Por favor, faa este para mim."
      O aborrecimento terminou, um longo silve de respirao. Mas ele resistiu uma mo para o stunner.
"Lutando sujo. Seu modo ento."
      "Obrigado."
      O por favor, o obrigado, em vez de raiva e ordens, disseram a ele que ela era muito mais
preocupada que ela quis que ele conhecesse. "Voc tem coberto todo ngulo, toda contingncia, toda
circunstncia," ele disse a ela.
      "No." Ela abriu a bolsa da noite que ela levou. Seu distintivo, Comunicador substituto, e ainda
outra arma ela no se sentiu obrigada para mencionar que j era do lado de dentro. "Existe sempre
qualquer outra coisa. Ela estar l. Eu sei isto. Meu intestino sabe isto. Ns terminamos isto hoje 
noite."
      ***
      "Tudo limpo. Nenhum sinal de assunto. Comeando prximo varre. E estes pequenos rolinhos de
ovos negcios so ases."
      A voz do Feeney era sino-claro em orelha da Eve, e um alvio bem-vindo para a festa tagarela no
salo de baile. "Copie isto," ela respondeu. Deixando o peso de conversa ftil para Roarke, ela fez sua
prprio varreu.
      Os distintivos ela selecionou movido pela multido, entrosando, fundindo. At McNab, um pouco
de modo conservador vestida de safira azul e amarelo de canrio, no teriam causado um segundo olhar.
Ningum faria eles como Polis, a menos que eles saibam onde olhar.
      Estava sempre nos olhos. Flat, alerto, pronto, at como eles riram de uma piada ou fizeram um, at
como eles mordiscaram em canaps ou sorveram gua mineral.
      Fora das doze cem e trinta e oito pessoas freqentando, vinte que vagaram o salo de baile era
armado e telegrafado. Outras dez cobertas outras reas pblicas como pessoal, e seis equipamento
tripulado em Controle.
      O predinner entrosando poro do evento estava quase em um fechar. Julianna teve ainda para
fazer um movimento.
      "Ns no podemos ter nossos benfeitores mais ilustres de p aqui sem um bebida." Louise deslizou
em cima, ardendo em prata. Ela sinalizou um servidor, levou duas clices de champanha fora de sua


                                                                                                    239
bandeja, e deu eles para Eve e Roarke. "Voc j recebeu seu oficial de agradecimento para sua doao,
mas eu gostaria de adicionar um pessoal."
     "O prazer  todo nosso." Roarke curvou at beijar sua bochecha. "Voc parece atordoante, como
sempre. Oi, Charles,  bom para ver voc."
     "Roarke. Tenente, voc parece surpreendente. O soldado sensual." Ele deslizou cintura da brao
proprietria ao redor Louise. "Se eu estiver sempre chamado para guerrear, eu quereria que voc levando
minhas tropas. Ns tnhamos medo que voc no faria isto hoje  noite. Dita da Delia mim o quo
emperrado em cima voc tem sido com esta caa para Julianna Dunne."
     Era um quebra-cabea constante para Eve. Aqui era um homem, um companheiro profissional,
com seu brao em torno da elegante loira ele estava examinar cuidadosamente, conversando sobre a
morena ele saiu por meses, e ningum pareceu misterioso sobre isto.
     Adicione que a morena ele saiu, e o sujeito ela atualmente estava batendo como um martelo em
uma unha, era ambas as audio toda palavra por microfone da Eve, e voc teve algo muito estranhas em
suas mos.
     As relaes estavam confundindo suficiente, ela pensou. Se misture em polcia trabalha e ele arcos
limpam totalmente de rbita.
     "Eu fao tempo para pagar a minhas dvidas," Eve disse com um olhar em Louise.
     Louise riu. "Eu penso que a milho de contribuio j enxugou aquela lousa limpa."
     "Isto  seu negcio," Eve retornada com um puxo de sua cabea em direo a Roarke. "De
qualquer maneira,  um bom faz como estes dos vai."
     "Elogio estupendo de voc, ento obrigado. Ns vamos manter as falas chatas acima de jantar para
um mnimo, ento anima isto em cima novamente com danar. Mas antes de ns pastorear esta turba
para as mesas, eu preciso roubar seu marido."
     Eve moveu s um pouco mais ntimo para Roarke. "Eu iria como logo o mantenho. Eu me
acostumei a ele."
     "Eu o retornarei, com dificilmente qualquer veste. O prefeito especificamente perguntou a para ter
uma palavra com voc," Louise disse para Roarke. "Eu prometi que eu entregaria."
     "Claro." Roarke economizar seu bebida intacta, leu rapidamente Eve de um passar para baixo
volta. "A poltica deve ser tocada."
     "Voc est dizendo a mim. Charles, voc entreter Dallas por alguns minutos, no ?"
     A Eve teve que lutar o instinto para pegar brao do Roarke e o arrancar de volta. Ele podia lidar
com ele mesmo--ningum melhor. Mas ele tem sido no mais do que um p de seu lado desde que eles
caminharam na Regncia. Ela quis manter isto aquele modo.


     Ela assistiu suas costas como ele moveu atravs do salo de baile com Louise.
     "Eu tenho uma mensagem para voc, Dallas."

                                                                                                   240
     "Huh? Que mensagem?"
     "De Maria Sanchez. Eu sou para dizer a voc que voc  slido, e para um policial, voc  uma
cadela decente bonita." Ele sorveu seu champanha. "Eu assumo aqueles so elogios."
     "Mais para voc que eu, eu diria. As chances so que voc deu seu o melhor conjugal que ela  tido
desde que eles bloqueados sua gaiola, e a melhores ela ter at que abra novamente."
     "Deixe seja s diga aquele se devia j ser necessrio, eu estou certo que eu podia a usar como uma
referncia. Realmente, ela era uma mulher interessante com uma perspectiva muito simples em vida."
     "Qual ?."
     "O fuckers esto todo fora para conseguir voc, ento seria melhor voc conseguir eles primeiro."
     "Algum devia costurar aquele em um travesseiro." Quando ela perdeu de vista Roarke, seu
estmago embreado. "Ah, eu no posso ver bastante Louise. O que isso era cor que ela estava vestindo?"
     "Eu o consegui, Dallas," Feeney disse em sua orelha. "Ele  coberto no excntrico, e Carmichael e
Rosca movidos em."
     "Prata," Charles disse sem pequena surpresa. Ele nunca ouviria Eve expressar qualquer interesse
em roupas. "Ela parece com que ela est vestindo raios lunares."
     "Conseguiu isto ruim, no , Charles?"
     "Um caso terminal. Eu nunca tenho sido mais feliz em minha vida. Voc conhece o que  para
achar algum que aceita voc para que voc , e est disposto a amar voc de qualquer maneira?"
     Ela procurou a multido para Roarke, povoou s um pouco quando ela o achou. "Sim, eu acho que
eu faa."
     "Faz voc uma pessoa melhor. Faz voc ... inteiro. E isto est suficiente filosofando por uma
noite." Ele trocou, bloqueando sua viso de Roarke para um momento. "Aqueles brincos so
absolutamente fabuloso." Ele alcanou tocar um, e teve seu receptor do telefone registrando o clicar de
dedo em metal como um gongo enfadonho. "Antigo?"
     "Sim." Ela r-angulada seu corpo, tentado mirar em Roarke novamente. "Eles pertenceram a um
soldado."
     "Eles so perfeitos para voc. Qualquer coisa errado?" Ele tocou em sua bochecha agora, chamou
sua ateno atrs para seu. "Voc parece um pouco no limite."
     "Gigs gosta deste me fazer sarnento. As pessoas esto comeando a mover em direo s mesas.
Seria melhor ns impedirmos nossas datas."
     "Ns estamos sentando juntos. Ns alcanaremos eles  mesa." Ele tomou seu brao, estava
surpreendido por sentir o tempo de msculos, quase vibre. "Voc realmente  sarnento."
     Com falta de o bater abaixo, ela no iria agitar Charles. E empurrando sua passagem a multido de
moenda no era o caminho para manter um perfil baixo. Mas existia um zumbido em seu sangue que
disse que ela chegasse a Roarke, e chegue l agora.
     "Existe algo que eu preciso dizer a Roarke, mas eu perdi seu local."

                                                                                                    241
     O tom subjacente de urgncia em sua voz teve Charles nitidamente examinando. "Certo, Dallas, o
que est continuando?"
     "Roarke est s trs horas," Feeney disse a ela. "Vinte ps de sua posio. Fechada da multido em,
mas Carmichael e Rosca ainda o tm em vista."
     "Dallas?"
     "No agora," ela silvou em Charles e girou  direita. Era instinto cru que a empurrou adiante.
Nenhuma lgica, nenhuma razo, mas um conhecimento primitivo que seu companheiro era ameaado.
Ela pegou um vislumbre dele pela fasca e cor. De diverso cortesa em seu rosto como ele era
encurralado por uma vara-sociedade borboleta magra. Ela viu Carmichael ser acotovelado de volta por
um tuxedoed par que absorveu um pouco muito livremente durante o hora de coquetel. O aborrecimento
em rosto do Carmichael como ela trapaceou atrs em posio.
     Ela ouviu a orquestra executar com uma melodia brilhante, jazzstica. Ouviu o vibrar de riso, o
tagarela afina como sujeira das pessoas abauladas, a evasiva e clica de ps como mais foi em
movimento.
     Ela viu Louise se virar falar com algum, caminho fcil do e Rosca de quarteiro para Roarke.
     E ela viu Julianna.
     Foi rpido como uma batida do corao, lenta como um sculo.
     Julianna vestiu a jaqueta e cala comprida branca elegante dos servidores. Seu cabelo era um
suave, mel marrom--um bon pequeno, ondulado que era adaptado como um halo ao redor seu rosto.
Aquele rosto era cuidadosamente realado, cuidadosamente composto para indefinvel.
     Ela podia ter passado por um andride, e estava armazenando da mesma maneira que muita
demisso, como ela caminhou facilmente pelos corpos polidos em direo a Roarke.
     Em sua mo ela levou uma clice nica de champanha.
     Ela olha relampejado, do Roarke encontrado. Qualquer que ela viu l deve ter satisfeito ela, para
ela sorrir, apenas da curva mais leve de unpainted lbios.
     "Viso de objetivo." Entretanto Eve claramente falou, existia distncia demais, barulho demais
entre eles para Julianna ter ouvido.
     E ainda ela girou sua cabea e olhou para Eve.
     Eles moveram ao mesmo tempo, Eve adiante, Julianna atrs. A Eve teve a toro pequena de
satisfao de ver surpreendeu rosto da cruz de temperamento Julianna antes dela balanar na parte mais
espessa da multido.
     "Suspeito  vestido como servidor. Marrom e marrom, movendo oeste pelo salo de baile."
     Ela correu adiante  medida que ela falou, esquivando, empurrando, Lanando se pelas pessoas
surpreendidas. O revezamento do Feeney tocou em suas orelhas, tido sua tecedura  direita, batendo
duro em um garom surpreendido. Ela ouviu o impacto atroador de sua bandeja atrs dela.


                                                                                                     242
         Ela pegou outro vislumbre, serra Julianna passa pela clice para um homem mais velho
inconsciente antes dela listrar em cima a curva da escadaria flutuante para o segundo nvel. As pessoas
cadas nela desperta gosta lanou bonecas.
         "Subindo," Eve gritou. "Aproxime-se de posies oito e dez. Agora, agora, agora!"
         Ela correu diretamente no homem que era levantamento justo a clice de champanha para seus
lbios. Espirrou por toda parte seu terno como o vidro voou fora de sua mo e colidida para o cho.
         "Bem, realmente!"
         Ele estava bravo suficiente para fazer um agarrar para seu brao, e conseguiu um duro pisar no
dorso do p. Ele mancaria, Eve pensou como ela saltou em cima os degraus, mas ele viveria.
         "Dentro desta rea, Tenente." Um do dois Polis que fez correr adiante para flanquear Eve
gesticulada em direo a um par de portas duplas. "Ela cortou em. Eu no podia conseguir um fluxo fora
devido a segurana de civil. Ela  sacudida as fechaduras e enjaulada se em. Existe nenhum modo fora a
menos que ela decida saltar dez histrias."
         "Ela ter um modo." Sem vacilao, Eve apontou sua arma na porta e destruiu as fechaduras.
         A exploso veio uma segunda mais tarde. A erupo quente de area esmurrou como um punho e
bateu Eve de volta uns cheios cinco ps. Ela caiu, encabece acima de ps, e sua arma esporeada fora de
sua mo como sabo molhado. Seu receptor do telefone foi morto.
         Fume arrotado fora da sala de espera, sufocando e ofuscante. Ela ouviu o srdido crepitar de
chama, e os gritos ao redor ela, abaixo dela, como as pessoas apressadas em pnico de um gritar.
         Ela slapped sua embreagem prolongar de seu tornozelo coldre. "Oficial abaixo. Oficial abaixo," ela
repetiu, pulando o microfone ainda trabalhou como ela viu um de seu auxlio deitando inconsciente e
hemorragia da cabea. "Ns precisamos de ajuda mdica, o fogo e departamento de explosivos. Eu estou
entrando depois desta cadela."
         Ela abaixou, pulou, e foi pelas portas na fumaa em um pozinho rpido, baixo.
         Julianna saltou em suas costas em uma fria de punhos, dentes, e unhas.
         O sistema de segurana teve gua que esguicha abaixo do teto, fs girando, alarmes gritando. Por
isto, eles lutaram gostam de animais acima do tapete arruinado.
         Para a segunda vez ela perdeu sua arma--ou ento o relatrio leria. A satisfao de sentir seu
arado de punho nu em carne da Julianna era como uma cano.
         Ela saboreou sangue, cheirou isto. Montou nisto.
         Ela se importa de era laser afiado como eles dois ganhos seus ps, circulado um ao outro.
         "Voc fudeu em cima, Julianna. Fique de volta!" Ela estalou fora a ordem como Roarke entra
repentinamente no quarto, passos  frente de McNab. "Fique o inferno de volta. Ela  minha."
         "Senhor."
         Roarke meramente alcanou acima de, mo de arma do McNab abaixado. "Deixe ela terminar
isto."

                                                                                                       243
     "Voc  a pessoa que fudeu, Dallas. Indo suave acima de um homem. Eu tive mais respeito por
voc." Ela girada, excluiu. Ela faltou batendo seu p em rosto da Eve por um sussurro. "Ele  s gosta do
resto deles. Ele escapar de voc quando ele estiver chateado de voc. Ele j est fora empurrar seu dick
em outra mulheres toda chance ele consegue.  disso que eles fazem. Isto  tudo que eles fazem."
     A Eve endireitou e desnudou-se fora da jaqueta arruinada. Julianna fez a mesma com sua prpria.
     "Eu estou tirando voc," Eve disse. " disso que eu fao. Vamos, deixe seja dana."
     "Voc querer segurar as tropas de volta, Ian." Roarke passou recuperar pedao de embreagem
descartado da Eve como punhos e ps voaram. "Algum podia ser machucado."
     "Homem. Um pouco de luta de menina."
     Roarke meramente ergueu uma sobrancelha, entretanto sua ateno ficou rebitado para sua esposa.
"E que algum seguramente ser voc se voc disser aquele alto suficiente para o tenente para ouvir. Ela
precisa fazer isto," ele declarou, e sentiu o sopro em seu prprio trax como Julianna chutou Eve.
     Ela no sentiu isto. Seu indicador de corpo retirando-se, girando, tecedura, feinting. Mas seu
crebrorecusou a dor. Ela sentiu o escuro alegria, ouviu o satisfazer rudo de osso quando ela girada e
esmurrou o rosto da Julianna.
     "Eu quebrei seu fudido nariz. O que voc  ir fazer sobre isto?"
     Sangue despejado abaixo rosto da Julianna, arruinando beleza. Sua respirao estava levantando,
como Eve  era, mas ela era longe de feita. Ela gritou, veio em Eve em uma corrida.
     A fora do ataque teve eles ambos voar pelas portas de terrao. Vidro quebrado, madeira estalada.
Roarke alcanou a entrada arruinada a tempo de ver Eve e Julianna derramar acima da grade em um
enredo de membros e fria.
     "Cristo Jesus." Seu corao em sua garganta, ele fez correr para a ferrovia, viu eles carem, ainda
embrulhados como amantes, sobre o deslizamento duas histrias abaixo.
     "Isto  precisa machucar," McNab disse ao lado dele. "Um de ns tem que parar isto, e eu o prefiro
que no era eu."
     Mas Roarke j era saltar acima da ferrovia, e saltando.
     "Lunticos." McNab engatou sua arma atrs em seu coldre e se preparou para seguir o exemplo.
"Ns somos todo um grupo de lunticos." ,
     O deslizamento vibrado debaixo dos sopros de corpos. Os civis que tm sido azarados suficiente
para estar a bordo de subidos abaixo e fora de gostar de ratos fora de um navio condenado.
     O tanque de seda magra Julianna vestiu debaixo da jaqueta uniforme era rasgada, sangrentas.
Luzes cintiladas acima de seu parcialmente peito exposto como ela salto chutada Eve no ombro, seguido
em cima com um roundhouse.
     Eve esquivou-se do soco, entrou baixo e ouviu o explosivo whoosh de ar como ela bateu um sopro
em barriga da Julianna.


                                                                                                     244
         "Ajuste da priso no  ajuste de rua, cadela." Para provar isto, Eve rammed seu cotovelo em cima
debaixo de mandbula da Julianna, estalando ela voltar. "Mas vamos ver quanto tempo de treinamento
eles do a voc quando voc voltar em uma gaiola."
         "Eu no estou voltando!" Ela estava lutando cegamente agora, e s mais brutalmente. Ela
conseguiu um bater debaixo de guarda da Eve e ajuntou suas unhas abaixo sua bochecha.
         Ela viu os homens storming deslizamento abaixo acima de ombro da Eve. Ouviu os gritos e
apressando ps por detrs. Naquele momento, seu corpo vivo com uma dor ela nunca experimentaria, ela
se amaldioou para cair em uma armadilha, Eve Amaldioada para manobrar melhor que.
         Mas a guerra no estava terminada. No podia estar terminado. Retirada, ela se importa ordenado.
E seguinte ele ela saltou do deslizamento, pulando duros de passar sem tocar os trs ps para o
restaurante ao ar livre.
         Aqueles que jantaram j estavam arregalando. Vrias gritada quando a mulher sangrenta, seu rosto
enegrecido com fuligem, seus olhos selvagens, seus dentes trancados, aterrissado entre o vidro
encantadoras topped mesas e ardendo velas.
         Duas mulheres e um homem desfaleceu quando a segunda mulher, igualmente rasgado, voou
abaixo, ps primeiros, e bateu no carro de sobremesa.
         Existiam salpicos e gritos que alguns diners caiu no charco.
         Encurralado pelo Polis que estoura pelas portas de restaurante e o outros aquele no deslizamento
agora-invlido, Julianna enfocou no nico que importou. Ela agarrou uma garrafa do superior merlot,
quebrou ele contra uma mesa. O vinho espirrou como sangue como ela girou a extremidade dentada em
direo a Eve.
         "Eu vou matar voc." Ela disse isto calmamente, entretanto rasto de lgrimas pela sujeira em seu
rosto.
         "Segure seu fogo," Eve ordenou como um do Polis apontou. "Segure seu goddamn fogo. Isto 
meu op. Isto  meu colarinho." Ela sentiu em lugar de viu Roarke aterrissar atrs dela. "Minha." Ela tudo
menos rosnou isto.
         "Ento termine isto." Ele quietamente falou, para ela s. "Voc deu seu suficiente de seu tempo."
         "Vamos ver se voc conseguisse os intestinos, Julianna, tentar racha minha garganta com isto.
Voc ter que entrar rpido. Vai ser sujo. No limpo, no delicado como envenenamento alguma pessoa
desajeitada pobre."
         Ela circulou como ela falou, medindo seu cho, planejando seus movimentos. "O que  o assunto,
Julianna? Com medo de tentar a matana direta?"
         Em um grito de ira, de insulto, de abominar, Julianna carregou. A Eve sentiu a pressa de fluxo da
morte de revestimento esfria em seu corpo. Ela pulou fora de seus dedes do p, um perna pistoning
fora, ento o outro. Os dois pontaps rpidos, ambos morto no rosto, tido Julianna voando de volta,
aterrissagem sem graa em uma do vidro-topped mesas.

                                                                                                        245
     Ela embriagada por isto, aterrissado duro em um chuveiro feio de vidro. "Regra bsica de
combate," Eve disse como ela passou, Julianna Arrastada em cima por ela enrola. "As pernas so
geralmente mais longas que braos."
     Ela se debruou em, sussurrou em orelha da Julianna. "Voc no devia ter seguido o que  meu.
Grande engano."
     Entretanto em uma ofuscao Julianna conseguiu despir seus dentes. "Eu voltarei, e eu matarei
voc dois."
     "Eu no acho, Julianna. Eu penso que voc  feito. Agora eu vou dar a voc seu direito civil de
permanecer mudo." Ento dizendo que Eve esmurrou seu cheio no rosto e bateu seu frio.
     A Eve a sacudiu, batidas palmas nas restries, ento endireitaram, andou de volta. "Peabody."
     "Ah, sim, senhor. Aqui mesmo."
     "Veja que este prisioneiro  lido seu direitos, transportada para a instalao de propriedade
adequada, e dada todos exigiram ateno mdica."
     "Voc aposta. Tenente?"
     A Eve girou sua cabea, inelegantemente briga fora sangue. "O que?"
     "Eu s quero dizer, voc  meu deus."
     Com um metade-risada, Eve mancada para uma cadeira. A dor sentada estava comeando a vazar
por e prometeu ser incrvel. "Consiga ela fora daqui assim eles podem comear a limparem esta
baguna. Eu estarei em arquivar os relatrios e interrogar o time depois de que eu limpar algum."
     "Ela no estar em antes da manh," Roarke corrigiu. Ele ergueu uma garrafa grande, irrompvel
da gua, abriu isto, deu isto para Eve.
     "Duas horas." A Eve inclinou atrs sua cabea e bebeu como um camelo.
     Sabiamente Peabody optou ficar fora desta batalha particular tambm.
     "Desculpe sobre bagunando em cima seu bonito hotel."
     "Voc fez bastante o trabalho nisto." Ele parou uma cadeira, sentada na frente dela. Seu rosto era
contundido, sangrento, imundas, suas juntas cruas e inchadas. Um cortar entre os muitos arranhes em
seu brao exigiria tratamento. Mas no momento ele tirou um leno, arrancados um dos guardanapos de
linho da mesa, e amarrada em um vestidura de campo rpido. "E voc fez uma em minha bonita esposa
tambm."
     "Eu estava s a acalmando em complacncia. Sabe, tocando com ela por algum tempo."
     "Oh sim, eu podia ver isto, particularmente quando voc a acalmou caindo um terrao de dez
histrias com ela."
     "Isso era tipo de no planejado, mas ao todo." Ela aconteceu para olhar abaixo nela mesma e para
um momento era paralisado e mudo. O terno de pele era rasgado no pescoo com o material pendendo
at tocar um gritar de olhada com seus peitos. Bocejou centro abaixo de seu corpo quase para sua virilha.
Uma perna era rasgada aberto ao quadril.

                                                                                                      246
     "Bem, santo merda." Ela arrancou o que ela podia acima de seus peitos. "Voc podia ter dito mim
que eu estou sentando aqui principalmente desnudo."
     "Quando um homem estiver de volta e assiste duas mulheres lutarem,  com a esperana estimada
aquelas roupas sero arrancadas no caminho." Mas ele levantou, desnudada-se fora de sua jaqueta, e
ofereceu isto.
     "Aqui so suas escolhas. Um centro mdico ou hospital, o MTs, ou um quarto aqui onde a Louise
pode examinar e tratar voc."
     "Eu no fao--"
     "Queira discutir comigo acima deste. Voc quis a levar abaixo com suas mos nuas--precisadas
para. Caso contrrio voc teria usado sua arma."
     "Eu perdi isto quando eu--"
     "A faca est ainda em sua bota." Ele deitou uma mo ligeiramente acima de sua. "Diga qualquer
precisa ser dito em seu relatrio oficial, Eve, mas no finja comigo. Voc fez o que voc precisou fazer,
e eu entendo isto. Eu teria querido o mesmo se algum viesse em voc por causa de mim."
     "Certo."
     "Voc fez o que voc precisou fazer, e eu no interferi. Voc pensa que era uma coisa simples para
mim?"
     Ela chutou em algum do vidro quebrado com sua bota. "No."
     "Agora voc me deixar fazer o que eu preciso fazer, e no interfira. Qual daqueles ternos de
escolhas voc melhores?"
     "Eu tomarei Louise," ela concordou. "Embora ela vai estar regiamente irritada em mim para
bagunando em cima sua caridade de fantasia faz."
     "Mostra o que voc sabe sobre tais assuntos. Ela no podia ter comprado o tipo de publicidade e
ateno para sua causa que esta pequena aventura recolher. E se ela no pensar de que imediatamente,
voc tem s para lembrar a ela."
     "Bom pensando." Ela alcanou, escovado seu cabelo de volta de seu rosto. "Eu amo voc. Eu justo
tipo de sentido como dizendo isto agora mesmo."
     "Eu sempre sinto como ouvindo isto. Aparea agora, Tenente, vamos conseguir voc em seus ps."
     Ela tomou sua mo, comeou a alavanca se em cima. Ele ouviu sua boqueada, silve, e apenas
estrangule um gemido.
     "Certa, ai." Ela teve que abaixar novamente, pegue sua respirao. "At no pense sobre me levar."
Antecipando ele, ela acenou uma mo. "No com todo estes Polis ao redor. As coisas do gnero
enfraquece seu rep."
     "Eu penso que seu rep permanecer isto, particularmente depois de hoje  noite. Alm disso." Ele a
ergueu, to suavemente quanto ele podia administrar. "Voc pode s culpar isto no exagero do civil
preocupado."

                                                                                                     247
     "Sim, certa." A dor era por ela agora gostava de um rebanho de bfalo. "Eu alfinetarei isto em meu
marido."
     "Agora que--meu marido-- um termo raro terminando de sua boca."
     "No pega em minha lngua tanta mais. Sabe, isto  um modo interessante bonito para ns comear
ano dois deste negcio de casamento."
     "Certamente parece trabalhar para ns."
     Ele levou seu soldado ferido fora do campo de batalha. E considerou o quo aborrecida sua esposa
seria quando ele viu para ele que ela recebia um bloqueador forte suficiente para a bater fora at a
manh.




                                                                                                   248
